Judiciário do Tocantins começa retomada das atividades presenciais nesta segunda (24)

Iniciado por noticias, 13Setembro2020, 21:00

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Judiciário do Tocantins começa retomada das atividades presenciais nesta segunda (24)

Percentual de trabalhadores que vão retornar é de 25%. Horário do expediente foi mantido entre 12h e 18h. Tribunal de Justiça do Tocantins
Divulgação
O Poder Judiciário do Tocanitns vai começar a retomar as atividades presenciais nesta segunda-feira (14). No Tribunal de Justiça, em Palmas e na Corregedoria-Geral de Justiça 25% dos servidores retornam ao trabalho presencial. Dentro deste percentual não há pessoas dos grupos considerados de risco, conforme informou o TJ. Para estes funcionários, segue em vigor o regime de teletrabalho.
A determinação para a volta foi assinada pelo presidente do TJ, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, e pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador João Rigo Guimarães. Eles tomaram a decisão seguindo as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O horário de expediente foi mantido entre 12h e 18h, tanto para a equipe que trabalha presencialmente como os servidores em jornada virtual.
A evolução dos casos de Covid-19 será observada para que sejam definidas as próximas medidas. Aos usuários externos, como membros do Ministério Público, advogados, defensores públicos, partes, testemunhas e autoridades policiais, também será permitida a presença física, com o cumprimento das medidas sanitárias necessárias.
As comarcas em Palmas e no interior têm autonomia para avançar o percentual de 25% das atividades presenciais, conforme a decisão de cada direção de Fórum, levando em consideração a realidade da pandemia em cada local. É obrigatório que o magistrado siga as orientações técnicas do Centro de Saúde do Tribunal de Justiça e que comunique ao TJ eventuais mudanças.
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Quase 50% das residências do Piauí têm dificuldade para obter alimentos, diz IBGE

Segundo a pesquisa do IBGE, o estado é o 12° estado com a maior proporção de lares que sofrem com a insegurança alimentar no país. O Piauí é o 12° estado com a maior proporção de lares que sofrem com a insegurança alimentar no país
Divulgação/Ceasa
No Piauí, moradores de 468 mil residências enfrentam algum grau de insegurança alimentar, ou seja, dificuldade na obtenção de alimentos. Os dados são do suplemento de Segurança Alimentar da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O percentual de domicílios que sofrem com a insegurança alimentar no estado é de 46%, número maior do que a média nacional, 36,7%. Desse modo, o Piauí é o 12° estado com a maior proporção do país.
"Nesses domicílios, onde residem 1,5 milhão de pessoas, a qualidade e/ou quantidade de alimentos disponíveis são consideradas inadequadas, devido à falta de recursos para a aquisição dos produtos", apontou o IBGE.
Os lares piauienses que apresentam enfrentam este problema são divididos em três grupos: os de insegurança alimentar leve (28,9%), moderada (11%) ou grave (6,1%). Entenda cada um deles:
Insegurança alimentar leve: preocupação ou incerteza quanto ao acesso a alimentos no futuro e a qualidade dos produtos adquiridos é inadequada em razão de estratégias que visam não comprometer a quantidade disponível. São 986 mil pessoas nessa situação.
Insegurança alimentar moderada: redução quantitativa de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre os adultos. Há 386 mil pessoas nessa situação no estado.
Insegurança alimentar grave: restrição quantitativa de alimentos entre todos os moradores, incluindo crianças, podendo chegar à situação de fome. São 193 mil pessoas nesse nível.
Entretanto, a pesquisa revelou que 54% dos domicílios piauienses (550 mil) consideram ter pleno acesso aos alimentos em quantidade e qualidade suficientes. Esse percentual sofreu um aumento em relação ao ano de 2013, que era de 44,4%.
 A pesquisa utiliza a Escala Brasileira de Segurança Alimentar (EBIA) para classificar a situação dos domicílios quanto ao acesso a alimentos. As respostas dos moradores foram dadas considerando os três meses anteriores a data da entrevista da pesquisa, cujos questionários foram aplicados entre junho de 2017 e julho de 2018.
Região Norte apresenta maior insegurança alimentar
Em 2013, o Nordeste era a região do país com menor proporção de residências em situação de segurança alimentar, com apenas 61,9%. Porém, os novos dados da pesquisa sobre o assunto revelam que esse título foi passado para a Região Norte, que apresenta 43%.
Santa Catarina é o estado com o maior número de lares que não possuem dificuldades na obtenção de alimentos, com 86,9% do total de residências.
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VÍDEOS: RJ1 TV Rio Sul de sexta-feira, 18 de setembro

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VÍDEOS: TEM Notícias 2ª edição de Itapetininga deste sábado, 26 de setembro

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OMS vai disponibilizar 120 milhões de testes rápidos de Covid-19 para 133 países de baixa e média renda

Teste utilizado vai detectar antígenos – as proteínas do novo coronavírus (Sars-CoV-2) – e deverá mostrar resultados em 15 a 30 minutos, segundo a entidade, que também pontuou 4 situações para o uso dos exames. OMS anuncia distribuição de 120 milhões de testes para países pobres
A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, nesta segunda-feira (28), que vai disponibilizar 120 milhões de testes de Covid-19 para 133 países de baixa e média renda em um período de seis meses.  A OMS não informou se eles serão oferecidos no Brasil, mas disse que os testes ficarão disponíveis em "muitos países" na América Latina.
Os testes usados serão os de antígenos, aqueles capazes de identificar as proteínas da superfície do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Eles deverão mostrar resultados em 15 a 30 minutos, segundo a OMS. A entidade pontuou 4 situações em que o uso dos exames pode ser particularmente útil:
Para responder a suspeitas de surtos em locais remotos.
Para investigar grupos (os chamados "clusters") nos quais há suspeita de surtos.
Para testar populações que têm maior exposição ao vírus, como os profissionais de saúde da linha de frente ou os trabalhadores essenciais. Os testes poderão ajudar a monitorar, com resultados rápidos, se eles foram infectados.
Para testagem em locais com transmissão comunitária disseminada – para saber onde está o vírus e quem está infectado com ele.
Segundo a líder técnica para a Covid-19 da OMS, Maria van Kerkhove, os testes de antígenos funcionam melhor quando o paciente tem uma alta quantidade de vírus (carga viral) no corpo – 2 dias antes do início dos sintomas até 5 a 7 dias depois da apresentação deles.
Antígenos x PCR
Van Kerkhove explicou que os testes podem ser usados de forma conjunta com os do tipo PCR, que detectam o material genético do vírus em uma amostra.
Assim como os testes PCR, os testes de antígenos identificam o vírus diretamente, porque detectam proteínas específicas que ele produz e que aparecem na superfície dele.  
Maria van Kerkhove, líder técnica do programa de emergências da OMS
Christopher Black/OMS
Os testes PCR, entretanto, podem levar tempo até apresentarem os resultados – porque precisam ser levados a um laboratório e analisados, o que pode demorar dias, lembrou a líder técnica. Já os testes de antígenos não precisam de um laboratório.
"Muitos países não têm acesso a um resultado rápido de amostras de PCR", disse van Kerkhove. "As amostras precisam ser levadas a um laboratório, e pode levar horas ou dias para chegarem. Os testes de antígeno podem ser muito úteis, e são feitos ao lado do indivíduo", esclareceu a técnica.
Ela também pontuou que, apesar de os testes não serem "perfeitos", muitos estão funcionando bem em questão de sensibilidade (capacidade de identificar os pacientes infectados com o vírus) e especificidade (capacidade de identificar os pacientes que não estão infectados com aquele vírus).
Os mecanismos dos testes de antígenos e dos testes PCR são diferentes dos testes de anticorpos, que identificam, como o nome diz, os anticorpos que o corpo produziu contra o Sars-CoV-2. Esses tipos de teste também são considerados "testes rápidos", e têm sido usados amplamente no Brasil.
Distribuição
Amostras de sangue de pacientes são vistas em um teste de vacinas contra a Covid-19 na Flórida no dia 7 de agosto.
Joe Raedle/Getty Images/AFP
Os testes serão fabricados pelas empresas SD Biosensor e Abbot, e o volume será garantido por meio da Fundação Bill e Melinda Gates. Cada teste custará US$ 5, cerca de R$ 28.
O Fundo Global, uma parceria internacional de financiamento em saúde, irá contribuir, inicialmente, com US$ 50 milhões para a iniciativa (cerca de R$ 283 milhões), retirados do mecanismo de apoio à Covid-19. Segundo Catharina Bohme, diretora da Fundação para Novos Diagnósticos Inovadores (FIND, na sigla em inglês), da OMS, a verba permitirá aos países comprar, pelo menos, 10 milhões de testes. As primeiras compras serão feitas nesta semana.
De acordo com Bohme, a Unitaid, uma iniciativa de saúde global, e o Centro de Controle de Doenças da África (CDC, na sigla em inglês) vão ajudar a lançar os testes em até 20 países africanos a partir de outubro.
O diretor executivo do Fundo Global, Peter Sands, afirmou que o anúncio dos testes é "um grande passo em direção à alocação mais justa de diagnósticos".
"Neste momento, países de alta renda estão conduzindo 292 testes por dia a cada 100 mil habitantes. Os países de renda média alta, 77 a cada 100 mil; os de média baixa, 61; e os de baixa renda, 14", comparou.
"Eles [os testes de antígenos] não são uma bala de prata", alertou o diretor do fundo, "mas extremamente valiosos como um complemento aos testes PCR, pois, embora sejam um pouco menos precisos, são muito mais rápidos, baratos e não requerem um laboratório", ponderou.

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