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Autoridades de Wuhan, epicentro da pandemia de Covid-19 na China, orientam a ficar em casa e pedem vigilância


   Ameaça de uma reincidência continua alta. A partir de quarta-feira (8), as autoridades devem permitir que as pessoas viajem para fora da cidade. Moradores de Wuhan, epicentro da pandemia de Covid-19, usam máscaras para ir ao supermercado nesta sexta-feira (3)
Han Han Guan/AP
A principal autoridade da cidade chinesa de Wuhan, epicentro da pandemia do novo coronavírus, pediu aos moradores que se mantenham vigilantes e evitem sair de casa. A recomendação acontece após um relaxamento das estritas regras de isolamento que impediam os 11 milhões de habitantes saíssem de casa desde 23 de janeiro.
Autoridades de Wuhan, epicentro da pandemia de Covid-19 na China, orientam a ficar em casa
A ameaça de uma reincidência no município continua alta, disse Wang Zhonglin, chefe do Partido Comunista local, ordenando aos moradores que só saiam de casa se for necessário.
O alerta é dado apesar de os dados mais recentes mostrarem uma diminuição de casos novos no território da China continental e nenhuma infecção nova na cidade, que é a capital da província de Hubei, e que foi a mais atingida pelo novo vírus, com mais de 50 mil casos relatados de infecção pelo Sars-Cov-2.
Pessoa com traje de proteção caminha em uma rua em Wuhan, na China, nesta sexta-feira (3)
Hector Retamal / AFP
As restrições de circulação em Wuhan estão sendo retiradas aos poucos e as barreiras de plástico amarelo, ou azul, permanecem - um sinal de que a normalidade ainda não foi recuperada. Voluntários com traje anticontaminação têm espalhado desinfetante pela cidade. A partir de quarta-feira (8), as autoridades devem permitir que as pessoas viajem para fora do município.
Na quarta-feira (1º), a China anunciou pela primeira vez que o número de casos assintomáticos da Covid-19. O país se empenha em identificar esses casos, porque, mesmo sem tosse ou febre, eles são transmissores do vírus.
Trabalhador com máscara puxa um carrinho com mercadorias em rua comercial de Wuhan, na China, nesta sexta-feira (3)
Noel Celis / AFP
Pequim também proibiu a entrada de estrangeiros por tempo indeterminado para conter os caso de viajantes do exterior, mas delineou planos para trazer de volta cidadãos em países com surtos graves da doença.
Nesta sexta, a Comissão Nacional de Saúde da China relatou 31 casos novos, uma redução dramática em relação ao pico de fevereiro. Com exceção de dois casos, todos envolvem viajantes do exterior.
O total de infecções na China continental já supera 82,5 mil e o número de mortos passa de 3,3 mil, segundo a universidade americana Johns Hopkins. Mundialmente, já são mais de um milhão de casos e 52 mil mortes.
Coronavírus: como são a febre, a tosse e a falta de ar
Mais de 700 mil casos evitados
Um estudo de pesquisadores de China, Estados Unidos e Reino Unido, divulgado pela revista "Science", indica que as medidas drásticas tomadas pela China nos primeiros 50 dias da epidemia permitiu que houvesse um tempo valioso para outras cidades do país se preparassem.
No dia 50 da epidemia - 19 de fevereiro - existiam 30 mil casos confirmados na China, disse um dos autores do estudo, Christopher Dye, da Universidade de Oxford.
"Nossa análise sugere que sem a restrição de viagens sobre Wuhan e a resposta de emergência nacional, teria havido mais de 700 mil casos confirmados da Covid-19 fora de Wuhan até essa data", disse em comunicado.
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Netanyahu volta ao isolamento após confirmação de coronavírus em ministro


   Exame feito na segunda-feira com o primeiro-ministro deu negativo para Covid-19; ele foi testado após contato com assessor parlamentar infectado. Benjamin Netanyahu acena a correligionários em Tel Aviv, em 17 de novembro de 2019
Nir Elias/File Photo/Reuters
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, voltando a se isolar depois que seu ministro da Saúde foi diagnosticado com coronavírus, informou nesta quinta-feira (2) o escritório do premier.
Segundo a agência Reuters, o líder do governo de Israel, de 70 anos, acabava de deixar um primeiro isolamento feito depois que uma assessora parlamentar foi diagnosticada com Covid-19.
Seu gabinete informou também que a decisão de seguir com a reclusão do primeiro-ministro foi indicada pelas autoridades médicas do país, depois que o ministro da Saúde Yaakov Litzman e sua esposa testaram positivo para o coronavírus.
Exame negativo
Na segunda-feira (30), Netanyahu foi testado para coronavírus e o resultado deu negativo, segundo um porta-voz do governo. Familiares do premiê e outros assessores próximos também foram examinados e seus resultados também foram negativos.
Ainda assim, Netanyahu ficou em isolamento até quarta (1º), quando recebeu alta, como medida de precaução e participou de reuniões de governo por vídeo-conferência.
Israel registrou pelo menos 29 mortes e mais de 6.200 infecções. Curvas apertadas confinaram os israelenses a suas casas, forçando as empresas a fechar e enviando desemprego acima de 24%.
23 de março - Uma mulher caminha com seu cachorro sob uma placa com a mensagem 'não entre em pânico' pendurada na entrada de um mercado de alimentos que foi fechado para reduzir a propagação do coronavírus em Tel Aviv, Israel
Oded Balilty/AP
Governo de unidade
Essa quarentena ocorre no momento em que o primeiro-ministro mantém discussões com seu ex-rival Benny Gantz para formar um governo de "unidade e crise" para conter a pandemia de coronavírus em Israel.
Os dois lados relataram no domingo (29) "progresso significativo" em suas negociações para encerrar a maior crise política da história moderna de Israel.
Netanyahu e Gantz, ex-chefe do Exército de 60 anos, reuniram-se no fim de semana na esperança de desbloquear as negociações e fornecer ao Estado hebreu um gabinete estável após três eleições em menos de um ano.
Gantz justificou essa reaproximação pela necessidade de conter a crise do novo coronavírus, que levou as autoridades a impor uma série de medidas de emergência.
Coronavírus: quais os sintomas e quando devo procurar um médico?
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Recuperado do coronavírus, príncipe Charles vê nação em 'momento angustiante'


   Herdeiro do trono britânico foi diagnosticado com a doença na semana passada, mas palácio informou que seus sintomas foram leves. Imagem do príncipe Charles em 4 de março de 2020
Victoria Jones/Pool via Reuters
O príncipe Charles do Reino Unido, que se recuperou depois de ser diagnosticado com coronavírus, elogiou a devoção abnegada dos agentes de saúde nesta quarta-feira (31) e disse que a nação passa por um momento estranho e angustiante.
Charles, que está com 71 anos e é herdeiro do trono, saiu do auto-isolamento na segunda-feira (30) depois de sofrer o que disse terem sido "por sorte... sintomas relativamente brandos", e seu escritório disse que ele já está com boa saúde.
O Reino Unido se encontra em um estado de interdição virtual. O público está sendo orientado a ficar em casa e só sair para tarefas essenciais, como comprar alimentos.
Em um comunicado em vídeo, o príncipe disse que, embora esteja recuperado, ainda mantém o distanciamento social e o isolamento em geral. Sua esposa, Camilla, de 72 anos, que não foi diagnosticada com a doença, continua em auto-isolamento até o final da semana para o caso de apresentar sintomas.
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"Como todos nós estamos descobrindo, esta é uma experiência estranha, frustrante e com frequência angustiante em que a presença de familiares e amigos não é mais possível e as estruturas normais da vida são suspensas subitamente", disse.
O número de mortes de coronavírus no país subiu 27% e chegou a 1.789, como mostraram cifras oficiais na terça-feira, e uma das vítimas era um menino de 13 anos aparentemente sem problemas de saúde subjacentes.
"Em um momento tão inédito e aflitivo em todas as nossas vidas, minha esposa e eu estamos pensando particularmente em todos aqueles que perderam seus entes queridos em circunstâncias tão difíceis e anormais, e naqueles que têm que suportar doença, isolamento e solidão", disse Charles em sua residência na Escócia.
Sua mãe, a rainha Elizabeth, de 93 anos, está atualmente com o marido, o príncipe Philip, de 98 anos, no Castelo de Windsor, no oeste de Londres. O Palácio de Buckingham disse que ela também está com boa saúde.
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Hospitais europeus alertam sobre escassez de remédios para tratar pacientes da Covid na UTI


   Profissionais da saúde do continente disseram que faltará em breve remédios como relaxantes musculares, analgésicos e sedativos para pacientes em tratamento intensivo. Na fachada de um hospital de Bergamo, na Itália, a frase "A todos vocês... Obrigado!" é vista sobre o desenho de um integrante de equipe médica abraçando o mapa do país. O desenho em agradecimento às equipes médicas italianas que se expõem ao coronavírus pelo bem da sociedade ganhou destaque nas redes sociais e foi colocado na parede do Hospital Papa Giovanni XXIII. A autoria é do artista veneziano Franco Rivolli
Luca Bruno/AP
Num contexto de crise sanitária que lembra períodos de guerra, nove grandes hospitais europeus, de Paris, Barcelona, Milão, Londres e Berlim, enviaram uma carta conjunta a seus governos pedindo uma cooperação rápida e eficaz na distribuição de remédios usados em pacientes internados com o novo coronavírus. Os estabelecimentos fazem parte da Aliança Europeia de Hospitais Universitários.
Na carta, médicos e diretores dos estabelecimentos dizem que, em breve, faltarão relaxantes musculares, sedativos e analgésicos para os doentes internados nas unidades de terapia intensiva.
"Por falta de cooperação europeia para garantir a distribuição contínua de medicamentos cruciais para tratar de pacientes afetados pela Covid-19, os hospitais correm o risco de não dispor dos meios adequados para tratar os doentes que necessitam de cuidados intensivos dentro de uma ou duas semanas", explicam os signatários.
Eles apontam uma distribuição "insuficiente" dos medicamentos ou simplesmente  "inexistente", em determinadas unidades.
A pandemia do coronavírus já causou 30 mil mortes na Europa. A Espanha registrou um novo recorde diário de óbitos por coronavírus com 864 falecimentos nas últimas 24 horas, o que eleva o total de vítimas fatais para 9.053 no país – aponta o balanço anunciado nesta quarta-feira (1º) pelo Ministério da Saúde.
Segundo país com mais mortes provocadas pela Covid-19, atrás apenas da Itália, a Espanha superou a barreira dos 100.000 casos notificados desde o início da epidemia, informou o ministério.
UTIs saturadas na região parisiense
Hospital construído no leste da França, região do país mais afetada pelo novo coronavírus
Jean-Francois Badias/AP Photo
Na França, a infecção viral também avança, colocando o sistema hospitalar sob forte tensão. O país tem 22.757 pessoas hospitalizadas com a Covid-19, sendo 5.565 pacientes em estado grave, e bateu ontem o recorde de mortes em 24 horas – 499 óbitos.
Hospitais públicos e privados da região de Ile-de France, onde fica Paris e seus subúrbios, não conseguem mais acolher doentes que precisam de ventilação mecânica. Essa saturação das UTIs levou as autoridades a iniciar a transferência de pacientes para outras áreas do país menos afetadas pela epidemia. Em Saint-Denis, periferia de baixa renda ao norte da capital, a afluência de casos graves é preocupante.
Nesta quarta-feira, os primeiros 36 pacientes da Ile-de-France são transferidos em dois trens de alta velocidade (TGV), adaptados para o transporte sanitário, para hospitais da Bretanha (oeste). Essas evacuações vão continuar nos próximos dias, porque o confinamento iniciado no dia 17 de março só deve provocar uma redução no número de doentes em duas semanas, segundo especialistas.
A França já tem mais de 3,5 mil mortos pela epidemia, sendo que um terço das vítimas fatais foram registradas na região de Ile-de-France.
O Ministério do Interior divulgou hoje um balanço das operações policiais de controle do confinamento. A polícia francesa emitiu 359 mil multas por desrespeito às regras de isolamento, em quase 6 milhões de blitz realizadas nos últimos 15 dias.
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Isolamento é quebrado em El Salvador por multidões que fazem fila por auxílio do governo


   Policiais usaram spray de pimenta para dispersar multidão; milhares de pessoas ficaram próximas umas das outras em longas filas. Governo prometeu dar US$ 300 a cerca de 1,5 milhão de famílias que trabalham na economia informal.  Pessoas protestam após fechamento de locais que distribuiam ajuda do governo durante quarentena em San Salvador, El Salvador, por quebra de isolamento, na segunda-feira (30)
Marvin Recinos/AFP
Policiais em El Salvador utilizaram spray de pimenta para dispersar uma multidão de pessoas que buscava subsídios do governo para sobreviver à pandemia do coronavírus, atraindo críticas sobre a maneira como o auxílio financeiro está sendo distribuído. 
Em longas filas se estendendo pelas ruas, milhares de pessoas esperavam lado a lado na capital do país, San Salvador, desobedecendo as ordens do governo para ficar em casa e ajudar a impedir a propagação do vírus. 
O governo do presidente Nayib Bukele prometeu dar US$ 300 a cerca de 1,5 milhão de famílias que trabalham na economia informal, como empregados domésticos ou camelôs que não têm seguridade financeira.
O país da América Central com população de sete milhões pessoas está em quarentena total de 30 dias desde o dia 21 de março para combater a pandemia. 
Mantidos em casa, trabalhadores que dependem de seus ganhos diários para comprar comida e pagar aluguel disseram que não tinham opção. 
"Não temos nada para comer", disse Maria del Carmen Zepeda, uma vendedora de rua que estava junto de uma aglomeração de pessoas ao lado de fora de um prédio do governo esperando conseguir a verba de auxílio. 
"Eu não tenho um telefone. Eu não tenho nada", disse ela à imprensa local enquanto tentava segurar as lágrimas.
Foram registrados 30 casos de coronavírus em El Salvador, de acordo com dados do governo.
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Source: Isolamento é quebrado em El Salvador por multidões que fazem fila por auxílio do governo

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