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Última mensagem por noticias - Ontem at 17:00
Salman Rushdie: representante do Hezbollah afirma que grupo 'não sabe nada' sobre ataque a escritor


   'Não sabemos nada sobre esse assunto, então não comentaremos', disse um representante do grupo armado à agência de notícias Reuters. Suspeito do ataque foi acusado de tentativa de homicídio, informou o procurador-geral do condado de Chautauqua, neste sábado (13). Salman Rushdie é atacado por homem nos EUA
Um representante do grupo armado libanês Hezbollah, que é apoiado pelo Irã, afirmou neste sábado (13) que o grupo não tem informações sobre o motivo do ataque com faca contra o escritor britânico Salman Rushdie.
"Não sabemos nada sobre esse assunto, então não comentaremos", disse um representante do grupo à agência de notícias Reuters, falando sob condição de anonimato.
Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York
O Hezbollah é apoiado pelo Irã. Em 14 de fevereiro de 1989, o aiatolá Ruhollah Khomeini, o primeiro líder supremo do país, publicou uma fatwa (determinação jurídica islâmica) em que pedia a morte de Rushdie.
Fatwas são determinações legais da lei islâmica, emitidas por uma pessoa com autoridade e que foi provocada —ou seja, é como um juiz na Justiça comum: alguém que tem autoridade para decidir questões que chegam a ele, mas não pode protocolar um processo e também tomar a decisão.
Salman Rushdie é autor de doze romances e diversos ensaios
BRIAN SNYDER/REUTERS/via BBC
Autor do atentado foi detido e acusado de tentativa de homicídio
O autor do ataque foi detido por policiais que estavam no evento e está preso. Ele se chama Hadi Matar, tem 24 anos e é de Nova Jersey. 
Em um comunicado divulgado neste sábado (13), o Gabinete do Procurador Distrital de Chautauqua, no Estado de Nova York, informou que Matar foi acusado por tentativa de homicídio e agressão
"O indivíduo responsável pelo ataque de ontem, Hadi Mattar, foi formalmente acusado de tentativa de homicídio em segundo grau e agressão em segundo grau", disse o promotor distrital do condado de Chautauqua, Jason Schmidt.
"Ele foi indiciado por essas acusações na noite passada e detido sem fiança", acrescentou o comunicado.
Na sexta-feira (12), a polícia disse em entrevista coletiva que não estabeleceu ainda a motivação do crime.
Matar é originalmente libanês e sua família é da cidade de Yaroun, no sul do Líbano, disse o prefeito de Yaroun, Ali Tehfe, à agência Reuters.
Tehfe disse também que os pais emigraram para os Estados Unidos e Matar nasceu e foi criado lá.
Quando perguntado se Matar ou seus pais eram afiliados ou apoiavam o Hezbollah, Tehfe disse que não tinha "nenhuma informação" sobre as opiniões políticas dos pais ou de Matar enquanto viviam no exterior.

Source: Salman Rushdie: representante do Hezbollah afirma que grupo 'não sabe nada' sobre ataque a escritor
#2
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Última mensagem por noticias - 14, Agosto, 2022, 17:00
Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York


   Escritor britânico de 75 anos foi atacado no palco antes de uma palestra nos Estados Unidos — Rushdie sofria ameaças de morte há 30 anos, desde que o governo do Irã anunciou uma recompensa para quem o matasse. Salman Rushdie é autor de doze romances e diversos ensaios
BRIAN SNYDER/REUTERS/via BBC
Vítima de um ataque com faca em Nova York, nos EUA, nesta sexta-feira (12), o escritor britânico Salman Rushdie, de 75 anos, era ameaçado de morte pelo Irã desde 1989.
Segundo agências de notícias, Sir Rushdie se preparava para dar uma palestra quando um homem invadiu o palco e o atacou — não está claro se o ataque foi a socos ou com uma faca. O autor do ataque foi contido logo em seguida por pessoas no local e depois preso pela polícia.
Quem é Salman Rushdie?
Uma foto publicada pela Associated Press mostra Rushdie caído no chão com pessoas em volta o ajudando. Um pronunciamento da polícia de Nova York disse que aparentemente ele sofreu um ferimento a faca no pescoço.
Salman Rushdie é atacado por homem nos EUA
Britânico nascido na Índia ainda sob controle dos ingleses, Rushdie é um escritor de ficção muito respeitado, com doze romances publicados em diversos países — incluindo no Brasil. Seus livros costumam ter personagens vivendo em contextos históricos específicos e o tratamento dado pelo autor a temas políticos e religiosos sensíveis fez com que ele se tornasse alvo de controvérsias.
Uma da suas principais obras, o livro "Os Versos Satânicos" (Companhia das Letras), publicado em 1988, foi especialmente polêmica por ter um personagem inspirado no profeta Maomé retratado de forma considerada ofensiva por líderes da comunidade muçulmana.
Salman Rushdie em 2015, durante uma entrevista
Eloy Alonso/Reuters
No ano seguinte à publicação, o então líder do Irã, aiatolá Khomeini, condenou o livro e ofereceu uma recompensa de milhões de dólares pela morte de Rushdie — que sofreu uma tentativa de homicídio no mesmo ano. O autor então precisou se esconder sob a proteção da Scotland Yard, mas continuou escrevendo.
Ele publicou livros como O último suspiro do mouro (1995), Fúria (2001) e A Feiticeira de Florença (2008) e diversos ensaios sobre temas sociais e políticos. Também são de sua autoria os livros Os filhos da Meia Noite e Vergonha, anteriores à ameaça de morte.
Em 1998, o governo do Irã disse que não tinha mais a intenção de perseguir Rushdie, mas ele continuou sofrendo ameaças de extremistas muçulmanos.
Salman Rushdie em junho de 2018, durante palestra
Carsten Bundgaard/Ritzau Scanpix/Reuters
Em 2007, o escritor recebeu o título de cavaleiro da Coroa Britânica por suas contibuições à literatura, se tornando Sir Salman Rushdie.
Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62523990

Source: Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York
#3
AREA DOS AMIGOS! / Dia dos pais e dos filhos!
Última mensagem por marcosbr - 13, Agosto, 2022, 21:59
Dia dos "pais" é subjetivo.
O verdadeiro pai é uma mãe de barba!  :ami9:
Se você lê a bíblia... Preste atenção que ela não cita "pais" (o que seria pai e mãe).
Quase todas as citações são bem claras: Honrar pai e mãe.
Independente disto, eu sempre lembro um costume antigo que infelizmente esta praticamente extinto!
O mundo precisa de bençãos e não maldição!
Que Deus abençoe todos os pais ( filhos também)!





Não é um ID de anexo válido.
#4
LEIA SEMPRE AQUI! / Como 'a mulher mais rica da Ás...
Última mensagem por noticias - 13, Agosto, 2022, 17:00
Como 'a mulher mais rica da Ásia' perdeu metade de sua fortuna em 1 ano


   Com apenas 41 anos, ela não é somente a mulher mais rica da China, mas também de toda a Ásia. Yang Huiyan (no centro), tida como a mulher mais rica da Ásia
Alamy via BBC
Há anos, a fortuna dela tem sido o centro das manchetes, comentários e cálculos além da China.
Yang Huiyan, de apenas 41 anos, não é apenas a mulher com maior fortuna naquele país, mas também a mais rica de toda a Ásia.
Desde que herdou um império imobiliário de seu pai há mais de uma década, sua riqueza continuou a crescer. Mas as coisas mudaram em 2022: no ano passado, sofreu um verdadeiro declínio. Segundo cálculos do Bloomberg Billionaires Index, Yang viu seu patrimônio líquido cair mais de 52% no ano passado.
Em 2021, a Bloomberg estimou a fortuna da empresária em cerca de US$ 33,9 bilhões (cerca de R$ 173 bilhões), que caiu para cerca de US$ 16,1 bilhões (cerca de R$ 80 bilhões) nas estimativas de julho passado.
Analistas econômicos viram isso não apenas como um sinal sombrio do estado em que se encontra o mercado imobiliário da China, mas também como um grande alerta sobre o futuro da segunda maior economia do mundo.
É que o setor imobiliário do país apresentou sérios problemas com a queda dos preços da habitação, a diminuição da demanda de compradores e uma crise de inadimplência que afetou alguns grandes empreendedores imobiliários desde 2020.
A situação chegou a tal ponto que até alguns bancos ficaram sem dinheiro, o que causou protestos em algumas cidades do país asiático.
E enquanto Yang continua sendo a mulher mais rica da Ásia, sua posição começou a balançar.
De acordo com a Bloomberg, ela é seguida pela empresária de fibra química Fan Hongwei, que também possui ativos avaliados em cerca de US$ 16 bilhões.
Mas quem é Yang Huiyan e como ela conseguiu uma das maiores fortunas do mundo?
A herdeira
Nascida em 1981 em Shuntak, distrito da cidade de Foshan, na província de Cantão, no sul da China, Yang é filha de um dos homens mais ricos do país asiático: Yang Guoqiang.
Criada em uma das famílias mais poderosas da China, ela teve uma excelente educação e foi enviada para os Estados Unidos durante a juventude. Ela se formou em 2003 em Artes e Ciências pela Ohio State University.
Ao retornar à China, ela herdou de seu pai em 2007 a maioria das ações da Country Garden Holdings, a maior incorporadora imobiliária da China em vendas.
Fundada em 1992 em Cantão, a Country Garden Holdings se tornou um sucesso após seu IPO (sigla para Initial Public Offering, ou oferta pública inicial, o lançamento de acões na bolsa de valores) em Hong Kong e levantou cerca de US$ 1,6 bilhão, aproximadamente o mesmo que o Google após seu IPO nos EUA em 2004.
Embora conhecida por ficar fora dos olhos do público e por levar uma vida discreta, Yang é o centro de inúmeras manchetes dentro e fora da China.
Um dos casos mais notórios ocorreu em 2018, quando o vazamento de documentos legais conhecidos como "Os papéis do Chipre", mostrou que ela havia obtido a cidadania cipriota em 2018, apesar de a China não reconhecer a dupla nacionalidade.
Os problemas
Estudiosos do mercado chinês descrevem Yang como uma mulher criativa com visão de negócios.
Em junho do ano passado, o International Hospitality Institute a reconheceu em seu ranking das pessoas mais poderosas da indústria hoteleira global.
No entanto, seu negócio já começava a mostrar sinais de fraqueza.
É que a situação do mercado imobiliário no país se complicou desde 2020, não só por causa da pandemia de coronavírus, mas também porque as autoridades chinesas tentaram conter o endividamento excessivo no setor imobiliário. Isso deixou as grandes construtoras expostas a uma batalha para efetuar os pagamentos e as forçou a renegociar com seus credores.
A crise se agravou quando a Evergrande, empresa imobiliária mais endividada da China, deixou de pagar seus títulos em dólar no final de 2021, após meses de problemas de liquidez.
Gigante imobiliária chinesa Evergrande volta a suspender operações da Bolsa
Na esteira disso e até agora neste ano, vários outros grandes incorporadores, incluindo Kaisa e Shimao Group, também buscaram proteção dos credores.
A crise se agravou nas últimas semanas, depois de ter sido noticiada uma "greve de compradores", depois de milhares de pessoas terem deixado de pagar suas hipotecas devido a atrasos no início das obras de construção das casas. Com a demora da entrega das residências, os incorporadores não começaram a receber os pagamentos das hipotecas no tempo planejado.
Tudo isso levou a Country Garden, que se mantinha bem nos primeiros meses da pandemia, também a enfrentar um problema de liquidez, a ponto de em julho passado ter que vender ações com desconto de quase 13% para captar recursos.
E o cenário de longo prazo não parece positivo para Yang, para a fortuna dela ou para a empresa que representa.
Em um relatório de julho passado, a agência de classificação de risco S&P estimou que as vendas de imóveis na China poderiam cair em um terço este ano devido a greves de hipotecas, movimento coletivo em que compradores resolveram suspender o pagamento de hipotecas de imóveis cuja construção não cumprisse o cronograma de entrega.
Enquanto isso, a Capital Economics, uma empresa independente de pesquisa econômica com sede em Londres, previu que "sem vendas, muitos outros incorporadores entrarão em colapso, o que é uma ameaça financeira e econômica" para a China.
- Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62512753

Source: Como 'a mulher mais rica da Ásia' perdeu metade de sua fortuna em 1 ano
#5
LEIA SEMPRE AQUI! / Guerra na Ucrânia: as imagens ...
Última mensagem por noticias - 12, Agosto, 2022, 15:01
Guerra na Ucrânia: as imagens de satélite que mostram estrago de possível ataque aéreo a base russa na Crimeia


   Imagens de satélite mostram vários aviões de guerra russos destruídos e outros danos em uma base aérea da Crimeia após explosões no início desta semana. Fortes explosões são vistas em base militar russa na Crimeia
Reuters/Stringer
A base de Saky, no oeste da Crimeia, controlada pela Rússia, parece ter sido atacada na terça-feira, resultando na morte de uma pessoa.
A Ucrânia não reivindicou a responsabilidade pelo ato — mas há evidências de que se trata de um ataque.
As imagens da Planet Labs, empresa americana que faz mapas e observa imagens aéreas, mostram grandes áreas de terra queimada por incêndios que eclodiram depois das explosões.
As pistas principais da base parecem estar intactas, mas pelo menos oito aeronaves parecem estar danificadas e destruídas, com várias crateras claramente visíveis.
A maioria delas está em uma área específica da base com grande número de aviões estacionados ao ar livre — longe da proteção dos hangares.
Antes e depois das imagens de satélite:
A base aérea Saky em 9 de agosto, antes das explosões
PLANET LABS PBC/via BBC
A base aérea de Saky em 10 de agosto, depois das explosões. Vários aviões de guerra danificados são visíveis
PLANET LABS PBC/via BBC
As imagens de antes e depois do ocorrido, feitas pela Planet Labs, são a primeira confirmação independente de que a base pode ter sido danificada. Até agora, havia poucos detalhes sobre a extensão do impacto das explosões.
Mas ainda não está claro como a base foi danificada ou por quê.
A Rússia insiste que as explosões foram causadas por munição explodindo em uma loja por causa do desrespeito às regras de segurança contra incêndio.
A Ucrânia não assumiu a responsabilidade pelo ato — e seu ministro da Defesa sugeriu que soldados russos podem ter causado o dano sem querer.
"Eu acho que os militares russos nesta base aérea quebraram uma regra muito simples: não fume em lugares perigosos", disse Oleksiy Reznikov. "Foi isso."
A Força Aérea da Ucrânia disse que cerca de uma dúzia de aviões de guerra russos foram destruídos, embora a Rússia tenha negado que qualquer aeronave tenha sido danificada. Essas novas imagens sugerem que isso não é verdade.
O ministro da Defesa do Reino Unido, Ben Wallace, sugeriu que o fato de haver duas explosões distintas indica que se trata de um ataque e não de um acidente, o que tornaria a negativa de ambos os lados como parte de uma tática de desinformação, típica em confrontos militares.
Wallace também defendeu o direito da Ucrânia de atacar a Crimeia. "É absolutamente legítimo que a Ucrânia use força letal, se necessário... para recuperar não apenas seu território, mas também repelir seu invasor", disse ele à BBC.
Qualquer ataque da Ucrânia dentro da Crimeia seria visto como uma escalada da guerra. A Rússia fez um alerta no mês passado. O ex-presidente Dmitry Medvedev disse que "o Dia do Julgamento virá instantaneamente" se a Ucrânia atacar a Crimeia.
A Crimeia é reconhecida internacionalmente como parte da Ucrânia — mas a península do Mar Negro foi anexada pela Rússia em 2014. Muitos ucranianos veem isso como o início da guerra com a Rússia.
Após as explosões de terça-feira, o presidente Volodymyr Zelensky falou em seu discurso noturno sobre a Crimeia e sugeriu que a Ucrânia deve retomar a península antes que a guerra termine.
A Rússia anexou a Crimeia em março de 2014, depois que o território — que tem maioria de língua russa — votou para se juntar à Rússia em um referendo que a comunidade global considera ilegal.
A votação foi organizada às pressas depois que tropas russas não identificadas assumiram o controle de vários locais estratégicos ao redor da península.
A anexação da Rússia ocorreu depois que o presidente da Ucrânia, apoiado pela Rússia, foi deposto após meses de protestos pró-europeus.
Em 24 de fevereiro deste ano — oito anos após a anexação da Crimeia — Moscou lançou uma invasão em grande escala da Ucrânia, usando a Crimeia como plataforma para mover as tropas russas para dentro do território ucraniano.

Source: Guerra na Ucrânia: as imagens de satélite que mostram estrago de possível ataque aéreo a base russa na Crimeia
#6
LEIA SEMPRE AQUI! / Ex-funcionário do Twitter é de...
Última mensagem por noticias - 11, Agosto, 2022, 13:01
Ex-funcionário do Twitter é declarado culpado de espionar para Arábia Saudita


   Pena pode ser entre 10 e 20 anos por atuar para um governo estrangeiro, lavagem de dinheiro, fraude e falsificação de documentos Ex-funcionário do Twitter é declarado culpado de espionar para Arábia Saudita
AP
Um ex-funcionário do Twitter foi considerado culpado nesta terça-feira (9) de ter espionado usuários da rede social para a Arábia Saudita, que queria saber a identidade de críticos do regime e da família real.
Um júri em um tribunal de São Francisco considerou que Ahmad Abouammo vendeu informações pessoais de usuários anônimos a Riad por dezenas de milhares de dólares.
O homem pode ser condenado a entre 10 e 20 anos de prisão por atuar para um governo estrangeiro, lavagem de dinheiro, fraude e falsificação de documentos. Sua sentença será definida posteriormente.
"As evidências mostraram que, por dinheiro e enquanto pensava fazê-lo de modo oculto, o réu vendeu sua posição" para uma pessoa próxima à família real da Arábia Saudita, disse o promotor federal Colin Sampson ao júri na semana passada, após duas semanas de julgamento.
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Ahmad Abouammo foi preso em Seattle em novembro de 2019 por um caso de espionagem que teve início em 2014 e tem ainda outro acusado, o saudita Ali Alzabarah, também ex-funcionário do Twitter, que fugiu dos EUA.
Segundo a advogada de Abouammo, Angela Chuang, seu cliente foi julgado no lugar de Alzabarah. "É evidente que os réus que o governo buscava não estão aqui", declarou.
O Twitter comunicou à AFP que não deseja comentar o veredicto.
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Source: Ex-funcionário do Twitter é declarado culpado de espionar para Arábia Saudita
#7
LEIA SEMPRE AQUI! / Prefeito de Nagasaki alerta pa...
Última mensagem por noticias - 10, Agosto, 2022, 11:00
Prefeito de Nagasaki alerta para ameaça no aniversário de ataque da bomba atômica


   Bombardeio, que deixou 74 mil mortos, completa 77 anos. Armas nucleares são ameaça 'tangível e atual', diz líder local.  Em 6 e 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão
Getty Images via BBC
As armas nucleares apresentam uma "crise tangível e atual" após a invasão da Ucrânia, advertiu nesta terça-feira (9) o prefeito de Nagasaki, ao recordar o 77º aniversário do ataque com bomba atômica que destruiu a cidade japonesa.
"O uso de armas nucleares não é um medo infundado, e sim uma crise tangível presente", declarou o prefeito Tomihisa Taue ao advertir que podem ser utilizadas por uma decisão ruim, uma falha ou ataques terroristas.
Em 9 de agosto de 1945, Nagasaki virou um inferno que deixou 74.000 mortos ao receber o impacto de uma bomba atômica três dias após o ataque contra Hiroshima.
Os dois ataques americanos levaram ao fim da Segunda Guerra Mundial. Até hoje o Japão é o único país que foi atacado por armas nucleares.
Mas Taue alertou nesta terça-feira que o país pode não ser o último.
"Em janeiro deste ano, os líderes dos Estrados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China divulgaram uma declaração conjunta afirmando que 'uma guerra nuclear não pode ser vencida e nunca deve ser travada'", recordou.
"Porém, um mês depois a Rússia invadiu a Ucrânia. O uso de armas nucleares foi ameaçado, o que provocou calafrios em todo o mundo", acrescentou.
Homenagens
Moradores de Nagasaki prestam homenagem às vítimas da bomba atômica lançada na cidade há exatos 77 anos, em 9 de agosto de 2022.
Kyodo News via AP
Sobreviventes e autoridades estrangeiras se uniram a centenas de pessoas para uma oração silenciosa às 11h02 (23h02 no horário de Brasília), horário em que a bomba foi lançada contra a cidade portuária.
Sinos tocaram e pombas foram soltas durante a cerimônia no Parque da Paz de Nagasaki, onde água purificada foi oferecida em um ritual que homenageia as vítimas que morreram vítimas de queimaduras e outros ferimentos.
O primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, participa de cerimônia pelos 77 anos do bombardeio à cidade de Nagasaki, no Japão, em 9 de agosto de 2022.
Kyodo News via AP
Em vez de travar guerras, a humanidade deveria organizar "uma cultura de paz que promova a confiança, o respeito aos outros e que busque soluções por meio do diálogo", disse Taue.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, também fez um alerta sobre o perigo do desastre nuclear ao recordar no sábado o aniversário do ataque a Hiroshima, que deixou quase 140.000 mortos.
Ele advertiu que "a humanidade está brincando com uma pistola carregada" diante da proliferação de crises com potencial para provocar um desastre nuclear.
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Source: Prefeito de Nagasaki alerta para ameaça no aniversário de ataque da bomba atômica
#8
LEIA SEMPRE AQUI! / A 'revolta da bandeira do urso...
Última mensagem por noticias - 09, Agosto, 2022, 09:00
A 'revolta da bandeira do urso', rebelião que fez o México perder a Califórnia para sempre


   Há 176 anos, na praça de Sonoma, ao norte de San Francisco, colonos americanos se rebelaram contra a autoridade mexicana e declararam a Califórnia uma nação independente. A República da Califórnia, que existiu por apenas 25 dias em 1846, lançou as bases para a entrada deste território nos EUA
Getty Images via BBC
Foi um episódio efêmero na história americana — mas teve um alcance maior do que qualquer pessoa na época poderia imaginar.
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A República da Califórnia, que existiu por apenas 25 dias entre junho e julho de 1846, lançou as bases para a entrada deste território nos Estados Unidos.
Mas seu legado mais visível é a atual bandeira oficial do estado, que tremula onipresente e é reproduzida em cartões postais, camisetas, canecas e outros artigos promocionais.
É provável que você a reconheça: sobre um fundo branco, seu motivo central é um urso-cinzento — o Ursus arctos horribilis, uma subespécie de urso-pardo que desapareceu destas bandas há anos e hoje só é encontrada em áreas do noroeste dos Estados Unidos, Canadá e Península de Kamchatka (Sibéria) — caminhando sobre um gramado verde, com uma estrela vermelha no alto.
Na parte inferior, acima de uma faixa vermelha, está escrito com uma fonte sem serifa California Republic.
Broches com a bandeira da Califórnia
Getty Images via BBC
A bandeira é uma homenagem à que foi hasteada há 176 anos na praça de Sonoma, um povoado — hoje uma cidade — ao norte de San Francisco, por colonos americanos de origem europeia que se revoltaram contra o governo do México, ao qual pertencia na época este território chamado Alta Califórnia.
Foi justamente por causa da bandeira rebelde que o episódio ficou conhecido como Revolta da Bandeira do Urso.
Mas os especialistas concordam que sua origem começou a tomar forma no território vizinho: o Texas.
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O precedente do Texas
Em meados do século 19, o México controlava vastas extensões no que hoje é o sudoeste dos Estados Unidos.
Profundamente desgastado e empobrecido pelos 11 anos de guerra que levaram à sua independência, e com o objetivo de melhorar sua economia, o governo mexicano promoveu a colonização destes territórios, incluindo a Califórnia, Novo México e Texas.
Para isso, permitiu vender quantidades de terra a um preço baixo, a crédito e com isenção de impostos e taxas alfandegárias por cinco anos a qualquer estrangeiro que quisesse se tornar cidadão mexicano e concordasse em cumprir as leis mexicanas.
Ilustração mostra parte das Américas
Getty Images via BBC
Como consequência, um grande número de pessoas provenientes de outros países se estabeleceram nas planícies férteis do Texas e se tornaram cidadãos legais, incluindo um monte de americanos. Segundo relatos do general Manuel Mier y Terán, que mais tarde se tornou um insurgente, para cada mexicano havia na época oito falantes de inglês.
As tensões cada vez mais acentuadas entre a população levaram, em 1835, a uma rebelião separatista da qual nasceu a República do Texas, uma nação independente liderada por colonos que durou até 1845, quando o Congresso dos EUA votou para anexá-la à União.
Em janeiro do ano seguinte, o presidente James K. Polk autorizaria o general Zacarias Taylor a avançar com suas tropas em direção ao Rio Bravo (conhecido como Rio Grande nos EUA), território mexicano. E após confrontos com as tropas do exército mexicano, os EUA declararam guerra em março de 1846.
O general Zacarias Taylor avançou com suas tropas em direção ao Rio Bravo, então território mexicano
Getty Images via BBC
A declaração de guerra dos Estados Unidos contra o México não seria conhecida na Alta Califórnia até julho, mas com o precedente do Texas, os californianos — habitantes mexicanos — estavam cientes de que seu governo era "muito pobre, instável e fraco" para impedir que os colonos americanos tomassem o controle.
Foi o que disse à revista "History" Linda Heidenreich, que em seu livro "This land was Mexican once" ("Esta terra já foi mexicana", em tradução livre) analisa a experiência latina na Revolta da Bandeira do Urso e outras insurreições.
Foi neste contexto que o explorador e oficial do Exército americano John C. Frémont chegou ao forte de Sutter (perto da atual Sacramento, capital do estado da Califórnia) com um grupo de soldados.
Oficialmente em uma expedição científica, não está claro se ele recebeu ordens do presidente para incentivar uma rebelião dos americanos também na Alta Califórnia.
Seja como for, "se espalhou a notícia, verdadeira ou não, de que o governo mexicano estava se preparando para expulsar todos os americanos e que eles teriam que sair sem seu gado ou suas armas", diz a cronista e jornalista veterana Gay LeBaron à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC.
Vista aérea de Sonoma
Getty Images via BBC
"E a ideia de deixar a Alta Califórnia assim e voltar a desbravar o vazio, porque naquela época tudo entre a Califórnia e o Rio Missouri era território indígena (de povos nativos), era avassaladora", completa.
"Este é o argumento que ficou na história como a razão para o início da Revolta da Bandeira do Urso."
O levante dos 'ursos'
Em 10 de junho, um grupo de colonos liderados pelo caçador de peles Ezekiel Merritt cruzou o Rio Sacramento e seguiu para Sonoma.
Eles se autodenominavam "ursos", inspirados no animal que naquela época ainda habitava o vale. A insurreição era iminente.
Os 'bear flaggers' eram colonos americanos que se rebelaram contra a autoridade mexicana e declararam a Califórnia uma república
Getty Images via BBC
Ao longo do caminho, mais homens se juntaram a eles —eram cerca de 30 quando chegaram ao município em 14 de junho, conforme conta o historiador e etnólogo Hubert Howe Bancroft em suas crônicas sobre o oeste.
Ali cercaram a casa do comandante militar Mariano G. Vallejo, que após uma breve negociação se rendeu e foi feito prisioneiro.
Apenas 24 horas após a chegada dos "ursos", a bandeira rebelde tremulava na praça de Sonoma.
A fabricação da bandeira foi supervisionada por William L. Todd, sobrinho de Mary Todd, esposa do futuro presidente Abraham Lincoln, segundo o site do Museu da Califórnia, um centro público localizado em Sacramento.
Design original da bandeira do urso
Getty Images via BBC
Uma mulher da Califórnia doou um pedaço de tecido musseline marrom claro, e a esposa de John Sears, um dos rebeldes, costurou na parte inferior uma faixa vermelha tirada de uma anágua.
Depois desenharam uma estrela no canto superior esquerdo e um urso ao lado dela, usando uma mistura amarronzada de pó de tijolo, óleo de linhaça e tinta vermelha veneziana, e escreveram California Republic em preto no centro.
Nascia uma república, proclamada por William Ide, a quem os rebeldes escolheram como líder. Mas não duraria muito.
Em 26 de junho, Frémont iniciou oficialmente sua campanha para anexar a Califórnia aos Estados Unidos, partindo do forte de Sutter com 130 homens, segundo Bancroft. Chegou a Sonoma em 3 de julho, e se colocou imediatamente no comando dos "ursos".
John C. Frémont
Getty Images via BBC
Quatro dias depois, em 7 de julho, uma fragata e duas chalupas da Marinha americana, sob o comando do comandante John D. Sloat, derrotaram a Guarda Costeira mexicana do porto de Monterey, na Califórnia.
Diante disso, os bear flaggers abandonaram a ideia de criar uma república independente e se juntaram à luta para incorporar a Alta Califórnia aos Estados Unidos.
A bandeira de listras e estrelas substituiu a bandeira do urso na praça de Sonoma.
A invasão americana do México terminou com o Tratado de Guadalupe-Hidalgo em 1848, pelo qual o México cedeu formalmente a Alta Califórnia e outros territórios, e a fronteira do Texas foi estabelecida no Rio Grande.
Os EUA passaram, assim, a ter mais 2,1 milhões de quilômetros quadrados sob seu domínio. E o território mexicano foi reduzido em 55%.
A forma como a Califórnia foi anexada aos Estados Unidos marcou totalmente a dinâmica futura do estado, conta à BBC News Mundo Alex Abella, jornalista e autor de "Under the burning sunset" ("Sob o sol ardente", em tradução livre), uma saga da era dos ranchos californianos .
Ilustração da bandeira do urso
Getty Images via BBC
"Se tivesse entrado voluntariamente na União, poderia ter importado suas próprias leis e costumes, mas como território conquistado, estava sujeito às leis americanas", explica.
"E os californianos haviam instituído um governo democrático, paternalista e muitas vezes atormentado por conflitos políticos, mas multiétnico e racialmente integrado, enquanto os americanos, entre outras coisas, negavam direitos civis a negros e nativos", acrescenta.
Heidenreich também destaca uma mudança nas hierarquias sociais:
"Tanto na Califórnia quanto no Texas foi criado um novo sistema racial. E aqueles que se consideravam espanhóis ou brancos passaram a ser vistos como pardos ou chamados de greasers (termo depreciativo para se referir aos mexicanos)", disse à revista History. Eram cidadãos de segunda categoria em sua própria terra.
O panorama se consolidaria com a descoberta de ouro em Coloma, perto de Sacramento. A "corrida do ouro" que se seguiu transformou a Califórnia, região escassamente povoada, em um movimentado centro econômico controlado por americanos brancos.
Mas, em meio a tudo isso, que fim levou a "bandeira do urso"?
Da bandeira da república à do estado
A bandeira original hasteada pelos rebeldes em Sonoma acabou sendo doada para a Sociedade de Pioneiros da Califórnia, estabelecida em 1850.
"Mas se perdeu durante o grande terremoto e incêndio em San Francisco em 1906", explica Ted Kaye, secretário da Associação Vexilológica Norte-Americana (NAVA, na sigla em inglês), à BBC News Mundo.
Mesmo assim, o design básico do urso, com a estrela e o texto California Republic continuou sendo usado por um grupo chamado Native Sons and Daughters of the Golden West, uma organização de pioneiros e descendentes, conforme conta o especialista em bandeiras.
E este mesmo grupo pressionou para que o Poder Legislativo do Estado da Califórnia adotasse a bandeira do urso como a bandeira oficial do estado em 1911 (a que se usa hoje é a versão padronizada de 1953).
Mas, por causa do que a insurreição significou para os habitantes originais, Abella acredita que é hora da Califórnia abandonar a bandeira do urso.
"É hora de a Califórnia se livrar desta bandeira, símbolo de flagrante ilegalidade e preconceito racial", escreveu em artigo publicado no jornal Los Angeles Times em 2015. À BBC News Mundo, ele diz que ainda mantém a mesma opinião.
Opiniões como a dele não foram divulgadas.
"Isso é parte do problema na Califórnia: esta é uma cultura em que estamos sempre enfatizando o futuro, o porvir, o que podemos criar, e não o que já foi", diz ele à BBC News Mundo.
"Temos a tendência de esquecer o que aconteceu, sem perceber que muitas vezes, ao não examinar o passado, estamos condenados a repeti-lo."
Outros especialistas consultados para este artigo concordam que não houve movimentos revisionistas.
Cartaz anunciando um festival no início de 1910 em San Francisco para comemorar a anexação da Califórnia aos Estados Unidos
Getty Images via BBC
Mas o que parece haver é uma consciência cada vez maior de que a Revolta da Bandeira do Urso é "uma história complexa bastante simplificada".
É nisso que acredita Alexis Boutin, arqueóloga especialista em Oriente Médio que estuda fragmentos ósseos humanos. Ela dá aula na Sonoma State University e se envolveu totalmente no assunto em 2014, quando um grupo local começou a procurar os túmulos de dois americanos mortos durante a insurreição.
"Uma das simplificações é que foi uma revolta em que não se derramou sangue. Mas obviamente houve: estávamos justamente procurando pessoas que haviam morrido nela", diz ela, mencionando o projeto.
"Por meio da minha pesquisa, percebi que não apenas americanos de ascendência europeia foram assassinados, como também californianos e mexicanos-americanos, e que a história tinha muitas faces", explicou à BBC News Mundo.
Montagem mostra a bandeira do urso
Getty Images via BBC
Com o passar dos anos, ela acredita que está se reconhecendo "cada vez mais a complexidade da história, de como pessoas de múltiplas origens étnicas estiveram envolvidas na revolta, que naquela época os bear flaggers eram imigrantes ilegais".
"À medida que cresce o reconhecimento da natureza multicultural da nossa sociedade, e à medida que a aceitação e a inclusão crescem, esta história começa a ser abordada, ainda que muito lentamente, de maneira mais crítica."

Source: A 'revolta da bandeira do urso', rebelião que fez o México perder a Califórnia para sempre
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LEIA SEMPRE AQUI! / Taiwan acusa China de simular ...
Última mensagem por noticias - 08, Agosto, 2022, 09:00
Taiwan acusa China de simular um ataque à ilha


   'Há vários aviões e navios comunistas realizando atividades ao redor do Estreito de Taiwan, consideramos que realizavam uma simulação de ataque à principal ilha', afirmou o ministério da Defesa de Taiwan em um comunicado. Avião de guerra da China em um dos momentos em que ultrapassa o Estreito de Taiwan e invade espaço aéreo da ilha, em 5 de agosto de 2022.
Ng Han Guan/ Associated Press
Taiwan afirmou neste sábado (6) que o exército chinês simulou um ataque contra seu território e criticou o comportamento da China, que chamou de irresponsável.
O governo da China intensificou as represálias após a visita da presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, a Taiwan, nesta semana.
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A escala de Pelosi em Taiwan foi considerada uma provocação pela China, que, em retaliação, iniciou os maiores exercícios militares ao redor de Taiwan em décadas.
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Taiwan acusa China de simular ataques contra a ilha
Treino para simular bloqueio da ilha
De acordo com analistas, as manobras, que devem prosseguir até domingo, têm o objetivo de treinar um bloqueio da ilha. Para o ministério de Defesa de Taiwan, no entanto, trata-se de uma simulação de uma ataque.
"Há vários aviões e navios comunistas realizando atividades ao redor do Estreito de Taiwan, consideramos que realizavam uma simulação de ataque à principal ilha", afirmou o ministério da Defesa de Taiwan em um comunicado.
Os militares da ilha anunciaram a mobilização de patrulhas aéreas e terrestres, além de sistemas de mísseis terrestres.
China anunciou simulação com munição real
O governo da China de fato anunciou que fará simulações com munição real no sul do Mar Amarelo, entre a China e a península da Coreia, entre este sábado e 15 de agosto.
As forças chinesas divulgaram na sexta-feira um vídeo de um piloto que gravou a linha costeira e montanhas da ilha a partir de sua cabine.
China dispara 16 mísseis sobre águas que cercam Taiwan
O Comando Oriental do exército divulgou uma foto que supostamente foi feita de um navio de guerra durante uma patrulha perto de Taiwan que mostra claramente a costa da ilha.
De acordo com o canal estatal chinês CCTV, os mísseis chineses sobrevoaram Taiwan durante as manobras, mas a informação não foi confirmada.
O governo de Taiwan insiste que não recuará diante da China, que chamou de "vizinho do mal".
John Culver, ex-analista da CIA para a Ásia, considera que a principal intenção de Pequim com seus exercícios militares é mudar o status quo.
"Acredito que é o novo normal", afirmou em um evento organizado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.
"Os chineses querem mostrar que uma linha foi cruzada com a visita de Pelosi", concluiu.
Ações brutais
O Conselho de Assuntos Continentais, o órgão de governo taiwanês que administra as relações com a China continental, afirmou que os chineses tomaram ações "brutais e deploráveis".
"Pedimos a todos os nossos aliados democráticos de todo o mundo que continuem apoiando Taiwan e contra-ataquem o comportamento irresponsável de um regime autocrático que mina a paz com sua aventura militar", diz o texto do conselho.
EUA dizem que querem evitar crise mundial
O secretário de Estado americano, Antony Blinken, declarou neste sábado nas Filipinas que Washington está "decidido a atuar de forma responsável" para evitar uma crise mundial.
O governo da China anunciou a saída das negociações e acordos de cooperação com os americanos, particularmente sobre mudança climática e cooperação de defesa.
Os dois países, os maiores poluentes do mundo, haviam anunciado um compromisso para trabalhar juntos e acelerar a ação climática, mas o acordo agora parece incerto.
A China não deve fazer as negociações sobre temas de interesse global como a mudança climática como "refém", disse Blinken: "Isto não pune os Estados Unidos, e sim o mundo", afirmou.
"É impossível abordar a emergência climática se as economias número um e dois e os poluentes número um e dois não adotarem decisões", disse Alden Meyer, do centro de estudos sobre o clima E3G.
O secretário de Estado americano, Antony Blinken, declarou neste sábado nas Filipinas que Washington está "decidido a atuar de forma responsável" para evitar uma crise mundial.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou que as duas potências devem continuar trabalhando juntas pelo bem do mundo.
"Para o secretário-geral, não há forma de resolver os problemas mais urgentes do mundo sem um diálogo efetivo e cooperação entre os dois países", declarou seu porta-voz Stephane Dujarric.
Novo normal?
A escala e intensidade dos exercícios chineses provocaram críticas dos EUA e de outros países. O governo americano convocou na sexta-feira o embaixador chinês em Washington para questionar as ações de Pequim.
Japão e Austrália também pediram o fim das manobras chinesas.
Diretor de programa de mísseis morreu
Em um momento de tensão, o vice-presidente do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Chung-Shan, uma agência do exército, morreu vítima de um ataque cardíaco neste sábado.
Uyang Li-hsing, 57 anos, era diretor de um programa de produção de mísseis  e foi encontrado morto em um hotel do sul de Taiwan.
"Um exame médico determinou que a causa da morte foi um infarto do miocárdio e angina", afirma um comunicado do instituto.
Veja os vídeos mais assistidos do g1

Source: Taiwan acusa China de simular um ataque à ilha
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LEIA SEMPRE AQUI! / Quem é Brittney Griner, a estr...
Última mensagem por noticias - 07, Agosto, 2022, 07:00
Quem é Brittney Griner, a estrela do basquete americano condenada a 9 anos de prisão na Rússia


   BG, como é conhecida pelos torcedores, é considerada uma das maiores jogadoras da história do basquete. Brittney Griner ganhou duas medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos
Getty Images via BBC
Brittney Griner tem 2,06 metros de altura e pesa 93 quilos. Calça sapatos tamanho 51 (17 nos EUA) — e suas mãos são um pouco mais largas que as do astro do basquete americano LeBron James.
Se Griner não tivesse entrado na liga profissional de basquete feminino (WNBA) aos 22 anos, teria seguido os passos do pai e se tornado policial.
Ele é seu "modelo a seguir", disse no passado.
Agora ela acaba de ser condenada em um tribunal russo a nove anos de prisão por acusações relacionadas a "drogas".
Griner, de 31 anos, foi presa em um aeroporto da capital russa em fevereiro passado depois que agentes alfandegários encontraram em sua bagagem líquido para cigarro eletrônico contendo óleo de cannabis, que é ilegal na Rússia e que a atleta alega ter usado para fins medicinais.
A medalhista olímpica está presa desde então e, para reduzir sua pena, se declarou culpada de acusações relacionadas a drogas, embora tenha dito que não pretendia infringir nenhuma lei.
Os EUA alegam que ela está "detida injustamente" e pediram ao Kremlin para libertá-la em uma troca de prisioneiros, mas não se sabe se receberam uma resposta sobre a proposta.
Batalhas
Griner, conhecida pelos torcedores do Phoenix Mercury como BG e considerada a melhor jogadora ofensiva do basquete feminino profissional nos Estados Unidos, venceu sua primeira batalha assim que ingressou na WNBA.
Griner foi primeira jogadora da liga profissional feminina de basquete dos Estados Unidos a revelar homossexualidade
Getty Images via BBC
Foi a primeira jogadora da liga a se atrever a dizer publicamente que era homossexual, sem se importar com as consequências que sua revelação poderia acarretar.
"Antes de Griner, havia uma sombra sobre a liga, na qual se instava (a prática) de 'não diga gay'", explica a colunista esportiva Tamryn Spruill.
"Ela apenas disse: 'Que se dane isso, é quem eu sou'."
Essa ousadia a levou a se tornar a primeira atleta abertamente gay (do sexo masculino e feminino) a ser patrocinada pela empresa esportiva Nike, depois de ser a primeira selecionada na rodada de recrutamento da WNBA.
Aos 31 anos, Griner ganhou duas medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos, o título de jogadora mais valiosa da liga americana de basquete feminino e campeonatos da WNBA e da Euroliga.
Natural de Houston, no Texas, ela ganhou uma bolsa de basquete para frequentar a Universidade de Baylor, onde levou a equipe a um campeonato nacional.
Prisão
Estrela do basquete foi presa em fevereiro
Getty Images via BBC
No entanto, Griner foi condenada agora a nove anos de prisão por viajar com óleo de cannabis para cigarro eletrônico para a Rússia, onde costumava jogar na Euroliga com a equipe UMMC Ekaterinburg, durante o recesso da temporada nos Estados Unidos.
Griner fazia o mesmo que outras companheiras de equipe da WNBA: jogar no exterior para aumentar sua renda. Na Rússia, ganhava cinco vezes mais do que nos Estados Unidos.
"A desigualdade salarial nos Estados Unidos levou à prisão injusta de Brittney Griner na Rússia, onde está sendo usada como peão político", explica o portal WeAreBG, campanha organizada por outras atletas que pertencem à Associação Nacional de Basquete Feminino.
Após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro, a Euroliga suspendeu todas as equipes russas, e os Estados Unidos e a WNBA começaram a chamar suas jogadoras de volta.
A atleta estava prestes a embarcar em um avião de volta aos Estados Unidos, quando um cachorro do Serviço Federal de Alfândega da Rússia fez com que as autoridades inspecionassem sua bagagem de mão, onde encontraram líquidos para cigarro eletrônico com óleo de cannabis.
Meses depois, a estrela do esporte se declarou culpada das acusações relacionadas a drogas, embora tenha dito que não pretendia infringir nenhuma lei.
Durante os meses de detenção, Cherelle Watson, esposa da atleta e advogada de 28 anos, denunciou que as autoridades russas negaram a ela acesso consular e comunicação com familiares e amigos.
Ela acaba de ser condenada por um tribunal russo a nove anos de prisão por acusações relacionadas a "drogas" e ao pagamento de uma multa de um milhão de rublos (US$ 16,3 mil).
Além disso, segundo a corte, ela deve cumprir a pena em uma colônia penal.
Torcedores da WNBA defenderam sua libertação
Getty Images via BBC
Negociação
O presidente americano, Joe Biden, classificou a condenação de Griner como "inaceitável" e exigiu sua libertação imediata.
"Hoje, a cidadã americana Brittney Griner recebeu uma sentença de prisão que é mais um lembrete do que o mundo já sabia: a Rússia está detendo Brittney erroneamente", afirmou em comunicado.
Dias antes da condenação, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, informou que o governo Biden havia feito uma oferta "significativa" de troca de prisioneiros à Rússia para garantir o retorno de Griner e do ex-fuzileiro naval Paul Whelan.
"Enquanto estou sentada aqui em uma prisão russa, sozinha com meus pensamentos e sem a proteção da minha esposa, família, amigos, camiseta olímpica ou qualquer conquista, estou apavorada de ficar aqui para sempre", escreveu a jogadora em uma carta enviada a Biden da prisão em julho.
A imprensa americana informou que o governo de Moscou estava interessado em trocar a estrela do basquete pelo traficante de armas russo condenado Viktor Bout.
No entanto, a condenação mudou o panorama.
Por enquanto, os advogados de Griner indicaram que vão recorrer da decisão, depois de criticar que o tribunal russo "ignorou por completo todas as provas de defesa e, mais importante, a confissão de culpa" feita pela atleta, com a esperança de receber uma condenação menor.
Ao saber da sentença, Lindsay Kagawa Colas, agente de Griner, escreveu no Twitter:
"Este é um momento para a compaixão e entendimento compartilhado de que será difícil fazer um acordo para trazer os americanos para casa, mas é urgente e é a coisa certa a fazer."
Rússia condena Brittney Griner, jogadora de basquete americana, a 9 anos de prisão

Source: Quem é Brittney Griner, a estrela do basquete americano condenada a 9 anos de prisão na Rússia