Últimas notícias de coronavírus de 16 de maio

Iniciado por noticias, 18Maio2020, 15:00

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Últimas notícias de coronavírus de 16 de maio


   Itália vai relaxar as medidas de isolamento em 3 de junho. Praias reabrem com medidas de proteção contra o coronavírus na França, Itália e Grécia.  Itália anuncia a reabertura das fronteiras com a União Europeia a partir do dia 3 de junho
A Itália abrirá suas fronteiras com a União Europeia e deve reabrir quase totalmente as atividades econômicas em todas as regiões a partir de 3 de junho, de acordo com o decreto aprovado nas primeiras horas deste sábado (16).
A partir dessa data, será permitido o movimento entre as diferentes regiões, que até agora só foram autorizadas por razões de trabalho, saúde ou necessidade. Além disso, os amigos poderão fazer visitas, mas festas ou grandes encontros ainda serão proibidos. A proibição de mobilidade será limitada a pessoas positivas ou em quarentena.
O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, disse que o país corre um risco calculado ao reverter as medidas de bloqueio a partir da próxima semana, com a média diária de mortes pelo coronavírus no menor nível desde 9 de março.
"Estamos enfrentando um risco calculado, sabendo que a curva epidemiológica pode subir novamente", disse Conte em entrevista coletiva para detalhar as medidas tomadas por Roma para reiniciar a maioria das atividades econômicas e suspender as restrições aos movimentos das pessoas.
A partir de segunda (18), lojas e as igrejas romanas reabrirão, incluindo a emblemática Basílica de São Pedro, no Vaticano. Academias, piscinas, centros esportivos serão reabertos em 25 de maio, enquanto teatros e cinemas poderão reabrir a partir de 15 de junho.
Homens desinfetam o chão do cemitério da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma, na Itália, neste sábado (16)
Andreas Solaro / AFP
Nesta manhã de sábado, o Papa Francisco fez uma oração pelos coveiros durante uma missa em que celebrou na pequena capela da casa Santa Marta.
"Rezemos hoje pelas pessoas que têm a tarefa de sepultar os mortos nesta pandemia. É uma das obras de misericórdia sepultar os mortos e não é uma coisa agradável, naturalmente. Rezemos por essas pessoas que também arriscam a vida e podem ser infectadas.
Papa Francisco fez uma oração pelos coveiros neste sábado (16) durante uma missa em que celebrou na pequena capela da residência Santa Marta
Santa Sé
O premiê espanhol, Pedro Sánchez, anunciou que deseja solicitar ao Congresso dos Deputados uma última prorrogação "de cerca de um mês" do estado de emergência, que estava previsto para terminar em 24 de maio.
"Deve ser o último estado de emergência e ir até o final da desescalada. Portanto, em vez de 15 dias, levaria cerca de um mês", disse ele, durante discurso transmitido na televisão.
A Espanha registrou 102 novas mortes nas últimas 24 horas. De acordo com a agência de notícias Reuters, este é o menor índice em 8 semanas. O país já registrou mais de 27,5 mil mortes por Covid-19 e mais de 230,6 mil casos de infecção pelo novo coronavírus.
A França registrou 96 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos a 27.625. A melhora no quadro de Covid-19 no país se estendeu também às unidades de terapia intensiva (UTIs), onde o número de pacientes continua caindo, segundo números oficiais.
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Reabertura das praias
Mulheres usam máscaras protetoras após um mergulho em uma praia do Mediterrâneo em Nice, no sul da França, neste sábado (16)
Valery Hache / AFP
Grécia, França e Itália reabriram centenas de praias com algumas recomendações de segurança para os banhistas, que procuram manter um certo distanciamento.
As autoridades francesas pediram autocontrole e alertaram que a polícia pode impedir a reunião de grandes grupos.
Na Grécia, não são permitidas mais de 40 pessoas por 1.000 metros quadrados. Premiê grego, Kyriakos Mitsotakis, afirmou que espera que a temporada de turismo da Grécia comece em julho.
Pessoas curtem praia em Villeneuve-les-Maguelone, próximo a Montpellier, no sul da França, neste sábado (16)
Sylvain Thomas/AFP
Futebol
Renato Steffen, do Wolfsburg, comemora o 1º gol enquanto o jogo acontece sem torcida por causa da pandemia do novo coronavírus
Tobias Hase / Reuters
A Bundesliga, primeira divisão do futebol alemão, recomeçou neste sábado suas partidas, após mais de dois meses de paralisação devido ao coronavírus. Os jogos são realizados sem a presença do público e com uma série de restrições sanitárias. A Bundesliga é a primeira grande liga de futebol a reiniciar atividades após ser paralisada pela pandemia.
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Protestos na Europa
Manifestante protesta contra medidas de isolamento em Stuttgart, na Alemanha.
Kai Pfaffenbach/Reuters
Milhares de pessoas, principalmente da extrema direita e da esquerda radical, manifestaram-se neste sábado (16) em várias cidades da Alemanha contra as restrições impostas pela pandemia de coronavírus, um movimento que preocupa as autoridades.
No total, foram realizados protestos em mais de uma dúzia de cidades, e todas foram rigorosamente monitoradas pela polícia, devido às restrições de aglomeração.
Os manifestantes (militantes extremistas, defensores das liberdades civis, oponentes às vacinas e até antissemitas) protestam contra o uso de máscaras, ou contra as restrições de circulação que permanecem em vigor depois do início da abertura no país. Alguns reivindicam o direito de se contagiar.
Cerca de 200 pessoas também se reuniram no Hyde Park, no coração de Londres, em protesto contra o confinamento no Reino Unido. Pelo menos seis pessoas foram detidas, entre elas Piers Corbyn, o irmão do ex-líder da oposição trabalhista, Jeremy Corbyn.
A polícia suíça também teve que dispersar manifestantes que se reuniram diante da sede do governo em Berna para protestar contra as medidas de prevenção impostas no país. As autoridades proibiram qualquer tipo de evento público com mais de cinco pessoas.
Mas as principais cenas de violência foram registradas na Polônia, onde a polícia reprimiu com firmeza uma manifestação que criticavam o governo. Alegando que se tratava de um evento "ilegal", as forças de ordem usaram bombas de gás lacrimogêneo contra os participantes que saíram às para denunciar as "violações dos direitos e liberdade cívicas" impostas como parte das medidas de prevenção à pandemia.
Mas os manifestantes, que se reuniram em Varsóvia repetidamente nas últimas semanas, dizem que as restrições precisam ser ampliadas para que eles possam sustentar seus meios de subsistência.
Quarentena
Lorenzo Saa, confinado em seu apartamento em Londres, faz réplicas do coronavírus usando frutas, legumes e objetos domésticos
William Edwards / AFP
Um funcionário de uma consultoria em investimentos, confinado em seu apartamento em Londres, está fazendo "réplicas" do coronavírus com objetos da vida cotidiana.
Lorenzo Saa começa a maioria das suas obras com uma fruta ou uma verdura redonda, à qual vai adicionando objetos de uso diário para simular os "braços" do vírus: velas, rabanetes, botões, flores, cravos ou palitos de incenso.
Pelo mundo
Homem passa por um grafite representando o coronavírus, durante um bloqueio para controlar sua propagação da pandemia em Mumbai, na Índia, no sábado (16)
Rajanish Kakade/AP
Mais de 4,6 milhões de pessoas estão contaminadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo balando da universidade norte-americana Johns Hopkins. Ao todo, a doença matou 311.363 pessoas. O Brasil passou a ser o 4º na lista de países com o maior número de casos. Neste sábado, o número de infecções na Índia superou a China em número de infecções.
Estados Unidos: mais de 1,4 milhão de casos confirmados;
Rússia: mais de 272 mil casos confirmados;
Reino Unido: mais de 241 mil casos confirmados;
Brasil: mais de 233 mil casos confirmados;
Espanha: mais de 230 mil casos confirmados;
Itália: mais de 224 mil casos confirmados;
França: mais de 179 mil casos confirmados;
Alemanha: mais de 175 mil casos confirmados;
Turquia: mais de 148 mil casos confirmados;
Irã: mais de 118 mil casos confirmados;
Índia : mais de 90 mil casos confirmados.
Peru: mais de 88 mil casos confirmados.
Cachorros treinados contra Covid-19
O governo britânico destinou 570 mil euros para uma pesquisa que pretende identificar se os cachorros conseguem detectar a presença do novo coronavírus no corpo humano, informou a agência EFE. Caso a pesquisa comprove essa habilidade dos cães, eles poderiam farejar passageiros em aeroportos e ajudar a conter a propagação do vírus
A hipótese vem de outras evidências já comprovadas envolvendo cães e doenças: estes animais são capazes de identificar a presença de células cancerígenas no corpo, por exemplo, ou identificar a chegada de ataques epiléticos antes deles acontecerem. A pesquisa envolve a Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM), a Universidade Inglesa de Durham e a organização beneficente Cães de Detecção Médica.
Claire Guest, diretora executiva da entidade beneficente, afirmou que estamos perdendo "o potencial de detectar rapidamente [o vírus] nas pessoas, algo que pode ser vital no futuro". James Logan, chefe do departamento de controle de doenças da LSHTM, observou que, se for bem-sucedido, o experimento poderia "revolucionar" a maneira como o vírus é identificado.
Impacto na economia
A Air Canada, companhia aérea do Canadá, anunciou que vai reduzir "em 50 a 60% " dos funcionários devido à crise causada pela pandemia. A empresa, que tem cerca de 38 mil funcionários, cortou 95% dos voos devido ao fechamento de fronteiras e às medidas para conter o novo coronavírus.
A pandemia teve um impacto negativo na economia global, mas medidas de confinamento também ajudaram algumas empresas a prosperar de uma certa maneira. É o caso de empresas que trabalham com comércio online, streaming, equipamentos de treinamento para quem faz exercício em casa, entre outros. Leia mais:
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Brasil
O Ministério da Saúde divulgou neste sábado (16) o mais recente balanço dos casos de novo coronavírus no Brasil.
Os principais dados são:
15.633 mortes, eram 14.817 mortes na sexta-feira (15).
Foram mais 816 novos registros de mortes acrescentados em 24 horas.
Brasil é o sexto país com mais mortes registradas pela covid-19.
233.142 casos confirmados, eram 218.223 na sexta-feira (15)
Foram 14.919 casos incluídos no balanço em 24 horas.
De acordo com o monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins, com os dados de hoje, o Brasil se torna o quarto país em número de casos registrados, passando Itália e Espanha.
Em São Paulo são 61.183 casos e 4.688 mortes O Estado superou a China em número de mortes (veja dados dos outros Estados abaixo).
Apenas 5 cidades dentre 154 com mais de 200 mil habitantes do Brasil não registraram mortes pelo novo coronavírus até esta sexta-feira (15). São elas: Colombo (PR), Ipatinga (MG), Pelotas (RS), Ponta Grossa (PR) e Ribeirão das Neves (MG).
O estado de São Paulo superou a China em número de mortos por coronavírus neste sábado. Com mais 187 óbitos registrados, São Paulo chegou a 4.688 mortos contra 4.637 na China, país onde ocorreu o início da pandemia.
Se fosse um país, o estado de São Paulo seria o 13º com mais mortes, à frente da China, Turquia, Suécia e Índia.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, fez teste para o novo coronavírus e entrou em isolamento social após um servidor com quem teve contato na quarta-feira (13) ser diagnosticado com a doença, segundo a assessoria de comunicação da Vice-Presidência.
Mourão e a mulher, Paula, que também foi submetida ao exame, permanecem no Palácio do Jaburu, que é a residência oficial da Vice-Presidência, em Brasília.
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