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LEIA SEMPRE AQUI! / Chefe do Pentágono vai visitar...
Última mensagem por noticias - Ontem às 15:00
Chefe do Pentágono vai visitar Israel em meio a negociações com o Irã

Lloyd Austin deve se reunir com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa Benny Gantz. Lloyd Austin, secretário de Defesa dos Estados Unidos, em imagem de janeiro
Greg Nash/Pool via AP
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, membro de alto escalão do governo do presidente Joe Biden, viajará a Jerusalém no domingo.
A visita de dois dias a Israel ocorre enquanto o governo Biden tenta retornar ao acordo nuclear com o Irã.
Austin deve se reunir com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa Benny Gantz e o tenente-geral das Forças Armadas Aviv Kochavi.
A viagem também incluirá uma visita à base da Força Aérea de Nevatim e ao Memorial do Holocausto de Yad Vashem, além de um monumento aos soldados mortos em Jerusalém.
Austin chega dias depois de os representantes das partes restantes no problemático acordo nuclear de 2015 iniciarem negociações em Viena sobre a reincorporação dos Estados Unidos.
O presidente Donald Trump se retirou do acordo em 2018.

Source: Chefe do Pentágono vai visitar Israel em meio a negociações com o Irã
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AREA DOS AMIGOS! / Para quem acredita na vida!
Última mensagem por marcosbr - 11Abril2021, 20:23
Sou técnico em eletrônica há pelo menos 35 anos. Dedicado a atualizações  para poder acompanhar as evoluções da profissão e atento a tecnologia evolutiva!
A eletrônica somada a informática é sinônimo de futuro!
Mas ando desanimado... Vejo muitas pessoas desta área apoiando este governo retrógado  e insano.
Então cheguei a seguinte conclusão:
Provavelmente foram atingidos por raio X em excesso ou ficaram loucos pela complexidade da profissão.
Apoiar um politico genocida, que esta dizimando brasileiros é sacanagem.
Uma pessoa contra a ciência e defensora do autoritarismo (entre outras merdas) é o mesmo que assinar um atestado de ignorância!
Qualquer um que se enquadre e se sinta ofendido...
Por favor deixe de ser meu amigo



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AREA DOS AMIGOS! / Você pode ajudar? Eu imploro!
Última mensagem por marcosbr - 11Abril2021, 19:26
Esta claro que a situação atual não é boa!
Precisamos ficar em casa. Mas como ficar em casa sem comida?



Você pode não acreditar... Mas algumas famílias vivem do que ganham diariamente (trabalhando).
Não tem renda, e não recebem "auxilio esmola" de ninguém.
Mas estão com medo de sair as ruas. Temem por elas e principalmente pela família!
Se você puder ajudar estará gerando "imunidade" para você e para elas.
O corpo humano precisa de alimentos para se sustentar. E o "seu" sistema imunológico se revigora quando você esta alegre!
Se você estiver numa situação difícil é compreensível... Mas tente doar pelo menos R$10,00. Pode doar até mesmo pelo seu cartão de credito!
Se puder doe mais... Você ainda pode escolher como seu dinheiro será usado e existem vários meios de pagamento seguro!
Te desejo saúde, paz e felicidade!
O link da ajuda:
Brasil Sem Fome
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LEIA SEMPRE AQUI! / Príncipe Philip esteve no Bras...
Última mensagem por noticias - 11Abril2021, 09:00
Príncipe Philip esteve no Brasil em 1968 com rainha Elizabeth II

Casal participou de cerimônia no Itamaraty, desfilou em carro aberto no Rio, assistiu jogo no Maracanã e entregou taça a Pelé. Visita aconteceu durante ditadura militar. Veja FOTOS.  Rainha Elizabeth II e o príncipe Philip entregam taça ao jogador Pelé, em foto de novembro de 1968; Jogo amistoso foi organizado no Maracanã durante visita da realeza britânica
AP/Arquivo
Príncipe Philip esteve no Brasil em novembro de 1968, ao lado de Rainha Elizabeth II. O casal visitou Recife, Salvador, Brasília, São Paulo, Campinas e Rio em uma viagem que durou 11 dias.
O Duque de Edimburgo morreu aos 99 anos nesta sexta (9). Ele iria completar 100 anos em junho deste ano. A causa da morte ainda não foi revelada.
Relembre vida política do Príncipe Philip em FOTOS
Veja repercussão da morte do Duque de Edimburgo
Na vinda ao Brasil, o casal da realeza britânica foi recebido com todos as honrarias no país durante a ditadura militar. Era um importante marco na relação entre Brasil e Reino Unido.
Príncipe Philip: relembre as polêmicas do marido da Rainha Elizabeth II
A Rainha Elizabeth II e o Duque de Edimburgo em carro aberto, no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty
Eles chegaram ao país por Recife, passaram um dia na cidade e foram para Salvador. Na capital baiana, conheceram lugares importantes para a cultura britânica, como a Igreja Anglicana e o Clube Inglês.
GLOBOPLAY: documentário mostra trajetória da Rainha Elizabeth
O casal também foi à Igreja de São Francisco, ao Museu de Arte Sacra e ao Mercado Modelo. Nesta última parada, houve uma cerimônia especial para recebê-los.  
A cidade seguinte foi Brasília, onde Philip acompanhou Elizabeth em eventos políticos no Itamaraty.  Eles visitaram também o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e a Torre de TV.
O Hotel Nacional de Brasília recebeu a rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e o príncipe Philip em novembro de 1968
TV Globo/Reprodução
No Hotel Nacional, Costa e Silva ofereceu um coquetel à imprensa, como pode ser visto na foto acima.
A passagem por São Paulo rendeu fotos no Monumento do Ipiranga, ao lado da Sra. Maria do Carmo de Abreu Sodré e do governador Abreu Sodré.
A rainha da Inglaterra, Elizabeth II , durante visita ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), no dia da inauguração da nova sede da instituição, na Avenida Paulista, região central de São Paulo, em novembro de 1968
Estadão Conteúdo/Arquivo
A Rainha e o Duque de Edimburgo também participaram da inauguração da nova sede do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.
Antes, o museu ficava na sede do Diários Associados, na rua Sete de Abril, no centro, onde foi fundado por Assis Chateaubriand.  
O casal real também passou um dia em uma fazenda em Campinas.
Elizabeth II, rainha da Inglaterra, no Museu do Ipiranga, em São Paulo, ao lado do Príncipe Philip e da Sra. Maria do Carmo de Abreu Sodré e do governador Abreu Sodré
Estadão Conteúdo/Arquivo
Já no Rio, Philip e Elizabeth desfilaram em carro aberto pela Avenida Atlântica e assistiram a um jogo no Maracanã, entre as seleções de Rio de Janeiro e São Paulo.
Na ocasião, o casal entregou uma taça simbólico para o Rei do futebol brasileiro, Pelé.
A Rainha Elizabeth II entrega taça a Pelé ao final de jogo entre cariocas e paulistas no Maracanã; na visita em 1968, ela estava acompanhada por Príncipe Philip
Arquivo Nacional
Eles também participaram do lançamento da pedra fundamental da Ponte Rio-Niterói, uma das obras importantes para o regime militar.
Na época, quem recebeu e acompanhou o casal durante toda a viagem foi o então presidente Arthur da Costa e Silva.
Depois do Brasil, eles continuaram a viagem pela América do Sul em direção ao Chile.
Elizabeth II, rainha da Inglaterra, e o Príncipe Philip em visita ao Brasil em 1968
Estadão Conteúdo/Arquivo
Elizabeth II, rainha da Inglaterra, e o Príncipe Philip conversam durante jogo de futebol no Maracanã
Estadão Conteúdo/Arquivo
Rainha Elizabeth II durante visita à Torre de TV quando esteve no Brasil em 1968
Arquivo Público do Distrito Federal
Conheça a história do príncipe Philip, marido da Rainha Elizabeth II
Príncipe Philip: relembre as polêmicas do marido da Rainha Elizabeth II

Source: Príncipe Philip esteve no Brasil em 1968 com rainha Elizabeth II
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LEIA SEMPRE AQUI! / Colombiana de 104 anos vence o...
Última mensagem por noticias - 10Abril2021, 03:00
Colombiana de 104 anos vence o coronavírus pela segunda vez

Da primeira vez, Carmen Hernandez recebeu tratamento no asilo onde vive. Quando foi infectada pelo coronavírus novamente, ela foi internada em um hospital. VÍDEO: colombiana de 104 vence a Covid-19 pela segunda vez
Carmen Hernandez, uma mulher de 104 anos da Colômbia se recuperou pela segunda vez depois de ser infectada com o coronavírus.
A equipe médica do hospital San Rafael, da cidade de Tunja, aplaudiu a paciente quando ela recebeu alta na quarta-feira (8).
Entre a primeira e a segunda infecção, ela tomou a primeira dose da vacina, mas isso não foi suficiente para evitar que ela ficasse doente novamente.
Ricardo Morera, um dos médicos intensivistas que tratou a paciente, disse à rede de TV Caracol que dessa segunda vez as complicações foram mais difíceis.
Carmen mora há 25 anos em um asilo para idosos. Ela tem uma filha de mais de 70 anos que não pôde visitá-la por causa da pandemia de coronavírus.
Quando ficou doente pela primeira vez, em junho do ano passado, ela foi tratada no asilo onde vive e não chegou a ser internada em um hospital.
Além de ter derrotado o coronavírus duas vezes, ela também se recuperou de um câncer no nariz.
Cerca de 65 mil pessoas na Colômbia morreram por causa da Covid-19, de acordo com dados da universidade dos EUA Johns Hopkins.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Source: Colombiana de 104 anos vence o coronavírus pela segunda vez
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LEIA SEMPRE AQUI! / Europa pode ter que misturar v...
Última mensagem por noticias - 09Abril2021, 03:00
Europa pode ter que misturar vacinas contra Covid-19 devido a crise da AstraZeneca

Em alguns países, determinou-se que pessoas de algumas faixas etárias não poderão receber vacina da AstraZeneca. O médico Stefano Paglia recebe dose da vacina da Pfizer e da BioNTech em hospital de Codogno, na Itália, em 27 de dezembro de 2020
Flavio Lo Scalzo/AFP
Vários países da Europa cogitam misturar vacinas contra Covid-19 para cidadãos que receberam uma primeira dose da vacina da AstraZeneca. Os governos estão com dificuldade para lidar com novos aumentos de infecções.
Fiocruz entrega mais 1,3 milhão de doses de vacina Oxford/AstraZeneca ao governo
No Reino Unido, país da Europa com a maior taxa de vacinação, número de mortos por Covid-19 baixa para 10
Os programas de vacinação foram prejudicados por um número pequeno de relatos de que pessoas foram inoculadas com a vacina da AstraZeneca e sofreram coágulos sanguíneos, extremamente raros, o que levou alguns países de todo o mundo a suspender seu uso por cautela.
A Agência Europeia de Medicamentos disse em um comunicado que sua análise de vacina está em andamento. A entidade divulgará uma atualização de sua investigação na tarde desta quarta-feira.
A AstraZeneca disse anteriormente que seus estudos não apontaram um risco maior de coágulos por causa da vacina. Milhões de doses do imunizante já foram aplicadas em todo o mundo.
Embora alguns países tenham retomado o uso da vacina, alguns deles impuseram restrições de idade.
Em muitas instâncias, isto deixou as autoridades confusas a respeito ao que fazer com pessoas que receberam uma primeira dose da vacina da AstraZeneca e não estão mais habilitadas nos termos das novas leis.
Embora o número seja pequeno quando comparado ao das dezenas de milhões sendo inoculadas em toda a região, a decisão é significativa porque ela não foi examinada em testes de estágio avançado em humanos.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Source: Europa pode ter que misturar vacinas contra Covid-19 devido a crise da AstraZeneca
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LEIA SEMPRE AQUI! / Vacinas contra covid-19: quand...
Última mensagem por noticias - 07Abril2021, 21:00
Vacinas contra covid-19: quando o mundo todo estará imunizado contra o coronavírus?

Especialistas concordam que a pandemia terminará quando a população mundial obtiver imunidade, principalmente por vacinas, mas quanto tempo isso vai demorar? Especialistas dizem que vários fatores estão obstruindo a distribuição global das vacinas da Covid
Getty Images/BBC
"As vacinas oferecem uma grande esperança para reverter a maré da pandemia", disse recentemente Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Mas para proteger o mundo", ele acrescentou, "devemos garantir que todas as pessoas em risco em todos os lugares — e não apenas em países que podem pagar pelas vacinas — sejam imunizadas".
Sabemos que as vacinas desempenharão um papel fundamental no retorno do mundo à normalidade após a pandemia, mas existem muitos obstáculos que farão com que a jornada seja muito mais longa para alguns do que para outros.
Por exemplo, alguns governos e blocos políticos começaram a competir por suprimentos assim que eles se tornaram disponíveis, e esse "nacionalismo de vacina" (veja mais abaixo) está empurrando as populações dos países mais pobres para o fim da fila.
Outros problemas, como hesitação de aceitação da vacina entre muitas pessoas, gargalos de produção e problemas de fornecimento também impedem a imunidade global do rebanho, que é o objetivo principal da luta contra a covid-19.
Levando essas barreiras em consideração, quando podemos esperar que um programa global de vacinação realmente dê frutos?
Como anda a implantação da vacina?
O chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diz que as vacinas são a chave para se acabar com a pandemia
Getty Images/BBC
Os programas de imunização contra a covid-19 começaram em muitos países, mas há um descompasso entre oferta e demanda.
No momento, cerca de 565 milhões de doses foram administradas em 138 países, de acordo com dados do Our World in Data. Só no dia 30 de março, aproximadamente 13,9 milhões de doses foram administradas.
O total pode parecer alto, mas com uma população global de pouco menos de 7,8 bilhões, isso é suficiente para dar uma única dose a apenas 7,2% da população da Terra.
Se esse ritmo for mantido, levará mais de três anos até que todos sejam vacinados em todo o mundo, especialmente porque quase todas as vacinas atuais requerem duas doses para atingir seu efeito total.
A empresa de pesquisa e análises Economist Intelligence Unit (EIU) acredita que a maior parte da população adulta nas economias avançadas será vacinada em meados de 2022.
Para os países de renda média, esse cronograma se estende até o final de 2022 ou mesmo o início de 2023, enquanto as nações mais pobres do mundo podem ter que esperar até 2024 para que a imunização em massa aconteça — se é que isso vai acontecer.
Quais vacinas estão em uso?
Economias mais ricas estão conseguindo vacinar suas populações em um ritmo mais rápido do que os países mais pobres
Getty Images/BBC
A vacina Pfizer-BioNTech foi a primeira a ser aprovada por agências reguladoras — primeiro no Reino Unido, em 2 de dezembro do ano passado, e depois pelos EUA, União Europeia e OMS.
Muitas outras vacinas vieram depois, incluindo a Moderna, feita nos EUA, a AstraZeneca (desenvolvida pela Universidade de Oxford do Reino Unido), a Sinopharm e a Sinovac, ambas da China, e a Sputnik V, fabricada pela Rússia.
Os resultados de testes em grande escala com duas outras vacinas também foram apresentados recentemente — caso da Janssen, que é propriedade da Johnson & Johnson, e do Novavax, que agora será revisado pelos reguladores de medicamentos.
 Em países como Israel e Reino Unido, já há sinais promissores de que as vacinas estejam reduzindo internações e mortes em hospitais, bem como a transmissão em comunidade.
Em todo o mundo, mais de 200 vacinas estão passando por testes de eficácia e segurança. Caso obtenham aprovação e entrem em produção, elas podem aumentar exponencialmente os programas globais de imunização.
Mas, apesar do esforço sem precedentes para projetar, fabricar e aprovar essas vacinas em tempo recorde, a distribuição global é incrivelmente desigual e cercada por vários obstáculos.
O que é 'nacionalismo de vacina'?
Apesar de um certo grau de hesitação em vacinação, há filas em centros de vacinação na França, como este em Nice
Getty Images/BBC
O termo "nacionalismo de vacinas" se refere às ações de governos que buscam garantir suprimentos para suas próprias populações, às custas de outros, de forma gananciosa ou injusta.
Muitas nações ricas estão comprando suprimentos em acordos bilaterais com países que possuem indústrias farmacêuticas — e elas compram muito mais do que realmente precisam.
Por exemplo, o Canadá encomendou doses suficientes para cinco vezes a sua população e também deve receber vacinas AstraZeneca excedentes dos EUA depois que o presidente Joe Biden anunciou que doaria parte do suprimento enquanto aguarda a aprovação da vacina para uso no país.
Da mesma forma, o Reino Unido foi acusado de acumular suprimentos de vacinas. Jeremy Farrar, diretor da ONG para pesquisas em saúde Wellcome, diz que o país terá acesso a doses suficientes para vacinar toda a sua população duas vezes.
"Precisamos começar a pensar além de nossas fronteiras. Essas doses não serão úteis no Reino Unido e é hora de começarmos a compartilhar essas doses com os mais necessitados em todo o mundo", disse.
"Isso é mais do que uma questão de ética — é um imperativo científico e econômico."
A União Europeia também ameaçou controlar as exportações de vacinas produzidas em seu território enquanto patina com seu próprio programa de implantação de vacinas.
O Canadá ordenou doses suficientes para vacinar cinco vezes a sua própria população
Getty Images/BBC
Tudo isso significa que suprimentos valiosos de vacinas estão sendo retidos em um punhado de economias ricas e não estão sendo compartilhados de forma equânime com as nações mais pobres.
Seth Berkley, CEO da aliança de vacinas Gavi, disse no mês passado: "Se os governos continuarem com esse tipo de nacionalismo de vacina e se os fabricantes apenas oferecerem vacinas Covid-19 para quem der lances maiores, assim como em 2009 [com as vacinas contra a gripe suína], isso só vai prolongar a crise".
 "Mesmo que as doses sejam prometidas a todos os países mais adiante, atrasar a disponibilidade de doses ao redor do mundo permitirá que o coronavírus continue a circular, sofra mutações e potencialmente se adapte melhor ao hospedeiro humano. Isso vai contra os melhores interesses de todos."
As vacinas estão chegando a quem precisa?
Gana foi o primeiro país a receber uma remessa de vacinas da Covax em fevereiro
Getty Images/BBC
Muitos países de renda média e a maioria dos países de baixa renda dependem da coalizão de vacinas Covax para garantir imunizantes para suas populações.
A iniciativa liderada pela OMS visa entregar seis bilhões de doses para os países mais pobres, com dois bilhões programados para serem administrados em 2021.
A Covax já despachou 32 milhões de doses para 70 participantes, com Tonga e Trinidad e Tobago recebendo as últimas entregas, de acordo com Gavi, a aliança que coordena o programa Covax.
Espera-se que os países africanos estejam entre os últimos a vacinar a maior parte de suas populações. Eles serão particularmente dependentes dessa iniciativa.
Gana foi a primeira nação a começar a receber vacinas da Covax no mês passado, após cumprir critérios rígidos e prometer distribuição rápida. No entanto, sua entrega inicial foi de apenas 600 mil doses para um país de 31 milhões de pessoas.
Anne Mawathe, editora de saúde da BBC África, sugere que é provável que muitos países africanos acabem comprando as vacinas a um preço mais alto do que o pago pelos ocidentais, em parte porque não encomendaram os suprimentos antecipadamente.
Ela acrescenta: "Alguns pediram que grandes empresas farmacêuticas parassem de bloquear a dispensa de patentes, o que levaria a preços mais baixos e significaria que mais vacina seria produzida. Mas as empresas não concordaram com isso, sabendo que isso poderia prejudicar qualquer margem de lucro."
Como as novas variantes afetam as vacinas?
Países africanos dependem fortemente da iniciativa de distribuição de vacinas Covax, da OMS
Getty Images/BBC
Já se esperava que novas variantes surgissem — todos os vírus sofrem mutação enquanto fazem cópias de si mesmos para se espalhar e sobreviver.
A maioria dessas diferenças é irrelevante, mas ocasionalmente ocorre uma mutação que ajuda o vírus a prosperar, como aconteceu no Reino Unido, no Brasil e com variantes sul-africanas.
Não há evidências até o momento de que essas variantes causem doenças mais graves, e a maioria dos especialistas acredita que as vacinas ainda serão eficazes, pelo menos a curto prazo.
Mas existe a preocupação de que, se a Covid-19 puder se espalhar sem controle pelo mundo, o vírus pode sofrer mutações a ponto de vacinas e tratamentos atuais não funcionarem mais, deixando até mesmo aqueles inoculados sob risco de infecção.
Na pior das hipóteses, as vacinas poderiam ser reprojetadas e ajustadas para se adequar melhor em questão de semanas ou meses, se necessário, dizem os especialistas.
Nesse caso, uma nova injeção contra o coronavírus pode ser necessária a cada ano para dar conta das novas variantes, como já acontece com a gripe a cada inverno.
E quanto à 'hesitação da vacina'?
Um homem espera em um centro de vacinas na Alemanha, onde os cidadãos tem demonstrado alto grau de hesitação sobre se vacinar
Getty Images/BBC
A "hesitação da vacina" também pode ter um impacto significativo na imunidade global.
Em algumas nações mais ricas, a aceitação está diminuindo, apesar de haver acesso às vacinas. Por exemplo, pesquisas recentes na França e no Japão mostram que cerca de metade da população não deseja ser vacinada.
A Alemanha, junto com a Itália, suspendeu a administração da vacina AstraZeneca por completo durante alguns dias, mesmo quando os dois países experimentavam uma terceira onda de infecções, levando a OMS a emitir declarações sobre a segurança da vacina.
Essa hesitação no mundo desenvolvido pode ser replicada nos países mais pobres, especialmente se a implantação global for lenta.
Alguns países — especialmente aqueles com perfil demográfico jovem — podem perder a motivação para distribuir vacinas, especialmente se a doença se espalhar amplamente (com grande parte da população adquirindo relativa imunidade) ou se os custos associados forem muito altos.
Agathe Demarais, diretora de previsão global da Economist Intelligence Unit, disse: "Os cronogramas globais de vacinação continuam a se estender até o final de 2022 e 2023, aumentando o risco de que alguns países em desenvolvimento optem por não vacinar suas populações".
"Tal cenário prolongaria a recuperação econômica global e promoveria o surgimento de novas variantes do coronavírus que se mostram resistentes às vacinas atuais, nos levando de volta à estaca zero."
A baixa aceitação terá um impacto dramático no objetivo de imunidade coletiva, que os especialistas dizem ser a melhor possibilidade para o mundo acabar com a pandemia.
Como ter imunidade coletiva?
Itália e Alemanha pararam de usar as vacinas AstraZeneca após preocupações com os efeitos colaterais
Getty Images/BBC
A imunidade de rebanho é alcançada quando um número significativo da população é imunizado (geralmente por vacinação). Estas pessoas então protegem as demais ao não espalharem mais a doença.
O percentual é diferente para cada doença. Por exemplo, o sarampo exige que 95% da população seja vacinada; para a poliomielite, 80%.
Como a Covid-19 é uma nova ameaça, o limite para atingir a imunidade coletiva não é conhecido, mas os epidemiologistas sugeriram algo em torno de 70%.
No entanto, conforme a pandemia entra em seu segundo ano, os especialistas estão aos poucos aumentando esse número.
Anthony Fauci, o principal conselheiro médico do presidente norte-americano Biden, admitiu que aumentou gradativamente suas estimativas ao longo do tempo e que acredita que o número esteja entre 70% e 90%.
A vacinação erradicará a Covid-19?
Maior autoridade médica do Reino Unido, o médico Chris Whitty disse em comunicado do governo que acredita que as chances de eliminar a covid-19 são "tão próximas de zero que não fazem diferença".
"Nós só alcançamos a erradicação de uma doença —  no caso, a varíola — com uma vacina incrivelmente eficaz por um longo período de tempo", acrescentou o professor Whitty.
Mas isso não significa que os esforços de vacinação sejam em vão, já que uma população global apenas parcialmente imunizada poderia levar ao aumento da transmissão e a mais novas variantes.
A Nova Zelândia suspendeu quase todas as suas restrições ao coronavírus em junho de 2020, após não relatar nenhum caso ativo no país
Getty Images/BBC
Uma análise de Christopher Murray, da Universidade de Washington, e Peter Piot, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, alerta para a necessidade de se intensificarem os esforços globais de vacinação.
"A perspectiva de uma Covid-19 persistente e sazonal é real", diz o relatório para o Journal of the American Medical Association, que aponta  a vacinação global como o primeiro passo para controlar a doença.
Assim, os programas de vacinação ainda têm um papel muito valioso a desempenhar.
A professora Azra Ghani, diretora de epidemiologia de doenças infecciosas do Imperial College de Londres, diz que o objetivo principal das vacinas contra a Covid-19 é salvar vidas, e isso é alcançado tanto pelo fornecimento de imunidade aos vacinados quanto pela prevenção da transmissão do vírus.
Ela acrescentou: "Dado que faz só pouco mais de um ano desde que o vírus foi identificado, o progresso feito no desenvolvimento e implementação de vacinas é sem precedentes. A ciência deste novo vírus ainda está evoluindo e um grande número de equipes de cientistas em todo o mundo está ativamente empenhado em testar e melhorar as vacinas candidatas.
"Acredito que podemos estar otimistas de que com esses esforços será possível alcançar altos níveis de proteção direta e indireta que, embora não eliminando o vírus, permitirão que a vida volte ao normal."
VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19

Source: Vacinas contra covid-19: quando o mundo todo estará imunizado contra o coronavírus?
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LEIA SEMPRE AQUI! / Inundações deixam mais de 40 m...
Última mensagem por noticias - 06Abril2021, 15:01
Inundações deixam mais de 40 mortos na região da Indonésia e do Timor Leste; veja vídeo

Chuvas torrenciais atingiram os dois países horas antes do início das comemorações de Páscoa. Autoridades afirmam que número de óbitos pode ser ainda maior, por causa dos feridos e desaparecidos.  Enchente atinge vilarejo na Indonésia
Joy Christian/AFP
Mais de 40 pessoas morreram neste domingo (4) em inundações e deslizamentos de terra na Indonésia e no Timor Leste. O desastre ocorreu horas antes do início das celebrações de Páscoa.
Segundo autoridades locais, o número de vítimas pode ser ainda maior que o divulgado, já que há 27 desaparecidos e nove feridos.
VÍDEO: Mais de 40 pessoas morrem em enchentes na Indonésia e no Timor Leste
Dezenas de casas ficaram cobertas pela lama, e pontes e estradas foram destruídas. Em Bima, na Indonésia, represas transbordaram e submergiram quase 10.000 moradias após nove horas de chuvas. Duas pessoas morreram.
"Buscamos outras regiões impactadas", declarou à imprensa Joaquim José Gusmão dos Reis Martins, secretário de Estado encarregado da proteção civil timorense.
Moradores do Timor Leste são resgatados de enchente
Lirio da Fonseca/Reuters
A previsão é que as chuvas fortes continuem durante toda a semana nestes locais.
Deslizamentos comuns
Os deslizamentos de terra e as inundações repentinas são habituais na Indonésia, especialmente durante a temporada de chuvas.
Ambientalistas apontam, no entanto, que o desmatamento pode aumentar a frequência destes desastres.
Enchente causa destruição na Indonésia neste domingo (4)
Joy Christian / AFP
Em janeiro, por exemplo, 40 indonésios morreram em inundações que afetaram a cidade de Sumedang, no oeste de Java.
Segundo a agência nacional de gestão de catástrofes, 125 milhões de moradores (aproximadamente metade da população do arquipélago) vivem em áreas de risco de deslizamentos.

Source: Inundações deixam mais de 40 mortos na região da Indonésia e do Timor Leste; veja vídeo
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Última mensagem por noticias - 05Abril2021, 15:01
Rainha Elizabeth e Príncipe Charles posam em jardim do Windsor em passeio que marca fim de semana de Páscoa


   Páginas nas redes sociais oficiais do Palácio de Buckingham e do Príncipe de Gales divulgaram duas imagens do passeio no jardim da Casa Frogmore. Rainha Elizabeth e Príncipe Charles posam em jardim do Windsor em passeio que marca fim de semana de Páscoa
Reprodução/Twitter/@RoyalFamily
Rainha Elizabeth e Príncipe Charles fizeram um passeio pelo jardim da Casa Frogmore, no castelo de Windsor, para celebrar o final de semana de Páscoa. As imagens foram divulgadas nas redes sociais do Palácio de Buckingham e do Príncipe de Gales, nesta sexta-feira (2).
Na quarta-feira (31), a rainha Elizabeth II, de 94 anos, fez sua primeira aparição fora do Castelo de Windsor desde que foi vacinada contra a covid-19. Ela se encontrou com pilotos da Força Aérea perguntando se "perseguiam os russos".
Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip, de 99 anos, foram imunizados em janeiro com uma primeira dose da vacina da covid-19. O Palácio de Buckingham não comunicou sobre uma possível segunda dose, que é aplicada no país doze semanas após a primeira.
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Em fevereiro, príncipe Philip foi internado por "medida de precaução" após se sentir mal. Ele teve alta um mês depois.
Há um ano, o casal real passou a maior parte do tempo confinado no Castelo de Windsor devido à pandemia. A rainha fez poucas viagens durante este período, mas participou de muitos eventos por videoconferência.
Elizabeth II, que fará 95 anos em 21 de abril, não poderá participar este ano do tradicional desfile militar no centro de Londres em comemoração ao seu aniversário.
Rainha Elizabeth e Príncipe Charles posam em jardim do Windsor em passeio que marca fim de semana de Páscoa
Reprodução/Twitter/@ClarenceHouse

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AREA DOS AMIGOS! / Como testar a água do radiador...
Última mensagem por naldonet - 05Abril2021, 11:25
Pegue 1 multímetro e na escala de 2v faça o teste :

https://youtu.be/-cfNp2kSQow
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