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Macron anuncia aumento de salário mínimo em primeiro pronunciamento após protestos

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   Presidente faz nesta segunda-feira (10) seu primeiro pronunciamento pela TV desde o início dos protestos dos 'coletes amarelos', há um mês. Ele também disse que horas extras não serão taxadas e pediu que empresas paguem bônus de fim de ano, que serão isentos de impostos. O presidente francês Emmanuel Macron durante pronunciamento
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LEIA SEMPRE AQUI! / Chile discorda de pacto migratório da ONU e não irá a reunião no Marrocos
« Última mensagem por noticias em 11,Dezembro, 2018, 09:00:26 am »
Chile discorda de pacto migratório da ONU e não irá a reunião no Marrocos

Ministério do Interior diz que algumas disposições do documento 'não são aplicáveis' à política migratória chilena. Acordo é considerado risco à soberania nacional por vários países, incluindo os EUA. O Chile anunciou que não participará de uma conferência internacional no Marrocos organizada em apoio a um pacto migratório da ONU por considerar que algumas disposições do documento "não são aplicáveis" à política migratória chilena, anunciou neste domingo (9) o Ministério do Interior.
O acordo não vinculante alcançado em julho do ano passado é considerado por vários países, inclusive Estados Unidos, um risco à soberania nacional.
O documento "foi evoluindo de um pacto que apontava para o diálogo internacional necessário para um pacto que reflete certos padrões internacionais que não são aplicáveis à política migratória chilena", afirmou o subsecretário do Interior, Rodrigo Ubilla.
Por isso, o governo do conservador Sebastián Piñera "decidiu não participar da reunião de segunda e terça-feira em Marrakech a fim de poder, na instância correspondente, posteriormente, deixar claramente estabelecido quais são as diferenças que tem com este pacto", acrescentou o funcionário em declarações divulgadas por sua pasta.
Source: Chile discorda de pacto migratório da ONU e não irá a reunião no Marrocos
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LEIA SEMPRE AQUI! / China presta queixa e ameaça Canadá por detenção de diretora da Huawei
« Última mensagem por noticias em 10,Dezembro, 2018, 15:00:54 pm »
China presta queixa e ameaça Canadá por detenção de diretora da Huawei


   País deverá assumir as 'graves consequências' da detenção caso Men Wangzhou não seja libertada, advertiu o vice-ministro das Relações Exteriores chinês, Lhe Yucheng. A China apresentou uma queixa formal contra o Canadá na qual pede a libertação da diretora financeira da Huawei, Meng Wangzhou, e advertiu esse país de que deverá assumir as "graves consequências" da sua detenção, transformando o caso em um dos piores conflitos diplomáticos entre os dois países.
China alerta Canadá de consequências se não libertar executiva da Huawei
O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Lhe Yucheng, convocou no sábado (9) durante a noite o embaixador canadense John McCallum para apresentar-lhe um "forte protesto" por causa da detenção de Meng em Vancouver e exigiu que Ottawa a liberte imediatamente, de acordo com um breve comunicado da chancelaria chinesa.
Vista do presídio feminino de Alouette, onde está detida a diretora da Huawei, Meng Wanzhou, em Maple Wanzhou, no Canadá.
David Ryder/Reuters
 O ministério qualificou a detenção como "extremamente desagradável", acrescentando que "ignora a lei" e que tem todos os reflexos de "causar danos" às relações sino-canadenses.
Meng esteve na sexta-feira passada em um tribunal canadense para pedir sua liberdade pagando uma fiança, enquanto a Justiça do país decide se aprova sua extradição para os Estados Unidos, onde é acusada de fraude para burlar as sanções contra o Irã.
Meng Wanzhou, diretora financeira global da Huawei, foi presa no Canadá em 1º de dezembro e enfrenta extradição para os Estados Unidos, que alega ter descoberto que ela acobertava as ligações de sua empresa com uma companhia que tentou vender equipamentos para o Irã, apesar das sanções.
A executiva também é a filha do fundador da Huawei.
A pedido dos EUA, polícia do Canadá prende executiva chinesa
Reprodução/JN
Investigação
A prisão, revelada pelas autoridades canadenses na noite de quarta-feira, é parte de uma investigação dos EUA sobre um esquema para usar o sistema bancário global para contornar as sanções de Washington contra o Irã.
Entre 2009 a 2014, a Huawei teria usado a empresa Skycom para realizar negócios no Irã, apesar das proibições dos EUA e da União Europeia.
Se for extraditada, Meng enfrentará acusações de conspiração para fraudar múltiplas instituições financeiras, segundo a corte, com uma sentença máxima de 30 anos para cada acusação.
O advogado do governo canadense sugeriu que Meng evitou ir aos Estados Unidos desde que soube da investigação sobre o assunto e que não tem vínculos com o Canadá. Ele alegou que devido ao seu acesso a dinheiro e contatos existe alto risco de fuga.
Representação Meng Wanzhou, da Huawei, em tribunal de Vancouver, nesta sexta-feira (7)
Jane Wolsak/Reuters
Guerra comercial entre EUA e China
A notícia da prisão de Meng contra a Huawei gerou temor de que a medida possa agravar uma guerra comercial entre os EUA e a China, após uma trégua ter sido acordada entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping.
Veja a cronologia da tensão comercial entre EUA e China
No último encontro do G20, em Buenos Aires, Trump e Xi Jinping negociaram um acordo temporário que adiou um aumento de tarifas planejado para 1º de janeiro, enquanto as duas partes negociam um pacto comercial.
Este foi o primeiro encontro entre os dois presidentes desde que os EUA elevaram tarifas sobre mais de US$ 200 bilhões de importações chinesas em julho. A China, por sua vez, respondeu também com mais taxação contra produtos vindos dos EUA que somam mais de US$ 100 bilhões.
Source: China presta queixa e ameaça Canadá por detenção de diretora da Huawei
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LEIA SEMPRE AQUI! / Irã classifica sanções dos EUA de 'terrorismo econômico'
« Última mensagem por noticias em 09,Dezembro, 2018, 21:02:58 pm »
Irã classifica sanções dos EUA de 'terrorismo econômico'


   Medidas adotadas em novembro afetaram diretamente as empresas asiáticas ou europeias que compram petróleo iraniano ou mantêm relações comerciais com bancos do país. As sanções americanas contra o Irã são "injustas" e "terrorismo econômico", afirmou o presidente iraniano, Hassan Rohani, em uma conferência regional em Teerã, neste sábado (8).
"As sanções americanas injustas e ilegais contra (...) o Irã constituem um exemplo claro de terrorismo", declarou Rohani, cujo discurso foi transmitido por televisão.
Imagem de arquivo do presidente do Irã, Hassan Rohani
Brendan Mcdermid/Reuters
Rohani deu essas declarações em uma conferência sobre a luta contra o "terrorismo", da qual participam os presidentes dos Parlamentos do Afeganistão, da China, do Paquistão, da Rússia e da Turquia.
"O terrorismo econômico se destina a criar pânico na economia de um país e a infundir medo em outros Estados" para impedi-los de investir nele, acrescentou.
"Enfrentamos um assalto global que ameaça não apenas nossa independência e nossa identidade, mas que também tenta romper nossas relações há tempos" com outros países, afirmou.
Sanções dos EUA
Os Estados Unidos se retiraram unilateralmente em maio passado do acordo sobre o programa nuclear iraniano firmado em 2015, em Viena, entre Teerã e várias grandes potências.
Posteriormente, o governo do presidente Donald Trump restabeleceu as sanções americanas, sobretudo, contra o setor energético.
A retomada das sanções faz parte de esforços maiores de Donald Trump para forçar o Irã a cortar seus programas nucleares e de mísseis, assim como seu apoio a forças no Iêmen, Síria, Líbano e outras partes do Oriente Médio.
Essas medidas afetam diretamente as empresas asiáticas ou europeias que continuam comprando petróleo iraniano ou mantêm relações comerciais com bancos iranianos, bloqueando o acesso ao mercado americano.
As sanções americanas funcionam como uma chantagem contra países terceiros que negociam atualmente com o Irã: empresas asiáticas ou europeias serão banidas do mercado americano se continuarem a importar petróleo iraniano, ou realizar operações com bancos iranianos. Muitos já escolheram ou vão escolher os Estados Unidos.
Source: Irã classifica sanções dos EUA de 'terrorismo econômico'
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CIÊNCIA e RELIGIÃO! / Eu escrevi para você!
« Última mensagem por marcosbr em 09,Dezembro, 2018, 17:14:25 pm »
Você pode ser de qualquer "religião"

Pode usar uma cruz como simbolo religioso... Mas eu não estou lá. Eu ressuscitei!
Pode ler o evangelho segundo o espiritismo... Mas eu deixei um inspirado por mim, e talvez você nunca tenha lido!
Pode chamar outro de pastor... Mas o rebanho é meu, e conheço cada ovelha!
Pode chamar outro de padre (pai)... Mas eu e o pai somos um!
Pode até dizer que não acredita em mim... Mas eu acredito em você!


Eu entendo que você comemore o meu nascimento... Mas deveria mesmo "comemorar" minha morte!
Minha morte foi sua salvação. Dei minha vida para resgate de muitos. Você esta entre eles!
Natal é uma data simbólica (entre outras). Eu estarei com você todos os dias de sua vida!
O mundo te exige tudo... Eu te amo incondicionalmente. Nunca te pedi nada!
Te deixei apenas dois mandamentos que resume todos os outros... Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo!

Eu te dei a vida. Sou a porta aguardando sua entrada!

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.
Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. Mateus 7:7,8

Quando fizer sua festa lembre-se de me convidar!

Eu sou JESUS!
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Angela Merkel se despede da liderança de seu partido, que escolhe novo líder nesta sexta


   Merkel renunciou à liderança do partido em outubro após resultados negativos nas eleições regionais na Baviera e em Hesse. Segundo especialista, novo líder poderá ser o novo chanceler em longo prazo. A chanceler alemã Angela Merkel acena para membros da CDU após discurso no congresso do partido nesta sexta-feira (7)
Kay Nietfeld/ dpa/ AFP
Após 18 anos de comando, Angela Merkel entrega nesta sexta-feira (7) a liderança de seu partido conservador, após uma votação histórica que será realizada na CDU que pode ser decisiva para o rumo da Alemanha no futuro.
A votação dos 1.001 delegados da União Democrata-Cristã (CDU) reunidos no congresso partidário em Hamburgo pode ter uma importância histórica para o país, pois "aquele que conquistar a presidência do partido mais importante na Alemanha se tornará chanceler no longo prazo", explicou à AFP o cientista político Eckhard Jesse, da Universidade de Chemnitz.
Depois de 13 anos à frente da maior potência econômica e política europeia, Merkel renunciou no fim de outubro à liderança da CDU, após os resultados negativos do partido nas eleições regionais na Baviera (sul) e em Hesse (oeste).
Três candidatos disputam a liderança do partido.
Friedrich Merz, Jens Spahn e Annegret Kramp-Karrenbauer seguram placas com números antes de apresentar candidatura à liderança do CDU na Alemanha, no dia 21 de novembro
Jens Meyer/AP Photo
A primeira é Annegret Kramp-Karrenbauer (conhecida como "AKK"), de 56 anos, secretária-geral do partido, considerada a "Merkel bis", já que defende a mesma linha de centro-direita da chanceler.
O segundo é o milionário Friedrich Merz, de 63 anos, que propõe uma guinada à direita da CDU e do país. Afastado por Merkel no passado, ele deseja retornar à linha de frente após uma década de ostracismo político.
O terceiro candidato é o jovem ministro da Saúde, Jens Spahn, muito crítico de Merkel, mas suas possibilidades são consideradas reduzidas.
'Momentos difíceis'
A chanceler alemã fez uma defesa nesta sexta-feira aos valores "cristãos e democráticos", ante o avanço das tendências populistas e nacionalistas no mundo, em seu último discurso como presidente da CDU.
"Nestes momentos difíceis, não devemos esquecer nossos valores cristãos e democratas", afirmou Angela Merkel.
"Sinto reconhecimento por ter sido presidente durante 18 anos", afirmou Merkel na abertura do congresso na quinta-feira.
"Foi um período muito longo, no qual a CDU passou por altos e baixos", acrescentou.
Mandato de Merkel
A chanceler alemã, chamada carinhosamente no passado de "Mutti" (Mamãe) pela imprensa alemã, espera chegar ao fim de seu mandato como chefe de Governo, previsto para 2021. Isso dependerá em grande parte, porém, de seu sucessor à frente da CDU.
Para Eckhard Jesse, a possibilidade de Merkel concluir seu mandato "está praticamente descartada, pois o SPD (Partido Social-Democrata) não permanecerá na coalizão de governo até este ano".
O SPD integra a coalizão de governo de Merkel e, nesse ano, demorou 5 meses para fechar o acordo de coalizão.
Novo impulso para a centro-direita
Diante da pressão do partido de extrema-direita Alternativa para Alemanha (AfD) e do Partido Verde (centro), a centro-direita alemã enfrenta um cenário de declínio eleitoral e precisa de um novo impulso.
Ao lado do aliado bávaro CSU (União Social-Cristã), a CDU tem de 26% a 28% das intenções de voto, de acordo com as pesquisas. Nas legislativas de setembro de 2017, a coalizão recebeu 33% dos sufrágios.
As perspectivas eleitorais do AfD, a terceira força política no Parlamento alemão após o ótimo resultado em setembro do ano passado, ganharam força com o medo da imigração estimulada pela política de Merkel, que aceitou abrir as fronteiras do país e receber mais de um milhão de sírios e iraquianos entre 2015 e 2016.
Recuperar eleitores
Para os aspirantes à liderança da CDU, o principal objetivo é recuperar os antigos eleitores, que agora preferem a extrema-direita.
Por este motivo, Merz questionou o direito de asilo na forma como está definido na Constituição alemã. Kramp-Karrenbauer aposta na proposta de repatriar os refugiados condenados por algum crime, inclusive os sírios.
Todos os candidatos querem distância do legado de Merkel.
"Foi um erro levar a CDU para a esquerda, o que permitiu ao AfD se situar à direita sem fazer grandes esforços. Também foi um erro permitir durante meses uma perda de controle nas fronteiras", afirmou a revista Der Spiegel.
"A CDU deve reconhecer, embora com isto pareça que vão matar a mãe", completou a publicação.
Source: Angela Merkel se despede da liderança de seu partido, que escolhe novo líder nesta sexta
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LEIA SEMPRE AQUI! / Corpo do ex-presidente dos EUA George H. W. Bush é enterrado no Texas
« Última mensagem por noticias em 08,Dezembro, 2018, 15:01:00 pm »
Corpo do ex-presidente dos EUA George H. W. Bush é enterrado no Texas


   Ele foi sepultado ao lado da filha Robin e da mulher, Barbara, no jardim de uma biblioteca da Universidade do Texas. O caixão do ex-presidente dos EUA George H.W. Bush é carregado por uma guarda militar de honra, seguido por familiares, ao chegar ao Presidential Library and Museum, em College Station, no Texas, na quinta-feira (6)
AP Photo/Matt York, Pool
O corpo do ex-presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush foi enterrado na tarde desta quinta-feira (6) no câmpus da Universidade do Texas. O homem que governou a maior economia do mundo entre 1989 e 1993 morreu aos 94 anos na sexta-feira passada, em Houston.
Bush pai foi sepultado no jardim da Biblioteca Presidencial George H. W. Bush. No mesmo local, estão enterrados os corpos da esposa, Barbara, que morreu em abril, e da filha Robin, que morreu de leucemia aos 3 anos de idade.
A cerimônia do enterro foi privada e teve apenas a participação da família. Antes do serviço fechado, cerca de 2.100 cadetes em uniforme de gala enfileiraram-se na estrada até o túmulo e saudaram quando a caravana passou.
Caixão com corpo de George H. W. Bush viaja de trem pelo Texas até local do enterro
David J. Phillip/Pool via Reuters
O caixão com o corpo do ex-presidente chegou de trem ao local do sepultamento. O veículo, segundo a rede CNN, foi construído para homenagear a vida de Bush pai.
Pessoas saúdam passagem do trem com o corpo do ex-presidente dos EUA George H. W. Bush no Texas
Nick Oxford/Reuters
Mais cedo, parentes e amigos homenagearam o ex-presidente em cerimônia na igreja frequentada pela família Bush, em Houston. Na quarta-feira, o corpo foi velado em Washington diante de outros ex-presidentes dos EUA além do atual, Donald Trump, e de chefes de outros países.
41º presidente dos EUA
O ex-presidente George H.W. Bush sorri ao ouvir o candidato presidencial republicano Mitt Romneyno Texas, EUA, em 29 de março de 2012
Donna Carson / Arquivo / Reuters
Nascido no estado de Massachussets, George H. W. Bush governou os EUA de 1989 a 1993, quando transmitiu o cargo para Bill Clinton, que o venceu nas eleições de 1992. Bush pai também foi vice-presidente de seu antecessor, o republicano Ronald Reagan, entre 1981 e 1989.
Além da Presidência dos EUA, ele ocupou os cargos de congressista, embaixador na ONU, presidente do Comitê Nacional Republicano, chefe do escritório de contato com a China e diretor da CIA.
Bush pai sofria de Parkinson, doença que há muitos anos o impedia de caminhar. Mesmo em cadeira de rodas, o ex-presidente continuou fazendo diversas aparições públicas, mas sua saúde foi se tornando cada vez mais frágil.
Source: Corpo do ex-presidente dos EUA George H. W. Bush é enterrado no Texas
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Presidente do Equador diz que há condições para Assange deixar a embaixada em Londres


   Fundador do WikiLeaks está refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012. Julian Assange na sacada da embaixada do Equador em Londres, em 19 de maio de 2017
Reuters/Peter Nicholls/File photo
O presidente do Equador, Lenín Moreno, disse nesta quinta-feira (6) que o governo britânico forneceu garantias suficientes para que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deixe a embaixada do Equador em Londres.
Assange buscou refúgio na embaixada equatoriana fugindo de um mandado de prisão europeu porque a Suécia o reivindicava como suspeito de crimes sexuais cometidos em 2010. A Justiça sueca arquivou a investigação, mas a polícia britânica ainda quer prendê-lo por violar os termos de sua liberdade condicional em 2012.
Assange também teme sair da embaixada e acabar em uma prisão dos Estados Unidos pelo vazamento de segredos de Estado do país.
Em entrevista à Associação Equatoriana de Radiodifusão, Moreno disse que foram feitas negociações com o governo britânico em que o Equador pediu "o respeito ao direito humano, à vida do senhor Assange". Segundo Moreno, foram pedidas garantias de que Assange não seja extraditado a nenhum país em que corra perigo de vida ou que haja pena de morte.
O presidente equatoriano afirmou que recebeu uma comunicação oficial do governo britânico afirmando que a Constituição local impede que uma pessoa seja extraditada a um local em que possa correr perigo de vida.
"Está feito o caminho para que o senhor Assange tome a decisão de sair a uma quase liberdade... porque ele não se apresentou aos juízes britânicos e tem que pagar uma pena não grande por isso. Isso será decidido pela Justiça britânica", disse o presidente equatoriano.
Moreno, que tomou posse em maio de 2017, insiste que Assange deve deixar a representação diplomática do país em Londres. Em março, o governo cortou seu acesso à internet e restringiu as visitas. Seus advogados afirmam que ele está detido arbitrariamente na embaixada e pedem que o Reino Unido forneça garantias de que ele não será extraditado para os EUA.
Source: Presidente do Equador diz que há condições para Assange deixar a embaixada em Londres
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China pede explicações a EUA e Canadá por prisão de diretora da Huawei; mercados reagem

Wanzhou Meng foi detida sob suspeita de ter violado sanções impostas pelos Estados Unidos ao Irã; bolsas em diversos países repercutiram o episódio e fecham em queda. Governo chinês exige que Estados Unidos e Canadá esclareçam a prisão da diretora da Huawei
O governo chinês pediu nesta quinta-feira (6) explicações a Washington e Ottawa pela prisão, no Canadá, de Wanzhou Meng, diretora financeira e filha do fundador do grupo de telecomunicações Huawei. A prisão aconteceu a pedido dos Estados Unidos, que acusam a Huawei de violar as sanções norte-americanas ao Irã.
"Exigimos às duas partes que nos esclareçam o mais rápido possível o motivo da detenção", afirmou Geng Shuang, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, que pediu a libertação "imediata" de Meng Wanzhou.
Wanzhou Meng também é vice-presidente do conselho consultivo da Huawei. Em nota, a empresa confirmou a prisão de Meng e afirmou que a companhia recebeu poucas informações sobre o caso.
Reação do mercado
As bolsas chinesas fecharam em queda nesta quinta, repercutindo a piora das tensões entre EUA e China. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 2,2%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,7%, segundo informações da Reuters.
Na Europa, as bolsas caíram ao menor patamar em 2 anos. O índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 3,1%, para seu menor nível desde dezembro 2016. O índice sofreu sua pior queda diária desde a votação do Brexit em junho de 2016.
Em Wall Street, os índices Dow Jones e S&P 500 caíram 0,32% e 0,15%, respectivamente. Já o Nasdaq se descolou da tendência negativa e subiu 0,42%.
No Brasil, a Bovespa fechou em queda e o dólar subiu sobre o real.
A queda nos mercados financeiros ocorre em meio a preocupações de que a prisão possa criar mais uma barreira entre a China e os EUA, dias depois de os presidentes Donald Trump e Xi Jinping terem negociado, no G20, uma trégua temporária em sua "guerra comercial" para que os dois lados tenham mais tempo para as negociações.
Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos
"Essa movimentação do mercado ainda é num contexto de dúvida sobre o que vai ser da guerra comercial", disse ao G1 o economista chefe da Infinity Asset, Jason Vieira. Ele comenta que o episódio da Huawei serviu para adicionar ainda mais incertezas sobre . a trégua negociada no G20
"Esse fato não colabora, obviamente, é péssimo. Mas, como a China chegou a anunciar algumas coisas logo depois da prisão, fica a dúvida de que pé está o negócio, se existem temores que isso possa se estender a outras empresas", diz Vieira. "E, sabendo como é Donald Trump, a possibilidade de que tudo se altere no meio do caminho é muito grande."
O economista chefe da DMI Group, Daniel Xavier, também aponta temores entre a relação entre EUA e China e diz que, "no fundo, o fantasma não é só o conflito comercial, mas também diplomático."
Xavier também avalia que o mercado já vinha em dúvida sobre o acordo do G20, especialmente depois da divulgação de comunicados pelos governos dos dois países. "Cada uma das partes saiu da reunião do G20 e emitiu um comunicado, só que não era uma mensagem única. Cada um tinha uma leitura do comércio. Algumas incongruências começaram a ser reinterpretadas pelo mercado, e para piorar veio a notícia dessa prisão."
Tensões entre EUA e Huawei
As relações tensas entre EUA e a Huawei foram agravadas pela "guerra comercial". Em agosto, o presidente Donald Trump, alegando preocupações com segurança nacional, assinou uma lei que proíbe agências do governo de usar produtos e serviços da Huawei e de sua concorrente chinesa ZTE.
Em junho, legisladores dos EUA fizeram apelo ao Google para que empresa deixasse de fazer negócios com a Huawei, também alegando preocupações com a segurança nacional.
Source: China pede explicações a EUA e Canadá por prisão de diretora da Huawei; mercados reagem
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LEIA SEMPRE AQUI! / Polônia está comprometida com combustível mais verde, diz líder da COP 24
« Última mensagem por noticias em 06,Dezembro, 2018, 15:01:27 pm »
Polônia está comprometida com combustível mais verde, diz líder da COP 24


   O presidente do país chegou a afirmar que "não desistiria do carvão", combustível que gera 80% da energia nacional. As negociações da Conferência do Clima da ONU vão até o dia 14, e o objetivo é definir regras para o funcionamento do Acordo de Paris. No quarto dia da COP 24, o polonês que lidera as negociações da ONU para reavivar o acordo climático de Paris, Michał Kurtyka, disse nesta quarta (5) que seu país está comprometido com combustível mais verde, apesar de seu presidente ter prometido não deixar ninguém "assassinar mineração de carvão".
O principal objetivo da conferência, que começou no domingo (2), é definir um "livro de regras" para o Acordo de Paris — cujo principal objetivo é manter o aquecimento do planeta abaixo de 2ºC. O "livro de regras" pretende definir, exatamente, como cada país deverá agir para garantir que essa meta seja cumprida.
COP 24: veja o que está em jogo na Conferência do Clima da ONU, que começa neste domingo
Secretário de estado no Ministério do Meio Ambiente polonês, Kurtyka disse à agência de notícias Reuters que está trabalhando para um acordo ambicioso que respeite "a letra e o espírito" de Paris. Disse, ainda, que foi o Ministério da Energia, não o presidente, quem estabeleceu a política.
"A Polônia não está construindo novas estruturas de carvão. É um engajamento muito poderoso", disse ele na entrevista. "Novas capacidades adicionais estão sendo construídas no setor de renováveis".
A Polônia, que depende de carvão para cerca de 80% de sua energia e para mais de 82 mil empregos em mineração, é um improvável anfitrião das negociações climáticas da ONU, mas Kurtyka disse que o país estava ansioso para compartilhar com o resto do mundo sua capacidade de transição.
Nos últimos 30 anos, a antiga nação comunista mudou de uma economia controlada centralmente — que, segundo Kurtyka, não é um bom sistema para os seres humanos ou o meio ambiente.
Agora, como a presidência das negociações climáticas, ele disse que a Polônia está buscando "uma transição justa" para um mundo mais verde.
Esses comentários podem diminuir a preocupação com o discurso do presidente da Polônia, Andrzej Duda, na terça-feira (4), quando declarou aos mineiros poloneses, durante o festival em homenagem a Santa Bárabara: "Por favor, não se preocupem. Enquanto eu for presidente da Polônia, não deixarei ninguém assassinar a mineração de carvão".
Banco Mundial anuncia liberação de US$ 200 bilhões para ações climáticas
Acordo de mobilidade
Junto com a Grã-Bretanha, a Polônia assinou na terça-feira (4) uma iniciativa para promover veículos elétricos — que Kurtyka disse que seriam menos poluentes que os motores convencionais, mesmo que fossem alimentados por eletricidade a carvão.
Treinado como engenheiro, Kurtyka disse que os veículos elétricos são mais eficientes que os motores de combustão interna, que geram calor e poluição.
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Quase 40 países haviam assinado a iniciativa de compartilhamento de conhecimento, disse ele, e para a Polônia a mobilidade elétrica poderia ajudar o país a gerar empregos para substituir a mineração.
As negociações da COP nesta semana são técnicas, antes do debate ministerial na próxima semana.
Kurtyka disse que os desafios incluem o compartilhamento do ônus entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento do custo de se mudar para um mundo de baixo carbono. Mas a vontade política era forte para cumprir o acordo de Paris de 2015 e a preocupação climática poderia sobrepujar as agendas nacionais, mesmo em tempos politicamente divididos, acrescentou.
Blog da Amelia Gonzalez: COP24 pode mostrar aos céticos que reunião de cúpula do clima não é falatório inútil
"Eu acho que é considerado uma conquista única da humanidade. Está nas mãos dos partidos chegar a um consenso. Estou muito tranquilo. Todos estão dispostos a progredir", declarou, referindo-se às quase 200 nações envolvidas no acordo de Paris.
Source: Polônia está comprometida com combustível mais verde, diz líder da COP 24
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