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Iniciado por noticias, 13, Setembro, 2020, 21:00

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'New York Times' endossa candidatura de Joe Biden nos EUA

Em editorial, jornal anunciou apoio ao candidato do Partido Democrata. Sem citar Donald Trump, publicação afirma que os EUA vivem um caos que não dá trégua. O candidato democrata à presidência dos EUA, Joe Biden, em Delaware, no dia 1 de outubro de 2020
Brendan McDermid/Reuters
O jornal "The New York Times" apoiou publicamente a candidatura de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos com um texto nesta quinta-feira (7).
Biden não é um candidato perfeito e não seria um presidente perfeito, mas a política não é sobre perfeição, mas, sim, sobre a arte do possível, diz o jornal.
Joe Biden amplia vantagem nas pesquisas sobre a corrida presidencial americana
O texto não cita Trump nominalmente nenhuma vez, mas só de formas indiretas. "No meio de um caos que não dá trégua, Biden oferece uma nação ansiosa algo além de política ou ideologia: sua campanha está baseada em firmeza, experiência, compaixão e decência."
Joe Biden amplia vantagem sobre Donald Trump nas pesquisas
Compromissos corriqueiros em campanhas, como "serei o presidente de todos os americanos", soam quase revolucionários, de acordo com o jornal.
O "New York Times" descreve a pauta de sua campanha como ousada. O ex-vice-presidente, de acordo com o jornal, está comprometido como medidas como dar mais opções públicas de plano de saúde, baixar a idade mínima para atendimento gratuito e diminuir o valor de remédios. "Ele reconhece a ameaça da mudança climática e apresentou um plano ambicioso, de US$ 2 trilhões, para diminuir as emissões de carbono, investir em uma economia verde e combater o racismo ambiental."

Source: 'New York Times' endossa candidatura de Joe Biden nos EUA

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Rompimento de cabo de fibra ótica na Virgínia, nos EUA, interrompe cadastro digital de eleitores

Incidente ocorreu no último dia para os moradores do estado se cadastrarem para votar nas eleições presidenciais americanas. Cabo foi cortado por acidente durante obras, diz agência do governo estadual. Eleitores vão às urnas em Arlington, na Virgínia, em 18 de setembro, início da votação antecipada das eleições dos EUA
Al Drago/Reuters
O rompimento de um cabo de fibra ótica interrompeu o cadastro online de eleitores do estado da Virgínia nesta terça-feira (13), último dia para o registro antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos.
Em comunicado, o Departamento de Eleições da Virgínia disse que outras agências estaduais também foram afetadas pelo corte. As autoridades locais informaram que uma equipe técnica está fazendo os reparos necessários, mas não disse se o prazo para eleitores se cadastrarem será estendido.
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O cabo se rompeu durante uma obra nas proximidades de uma rodovia, informou a Agência de Tecnologias de Informação da Virgínia. Segundo o jornal "Washington Post", autoridades eleitorais chegaram a fazer o registro de eleitores por papel, no norte do estado.
Eleições nos EUA
Presidente americano, Donald Trump, e o ex-vice-presidente Joe Biden durante o primeiro debate presidencial em Cleveland, Ohio
Patrick Semansky/AP
As eleições presidenciais dos EUA estão marcadas para 3 de novembro, mas milhões de eleitores votaram antecipadamente em locais específicos de votação ou por correio — muito demandadas pelos cidadãos americanos para evitar aglomerações em meio à pandemia do novo coronavírus.
Essas modalidades de voto, inclusive, estão no centro de uma crise entre os partidos, que se acusam mutuamente de tentar dificultar os eleitores de votarem.
A contagem dos votos por correio em estados essenciais para a disputa podem também atrasar o resultado das eleições. Cada unidade federativa tem suas próprias regras, e a demora para verificar a autenticidade desses eleitores pode causar distorções nos resultados parciais na noite de eleição.
Saiba mais na reportagem em VÍDEO abaixo.
Votação pelo correio deve dificultar apuração do resultado da eleição americana
MAIS VÍDEOS: Eleições nos EUA 2020
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Source: Rompimento de cabo de fibra ótica na Virgínia, nos EUA, interrompe cadastro digital de eleitores

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O que drones e o GPS devem a um naufrágio de 1744

Além do suposto ouro, havia algo a bordo da embarcação indiscutivelmente mais valioso economicamente. Nos naufrágios, não se perdiam apenas vidas e ouro
Getty Images/BBC
Em 5 de outubro de 1744, uma tempestade se formava no Canal da Mancha. A caminho de casa depois de perseguir navios franceses na costa de Portugal, uma frota de navios de guerra britânicos se viu em apuros.
A embarcação principal, o navio HMS Victory, naufragou a 80 quilômetros ao sul da cidade de Plymouth, na Inglaterra, levando consigo 1,1 mil homens e — reza a lenda — muito ouro português. Os destroços permaneceram intactos, a 100 metros de profundidade, até serem localizados por uma empresa de resgate marinho em 2009.
Além do suposto ouro, havia algo a bordo da embarcação indiscutivelmente mais valioso economicamente: também se perdeu naquele dia a primeira tentativa conhecida de se desenvolver um conceito que é usado hoje para guiar tudo — de submarinos a satélites, de sondas em Marte ao telefone celular no seu bolso.
Quando o HMS Victory naufragou, levou consigo o "espéculo giratório" de John Serson, precursor do giroscópio moderno.
Serson era um capitão de barco, sem educação formal. Mas também um "mecânico engenhoso", como a The Gentleman's Magazine viria a descrever mais tarde.
E ele estava tentando resolver um sério problema.
Os marinheiros calculavam a posição de um navio usando um quadrante para medir um ângulo a partir do sol no horizonte, mas nem sempre era possível avistar o horizonte por causa da névoa ou da neblina.
Inspirado em um brinquedo infantil, o pião, Serson se perguntou se poderia criar um horizonte artificial — algo que permaneceria nivelado, mesmo quando o navio balançasse.
Como informou a The Gentleman's Magazine, ele "fez uma espécie de pião, cuja superfície superior perpendicular ao eixo era um plano circular de metal polido; e descobriu, como esperava, que quando o pião girava rapidamente, sua superfície plana logo se colocava na posição horizontal".
Depois de impressionar dois oficiais da Marinha de alto escalão e um grande matemático, Serson foi convidado a fazer mais observações... a bordo do HMS Victory: "e assim morreria o pobre Serson".
Sua viúva, Sarah Serson, ficou sem um tostão e pediu à Marinha cópias de seus documentos na tentativa de tentar ganhar dinheiro com o espéculo, mas não há evidências de que tenha conseguido.
Um século depois, no entanto, o físico francês Leon Foucault produziria um protótipo de sucesso baseado no mesmo princípio que havia fascinado Serson.
Foucault chamou seu dispositivo de "giroscópio", junção das palavras gregas para "girar" e "observar", porque usou o instrumento para estudar a rotação da Terra.
Era um disco giratório montado em um gimbal, estrutura de suportes articulados que permite ao disco manter sua orientação independentemente de a base estar inclinada.
Logo depois, surgiram os motores elétricos, o que significava que o disco poderia girar indefinidamente. E as aplicações práticas não demoraram a chegar.
Os navios dispõem de horizontes artificiais (instrumento com propriedades giroscópicas), assim como os aviões.
No início dos anos 1900, dois inventores descobriram como alinhar a rotação ao eixo norte-sul da Terra, criando a bússola giratória.
A bússola giratória é considerada uma maravilha moderna, ilustrada aqui em um pacote de cigarro
Getty Images/BBC
Se você combinar esses instrumentos com outros - acelerômetros, magnetômetros -,  terá uma ideia da direção em que está indo.
Ao colocar esses resultados em sistemas que podem corrigir o curso, você terá um piloto automático de avião, um giroestabilizador de navio e sistemas de navegação para espaçonaves ou mísseis.
Adicione o GPS, e você saberá onde está.
Há um limite para o tamanho dos discos giratórios no gimbal, mas outros desenvolvimentos tecnológicos miniaturizaram o giroscópio.
Os giroscópios microeletromecânicos vibratórios medem apenas alguns milímetros cúbicos. E cientistas estão fazendo um giroscópio a laser mais fino do que um fio de cabelo humano.
Como esses e outros sensores ficaram menores e mais baratos - e os computadores mais rápidos e as baterias mais leves -, passaram a ser usados em uma série de dispositivos: de smartphones a robôs, consoles de videogame a óculos de realidade virtual.
E em outra tecnologia que atrai bastante burburinho: o drone.
O primeiro uso de veículos aéreos não tripulados remonta a 1849 - apenas três anos antes do giroscópio de Foucault.
A Áustria tentou atacar Veneza colocando bombas em balões e esperando o vento soprar na direção certa. Não foi uma estratégia triunfante: algumas bombas caíram em território austríaco.
Mas o uso militar continuou a impulsionar a tecnologia de drones. Se você pesquisasse por "drones" em um arquivo de notícias, até cerca de quatro ou cinco anos atrás, descobriria que as principais histórias eram sobre guerra.
Mas, de repente, se começou a falar sobre "o que as regulamentações do espaço aéreo significam para amadores" e "em quanto tempo os drones estarão fazendo entregas de mercadorias".
Essa é uma grande questão. Os drones agora são comuns - seja na topografia, na produção de filmes, ou levando medicamentos urgentes para locais de difícil acesso.
Mas são seus usos diários que prometem ser realmente transformadores: entregar as mercadorias que compramos online, ou até mesmo nos transportar - a empresa chinesa Ehang é pioneira em drones que podem levar passageiros humanos.
Na China rural, os drones para entrega de encomendas estão começando a ser uma realidade inovadora: a tecnologia se impõe mais rapidamente onde não há uma infraestrutura competitiva estabelecida - neste caso, grandes lojas de varejo e estradas para entregas feitas por van.
Zhangwei, por exemplo, é uma vila na província de Jiangsu onde poucas pessoas têm carro e apenas metade da população possui geladeira, mas todo mundo tem celular - e usa o dispositivo para fazer compras na loja varejista online JD.com, de fraldas descartáveis a caranguejo fresco.
Como Jiayang Fan descreve na revista americana New Yorker, cerca de quatro vezes por dia, funcionários do depósito despacham pedidos feitos pelos moradores da vila em um drone que carrega até 13 kg a uma velocidade de 72 km/h. Todo mundo está feliz - menos a mulher que gerencia a loja do povoado.
Mas se haverá cada vez mais drones transportando mercadorias, vamos precisar de soluções melhores para o chamado problema da "última milha".
Em Zhangwei, a JD.com emprega uma pessoa para distribuir as encomendas aos clientes - mas em países em que a mão de obra é mais cara, os custos de entrega se concentram na "última milha"; se essas entregas forem automatizadas, alguns acreditam que as lojas físicas podem deixar de existir por completo.
Mas ninguém sabe exatamente como isso pode funcionar.
Queremos que nossas compras online sejam jogadas de paraquedas em nossos quintais ou no terraço dos nossos prédios?
Que tal janelas inteligentes que podem se abrir para deixar os drones entrar quando não estamos em casa?
Serão necessárias zonas de exclusão aérea mais rigorosas para evitar o tipo de distúrbio causado recentemente nos aeroportos de Gatwick e Heathrow, no Reino Unido, quando drones avistados atrasaram centenas de voos?
E ainda há outro problema - o mesmo que John Serson enfrentou: o clima.
Se vamos confiar em entregas aéreas, elas terão que ser capazes de funcionar em todas as condições meteorológicas.
Será que os drones vão conseguir voar em meio a tempestades que afundariam um navio de guerra? Quem sabe então a promessa do giroscópio terá sido realmente cumprida.
*Tim Harford escreve a coluna "Undercover Economist" no jornal britânico Financial Times. A BBC World Service, serviço mundial da BBC, transmite a série "50 Things That Made the Modern Economy".
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Ativistas pró-democracia voltam às ruas na Tailândia, apesar de proibição de passeatas

Manifestantes desafiaram, pelo quarto dia consecutivo, proibição de reuniões públicas em Bangcoc para exigir a renúncia do primeiro-ministro e uma reforma da monarquia. Manifestantes em Bagcoc neste domingo
Soe Zeya Tun/Reuters
Milhares de manifestantes desafiaram neste domingo (18), pelo quarto dia consecutivo, a proibição de reuniões públicas em Bangcoc para exigir a renúncia do primeiro-ministro e uma reforma da monarquia.
Na sexta-feira, a polícia forçou o recuo dos manifestantes usando jatos d'água e fez uma série de prisões, mas isso não conteve o movimento, composto principalmente de estudantes.
"Dissolução do Parlamento!", "Que vergonha para o ditador", gritou a multidão reunida no Monumento à Democracia, no centro da capital, acenando com três dedos. Retirado do filme "Jogos Vorazes", o gesto se tornou símbolo da resistência.
Vários manifestantes carregavam retratos de líderes do movimento presos nos últimos dias, incluindo o ativista Anon Numpa. Ele foi detido na sexta-feira, em Chiang Mai, norte do país.
O movimento, que está nas ruas há três meses, pede a renúncia do primeiro-ministro Prayut Chan O Cha, que chegou ao poder por meio de um golpe em 2014 e foi legitimado por polêmicas eleições no ano passado.
Os manifestantes também reivindicam a reforma da poderosa e rica monarquia, um assunto tabu no país há até poucos meses.
O rei Maha Vajiralongkorn não comentou diretamente sobre essas manifestações, mas declarou na televisão pública que a Tailândia "precisa de um povo que ame seu país, um povo que ame a instituição" que a monarquia representa.
Além das tensões políticas, a Tailândia também enfrenta uma grave crise econômica. Dependente do turismo e bloqueado pela pandemia do coronavírus, o país está mergulhado na recessão, com milhões de desempregados.
Desde a abolição da monarquia absoluta em 1932, o país registrou 12 golpes de Estado.
Manifestante acena com três dedos neste domingo em Bangcoc
Soe Zeya Tun/Reuters
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Trabalhadores e estudantes pressionam líder de Belarus com greve nacional

Nova tentativa de derrubar o líder do país, Alexander Lukashenko, é por meio de greves. Elas serão um teste para a oposição, que precisa mostrar que tem o apoio maciço de que precisa. Manifestantes protestam no centro de Mink contra Alexander Lukashenko
Operários estudantes e pensionistas da Belarus entraram em uma greve e foram às ruas nesta segunda-feira (26) em uma tentativa de pressionar o líder Alexander Lukashenko a deixar o poder.
Lukashenko ignorou um ultimato para entregar o poder até a meia-noite. Ele ainda desafiou seus oponentes a levarem adiante a ameaça de paralisar o país com greves, quase três meses depois que uma vitória eleitoral contestada desencadeou protestos em massa.
A polícia usou a força para deter pessoas.
Imagem de protesto na Belarus contra o líder Alexander Lukashenko, em 26 de outubro de 2020
Reuters
Se mantidas, as greves podem iniciar uma nova fase da crise. Elas serão um teste para a oposição, que precisa mostrar que tem o apoio maciço de que precisa. Já houve greves em fábricas estatais, mas elas duraram pouco tempo.
A mídia da Belarus relatou grupos de grevistas em muitas grandes estatais, mas a porta-voz do primeiro-ministro disse que todas as grandes empresas industriais estão trabalhando normalmente.
Mulher exibe cartaz em protesto contra o governo da Belarus, em 26 de outubro de 2020
Reuters
Lojas, cafés e restaurantes foram fechados no centro de Minsk. Centenas de universitários foram às ruas da capital para bater palmas e gritar contra o governo, enquanto motoristas de carros que passavam tocando as buzinas em apoio.
Uma multidão de duas a três mil pessoas marchou por uma rua importante acenando com bandeiras vermelhas e brancas e cartazes de protesto.
Em outras partes de Minsk, policiais com máscaras e vestidos de preto saíram de vans, detendo pessoas e arrastando-as.
5 pontos para entender a crise em Belarus
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Source: Trabalhadores e estudantes pressionam líder de Belarus com greve nacional