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Última mensagem por noticias - Hoje às 02:42
Tailândia muda regra de entrada em cima da hora e casal brasileiro em lua de mel fica preso quase 3 dias em aeroporto na Etiópia


   Bia Hader e Demétrio Zanini estavam em pleno voo quando Phuket alterou exigências e eles foram surpreendidos ao desembarcarem em escala no país africano. Mesmo após obterem vistos, funcionários não queriam deixar que eles aguardassem voo de volta em hotel por causa de guerra civil.  A atriz Bia Hader e seu marido, o engenheiro de dados Demétrio Zanini, que ficaram presos no aeroporto de Adis Abeba, na Etiópia
Reprodução/Instagram/Bia Hader
Uma alteração de regras do governo tailandês para entrada no país, introduzida – literalmente – de última hora, fez com que um casal de brasileiros passasse quase três dias preso dentro de um aeroporto na Etiópia, sem conforto ou acesso à sua própria bagagem.
Ao planejarem sua lua de mel em Phuket, a atriz Bia Hader, de 32 anos, e o engenheiro de dados Demétrio Zanini, de 39, pesquisaram minuciosamente o que precisariam fazer para não correr o risco de serem barrados em virtude do rigoroso controle de turistas na Tailândia por causa da pandemia de Covid.
Providenciaram toda a documentação necessária, pagaram um seguro viagem, reservaram hotel e transporte, preencheram uma série de termos, fizeram os testes de saúde no prazo exigido e embarcaram tranquilos.
Eles só não contavam que as autoridades de Phuket fossem alterar as regras exatamente enquanto estavam a caminho, dentro de um avião em um voo de 13 horas entre São Paulo e Adis Abeba, na Etiópia, onde fariam apenas uma breve escala.
Surpresa
Ao chegarem ao país africano, às 19 horas de terça-feira, 23 de novembro, encontraram uma funcionária da companhia aérea já à sua espera, para avisar que eles teriam problemas em prosseguir viagem.
"A moça da companhia sugeriu alterarmos nosso destino final pra Bangkok, também na Tailândia, mas como todos esses termos foram feitos pra Phuket não tinha possibilidade de aceitarem lá. Hotel específico para cumprir quarentena obrigatória (existe uma lista de hotéis autorizados), local do PCR, seguro viagem, tudo que preenchemos era pra Phuket, e se chegássemos em Bangkok com essas coisas ficaríamos presos lá", explica Bia ao g1, ressaltando que tudo isso já estava pago.
Foi então que, conta a atriz, começou o drama do casal, agravado pelas dificuldades de comunicação e a má vontade dos funcionários do aeroporto de Adis Abeba.
Embora falassem inglês, o forte sotaque atrapalhava a compreensão e o descaso e falta de empatia eram chocantes, diz a brasileira.
"Tirando raras exceções, nos trataram tão mal que é de desacreditar. As pessoas da imigração até riram da nossa cara quando estávamos pedindo para sair porque precisávamos descansar", lembra.
Demétrio Zanini no aeroporto de Adis Abeba, na Etiópia
Reprodução/Instagram/Bia Hader
'Salinha'
Depois de uma longa espera em uma pequena sala, Bia e Demétrio foram informados de que só receberiam uma resposta na manhã seguinte, e que deveriam retornar aquele espaço às 6 horas da manhã. Eles então tiveram que passar a primeira noite nas desconfortáveis cadeiras do saguão do aeroporto. Para piorar, sua mala não foi localizada, e eles não podiam trocar de roupa ou ter acesso a outros itens pessoais que haviam despachado.
Ela conta que ficaram em frente ao local, onde estavam aglomeradas dezenas de pessoas, de várias nacionalidades e enfrentando os mais diversos tipos de problemas. Nenhuma outra, porém, em situação semelhante à do casal brasileiro. "Nos disseram que nunca viram nada igual", diz Bia.
A manhã chegou e nada foi resolvido, a resposta era sempre de que deviam esperar ou retornar mais tarde. Os brasileiros chegaram a tentar trocar sua passagem para outro lugar, mas não conseguiram inicialmente. Por fim, a companhia os colocou em voo de volta ao Brasil, mas que só decolaria no sábado, dia 27.
Eles decidiram então que tentariam pelo menos sair do aeroporto para descansar até lá, mas para isso precisariam de um visto de entrada na Etiópia. Entraram em contato com a embaixada brasileira para conseguir a documentação.
Demétrio Zanini dorme no aeroporto de Adis Abeba, na Etiópia
Reprodução/Instagram/Bia Hader
Saída negada
Na quinta-feira (dia 25), Demétrio pode falar com a vice-cônsul brasileira, que prontamente os atendeu, e os dois receberam vistos, encaminhamento para a realização de testes PCR e conseguiram reservar um hotel para descansar até a partida de seu voo.
Como a essa altura já era noite, não puderam deixar o aeroporto por questões de segurança, mas a autoridade brasileira conseguiu convencer os funcionários do local a cederem espaço em uma sala vip para que o casal pudesse ter um pouco mais de conforto até o dia seguinte.
Segundo conta Bia, mesmo com a interferência da embaixada, vistos e exames em mãos, eles ainda enfrentaram dificuldades para finalmente deixar o aeroporto na sexta-feira. Como a Etiópia enfrenta uma guerra civil, os etíopes estavam "irredutíveis" em autorizar a saída de turistas do local, explica. 
Guerra do Tigré completa 1 ano com milícia perto de chegar à capital da Etiópia; entenda o conflito
Desde novembro do ano passado, a Etiópia está atolada em um conflito entre os combatentes da Frente de Libertação do Povo Tigré (TPLF), o partido no poder na região, e as forças federais. Os combatentes da TPLF avançaram nos últimos meses em direção às regiões vizinhas e não descartam chegar à capital etíope, Adis Abeba.
Eles só conseguiram sair às 15h40, e ainda foram fazer os testes no caminho para o hotel. Apenas nesse momento receberam sua bagagem. "Parecia um sonho, banho, trocar de roupa e dormir", lembra Bia.
Prejuízos
Além de todas as despesas na Tailândia que já estavam pagas e foram perdidas, Bia e Demétrio também tiveram que pagar pelos vistos, testes e diária de hotel em Adis Abeba, que não estavam previstos. "Foi desgraça financeira e emocional", resume a atriz.
Para piorar, esta nem é a primeira vez que uma tentativa de viagem de lua de mel do casal termina em frustração. "Na primeira, compramos a passagem pra África do Sul em 2019, antes da pandemia, já que nosso casamento seria em 2020. Mas perdemos essa passagem", conta.
Bia diz que eles entraram em contato com uma advogada para saber se existe algo que pode ser feito. "Ainda vamos saber", diz.
Como a viagem de 15 dias para a Tailândia foi programada para coincidir com as férias de Demétrio, o casal decidiu aproveitar a última semana restante de folga para celebrar o casamento bem mais perto.
"Para não passar em branco e lembrarmos só do trauma vamos de moto na segunda-feira pra Angra, mas já vamos voltar na sexta. Chega de perder passagens! Dessa vez vai ser por terra", brinca Bia, ainda conseguindo manter algum bom humor.
Ômicron
Já de volta, o casal soube que o terceiro caso identificado no Brasil de uma pessoa contaminada pela variante ômicron do coronavírus foi de alguém que desembarcou no sábado (27) em Guarulhos, de um voo vindo da Etiópia. 
Segundo Demétrio, o único voo vindo do país naquele dia era o mesmo em que eles estavam. Por isso, procuraram autoridades de saúde para saber como proceder, se oferecendo para realizar testes de Covid para auxiliar em um possível rastreamento de casos, por exemplo.
Mas, segundo ele, em um contato por telefone com o SUS – em um número que consta no site do Sistema Único de Saúde – foi informado que eles não estariam autorizados a realizar os testes de forma gratuita pelo sistema, já que estes são reservados apenas a pessoas com sintomas da doença.
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Última mensagem por noticias - Ontem às 02:40
Espectadores dos Jogos de Inverno devem estar vacinados e apresentar teste negativo


   A China mantém uma estratégia severa para controlar o vírus desde a detecção dos primeiros casos no fim de 2019 em Wuhan.  Parque de Pequim com placa dos Jogos Olímpicos de inverno
Noel Celis / AFP
A China anunciou que vai exigir dos espectadores que forem ao principal estádio dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim em 2002 a comprovação de vacina e apresentação de um teste com resultado negativo para Covid-19 para entrar no local, informou a imprensa estatal chinesa.
O evento esportivo, durante o qual os atletas e as delegações permanecerão em uma bolha sanitária com testes diários, receberá apenas torcedores que moram na China e com capacidade limitada no Estádio Nacional Indoor de Pequim.
Apenas 6 mil dos 18 mil lugares estarão disponíveis na arena. Mas a capacidade pode ser reduzida dependendo da "situação epidêmica em Pequim e no resto do país", afirmou o gerente do estádio, Lei Ming, ao jornal estatal "Global Times".
Faltam 100 dias: conheça a esquiadora Sabrina Cass, representante do Brasil nas Olimpíadas de Inverno
A bolha de segurança dos Jogos também incluirá os funcionários do local de competição, que entrarão na área alguns dias antes do evento e não poderão sair até o fim dos Jogos Paralímpicos de Inverno em março, afirmou o jornal.
Durante o período não será permitido nenhum contato entre as pessoas de dentro e fora da bolha.
A China mantém uma estratégia severa para controlar o vírus desde a detecção dos primeiros casos no fim de 2019 em Wuhan.
A pouco mais de 60 dias do início dos Jogos, que farão de Pequim a primeira cidade a receber Olimpíadas de Verão e também de Inverno, as autoridades não pretendem flexibilizar as precauções, especialmente após a detecção da variante ômicron.
Os Jogos Olímpicos de Inverno acontecerão de 4 a 20 de fevereiro e os Paralímpicos de 4 a 13 de março.
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VIDEOS TÉCNICOS! / O maior complexo solar do esta...
Última mensagem por naldonet - 05, Dezembro, 2021, 20:50
Se localiza na cidade de Pereira Barreto e equivale a 421 campos de futebol foi inaugurado em outubro de 2021 :

https://youtu.be/PxuywGN9Xho?t=77
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AREA DOS AMIGOS! / Toda a glória seja para Deus!
Última mensagem por marcosbr - 05, Dezembro, 2021, 18:48
 É ruim escrever isto em um fórum de eletrônica sobre  religiosidade.
 Mas o problema é que os "adultos" não são mais adultos...
 Esta difícil salvar as crianças (adultos não deixam), muito menos pensam nelas!
 Vivemos num tempo de HIPOCRISIA pura.
 Jesus misturado com politica e governantes em busca de votos!
 Jesus deixou uma coisa tão fácil para estes tempos...
 Existe bíblia online, existe bíblia traduzida, existe tudo para quem procura!
 Também existe as "distorções bíblicas", cada um que acha que entende abre uma "igreja/religião".
 Não pense em você, não pense em dinheiro, pense num mundo melhor!
 Isto só virá através das crianças. Os adultos já se contaminaram...
 Você vai morrer em breve. Que tal deixar algo de bom para o futuro?
 Não tente mudar o que JESSUS disse. É mais fácil e certo seguir o que ele disse!
 Jesus nunca seguiu uma religião nem político (nenhum).



 JESUS É A RELIGIÃO E A LEI, SEUS FILHOS SÃO A SUA CONTINUAÇÃO!
 SIGA ESTA RELIGIÃO (JESUS). ESTA NÃO TE PEDE NADA E TE DA A VIDA!

Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.
Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados.
Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.
Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei;
Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os;
No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho.
Eis que tu que tens por sobrenome judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus;
E sabes a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído por lei;
E confias que és guia dos cegos, luz dos que estão em trevas,
Instruidor dos néscios, mestre de crianças, que tens a forma da ciência e da verdade na lei;
Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas?
Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, cometes sacrilégio?
Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei?
Porque, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós.  Romanos 2:11-24
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Última mensagem por noticias - 05, Dezembro, 2021, 02:39
O que Merkel fará em sua aposentadoria?


   Após 16 anos, Merkel se despede do cargo de chanceler federal da Alemanha. Sua situação financeira está garantida, mas será que ela vai conseguir parar? A primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, recebe flores de seu futuro substituto, Olaf Scholz, em Berlim, em foto de 24 de novembro
Markus Schreiber/Pool via Reuters
Angela Merkel está  finalmente se despedindo do cargo de chanceler federal da Alemanha, após 16 anos na posição mais importante do país. Embora ela siga no cargo interinamente até que o próximo chanceler seja confirmado, o que deve ocorrer na semana que vem , será realizada na noite desta quinta-feira (2) uma tradicional cerimônia militar em sua homenagem.
Merkel gosta de preparar bolo de ameixa com cobertura de farofa doce e sopa de batata, prato típico durante os meses mais frios na Alemanha. Mas, além de ter mais tempo para cozinhar, o que a longeva chanceler federal alemã – que chegou à capa da revista Time como a mulher mais poderosa do mundo – vai fazer quando se aposentar?
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Em julho, durante uma visita a Washington, Angela Merkel foi questionada sobre como imagina sua aposentadoria. Embora tivesse respondido evasivamente em outras ocasiões, dessa vez ela deixou claro que primeiramente faria uma pausa e não aceitaria convites. Ela precisaria se acostumar ao fato de que suas tarefas anteriores "agora estão sendo feitas por outra pessoa". Porém acrescentou: "Acho que vou gostar."
No tempo livre que vai ganhar, ela pretende refletir sobre "o que realmente me interessa" – coisa para que teve pouco tempo, nos últimos 16 anos. Com um sorriso maroto, a chanceler federal alemã, que na época da pergunta acabara de receber o título de doutora honoris causa da Universidade Johns Hopkins, acrescentou: "Depois, talvez eu tente ler algo, aí os meus olhos vão se fechar, porque estou cansada. Depois vou dormir um pouco, e depois vamos ver onde reapareço."
Merkel na ficção
Um artista fotográfico e um autor de romances policiais já predisseram o futuro: Andreas Mühe fotografou uma dublê da chanceler alemã em poses que irradiam tranquilidade, até mesmo solidão, e fez uma exposição a partir dela. O romancista policial David Safier, por outro lado, acredita que Merkel se aborrecerá rapidamente sem sua agenda hoje abarrotada.
A chanceler alemã, Angela Merkel, bebe um canecão de cerveja durante a abertura da Oktoberfest em Berlim, na Alemanha, em 2016
Fabrizio Bensch/Reuters
No romance policial humorístico Miss Merkel – Assassinato na Uckermark, ele a retrata lutando com a vida tranquila do campo, depois de se mudar para sua casa de férias em Brandemburgo. Só fazer caminhadas e assar bolos? Baseado nos thrillers da detetive amadora britânica Miss Marple, da autoria de Agatha Christie, Safier faz Merkel tropeçar num caso de assassinato e se empenhar como ávida investigadora.
Trata-se de um livro humorístico, cuja questão central é, no entanto, justificada. Alguém que, há décadas, esteve ocupado de cedo pela manhã até tarde da noite e que tem tamanha responsabilidade, consegue relaxar da noite para o dia? "Em geral, a gente só percebe do que sente falta quando não o tem mais", disse Angela Merkel recentemente em Berlim.
Garantia financeira
Em 17 de julho último, Angela Merkel completou 67 anos. Sob o aspecto financeiro, ela não tem com que se preocupar. Atualmente ganha 25 mil euros por mês como chanceler federal alemã. Além disso, tem direito a pouco mais de 10 mil euros como deputada do Bundestag, do qual é membro há mais de 30 anos. Quando deixar de trabalhar, ela continuará recebendo seu salário por mais três meses e, depois, metade dele como subsídio transitório, por um máximo de 21 meses.
Para a pensão subsequente, entram no cálculo uma série de fatores, como seus mandatos como chanceler federal, ministra e deputada federal. O valor é calculado com precisão de cinco casas decimais, com base numa lei de 1953. Chefes de governo no cargo por pelo menos quatro anos têm direito a 27,74% da última renda. Cada ano adicional no cargo aumenta os rendimentos em 2,39167%, até um máximo de 71,75%.
Imagem de 2015 da chanceler alemã, Angela Merkel, gesticula enquanto conversa com o presidente dos EUA, Barack Obama, do lado de fora do castelo Elmau em Kruen, Alemanha. Líderes do G7, os sete países mais ricos se comprometeram com agenda climática em cúpula na Bavária
Michael Kappeler/Reuters/Pool
Assim, Angela Merkel pode esperar uma pensão de cerca de 15 mil euros por mês, tendo também direito a proteção pessoal e a um carro com motorista, para o resto de sua vida. Além disso, terá um escritório dentro do Parlamento em Berlim, com dois assistentes e uma secretária.
Segunda carreira na economia?
Mesmo que ex-membros do governo sejam obrigados por lei a manter a confidencialidade, eles são bem-vindos no mundo dos negócios tanto como conselheiros como por seus enormes contatos políticos. Alguns dos antecessores de Angela Merkel seguiram carreira na economia.
Helmut Schmidt (mandato de 1974 a 1982) tornou-se editor do jornal semanal Die Zeit em 1982, e era um orador muito aplaudido. Numa entrevista em 2012, revelou: "Não dou palestras por menos de 15 mil dólares."
Os ex-chanceleres federais Helmut Kohl (1982-1998) e Gerhard Schröder (1998-2005) também souberam transformar seu passado político e sua celebridade em dinheiro. Kohl fundou uma empresa de consultoria política e estratégica, com a qual ganhava muito bem como lobista e consultor.
Gerhard Schröder sofreu críticas quando, em 2005, apenas alguns meses após deixar o governo, se colocou a serviço da empresa de gasodutos Nord Stream, uma subsidiária da russa Gazprom. Em seu governo, havia feito campanha para o gasoduto.
Nesse ínterim estipulou-se por lei que, antes de assumirem um cargo no mundo dos negócios,  ex-membros do governo devem questionar a Chancelaria Federal se suas atividades "prejudicariam os interesses públicos". Uma comissão de ética aconselha o governo, que em caso de dúvida pode impor um período de espera de até 18 meses.
Até agora, Merkel não se pronunciou se assumiria um novo cargo ou posto honorário. É provável que pelo menos por algum tempo ela permaneça em Berlim. Seu marido, o químico quântico Joachim Sauer, ainda não pensa em parar de trabalhar. Embora seja professor emérito na Universidade Humboldt em Berlim, aos 72 anos ele estendeu seu contrato como pesquisador-chefe até 2022.
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LEIA SEMPRE AQUI! / Brasil concedeu 339 vistos hum...
Última mensagem por noticias - 04, Dezembro, 2021, 02:38
Brasil concedeu 339 vistos humanitários a afegãos e analisa outros 393 pedidos, diz Itamaraty

Governo diz que 'numerosos' afegãos já estão em território brasileiro. Talibã retomou controle do Afeganistão em setembro; Itamaraty diz que Paquistão colabora com a missão humanitária. O Brasil concedeu 339 vistos humanitários a cidadãos afegãos em 90 dias, informou nesta quarta-feira (1º) o Ministério das Relações Exteriores. Segundo a pasta, outros 393 pedidos estão sendo analisados pelos diplomatas brasileiros.
Em setembro, os ministérios das Relações Exteriores e da Justiça e Segurança Pública anunciaram que o Brasil poderia conceder visto humanitário a afegãos que desejassem deixar o Afeganistão por conta do Talibã, que retomou o controle do país.
Segundo portaria do governo que trata do tema, pode ser concedido visto temporário e de autorização de residência para fins de acolhida humanitária para cidadãos "afegãos, apátridas e pessoas afetadas pela situação de grave ou iminente instabilidade institucional ou de grave violação de direitos humanos ou do Direito Internacional Humanitário no Afeganistão".
De acordo com o Itamaraty, os 393 pedidos de visto que estão em análise têm as entrevistas conduzidas pelas embaixadas do Brasil em:
Islamabad, no Paquistão;
Teerã, no Irã;
Moscou, na Rússia;
Ancara, na Turquia;
Doha, no Catar, e
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.
Afegãos relatam dificuldades para conseguir visto humanitário do Brasil
 "O governo brasileiro está em contato estreito e cotidiano com grupos e associações da sociedade civil de apoio aos afegãos e com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), para processar com a rapidez possível as solicitações e apoiar os trâmites necessários", disse o Itamaraty em nota.
Segundo o governo, já estão em território brasileiro "numerosos cidadãos afegãos". Entre os afegãos que estão no Brasil estão inclusas "magistradas, jovens fotógrafas afegãs e seus grupos familiares".
Juízas afegãs ameaçadas pelo Talibã chegam ao Brasil após pedido de ajuda humanitária
Mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência e seus familiares têm prioridade na concessão do visto humanitário brasileiro.
O governo brasileiro também reconheceu e agradeceu o governo do Paquistão pela colaboração para que a política de acolhida humanitária brasileira seja realizada, com esforços para a saída do território paquistanês dos cidadãos afegãos que obtenham vistos no Brasil.
Volta do Talibã ao poder no Afeganistão
Os Estados Unidos terminaram a retirada de suas tropas do Afeganistão em agosto. O presidente Joe Biden não quis estender a retirada das tropas para além da data limite de 31 de agosto.
Biden afirmou que a comunidade internacional espera que o Talibã cumpra com o compromisso de permitir a saída daqueles que queiram deixar o país.
Com a retomada do poder, os talibãs tentaram vender um tom mais moderado do que a realidade de 20 anos atrás, quando o grupo extremista controlou o país pela primeira vez, adotando rígidas regras de conduta – especialmente para mulheres – e impondo restrições severas e violentos castigos físicos.
Talibã anuncia governo provisório no Afeganistão
No entanto, há diversos relatos de perseguição a membros do governo, a proibição de que mulheres possam trabalhar e circular livremente e repressão aos profissionais da imprensa e seus familiares.
Sob o governo talibã, entre 1996 e 2001, entretenimentos como televisão e música foram proibidos, as mãos dos ladrões eram cortadas, e assassinos, executados em público.
Mulheres ficaram proibidas de trabalhar, ou estudar; e as acusadas de adultério eram açoitadas e apedrejadas até a morte.

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Última mensagem por noticias - 03, Dezembro, 2021, 02:35
Entenda por que o direito ao aborto está sob ameaça nos EUA


   Suprema Corte ouvirá argumentos sobre uma lei do Mississippi que proíbe a interrupção da gravidez após 15 semanas. Por que o aborto voltou a ser assunto nos EUA?
No maior desafio à histórica decisão de 1973 que tornou o aborto legal nos EUA, a Suprema Corte ouve nesta quarta-feira (1º) os argumentos sobre uma lei do Mississippi que proíbe a interrupção da gravidez após 15 semanas. A audiência acende um alerta: se o caso for aceito, abriria precedente para pelo menos 22 estados americanos que têm intenção de banir o aborto.
Graças à maioria conservadora de 6 a 3 na mais alta corte do país, consolidada em seu governo pelo ex-presidente Donald Trump, torna-se possível esta revisão de uma sentença que vigora há 48 anos e permite o aborto até as 24 semanas de gestação.
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O caso é representado por Thomas Dobbs, chefe do Departamento de Saúde do Mississippi, e a Jackson Women's Organization, a única clínica de aborto do estado conservador. A lei do Mississippi só não entrou em vigor até agora porque os tribunais inferiores a consideraram inconstitucional, baseados na decisão da Suprema Corte.
'Cai fora do meu útero', diz cartaz de manifestante contra lei que proíbe aborto mesmo em casos de estupro no Alabama (EUA), em 2019
Chris Aluka Berry/Reuters
O parecer do tribunal deve ser ditado até junho do próximo. Mas o ato de ouvir os argumentos das duas partes já é uma ameaça à decisão Roe x Wade, que nos estados conservadores atua como única proteção legal aos direitos de escolha das mulheres.
"Cinquenta anos depois, estamos finalmente tendo uma conversa sobre a anulação da Roe x Wade", resumiu Lynn Fitch, a procuradora-geral do estado.
Na audiência desta quarta-feira, os juízes dão o primeiro passo para rever o acesso ao aborto como direito constitucional até que o feto possa sobreviver fora do útero. Ainda que não revogue a decisão de 1973, se o tribunal respaldar a lei do Mississippi, dará suporte aos estados para criar outras restrições à interrupção da gestação. Ou seja, os defensores do direito ao aborto chegam em desvantagem à Suprema Corte.
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LEIA SEMPRE AQUI! / Ex-membro do Estado Islâmico d...
Última mensagem por noticias - 02, Dezembro, 2021, 02:34
Ex-membro do Estado Islâmico desmaia ao ouvir sentença de prisão perpétua por ter acorrentado criança no sol e deixado ela morrer de sede

Justiça da Alemanha considera Taha al-J. culpado de crimes contra a humanidade pela morte de uma garota de 5 anos em 2015. O caso é o primeiro no mundo a ligar um ex-membro do Estado Islâmico ao genocídio da minoria yazidi. O réu iraquiano identificado apenas como Taha al-J esconde o rosto antes de início de julgamento, em foto de 24 de abril de 2020
Arne Dedert/Pool/AFP
Um tribunal alemão sentenciou à prisão perpétua um ex-membro da organização "Estado Islâmico" (EI), considerado culpado de genocídio e crimes contra a humanidade pelo assassinato de uma menina de 5 anos de idade em 2015.
A sentença foi anunciada nesta terça-feira (30) pelo Tribunal Regional Superior de Frankfurt. O caso foi o primeiro no mundo a decretar se um ex-membro da organização jihadista desempenhou um papel na tentativa de genocídio da minoria religiosa yazidi.
O processo teve que ser brevemente suspenso porque o réu Taha al-J., de 29 anos, desmaiou quando o veredicto era lido em voz alta no tribunal.
Sobre o que foi o caso?
A acusação da promotoria relaciona Taha à morte de uma garota de 5 anos por desidratação em 2015. A esposa do réu, Jennifer W., foi sentenciada a dez anos de prisão em outubro por cumplicidade e passividade ao deixar a criança morrer de sede sob o calor escaldante do Iraque.
Os promotores alegaram que Taha comprou uma mulher yazidi e sua filha de 5 anos como escravas numa base do "Estado Islâmico" na Síria em 2015. As duas tinham sido detidas por militantes do EI no norte do Iraque no início de agosto de 2014. Elas já haviam sido "vendidas e revendidas várias vezes como escravas" pelo grupo.
O réu levou a mulher e sua filha para sua casa na cidade iraquiana de Fallujah, onde ele e sua esposa as forçaram a "cuidar da casa e viver de acordo com as rígidas regras islâmicas". De acordo com a acusação, o casal também teria dado comida insuficiente e espancado as duas regularmente.
Os promotores relataram que ao final de 2015 Taha acorrentou a menina às grades de uma janela e deixou a criança exposta ao sol num dia em que a temperatura atingiu 50 graus Celsius. A punição teria sido aplicada porque a menina fez xixi na cama.
A mãe da criança, Nora T., que sobreviveu ao cativeiro, testemunhou no julgamento de Frankfurt.
Taha al-J. foi detido na Grécia em maio de 2019 sob um mandado de prisão alemão e transferido para a Alemanha em outubro. Seu julgamento – o primeiro contra um ex-terrorista do EI a lidar com o genocídio cometido pelos jihadistas contra os yazidis – atraiu atenção internacional.
Por que o caso estava em processo na Alemanha?
O fato de o caso estar sendo executado por um tribunal alemão se deve ao princípio jurídico da jurisdição universal. Este regulamento permite que promotores e tribunais alemães investiguem os casos, mesmo que o alegado crime não tenha sido cometido na Alemanha e nem o suposto autor nem a vítima sejam cidadãos alemães.
No caso de Taha al-J. há outra característica incomum: o iraquiano nem estava em solo alemão quando foi preso. O procurador federal alemão determinou que fosse preso na Grécia e extraditado para a Alemanha.
Para o especialista em direito internacional Alexander Schwarz, o julgamento de Frankfurt demonstra "a disposição da Alemanha em realmente processar crimes contra o direito internacional em todo o mundo e não se limitar às fronteiras nacionais".
Os julgamentos de Taha al-J. e de Jennifer W. representam uma enorme importância, não apenas para Nora T., mas para os yazidis em geral. A organização jihadista "Estado Islâmico" rotulou os yazidis de "infiéis" e "adoradores do diabo" – e em 2014 os perseguiu sistematicamente.
De acordo com estimativas das Nações Unidas, sete mil mulheres e crianças yazidis foram escravizadas e vendidas pelo EI – muitas seguem desaparecidas.
Para Nora T., tudo o que resta de sua família é um filho. Ela vive com ele num local secreto na Alemanha, sob um programa de proteção a testemunhas. Nora T. tem recebido apoio da advogado de direitos humanos Amal Clooney e representação jurídica da advogada alemã Natalie von Wistinghausen.
Genocídio ou acidente?
Como a morte da garota pode ser genocídio? A resposta: se for possível provar que a forma de Taha al-J. tratava Nora T. e sua filha eram parte de um plano do EI para destruir a comunidade religiosa Yazidi.
"O genocídio é o crime mais sério segundo o direito internacional. Mas, ao mesmo tempo, o genocídio é o crime mais difícil de provar", disse Schwarz em entrevista à DW. "Isso é porque é preciso provar que o suspeito tinha a intenção [...] você precisa provar que ele estava realmente subjetivamente interessado em destruir a comunidade religiosa dos yazidis."
A necessidade de provar a intenção tornou o caso particularmente complicado.
"Evidentemente, não havia nenhuma explicação explícita nas evidências. Não temos anotações no diário dele, não temos declarações públicas nas quais ele falasse sobre a destruição dos yazidis", disse Schwarz. "O tribunal tem a complicada tarefa de deduzir de suas ações que ele estava interessado em justamente essa destruição."
Mas, obviamente, é difícil adentrar na mente do réu e determinar seus motivos. Quase nada se sabe sobre o homem de 29 anos, nem mesmo exatamente o seu papel no "Estado Islâmico".
A defesa tentou distanciar seu cliente o máximo possível da campanha genocida organizada pelo "Estado Islâmico" contra os yazidis e argumentou que a mãe da garota era meramente uma empregada doméstica. A morte da criança também pode ter ocorrido devido a uma doença preexistente. As crianças no Iraque estão acostumadas a altas temperaturas.
"A morte da criança foi um acidente terrível, algo que ele certamente não queria", disse o advogado de defesa, de acordo com a agência alemã de notícias DPA.
Julgamento de homicídio sem um corpo
A teoria do acidente é sustentada pelo fato de que Taha al-J. levou a menina yazidi diretamente a um hospital local. A defesa inclusive chegou a levantar a dúvida sobre se a criança havia de fato morrido.
Em maio, citando um funcionário do hospital de Fallujah e um tio distante do réu, a defesa disse ao tribunal de Frankfurt que a garota foi tratada no hospital por uma semana. Em seguida, um homem do EI teria levado ela embora. A defesa afirmou que a criança mora atualmente em Idlib, no norte da Síria, embora admitiu ser difícil obter provas.
Estes detalhes demonstram como é difícil e complexo conduzir julgamentos desta magnitude longe da cena do crime. Os promotores do Ministério Público da Alemanha examinaram e coletaram evidências de crimes contra o direito internacional cometidos pelo EI durante anos, no que é conhecido como investigações estruturais.
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Última mensagem por noticias - 01, Dezembro, 2021, 02:34
Dezenas de clientes ficam presos durante três dias em pub na Inglaterra após nevasca; vídeo

Na sexta-feira, tempestade trouxe neve e ventos fortes que derrubaram cabos de energia e bloquearam estradas; 61 pessoas devem conseguir sair nesta segunda-feira (29). Equipe organizou filmes, uma noite de quiz e karaokê e banda cover de Oasis - também presa no local  - ajudou no entretenimento.  Dezenas de clientes ficam presos durante três dias em pub na Inglaterra após nevasca
Sessenta e uma pessoas estão desde sexta-feira (26) presas dentro do pub de maior altitude na Grã-Bretanha, isoladas devido a uma nevasca.
O Tan Hill Inn, em Yorkshire Dales, fica a 435 quilômetros ao norte de Londres, e a 528 metros acima do nível do mar. Na sexta-feira, uma tempestade de fim de outono trouxe neve e ventos fortes que derrubaram cabos de energia e bloquearam estradas.
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A gerente Nicola Townsend disse que a equipe organizou filmes, uma noite de quiz e karaokê para os convidados presos. Eles também foram entretidos por uma banda cover do Oasis, Noasis, que ficou presa no pub depois de se apresentar no local.
 The Tan Hill Inn, em Richmond, Yorkshire Dales, pub onde 61 presas já estão presas há três dias após uma nevasca, na Inglaterra, em foto de março
PA via AP
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Townsend disse que os convidados estavam "de muito bom humor".
"Eles formaram uma grande amizade... como uma grande família, é a melhor maneira que posso descrever", disse ela. "Uma senhora realmente disse 'Eu não quero ir embora'".
Townsend disse esperar que as pessoas possam voltar para casa ainda nesta segunda-feira (29), depois que as estradas forem liberadas.
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