Papai Noel: conheça a história do bom velhinho

Iniciado por noticias, 23, Dezembro, 2020, 15:02

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'Spitfire Women': Morre no Reino Unido uma das últimas mulheres pilotos da Segunda Guerra

Eleanor Wadsworth, que faleceu aos 103 anos, pilotou os famosos caças Spitfire 132 vezes durante o conflito. Eleanor Wadsworth pilotou os famosos caças Spitfire 132 vezes durante o conflito
ROBERT WADSWORTH por BBC
Morreu, aos 103 anos, uma das últimas "Spitfire Women" do Reino Unido — as mulheres que transportavam aeronaves para o front da Segunda Guerra Mundial.
Eleanor Wadsworth era funcionária do serviço Auxiliar de Transporte Aéreo (Air Transport Auxiliary, ATA), uma organização civil criada durante o conflito para fazer melhorias e reparos nas aeronaves de combate e levá-las das fábricas às bases da Força Aérea britânica (RAF, sigla para Royal Air Force).
Segundo a associação de membros da ATA, ela foi uma das 165 mulheres que voaram naquela época sem o auxílio de rádio ou outros instrumentos de voo. No total, 1,250 homens e mulheres de 25 países transportaram  por meio da organização cerca de 309 mil aviões de combate, de 147 modelos diferentes.
Wadsworth vivia na cidade de Bury St Edmunds, no condado de Suffolk, na Inglaterra, e morreu após estar um mês adoentada.
'A ideia de aprender a pilotar de graça era um grande incentivo, então me inscrevi sem pensar muito sobre o assunto', disse Wadsworth
ELEANOR WADSWORTH/HOWARD COOK por BBC
Ela nasceu em 1917 na cidade de Nottingham e começou a pilotar em 1943 — algo que, até então, não estava em seus planos. Trabalhando como assistente do departamento de arquitetura da ATA, um dia ela viu um anúncio de vagas para mulheres pilotos com pouca ou nenhuma experiência prévia.
Em uma entrevista dada no ano passado à associação que reúne as últimas mulheres pilotos da Segunda Guerra Mundial, ela contou que "buscava um novo desafio" quando resolveu aplicar para a vaga.
"A ideia de aprender a pilotar de graça era um grande incentivo, então me inscrevi sem pensar muito sobre o assunto."
Segundo a historiadora Sally McGlone, foi um das primeiras seis candidatas convocadas.
À publicação, Wadsworth disse ainda que o famoso Spitfire, único caça do lado dos Aliados a operar durante todo o conflito, era o modelo que ela mais gostava de pilotar — o que fez 132 vezes.  
"Era uma aeronave linda, ótima de conduzir", acrescentou.
A britânica recebeu diversas homenagens por sua bravura nas redes sociais. O ex-piloto da Força Aérea britânica John Nichol, que foi prisioneiro durante a Guerra do Golfo, lamentou sua morte e disse que, ao comentar no passado sobre sua longevidade, a piloto teria dito: "É sorte! Eu tento não me preocupar muito com as coisas sobre as quais não tenho controle".
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McGlone ressaltou que Wadsworth e suas colegas da ATA "continuarão sendo uma inspiração para mulheres no mundo inteiro". Howard Cook, também historiadora, destacou que as "Spitfire Women", como eram chamadas as mulheres que transportavam aviões de combate durante a Segunda Guerra, foram "incrivelmente corajosas".
A escritora Karen Borden, que entrevistou Wadsworth para seu próximo livro, acrescentou que, "assim como muitas mulheres pilotos, ela era extremamente humilde em relação à sua contribuição ao esforço da guerra".
"Ela brincava que voar 'reto e nivelado' era sua marca... e dizia como era incrível subir aos ares por conta própria."
Para o filho Robert, ela foi "uma mãe maravilhosa e uma avó e bisavó afetuosa", mas que era muito "pragmática" sobre o serviço prestado durante a guerra.
'A ideia de aprender a pilotar de graça era um grande incentivo, então me inscrevi sem pensar muito sobre o assunto', disse Wadsworth
ELEANOR WADSWORTH/HOWARD COOK por BBC
Segundo ele, Wadsworth costumava dizer que "todos tínhamos um trabalho a fazer e apenas arregaçamos as mangas e o fizemos".  
Ela era uma das três pilotos membros da ATA ainda vivas, ao lado da americana Nancy Stratford e da britânica Jaye Edwards, que vive no Canadá.
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Cidades do Sul e Costa Verde do Rio registram novas mortes por Covid-19

Número de óbitos subiu em Angra dos Reis, Valença, Porto Real, Paulo de Frontin, Rio Claro, Volta Redonda, Barra Mansa e Sapucaia. Informações são das Secretarias Municipais de Saúde. Oito cidades do Sul e Costa Verde do Rio de Janeiro confirmaram nesta sexta-feira (15) mais 14 óbitos provocados pela Covid-19. O número de mortes subiu em Angra dos Reis, Valença, Porto Real, Paulo de Frontin, Rio Claro, Volta Redonda, Barra Mansa e Sapucaia. As informações são das Secretarias Municipais de Saúde.
Angra dos Reis registrou mais três óbitos por coronavírus, totalizando 303 mortes desde o início da pandemia. As novas vítimas são duas idosas, de 74 e 75 anos, e um idoso, de 66. O município tem 10.299 casos confirmados, sendo 9.118 pacientes considerados recuperados.
Valença confirmou uma nova morte, atingindo a marca de 50 óbitos pela doença. A paciente é uma idosa, de 94 anos. A cidade tem um total 2.675 casos confirmados e 1.826 curados.
Em Porto Real, foi confirmado o óbito de um homem de 47 anos pela Covid-19, elevando para 33 o número de vítimas da doença no município. A cidade chegou a 1.019 moradores infectados, sendo 795 pacientes recuperados.
Paulo de Frontin também divulgou um novo óbito por coronavírus. Agora, o município tem 16 mortes pela doença. A cidade totaliza 809 casos confirmados, com 628 curados.
Rio Claro registrou o falecimento de um idoso, de 74 anos, e chegou ao total de 20 óbitos provocados pela Covid-19. Na cidade, são 957 casos de moradores que já foram infectados, sendo que 871 já se recuperaram.
Já Volta Redonda chegou a 336 mortes por Covid-19 após o falecimento de mais duas pessoas. No município, 15.243 pacientes já foram diagnosticados com o vírus desde o início da pandemia, sendo que 12.670 estão recuperados.
Quatro novos óbitos foram confirmados em Barra Mansa, que soma agora 224 vítimas do coronavírus no total. O município tem 7.250 casos confirmados da doença e 6.720 pessoas curadas.
O número de mortes por Covid-19 subiu para 48 em Sapucaia após a morte de uma idosa de 70 anos. Desde o começo da pandemia, 1.289 pessoas já foram diagnosticadas com o vírus na cidade, com 1.151 já recuperadas.
Em toda a região, já foram registrados 70.318 casos confirmados, sendo 1.840 mortes e 60.863 pacientes recuperados.
Pandemia na região:
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Premiê holandês condena saques e confrontos após toque de recolher

Para combater a pandemia, país começou no sábado seu 1º toque de recolher desde a 2ª Guerra Mundial. Até centro de teste de Covid-19 foi incendiado durante manifestações no domingo. Manifestantes e policiais entram em confronto durante protesto na praça Septemberplein em Eindhoven, na Holanda, no domingo (24)
Rob Engelaar/ANP via AFP
O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, condenou a violência do fim de semana no país, em que manifestantes atacaram a polícia e incendiaram estabelecimentos e carros para protestar contra o toque de recolher que o governo introduziu.
A Holanda iniciou no sábado (23) seu primeiro toque de recolher desde a Segunda Guerra Mundial. A medida, adotada para diminuir a disseminação do novo coronavírus, vale das 21h às 4h30.
A polícia holandesa informou nesta segunda-feira (25) que centenas de pessoas foram detidas após os incidentes, inclusive manifestantes jogaram pedras e até facas na polícia. Uma estação de testes de Covid-19 foi incendiada.
"Isso não tem nada a ver com protesto, é violência criminosa e vamos tratá-la como tal", afirmou Rutte.
No domingo (24), a polícia usou jatos d'água e cães para dispersar uma multidão em Museumplein, uma praça no centro de Amsterdã, onde centenas de manifestantes estavam reunidos.
As forças policiais usaram gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes em Eindhoven e um centro de testes de Covid-19 foi incendiado em Urk, no norte do país.
O ministro da Saúde, Hugo de Jonge, afirmou que o atentado "ultrapassa todos os limites".
Carro foi incendiado em frente a estação ferroviária durante protesto em Eindhoven contra toque de recolher na Holanda
Rob Engelaar/ANP via AFP
Loja foi atacada durante tumulto perto da estação de trem em Eindhoven, na Holanda
Rob Engelaar/ANP via AFP
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Bolívia volta a exigir vistos para viajantes dos EUA e de Israel

Medida havia sido abolida em 2019 pela presidente interina, Jeanine Áñez. Decreto do presidente Luis Arce indica que 'não existe suficiente e nem sólida justificativa' para exoneração, já que bolivianos precisam de visto para entrar nos dois países. Curandeiras usam máscaras em estande de venda de ervas medicinais em mercado de rua em La Paz, na Bolívia, em foto de 26 de janeiro
AP Photo/Juan Karita
A Bolívia restabeleceu a obrigação de vistos para a entrada de cidadãos dos Estados Unidos e Israel, medida que havia sido abolida em 2019 pela presidente interina, Jeanine Áñez.
O atual presidente, Luis Arce e seu gabinete de ministros firmaram o decreto 4460 que "revoga" um outro de dezembro de 2019 que havia suspendido a exigência imposta originalmente em abril de 2015.
"É revogado o Decreto Supremo N° 4107, de 9 de dezembro de 2019. Se dispõe a vigência do Decreto Supremo N° 2339, de 22 de abril de 2015", diz o decreto de apenas um artigo, que tem a data de 27 de janeiro mas que se tornou conhecido apenas nesta terça-feira (2).
Em 2015, o então presidente esquerdista, Evo Morales (que renunciou em 2019 após 14 anos no poder) impôs uma obrigação de visto aos norte-americanos e israelenses que entrassem no país, alegando reciprocidade, já que ambos os países exigiam vistos dos bolivianos em suas visitas.
Sua sucessora, Áñez, anulou a exigência do visto depois de dar um giro de 180° em sua política externa.
O decreto de Arce, pupilo de Morales, indica que "não existe suficiente e nem sólida justificativa" para exonerar dos vistos os norte-americanos e os israelenses e beneficiá-los de maneira unilateral, "sem que seus países outorguem similar benefício, seguindo o princípio da reciprocidade, para com os cidadãos bolivianos".
Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas, em 2019, 3 milhões de turistas viajaram para a Bolívia, dos quais 53.600 eram dos Estados Unidos e 3.670 de Israel.
O turismo sofreu um forte golpe no país em 2020 com a pandemia do coronavírus, desde então os números do setor ainda não foram divulgados.
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

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