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Última mensagem por noticias - Hoje às 00:02:25am
Resultados das empresas nos EUA à mercê da pandemia


   Os lucros das 500 principais empresas cotadas em Wall Street vão cair 44% com relação ao mesmo período de 2019. Nenhum setor passará ileso, mas algumas estratégias dão resultado Surpreendidas pelo aparecimento da pandemia do novo coronavírus nos Estados Unidos em março, as empresas americanas foram atingidas em cheio pelas consequências do confinamento no segundo trimestre do ano.
Um operador é visto durante o fechamento na Bolsa de Nova York. As ações de Wall Street mergulharam no vermelho depois que a Organização Mundial da Saúde declarou o coronavírus Covid-19 como uma pandemia
Bryan R. Smith/AFP
Enquanto os resultados de algumas se anunciam desastrosos, outras tiveram bons desempenhos.
Os lucros das 500 principais empresas cotadas em Wall Street vão cair em seu conjunto 44% com relação ao mesmo período do ano passado, estima a empresa de dados financeiros Factset.
Mas não é simples determinar o impacto de uma crise sanitária inédita nas atividades de cada empresa. Diante de uma doença imprevisível, muitas delas optaram por não divulgar prognósticos de desempenho. A priori, nenhum setor sairá ileso.
Setores mais afetados
Com a queda vertiginosa dos preços do petróleo, as empresas de energia deverão ver seus ganhos severamente reduzidos.
Por outro lado, as companhias que dependem de gastos não essenciais, como lojas de roupas, automóveis ou bilhetes de avião, também foram fortemente impactadas.
Uma amostra disso são as quebras de grandes nomes destes setores, como JC Penney, Hertz e Chesapeake Energy.
Ao contrário, setores como de tecnologia e serviços de saúde terão resultados melhores, com "lucros que poderiam apenas baixar 10% ou menos que isso", segundo Nate Thooft, encarregado de estratégia em investimentos da Manulife Asset Management.
As empresas que se adaptaram rapidamente ao imprevisto conseguiram diminuir o impacto da crise.
A Nike, por exemplo, reportou 75% de aumento em suas vendas online entre março e maio, o que permitiu à fabricante de material esportivo compensar parte da queda de receita provocada pelo fechamento de suas lojas físicas.
A Nike colheu benefícios de sua campanha com Colin Kaepernick, mas foi questionada por suas políticas internas de diversidade
Getty Images via BBC
Disparidade e incerteza
De qualquer forma, vários elementos dificultam qualquer previsão. Em situações como esta, "de alguma forma é comum que as companhias 'joguem fora o bebê junto com a água do banho'", uma expressão usada para designar a perda de algo positivo na tentativa de se desfazer de algo ruim, alerta Thooft. Isto poderia "fazer com que as coisas pareçam ainda piores", acrescenta.
A atividade foi afetada, ainda, por uma grande flutuação ao longo do trimestre, com um mês de abril marcado pelo confinamento quase generalizado e um relaxamento progressivo das restrições em maio e junho.
Inclusive em um mesmo setor de atividade, os resultados têm sido díspares, como por exemplo em empresas que dependem do consumo.
"As plataformas de comércio online prosperaram, as lojas de produtos essenciais e alimentícios viram suas vendas decolarem antes de manter certo crescimento, e os vendedores de artigos domésticos, de hobbies e brinquedos tiveram um desempenho melhor do que o habitual", destaca em nota o escritório especializado Earnest.
Por outro lado, também segundo o Earnest, os setores "não essenciais" como restaurantes, vestuário e lojas de departamento têm enfrentado muitas dificuldades, enquanto setores de alto risco, como o de entretenimento e viagens, pararam completamente.
Grupo se reúne em mesas de restaurante de Nova York colocadas do lado de fora do estabelecimento, em foto de 27 de junho
Andrew Kelly/Reuters
Redução de custos - e lucros
Também é complexo avaliar o custo das diversas medidas adotadas pelas empresas para se adaptarem à emergência sanitária, da migração ao teletrabalho ou à instalação de divisórias sanitárias. De qualquer forma, tentaram reduzir suas despesas, inclusive o montante em dinheiro que entregam a seus acionistas.
As empresas cotadas na Bolsa de Nova York pagaram US$ 42,5 bilhões a menos em dividendos durante o segundo trimestre em comparação com o mesmo período de 2019, a queda mais forte desde 2009.
O desempenho das companhias está ligado, ainda, às suas próprias estratégias.
É o caso dos grandes bancos, que darão início à temporada de publicação de resultados esta semana, e sobre os quais os analistas se perguntam até que ponto contemplaram como fazer frente aos empréstimos que não serão reembolsados.
"Os bancos dependem muito da saúde financeira, portanto em tempos de crises é de se esperar que a atividade dedicada a pessoas físicas sofra", disse Joshua Mahony, da companhia IG.

Source: Resultados das empresas nos EUA à mercê da pandemia
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DICAS PROFISSIONAIS! / Tv Samsung modelo novo como ti...
Última mensagem por naldonet - Ontem às 17:32:17pm
Esta tv não usa parafusos para prender a tampa veja como abrir :

https://youtu.be/Zh4Vci4ni_Q
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LEIA SEMPRE AQUI! / Após furacão, Trump falou em '...
Última mensagem por noticias - Ontem às 12:00:28pm
Após furacão, Trump falou em 'vender' Porto Rico, diz ex-secretária dos EUA


   Elaine Duke, que foi secretária de segurança interna dos EUA, disse que o presidente falou em 'desinvestir' a ilha de Porto Rico, que é um território americano. Destroços de um supermercado destruído pelo furacão Maria em Guayama, Porto Rico, em foto de 20 de setembro de 2017
Reuters/Carlos Garcia Rawlins
Após Porto Rico, um território dos Estados Unidos, ter sido devastada por um furação, em 2017, o presidente Donald Trump chegou a falar em "vender" ou "desinvestir" a ilha, de acordo com Elaine Duke, que foi secretária de segurança interna do país.
Furacão Maria deixou mais 4.600 mortos em Porto Rico em 2017, diz estudo
Ela deu uma entrevista ao "The New York Times" que foi publicada no sábado (11).
"As ideias iniciais do presidente eram mais de um homem de negócios: 'A gente pode terceirizar a eletricidade? Podemos vender a ilha? Sabe, ou desinvestir esse ativo'", ela descreveu.
Furacão Maria deixou 70 vezes mais mortos do que o governo de Porto Rico reconhece
A ideia de vender Porto Rico nunca foi levada a sério ou discutida, segundo Duke.
Segundo a reportagem, ela diz ter ficado frustrada com a resposta do presidente Trump e dos principais assessores após o Furacão Maria, que atingiu a ilha em 2017.
Quando o furacão se aproximava do território, ela pediu para que fosse decretado um estado de emergência. Ela tentou falar sobre isso com o diretor de orçamento da presidência, Mick Mulvaney, que teria dito que ela era muito sentimental. "Deixe de ser tão sentimental, Elaine, não é sobre as pessoas, é sobre o dinheiro", ele teria dito a ela.
Um estudo da Universidade de Harvard apontou que o furacão Maria, que devastou Porto Rico em setembro de 2017, deixou mais de 4.600 mortos, um número quase 70 vezes superior ao balanço oficial de falecidos.
O estudo determinou que o número de mortos durante os três meses posteriores ao furacão foi de 4.645 entre o dia do furacão, 20 de setembro e 31 de dezembro de 2017, número muito acima das 64 vítimas fatais registradas no balanço oficial.
Os especialistas da Universidade de Harvard afirmam que o número aumentou com os cortes de energia elétrica e a devastação generalizada provocada pela tempestade, que deixou US$ 90 bilhões em danos e é considerada a terceira mais cara nos Estados Unidos desde 1900.

Source: Após furacão, Trump falou em 'vender' Porto Rico, diz ex-secretária dos EUA
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LEIA SEMPRE AQUI! / EUA registram mais de 63 mil n...
Última mensagem por noticias - 12,Julho,2020,18:03:18pm
EUA registram mais de 63 mil novos casos de coronavírus em 24 horas


   Os Estados Unidos, o país mais afetado no mundo pela pandemia, registram um total de 133.969 falecimentos e 3,18 milhões de infecções acumuladas. Os Estados Unidos registraram 63,6 mil novos casos de coronavírus na sexta-feira (10) segundo contagem divulgada pela Universidade Johns Hopkins.
Bill Gates: remédio para Covid-19 precisa chegar a quem mais precisa, não a quem pagar mais
Subida nos EUA e Brasil em 'patamar alto': especialistas analisam a média móvel de mortes por Covid em 7 países
Na quinta-feira, houve um recorde de diagnósticos positivos do vírus, com 65.551 infectados.
Imagem de profissionais da saúde no Texas, em 8 de julho de 2020
Callaghan O'Hare/Reuters
Às 21H30 de Brasília, a instituição de Baltimore relatou que 774 pessoas morreram de COVID-19 no país nas 24 horas anteriores.
Os Estados Unidos, o país mais afetado no mundo pela pandemia, registram um total de 133.969 falecimentos e 3,18 milhões de infecções.
Especialistas temem que em breve haja um aumento no número de óbitos.
Estados Unidos chegam à marca de três milhões de casos de Covid-19
Nos últimos dias, Texas e Flórida relataram um número recorde de falecimentos por conta do vírus.
"Quando comparado a outros países, acho que você não pode dizer que estamos indo muito bem", disse Anthony Fauci, um dos mais renomados infectologistas do país e ex-assessor da Casa Branca sobre o combate à pandemia, ao site de análise política FiveThirtyEight na quinta-feira.
O presidente Donald Trump rejeitou a opinião do respeitado cientista e afirmou ao canal Fox News que "o Dr. Fauci é um homem bom, mas cometeu muitos erros".
Trump, que continua a minimizar o aumento de infecções por coronavírus, viajou para Miami, um dos focos da epidemia no país, nesta sexta, para incentivar um evento de arrecadação de fundos para sua campanha e participar de outros compromissos.

Source: EUA registram mais de 63 mil novos casos de coronavírus em 24 horas
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PEDIDOS DE ESQUEMAS E ARQUIVOS! / Re: Esquema philco PH20M91D
Última mensagem por naldonet - 12,Julho,2020,17:31:49pm
Luiz tente ver se consegue com 1 modelo próximo a este se te ajuda, este modelo é mosca branca provavelmente só a autorizada tem.
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PEDIDOS DE ESQUEMAS E ARQUIVOS! / Esquema philco PH20M91D
Última mensagem por luizferrari - 12,Julho,2020,09:37:08am
Ola a todos, sou novo no forum, estou precisando do esquema da TV Philco PH20M91D, se alguem puder me ajudar desde ja agradeço.
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LEIA SEMPRE AQUI! / Ativista LGBT é condenada por ...
Última mensagem por noticias - 12,Julho,2020,03:01:47am
Ativista LGBT é condenada por 'propaganda homossexual' na Rússia


   Ela foi condenada pela Justiça por postar em mídias sociais desenhos que violam a lei contra 'propaganda de relações sexuais não tradicionais com menores', adotada em 2013 e frequentemente usada para perseguir ativistas LGBT. Julia Tsvetkova em Komsomolsk, em 10 de julho de 2020
Stringer/Reuters
A Justiça da Rússia condenou uma ativista, nesta sexta-feira (10), a pagar uma multa por publicar desenhos de apoio à causa LGBT e que violam uma polêmica lei que criminaliza a "propaganda homossexual".
Julia Tsvetkova, de 27 anos, disse à AFP que foi multada em 75.000 rublos (cerca de US$ 1.100) por um tribunal em Komsomolsk, em Amur, no Extremo-Oriente, e que vai apelar da decisão.
Ela foi condenada pela Justiça por postar em mídias sociais desenhos que violam a lei contra "propaganda de relações sexuais não tradicionais com menores", adotada em 2013 e frequentemente usada para perseguir ativistas LGBT.
Corte europeia de direitos humanos condena a Rússia por lei que proíbe a "propaganda gay"
Segundo documentos encaminhados à AFP, uma das publicações é uma ilustração que mostra duas bonecas russas apaixonadas, de mãos dadas, sob um arco-íris.
Em outra publicação, vê-se a famosa Catedral de São Basílio em Moscou com a palavra LGBT. Outro desenho mostra duas famílias homossexuais sorridentes com seus filhos, com a mensagem: "Família é onde o amor está".
Desde novembro de 2019, Tsvetkova também é processada por "difusão de pornografia" por desenhos e esculturas que representam vaginas. Até março de 2020, estava em prisão domiciliar em relação a este caso.

Source: Ativista LGBT é condenada por 'propaganda homossexual' na Rússia
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LEIA SEMPRE AQUI! / O que é o 'Lincoln Project', g...
Última mensagem por noticias - 11,Julho,2020,12:00:18pm
O que é o 'Lincoln Project', grupo de republicanos que tenta impedir a reeleição de Trump


   Grupo, que apoia Joe Biden para presidência dos EUA, reúne estrategistas republicanos insatisfeitos com rumo de partido sob comando de Donald Trump. 'Lincoln Project' é formado por republicanos insatisfeitos com o rumo que o partido tomou sob o comando de Trump
Reprodução Facebook/ BBC
Entre os apoiadores do democrata Joe Biden na corrida pela Casa Branca, um grupo em especial tem se destacado entre os desafetos do presidente Donald Trump. Formado por estrategistas republicanos insatisfeitos com o rumo que o partido tomou sob o comando de Trump, o Lincoln Project tem a missão declarada de impedir sua reeleição e vem ganhando atenção com uma série de anúncios criticando o presidente americano.
Veiculados muitas vezes nos intervalos dos programas de TV preferidos de Trump, esses anúncios parecem ter como objetivo não apenas convencer outros republicanos a apoiar Biden mas, principalmente, irritar o presidente e provocar uma resposta. E os esforços têm dado resultado.
Em um dos vídeos mais comentados, divulgado em maio, o grupo transformou o famoso slogan "Morning in America" ("Manhã na América"), usado na campanha de reeleição de Ronald Reagan em 1984 para projetar otimismo com a situação do país, em "Mourning in America" ("Luto na América"), ao criticar a resposta do governo federal à pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.
Diante de imagens de ruas desertas, prédios em ruínas, pessoas em longas filas e em corredores de hospital e uma bandeira americana de cabeça para baixo, o narrador diz que Trump ignorou o "vírus mortal" e que a economia está "em frangalhos".
"Sob a liderança de Donald Trump, nosso país está mais fraco, mais doente e mais pobre", afirma o narrador. "E, agora, os americanos se perguntam: se tivermos outros quatro anos disto, ainda existirá uma América?"
A divulgação do vídeo provocou reação imediata de Trump, que disparou uma série de tuítes, no meio da madrugada, chamando os membros do grupo de "perdedores" e de "RINO (sigla em inglês para "republicanos só no nome") que fracassaram terrivelmente 12 anos atrás, e novamente oito anos atrás, e então foram seriamente derrotados por mim, um estreante na política, quatro anos atrás".
O ataque de Trump serviu para alavancar a popularidade do Lincoln Project e impulsionar a arrecadação de doações para o grupo. O vídeo já teve mais de 30 milhões de visualizações, e o perfil do grupo no Twitter tem mais de 1,3 milhão de seguidores. Calcula-se que tenha arrecadado mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões) em decorrência dos tuítes do presidente.
"Nós agradecemos a ele por toda a publicidade gratuita que tem dado ao nosso movimento e aos nossos esforços", disse o estrategista político Reed Galen, um dos fundadores do grupo, em artigo publicado pela rede NBC. "Mas sua incapacidade de se controlar ilustra ainda mais sua inaptidão para o cargo."
Imagem de arquivo mostra o presidente dos EUA, Donald Trump, durante o evento 'Diálogo nacional sobre reabertura segura das escolas americanas' na Casa Branca, em Washington
Alex Brandon/AP
Missão de 'derrotar o trumpismo'
Criado em dezembro do ano passado, o Lincoln Project é um chamado "super PAC" (sigla em inglês para Comitê de Ação Política). Essas organizações não são ligadas oficialmente a nenhum candidato ou partido, mas podem arrecadar quantidade ilimitada de fundos e fazer campanhas a favor ou contra candidatos ou causas.
Os fundadores do Lincoln Project são conservadores conhecidos por suas posições anti-Trump, muitos deles veteranos de campanhas de candidatos republicanos. Fazem parte do grupo nomes como Steve Schmidt, que trabalhou para George W. Bush e coordenou a campanha presidencial do senador John McCain em 2008; John Weaver, que trabalhou para McCain, George H.W. Bush e na campanha presidencial de John Kasich em 2016; e o consultor Rick Wilson, também veterano de várias campanhas republicanas  e autor de um livro intitulado Everything Trump Touches Dies ("Tudo o que Trump toca Morre").   
Outro fundador, o advogado George Conway, é casado com Kellyanne Conway, uma das principais assessoras da Casa Branca, e é tanto crítico quanto alvo constante de Trump.
"Eu não sei o que Kellyanne fez para o louco perdedor do seu marido, Cara de Lua, mas deve ter sido muito grave", tuitou o presidente ainda em resposta ao vídeo do grupo, em maio.
Imagem de arquivo mostra ex-vice-presidente e pré-candidato democrata Joe Biden, durante comício em Columbus, Ohio, nos EUA
AP Photo/Paul Vernon
Na visão dos integrantes do Lincoln Project, Trump e seus apoiadores estão arruinando o Partido Republicano e os Estados Unidos. Em seu site, o grupo declara que tem como missão "derrotar o presidente Donald Trump e o trumpismo nas urnas".
"Trump e seus facilitadores abandonaram o conservadorismo e os antigos princípios republicanos e os substituíram pelo trumpismo, uma fé vazia liderada por um falso profeta", escreveram em um manifesto publicado no jornal "The New York Times" em dezembro para anunciar a criação do grupo.
Eles afirmam que, apesar de continuarem sendo conservadores e de terem diferenças políticas com os democratas, irão trabalhar para convencer republicanos insatisfeitos e independentes com inclinação republicana a ajudar a impedir que Trump vença as eleições de novembro, "mesmo que isso signifique o controle democrata do Senado e aumentar a maioria democrata na Câmara".
Em um momento em que os Estados Unidos enfrentam uma profunda divisão política, o nome do grupo é uma homenagem a Abraham Lincoln, o primeiro presidente republicano, que governou o país de 1861 a 1865 e lutou para reunificar a nação após a Guerra Civil.
"Nós olhamos para Lincoln como nosso guia e inspiração. Ele entendeu a necessidade de não apenas salvar a União, mas também de voltar a integrar a nação espiritualmente e politicamente", afirmam.
Diferenças entre 2016 e 2020
Os republicanos do Lincoln Project não são os únicos que estão arrecadando e investindo dinheiro para evitar um segundo mandato de Trump.
Assim como ocorreu na eleição de 2016, também neste ano há outros grupos anti-Trump dentro do partido do presidente, entre eles o Republican Voters Against Trump (Eleitores Republicanos Contra Trump) e o 43 Alumni for Biden (que reúne membros do governo de George W. Bush, o 43º presidente americano, número ao qual o título do grupo se refere).
Recentemente, vários nomes importantes do Partido Republicano, como o senador Mitt Romney, que foi candidato à Presidência em 2012, indicaram que não vão apoiar Trump na eleição de novembro. Bush, segundo a imprensa americana, também confidenciou que não vai apoiar Trump. Outros, como o ex-secretário de Estado Colin Powell, foram mais longe e anunciaram abertamente que irão votar no candidato do partido rival, Biden.
Apesar de muitos republicanos de destaque já terem se posicionado contra Trump em 2016, analistas observam que a situação agora é diferente. Se em 2016 a eleição era uma escolha entre dois candidatos, neste ano é encarada como um referendo sobre o desempenho de Trump na Casa Branca.
"Antes, o movimento anti-Trump era baseado em medo do que poderia acontecer", diz à BBC News Brasil o cientista político Todd Belt, professor da Universidade George Washington, em Washington.
"Agora, é baseado no que já aconteceu. Nós já tivemos três anos e meio de governo Trump. Já vimos sua atuação como presidente", afirma.
Belt ressalta que o movimento atual é mais organizado estruturalmente e financeiramente do que as iniciativas surgidas em 2016, quando muitos não acreditavam que Trump pudesse ser vitorioso.
Vídeos com mesmas 'armas' usadas por Trump
Em 20 de junho, presidente Donald Trump discursa no BOK Center, em Tulsa (Oklahoma)
Sue Ogrocki / AP Photo
Dentro desse movimento, o Lincoln Project se destaca não apenas pela popularidade, mas também pela organização. Além dos esforços contra Trump, o grupo tem investido em disputas no Senado, criticando senadores que considera muito submissos ao presidente e apoiando alguns candidatos democratas contra republicanos que buscam a reeleição.
Entre os alvos estão o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, e senadores considerados vulneráveis nesta eleição, como Susan Collins, do Maine, Cory Gardner, do Colorado, e Thom Tillis, da Carolina do Norte. Essa postura garantiu ao grupo acusações dentro do Partido Republicano de que na verdade teriam deixado de ser apenas republicanos insatisfeitos e se transformado em democratas de fato.
Recentemente, o super PAC Club for Growth, que apoia Trump, divulgou um anúncio no qual diz que os fundadores do Lincoln Project "zombam dos americanos" (apoiadores do presidente), fracassaram nas campanhas presidenciais de McCain e Romney e, depois de verem suas carreiras destruídas, formaram "um PAC democrata" e um "esquema para enriquecer".
Mas, quanto maior a reação do presidente e de seus apoiadores, mais publicidade o grupo ganha. Em seus vídeos, o Lincoln Project usa contra Trump as mesmas "armas" e o mesmo tipo de linguagem que o presidente costuma empregar para atacar e zombar de seus adversários.
Alguns dos anúncios são focados em temas como a crise econômica e críticas à resposta de Trump aos protestos antirracismo desencadeados pela morte de um homem negro (George Floyd) sob custódia de um policial branco e à pandemia de Covid-19, que já infectou mais de 3 milhões de americanos e deixou mais de 130 mil mortos.
Outros, porém, ridicularizam o presidente. Um vídeo intitulado "Trump não está bem" mostra imagens do presidente com dificuldade para descer uma rampa ou segurando um copo de água com as duas mãos enquanto a narração diz: "Há algo de errado com Donald Trump" e fala que ele está "instável e fraco, com dificuldade para falar e andar".
Após um comício na cidade de Tulsa que teve público bem menor do que o esperado, o grupo divulgou um vídeo com imagens das arquibancadas quase vazias e uma voz feminina que diz: "Você provavelmente já ouviu isso antes, mas era menor do que esperávamos", enquanto a câmera foca nas mãos de Trump. "Triste, fraco, baixa energia. Assim como sua presidência. Assim como você."
Capacidade de convencer eleitores
Os esforços do Lincoln Project chegam em um momento em que pesquisas de intenção de voto mostram Trump atrás de Biden mesmo em alguns Estados historicamente conservadores. Mas críticos questionam a capacidade do grupo de persuadir novos eleitores e afirmam que seus vídeos só atingem o público que já é crítico do presidente e já planeja votar em Biden de qualquer maneira.
Alguns críticos salientam que, apesar dos vídeos que viralizam nas redes sociais, os investimentos do grupo em publicidade ainda ficam bem abaixo dos de outros super PACs que apoiam Biden. Até o fim de março, o Lincoln Project havia arrecadado cerca de US$ 2,6 milhões (aproximadamente R$ 13,8 milhões).
Em maio, a organização sem fins lucrativos Center for Responsive Politics, que rastreia contribuições de campanha, publicou a informação de que quase todo o montante de US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 7,4 milhões) gasto pelo Lincoln Project no primeiro trimestre foi para empresas ligadas aos seus membros.
Analistas lembram ainda que o apoio do Partido Republicano a Trump continua sólido, com muito mais nomes importantes defendendo o presidente publicamente do que o criticando. Pesquisas de opinião indicam que, nos Estados decisivos, mais de 85% dos eleitores que votaram em Trump em 2016 pretendem votar nele novamente neste ano.
Para Belt, da Universidade George Washington, mesmo que o Lincoln Project só tenha impacto em eleitores que já estão convencidos a votar em Biden, o grupo pode ajudar a manter a base de apoio do democrata mobilizada durante a campanha, especialmente em um momento em que a pandemia dificulta a realização de eventos públicos.
Belt ressalta que, com grupos como o Lincoln Project divulgando anúncios negativos sobre Trump, Biden não precisa se dedicar a esse tipo de propaganda e pode se concentrar em passar uma mensagem positiva, salientando motivos para votar nele, e não razões para não votar no adversário.
O cientista político observa ainda que, além de manter sua base mobilizada, em uma campanha também é importante desmobilizar o lado oposto. "O que fizerem para esvaziar um pouco do entusiasmo por Trump pode ajudar (Biden), especialmente nos Estados decisivos", afirma. "Eles são implacáveis. E isso realmente incomoda Trump."

Source: O que é o 'Lincoln Project', grupo de republicanos que tenta impedir a reeleição de Trump
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LEIA SEMPRE AQUI! / ONU alerta que coronavírus dei...
Última mensagem por noticias - 10,Julho,2020,20:40:50pm
ONU alerta que coronavírus deixará 45 milhões de novos pobres na América Latina


   Mulheres, indígenas, negros, imigrantes e refugiados são desproporcionalmente afetados pela pandemia, segundo a organização. Um menino carrega um pedaço de alumínio perto de pequenas casas feitas de barro, paus e folhas de alumínio criadas em um terreno baldio e onde famílias estão se instalando por não podem mais pagar aluguel no município de Sucre, perto de Caracas, na Venezuela, em junho de 2020
Manaure Quintero/Reuters
Cerca de 45 milhões de pessoas cairão da classe média para a pobreza na América Latina e no Caribe, a região mais desigual do mundo, devido à pandemia de coronavírus, alertou o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, nesta quinta-feira (9).
"Em um contexto em que já existem grandes desigualdades, altos níveis de trabalho informal e serviços de saúde fragmentados, as populações e pessoas mais vulneráveis são mais uma vez as mais afetadas", disse Guterres em uma mensagem de vídeo, transmitindo um relatório detalhando dos efeitos devastadores do vírus na região.
Epicentro da pandemia, a América Latina e o Caribe já registram mais de três milhões de casos confirmados e mais de 140 mil mortes, principalmente no Brasil, no México, no Peru e no Chile.
A ONU estima que a queda do PIB regional este ano será de 9,1%, a maior em um século.
Mulher recebe alimentos distribuídos pela organização não governamental Central Única das Favelas (CUFA), que disponibiliza ajuda para famílias pobres em meio ao surto de doença por coronavírus (Covid-19) na favela de Heliópolis, em São Paulo
Amanda Perobelli/Reuters
"Risco de fome"
A organização prevê que, após a pandemia, a taxa de pobreza aumentará 7% em 2020, um aumento de 45 milhões de pessoas, com o qual o número total de pobreza e extrema pobreza na região aumentará para 230 milhões (37,2% da população).
A organização estima que a pobreza extrema crescerá 4,5%, cerca de 28 milhões de pessoas, para afetar um total de 96 milhões (15,5% da população) que estão "em risco de fome", disse Alicia Bárcena, secretária executiva da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Fome pode aumentar 269% na América Latina com pandemia, diz ONU
A pobreza cresce, em parte, devido à aguda crise econômica causada pelo aumento do desemprego como resultado da desaceleração da economia devido à Covid-19.
Cerca de 80% da população da região vive em cidades, milhões delas superlotadas, sem acesso a água potável e serviços de saúde.
A ONU acredita que o desemprego aumentará de 8,1% no ano passado para 13,5%, o que significaria que a região teria mais de 44 milhões de desempregados este ano, cerca de 18 milhões a mais que em 2019.
A extrema pobreza na América Latina
Mulheres, indígenas, negros, imigrantes e refugiados são desproporcionalmente afetados pela pandemia, segundo a ONU.
Aproximadamente 170 milhões de crianças e adolescentes da região cujas escolas fecharam e não têm acesso total à internet encontram-se, segundo Bárcena, em um "fosso digital".
Após a pandemia, a diferença entre ricos e pobres se aprofundará ainda mais, especialmente nos maiores países, Brasil e México, disse.
Para Guterres, os níveis de desigualdade são "insustentáveis".
"Para melhor reconstruir, é necessário transformar o modelo de desenvolvimento da América Latina e do Caribe", afirmou o chefe da ONU. "Isso implica em criar sistemas tributários mais justos, promover a criação de empregos decentes, fortalecer a sustentabilidade ambiental e reforçar os mecanismos de proteção social", explicou.
Pessoas usando máscaras protetoras fazem fila para receber doações de botijões de gás de cozinha na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro
Pilar Olivares/Reuters
Ajuda
As exportações da América Latina e do Caribe cairão 20%, assim como a chegada de remessas de imigrantes que trabalham no exterior, segundo a ONU.
"No caso da América Latina e do Caribe, a comunidade internacional deve fornecer liquidez, assistência financeira e medidas de alívio da dívida", afirmou Guterres.
O relatório pede aos governos que façam mais para reduzir a pobreza, a insegurança alimentar e a desnutrição, por exemplo, por meio de uma renda básica para emergências e alívio da fome que equivale à linha nacional de pobreza.
A ONU estima que o custo desses pagamentos aos pobres por seis meses representaria 1,9% do PIB regional.

Source: ONU alerta que coronavírus deixará 45 milhões de novos pobres na América Latina
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FÓRUM GERAL / MOVIDO: Home theater Philips 3...
Última mensagem por marcosbr - 09,Julho,2020,21:45:53pm
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