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Última mensagem por noticias - 16, Março, 2025, 01:35
Ucrânia concorda com proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia


     Proposta ainda precisa ser aprovada pela Rússia e assinada pelas partes. Após reunião, EUA anunciaram que vão retomar o envio de informações de inteligência e segurança para a Ucrânia. Trump fala de acordo de cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia
A Ucrânia aceitou uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia, segundo uma declaração conjunta dos dois países publicada nesta terça-feira (11). Leia a declaração na íntegra mais abaixo.
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Autoridades da Ucrânia e dos Estados Unidos se reuniram na Arábia Saudita nesta terça-feira para discutir a guerra. A proposta de cessar-fogo ainda precisa ser aprovada pela Rússia e formalmente assinada pelas partes envolvidas no conflito.
Durante a reunião, os Estados Unidos anunciaram que retomarão o compartilhamento de informações de inteligência e assistência de segurança à Ucrânia.
Além disso, Ucrânia e Estados Unidos concordaram em concluir o mais rápido possível um acordo para a exploração dos recursos minerais ucranianos.
Os detalhes do acordo ainda não foram divulgados por autoridades americanas e ucranianas, e não há prazo definido para o início do cessar-fogo, caso seja aprovado pela Rússia.
A negociação foi elogiada pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Ele afirmou que a proposta de cessar-fogo dá garantias de segurança ao país por terra, água e mar.
Ainda segundo Zelensky, a Ucrânia propôs que o acordo possibilite a troca de prisioneiros civis e militares, além da devolução de crianças ucranianas que foram levadas à força pela Rússia.
Ucrânia lança ataque massivo de drones contra Moscou
"A Ucrânia está pronta para aceitar esta proposta — nós a vemos como um passo positivo e estamos prontos para isso. Agora, cabe aos Estados Unidos convencer a Rússia a fazer o mesmo. Se a Rússia concordar, o cessar-fogo entrará em vigor imediatamente", afirmou.
Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que autoridades americanas devem conversar com a Rússia entre esta terça-feira e quarta-feira (12). Ele também disse que pode convidar Zelensky para um encontro na Casa Branca.
Enquanto isso, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que a Ucrânia deu um passo positivo no conflito e disse esperar que a Rússia tenha a mesma postura. Segundo ele, o prazo de 30 dias poderá ser prorrogado por mais tempo.
A Rússia não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
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Obra do artista italiano Tvboy sobre a carcaça de um tanque de guerra destruído na vila de Dmytrivka, perto de Kiev, mostra um pombo com as cores da bandeira ucraniana e um ramo no bico
Efrem Lukatsky/AP
O encontro
A reunião entre autoridades dos Estados Unidos e da Ucrânia ocorre 11 dias após os presidentes Donald Trump e Volodymyr Zelensky baterem boca na Casa Branca. A discussão começou depois que o líder ucraniano questionou uma declaração do vice-presidente dos EUA, J.D. Vance.
Na ocasião, Trump afirmou que Zelensky estava apostando com a vida de milhões de pessoas e sugeriu que ele estaria disposto a correr o risco de provocar uma Terceira Guerra Mundial. O presidente ucraniano também foi chamado de ingrato por Vance.
Após o desentendimento, Zelensky deixou a Casa Branca sem assinar um acordo que permitiria aos Estados Unidos explorarem minérios na Ucrânia. O tratado é considerado essencial para a manutenção do apoio americano ao país.
Nas horas seguintes, Zelensky fez uma série de acenos para Trump e aos Estados Unidos. A tentativa de reaproximação resultou no encontro entre Ucrânia e Estados Unidos desta terça-feira.
Poucas horas antes da reunião, a Ucrânia lançou um grande ataque de drones contra Moscou. O bombardeio deixou três mortos e 17 feridos, provocou incêndios e levou à suspensão temporária das atividades em quatro aeroportos da capital russa, segundo autoridades locais.
Declaração conjunta entre EUA e Ucrânia
"Hoje, em Jeddah, Arábia Saudita — sob a graciosa hospitalidade do Príncipe Herdeiro Mohammed bin Salman — os Estados Unidos e a Ucrânia deram passos importantes para restaurar uma paz duradoura na Ucrânia.
Representantes de ambas as nações elogiaram a bravura do povo ucraniano na defesa de sua nação e concordaram que agora é o momento de iniciar um processo rumo a uma paz duradoura.
A delegação ucraniana reiterou a forte gratidão do povo ucraniano ao presidente Trump, ao Congresso dos EUA e ao povo dos Estados Unidos por tornarem possível um progresso significativo em direção à paz.
A Ucrânia expressou disposição para aceitar a proposta dos EUA de implementar um cessar-fogo imediato e provisório de 30 dias, que pode ser prorrogado por acordo mútuo entre as partes e que está sujeito à aceitação e implementação simultânea pela Federação Russa. Os Estados Unidos comunicarão à Rússia que a reciprocidade russa é a chave para alcançar a paz.
Os Estados Unidos levantarão imediatamente a suspensão do compartilhamento de inteligência e retomarão a assistência de segurança à Ucrânia.
As delegações também discutiram a importância dos esforços de ajuda humanitária como parte do processo de paz, especialmente durante o cessar-fogo mencionado, incluindo a troca de prisioneiros de guerra, a libertação de civis detidos e o retorno de crianças ucranianas transferidas à força.
Ambas as delegações concordaram em nomear suas equipes de negociação e iniciar imediatamente negociações para uma paz duradoura que garanta a segurança de longo prazo da Ucrânia. Os Estados Unidos se comprometeram a discutir essas propostas específicas com representantes da Rússia. A delegação ucraniana reiterou que parceiros europeus devem estar envolvidos no processo de paz.
Por fim, os presidentes de ambos os países concordaram em concluir, o mais rápido possível, um acordo abrangente para o desenvolvimento dos recursos minerais críticos da Ucrânia, a fim de expandir sua economia, compensar o custo da assistência americana e garantir a prosperidade e segurança de longo prazo da Ucrânia."
VÍDEOS: mais assistidos do g1

Source: Ucrânia concorda com proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia
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Última mensagem por marcosbr - 15, Março, 2025, 23:29
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#23
LEIA SEMPRE AQUI / Itamaraty orienta brasileiros ...
Última mensagem por noticias - 15, Março, 2025, 01:32
Itamaraty orienta brasileiros a deixarem a Síria após novos conflitos e denúncias de assassinatos étnicos


     Confrontos entre apoiadores do atual e do antigo regime sírio deixaram mais de mil mortes desde o fim de semana, a maioria civis. Entidades de direitos humanos denunciam tentativa de limpeza étnica.  O Ministério das Relações Exteriores divulgou um comunicado nesta segunda-feira (10) no qual informou que não há brasileiros entre as vítimas dos novos conflitos na Síria, orientando aqueles que vivem no país a deixarem a região. Cerca de 3 mil brasileiros residem no local.
O comunicado foi divulgado num contexto em que, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), os recentes confrontos entre apoiadores do ex-ditador Bashar al-Assad, deposto em dezembro do ano passado, e os novos governantes do país já deixaram mais de mil mortos, a maioria civis.
Nesse cenário, surgiram denúncias de tentativa de limpeza étnica. Diante do número de mortes, países como Estados Unidos e Rússia já acionaram o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) para que tome alguma medida.
"O governo brasileiro expressa forte preocupação com os incidentes violentos ocorridos, entre 6 e 9 de março, nas províncias de Lataquia e Tartus, na Síria, os quais provocaram a morte de mais de 1000 pessoas, em sua maioria civis. Ao expressar repúdio ao recurso à violência, sobretudo contra civis, o Brasil transmite condolências aos familiares das vítimas e insta as partes envolvidas ao exercício da contenção", afirmou o Itamaraty.
EUA e Rússia pedem reunião na ONU para discutir violência na Síria
"Reitera, ainda, sua posição em favor de transição política pacífica e inclusiva, com respeito da independência, unidade, soberania e integridade territorial da Síria. Não há registro de brasileiros entre as vítimas. O Itamaraty, por meio do portal consular, atualizou o alerta recomendando aos nacionais não viajar à Síria e, caso estejam no país, a adotar as indicações de segurança das autoridades locais", acrescentou o governo brasileiro.
Segundo o Observatório Sírio, foram mortos, ao todo (até esta segunda-feira):
745 civis;
125 membros das forças de segurança sírias;
148 apoiadores de Assad.
Rami Abdulrahman, chefe do Observatório, afirma que os civis mortos incluem mulheres e crianças alauitas, minoria xiita que apoiava Assad. Ele afirmou, ainda, que o número de mortos foi um dos mais altos desde um ataque com armas químicas pelas forças de Assad, em 2013, que matou cerca de 1,4 mil pessoas em um subúrbio de Damasco.
Grupo se reúne durante funeral de vítima após centenas de mortes na Síria
Reuters/Orhan Qereman
Alerta consular
Um alerta consular foi emitido pelo Ministério das Relações Exteriores aos brasileiros que vivem na Síria. Entre outros pontos, esse alerta orienta aos cidadãos:
deixar o país, por meios próprios, até o "retorno à normalidade";
se não estiver na Síria, não viajar ao país;
quem decidir ficar, que siga as orientações de segurança das autoridades locais;
não permanecer em áreas de risco;
não participar de aglomerações nem de protestos.

Source: Itamaraty orienta brasileiros a deixarem a Síria após novos conflitos e denúncias de assassinatos étnicos
#24
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Última mensagem por noticias - 14, Março, 2025, 01:31
Guerra comercial de Trump: entenda a linha do tempo da implementação de tarifas dos EUA


     Presidente dos Estados Unidos tem feito ameaças tarifárias constantes contra seus maiores parceiros comerciais. Donald Trump, presidente dos EUA
REUTERS/Kevin Lamarque
As ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mergulharam o país em uma guerra comercial no exterior — e têm aumentado as incertezas pelo mundo, em meio ao vai e vem na implementação de taxas por parte do republicano.
Desde que assumiu o cargo, há menos de dois meses, Trump implementou altos impostos de importação sobre produtos provenientes dos três maiores parceiros comerciais dos EUA, Canadá, China e México — e promete que mais taxas estão por vir.
Como o g1 já mostrou, a ameaça tarifária é uma estratégia antiga e conhecida de Trump para tentar vantagens em negociações bilaterais. Em seu primeiro mandato, o republicano também lançou uma guerra comercial, mas, agora, parece ter planos mais abrangentes.
Economistas enfatizam que pode haver consequências maiores para empresas e para a economia dos EUA e de outros países pelo mundo, além de ressaltarem o temor que de que os preços mais altos por conta das taxas provavelmente deixarão os consumidores norte-americanos pagando a conta.
Veja uma linha do tempo do que aconteceu até agora:
Primeiro mandato de Trump
Trump iniciou uma guerra comercial durante o seu primeiro mandato. Na época, o republicano mirava principalmente a China. Os dois países trocaram uma série de impostos retaliatórios, que afetaram centenas de bilhões de dólares em bens.
A disputa gira em torno das alegações dos EUA de que a China emprega táticas desonestas — incluindo roubo de segredos comerciais e pressão sobre empresas norte-americanas para entregar tecnologia sensível —, em um esforço para suplantar os Estados Unidos em campos avançados, como a computação quântica e carros automatizados.
Trump colocou tarifas sobre a maioria dos produtos chineses, enquanto Pequim respondeu com suas próprias taxas retaliatórias sobre produtos norte-americanos, que iam de frutas, soja e vinha a importações de aeronaves, automóveis e produtos químicos.
Em 2018, Trump impôs impostos de 25% sobre o aço importado e 10% sobre as importações de alumínio, alegando "motivos de segurança nacional". O republicano também usou a ameaça tarifária para forçar o Canadá e o México a renegociar um pacto comercial com o país, criando o chamado Acordo EUA-México-Canadá (ou USMCA), em 2020.
Tarifas sob Biden
O ex-presidente dos EUA Joe Biden preservou, em seu mandato, grande parte das tarifas decretadas por Trump contra a China. O seu governo, no entanto, afirmou adotar uma abordagem mais direcionada.
Em outubro de 2022, Biden emitiu novas restrições sobre a venda de semicondutores e equipamentos de fabricação de chips para a China. Essas restrições foram expandidas em outubro de 2023 e, depois, em dezembro de 2024.
Naquele momento, a China respondeu com uma proibição de exportações dos EUA para vários materiais de alta tecnológia, como gálio e germânio.
Biden também aumentou as tarifas sobre veículos elétricos, células solares, aço, alumínio e equipamentos médicos com origem da China em maio de 2024.
Em julho do mesmo ano, o ex-presidente também impôs tarifas em aço e alumínio importados do México, mas produzidos em outro lugar, em uma tentativa de impedir a China de contornar as tarifas impostas a ela.
Promessas de campanha eleitoral de 2024
As medidas tarifárias de 2024 aconteceram durante uma campanha presidencial acirrada, com Biden e Trump trocando farpas, na tentativa de mostrar quem é mais duro com a China.
Durante sua campanha, Trump diz que planeja impor tarifas de pelo menos 60% sobre todas a importações chinesas se ganhar um segundo mandato. Ele também trouxe a possibilidade de impor uma taxa de até 20% sobre tudo o mais que os EUA importam, enquanto ameaçava aplicar taxas ainda maiores para países ou fabricantes específicos que levassem seus negócios para fora dos EUA.
Enquanto a administração Biden-Harris usava tarifas para atingir a China, também defendiam que a promessa de Trump de tarifas mais amplas em todo o mundo seria um erro, indicando que as medidas poderiam aumentar as despesas de uma família típica norte-americana em quase US$ 4 mil anualmente.
Novembro de 2024
 Em novembro, Trump vence a eleição presidencial dos EUA. Ele continua a prometer grandes aumentos de tarifas.
20 de janeiro de 2025
Trump é empossado presidente dos Estados Unidos. Em seu primeiro discurso durante a cerimônia de posse, o republicano novamente promete "taxar países estrangeiros para enriquecer" os cidadãos norte-americanos.
Em seu primeiro dia no cargo, Trump também prometeu aplicar tarifas de 25% ao Canadá e ao México em 1º de fevereiro, mas se recusou a detalhar imediatamente os planos para taxar as importações chinesas.
México, Canadá, UE e China: entenda por que 'tarifaço' de Trump não chegou ao Brasil
26 de janeiro de 2025
Em 26 de janeiro deste ano, Trump ameaça aplicar tarifas de 25% sobre todas as importações da Colômbia e indica outras medidas retaliatórias ao país, após o presidente colombiano Gustavo Petro ter rejeitado duas aeronaves militares dos EUA que transportavam migrantes para o país.
Em resposta, Petro também anunciou um aumento retaliatório de 25% nas tarifas sobre produtos dos EUA. A Colômbia, no entanto, mudou de ideia. Posteriormente reverteu sua decisão e aceitou os voos que transportavam migrantes. Os dois países logo sinalizaram uma interrupção na disputa comercial .
1º de fevereiro de 2025
Trump assina uma ordem executiva para impor tarifas sobre importações do México, Canadá e China — 10% sobre todas as importações da China e 25% sobre as importações do México e Canadá a partir de 4 de fevereiro .
O republicano invocou esse poder ao declarar uma emergência nacional — ostensivamente sobre imigração ilegal e tráfico de drogas . As taxas sobre o Canadá e o México ameaçam explodir o próprio acordo comercial USMCA de Trump, que permitiu que muitos produtos cruzassem as fronteiras da América do Norte sem impostos.
A ação rapidamente provocou indignação nos três países, com promessas de medidas retaliatórias.
3 de fevereiro de 2025
Trump concorda em pausar as tarifas impostas ao Canadá e ao México por 30 dias, após os países entrarem em um acordo e prometerem tomar medidas para apaziguar as preocupações do republicano sobre a segurança da fronteira e o tráfico de drogas.
4 de fevereiro de 2025
As novas tarifas de 10% de Trump sobre todas as importações chinesas para os EUA entram em vigor .
A China retalia no mesmo dia, anunciando uma enxurrada de contramedidas. Entre elas, novas taxas abrangentes sobre uma variedade de produtos norte-americanos e uma investigação antimonopólio sobre o Google .
As tarifas de 15% da China sobre produtos de carvão e gás natural liquefeito, e uma taxa de 10% sobre petróleo bruto, máquinas agrícolas e carros de grande porte importados dos EUA, entram em vigor em 10 de fevereiro .
10 de fevereiro de 2025
Trump anuncia planos para aumentar tarifas de aço e alumínio . Ele remove as isenções de suas tarifas de 2018 sobre o aço — o que significa que todas as importações de aço serão taxadas em um mínimo de 25%.
O republicano também aumenta suas tarifas de alumínio de 2018 de 10% para 25%. As medidas devem entrar em vigor em 12 de março.
Trump assina decreto que impõe tarifas recíprocas contra países que taxam produtos dos EUA
13 de fevereiro de 2025
Trump anuncia um plano para tarifas "recíprocas", prometendo aumentar as tarifas dos EUA para corresponder às taxas de impostos que outros países cobram sobre as importações do país, "para fins de justiça".
Economistas alertam que as tarifas recíprocas, definidas para anular décadas de política comercial, podem criar caos para os negócios globais .
Além da China, Canadá e México, ele indica que países adicionais, como a Índia, não serão poupados de tarifas mais altas. E nas semanas seguintes, Trump sugere que os países europeus podem enfrentar uma taxa de 25% como parte desses esforços.
25 de fevereiro de 2025
Trump assina uma ordem executiva instruindo o Departamento de Comércio a avaliar se uma tarifa sobre o cobre importado seria necessária para proteger a segurança nacional. Ele cita o uso do material na defesa, infraestrutura e tecnologias emergentes dos EUA.
1º de março de 2025
Trump assina uma ordem executiva adicional instruindo o Departamento de Comércio a avaliar se as tarifas sobre madeira serrada também seriam necessárias para proteger a segurança nacional. O argumento é que a indústria da construção e as forças armadas dependem de um forte fornecimento de produtos de madeira nos EUA
4 de março de 2025
As tarifas de 25% de Trump sobre importações do Canadá e do México entram em vigor , embora ele limite a taxa a 10% sobre a energia canadense. O republicano também dobra a tarifa sobre todas as importações chinesas para 20%.
Os três países prometem medidas retaliatórias. O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau anuncia tarifas sobre mais de US$ 100 bilhões em produtos norte-americanos ao longo de 21 dias, enquanto a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, diz que seu país responderia com suas próprias tarifas retaliatórias, sem especificar os produtos alvos imediatamente, sinalizando esperanças de desescalada.
Enquanto isso, a China impõe tarifas de até 15% sobre uma ampla gama de exportações agrícolas importantes dos EUA. Ela também expande o número de empresas dos EUA sujeitas a controles de exportação e outras restrições em cerca de duas dúzias.
5 de março de 2025
Trump concede uma isenção de um mês em suas novas tarifas que impactam produtos do México e Canadá para montadoras dos EUA . A pausa acontece depois que o presidente falou com líderes de três grandes montadoras, a Ford, a General Motors e a Stellantis.
6 de março de 2025
Em uma extensão mais ampla, Trump adia tarifas de 25% sobre várias das importações do México e algumas importações do Canadá por um mês. O republicano sinaliza, no entanto, que ainda planeja impor tarifas "recíprocas" a partir de 2 de abril.
Trump deu crédito a Sheinbaum pelo progresso na segurança da fronteira e no tráfico de drogas como uma razão para suspender novamente as tarifas. Em uma publicação no X, Sheinbaum disse que ela e Trump "tiveram uma ligação excelente e respeitosa na qual concordamos que nosso trabalho e colaboração produziram resultados sem precedentes".
As ações de Trump também amenizam as tensõs nas relações com o Canadá, embora a incerteza sobre a guerra comercial permaneça.
Ainda assim, após suas tarifas retaliatórias iniciais de US$ 21 bilhões sobre produtos dos EUA, o governo canadense disse que havia suspendido sua segunda onda de tarifas retaliatórias no valor de US$ 87 bilhões.
9 de março
Em entrevista à Fox News, o presidente norte-americano diz que "detesta" fazer previsões sobre o futuro da economia, mas não descartou uma recessão e um aumento de preços durante o "período transitório" de suas políticas tarifárias.
"Isso leva um pouco de tempo", afirmou o republicano, reiterando que suas tarifas acabariam por beneficiar a economia norte-americana.
Já o secretário do comércio dos EUA, Howard Lutnick, também no domingo, rejeitou os temores de que as tarifas globais de Trump causariam uma recessão no país. "De forma alguma.[...] Não haverá recessão na América", disse.
As incertezas acabaram por penalizar os mercados globais e a trazer uma forte aversão ao risco entre investidores — o que tende a beneficiar o dólar ante outras moedas. Por aqui, o dólar teve uma valorização de 1,06% ante o real, e fechou o pregão cotado em R$ 5,8515.

Source: Guerra comercial de Trump: entenda a linha do tempo da implementação de tarifas dos EUA
#25
LEIA SEMPRE AQUI / Papa Francisco está em condiçã...
Última mensagem por noticias - 13, Março, 2025, 01:30
Papa Francisco está em condição estável e sem febre, diz Vaticano


     Segundo o boletim médico, o Papa Francisco está mostrando uma "boa resposta" e apresentando uma melhora gradual em sua condição geral, informou o Vaticano neste sábado (8). Papa Francisco.
Filippo MONTEFORTE / AFP
O Papa Francisco segue estável ��nos últimos dias e demonstra uma "boa resposta ao tratamento", informou o boletim médico divulgado neste sábado (8) pelo Vaticano.
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"As condições clínicas do Santo Padre permaneceram estáveis ��nos últimos dias e, consequentemente, demonstram uma boa resposta à terapia. Há, portanto, uma melhoria gradual e ligeira", diz trecho do boletim médico.
Papa responde bem ao tratamento e tem leve melhora
Pela primeira vez, o Vaticano destaca que ele responde bem ao tratamento.
O Papa permaneceu sem febre, e as trocas gasosas melhoraram. Além disso, os testes do pontífice de "hematoquímicos e hemocrocitométricos são confirmados como estáveis".
De acordo com o boletim, para registrar melhorias iniciais nos próximos dias, os médicos mantêm o prognóstico de Francisco em sigilo por segurança.
"Esta manhã o Santo Padre, depois de receber a Eucaristia, reuniu-se em oração na capela do apartamento privado, enquanto à tarde alternou o descanso com as atividades de trabalho", finalizou o texto.
Papa assinou documento endereçado às mulheres no hospital em que está internado
Reprodução
Carta às mulheres
Mais cedo, a Santa Sé revelou um texto do Papa Francisco sobre as mulheres.
Esse texto foi lido pelo secretário de estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, que se reuniu com representantes do movimento Pró-Vida neste sábado. Papa Francisco se dirigiu às mulheres neste dia dedicado a elas, dizendo que a sociedade deve continuar apostando nas mulheres pela sua capacidade de acolhida, generosidade e coragem e que elas devem contar com o apoio da sociedade civil e eclesial.
O documento foi assinado no dia 5 de março no Hospital Policlínico Gemelli. Geralmente, os sumos pontífices assinam esses documentos ou no Vaticano ou na Basílica de São João de Latrão, que é a Catedral de Roma. Ou seja, o Papa Francisco, mesmo doente, mesmo em estado de internação, continua trabalhando da maneira que possível.
Madrugada
Nesta madrugada, o Vaticano informou que Papa Francisco passou mais uma noite tranquila e estava descansando.
Na sexta-feira (7)  a situação clínica do pontífice de 88 anos, "permaneceu estável dentro de um quadro complexo". A Santa Sé divulgou um comunicado falando sobre o tratamento:
"O dia [sexta] transcorreu entre descanso, orações e terapias, incluindo fisioterapia respiratória. (...) Conforme programado, durante o dia, o papa utiliza cânulas nasais para oxigenação de alto fluxo, enquanto à noite há ventilação mecânica não invasiva".
O Vaticano também revelou que Francisco deixou o quarto por pouco tempo para orar e trabalhou um pouco.
"O papa esteve esta manhã por 20 minutos na capela próxima ao seu quarto e realizou algumas atividades de trabalho", descreveu o Vaticano.
A carta de renúncia que o papa Francisco escreveu em 2013 para o caso de 'impedimento médico'
Com voz frágil e ofegante, Papa Francisco agradece 'do fundo do coração' pelas orações dos fiéis em Roma em áudio
Na quinta-feira (6), o papa agradeceu aos fiéis pelas orações por sua saúde em uma mensagem de voz divulgada pelo Vaticano. Com a voz frágil e ofegante, ele se dirigiu aos que se reúnem diariamente na Praça São Pedro, em Roma.
Esta foi a primeira vez que o Vaticano divulgou um áudio do pontífice desde a internação, em 14 de fevereiro, para tratar uma pneumonia nos dois pulmões.
"Agradeço do fundo do coração as orações que vocês fazem pela minha saúde na Praça. Eu as acompanho daqui. Que Deus os abençoe e que a Virgem cuide de vocês. Obrigado."
Papa internado desde 14 de fevereiro
Uma estátua do falecido Papa João Paulo 2º fica do lado de fora do Hospital Gemelli, onde o Papa Francisco está recebendo tratamento médico
Reuters
Papa Francisco está internado no hospital Gemelli, em Roma, desde 14 de fevereiro, depois que um surto de bronquite piorou e se transformou em pneumonia em ambos os pulmões.
Broncoespasmo: entenda a crise sofrida pelo papa Francisco
Esta é a ausência mais longa de Francisco desde o início do seu papado, em março de 2013. Os médicos do Vaticano não disseram quanto tempo pode durar seu tratamento.
Francisco está realizando fisioterapia respiratória e recebe oxigênio de alto fluxo no hospital Gemelli. Em alguns dias, após crises agudas, ele também respirou com o auxílio de uma máscara, de forma não invasiva, segundo os boletins médicos divulgados pela Santa Sé.
Em um comunicado na quinta (8), o Vaticano afirma que Francisco segue estável, sem febre e sem novas crises respiratórias.
"As condições clínicas do Santo Padre permaneceram estáveis em relação aos dias anteriores. Também hoje, ele não apresentou episódios de insuficiência respiratória. O Santo Padre continuou, com benefício, a fisioterapia respiratória e motora", diz trecho do boletim médico.
A saúde do pontífice havia voltado a se agravar na segunda-feira (3), quando ele sofreu dois episódios de insuficiência respiratória aguda e broncoespasmos.
Desde então, porém, os boletins do Vaticano afirmam que ele não teve mais intercorrências médicas.
Veja mais em:
Vaticano divulga áudio do Papa Francisco, gravado nesta segunda-feira (6).
Papa Francisco permanece estável no hospital, diz boletim médico

Source: Papa Francisco está em condição estável e sem febre, diz Vaticano
#26
LEIA SEMPRE AQUI / Rússia faz ataque aéreo massiv...
Última mensagem por noticias - 12, Março, 2025, 01:27
Rússia faz ataque aéreo massivo contra infraestrutura energética e de gás da Ucrânia; caças franceses são usados pela 1ª vez na defesa


     Ataque com mais de 200 mísseis e drones ocorre em meio a conversas de EUA com Rússia e Ucrânia pelo final do conflito. Força Aérea ucraniana utilizou jatos Mirage-2000 para abater projéteis. Bombeiros apagam incêndio após ataque aéreo russo em Kharkiv, na Ucrânia, em 7 de março de 2025.
Serviço de Emergência ucraniano via AP
A Rússia atacou a infraestrutura energética da Ucrânia em um bombardeio em larga escala com mísseis e drones durante a noite, informaram autoridades ucranianas nesta sexta-feira (7). O ataque ocorreu poucas horas após o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciar que negociações com os EUA sobre o fim da guerra ocorrerão na próxima semana na Arábia Saudita.
Pelo menos 10 pessoas, incluindo uma criança, ficaram feridas, segundo as autoridades. O ministro da Energia ucraniano, Herman Halushchenko, denunciou em suas redes sociais o ataque russo.
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"A Rússia está tentando prejudicar os ucranianos comuns ao atacar instalações de energia e produção de gás, sem abandonar seu objetivo de nos deixar sem luz e calor, causando o maior dano possível à população civil", afirmou Halushchenko.
Segundo a Força Aérea ucraniana, a Rússia disparou 67 mísseis de diferentes pontos —ar, terra e mar— e lançou 194 drones de ataque e de distração. O principal alvo foram as instalações de extração de gás natural da Ucrânia.
As defesas ucranianas derrubaram 34 mísseis e 100 drones, informou a Força Aérea. Além disso, até 10 mísseis não atingiram seus alvos e 86 drones desapareceram dos radares, possivelmente devido a interferência eletrônica.
Após o ataque, Zelensky voltou a pedir um cessar-fogo aéreo e marítimo na guerra, como um primeiro passo para a trégua definitiva. O ataque ocorre em meio a conversas dos EUA com a Rússia e a Ucrânia pelo final do conflito.
A Rússia tem atacado repetidamente a rede elétrica da Ucrânia durante a guerra. Os bombardeios reduziram a capacidade de geração de eletricidade e interromperam o fornecimento crítico de aquecimento e água. Autoridades ucranianas acusam Moscou de "usar o inverno como arma" para minar o moral da população.
O ministério da Defesa russo confirmou o bombardeio e disse que o ataque foi de alta precisão e contra instalações que sustentam a indústria de defesa da Ucrânia. Os russos disseram ainda que todos os alvos foram atingidos e os objetivos do ataque foram alcançados.
A Ucrânia utilizou pela primeira vez caças franceses Mirage-2000, recebidos há um mês, para ajudar a interceptar o ataque desta sexta-feira, segundo a Força Aérea. O país também conta com caças F-16 fornecidos por aliados para interceptar mísseis russos.
Imagem de caça Mirage 2000, produzido pela França.
Domínio Público/Voa Wikipedia
Os sistemas de defesa aérea fornecidos pelo Ocidente são fundamentais para a luta da Ucrânia, mas a continuidade da ajuda dos EUA é incerta sob o governo de Donald Trump. O presidente americano tem afirmado que pretende encerrar a guerra e suspendeu a assistência militar a Kiev para pressionar Zelensky a negociar.
Em seu discurso noturno na quinta-feira, Zelensky anunciou que viajará à Arábia Saudita na segunda-feira (10) para se encontrar com o príncipe herdeiro do país, enquanto sua equipe permanecerá para realizar negociações com autoridades dos EUA.
Zelensky também elogiou o plano da União Europeia de fortalecer a defesa do continente e expressou esperança de que parte desse novo investimento possa ser direcionada para reforçar a indústria de defesa da Ucrânia.
Zelensky diz que Trump vive em bolha de desinformação vinda da Rússia

Source: Rússia faz ataque aéreo massivo contra infraestrutura energética e de gás da Ucrânia; caças franceses são usados pela 1ª vez na defesa
#27
LEIA SEMPRE AQUI / Hamas diz que ameaças de Trump...
Última mensagem por noticias - 11, Março, 2025, 01:26
Hamas diz que ameaças de Trump encorajam Netanyahu a desistir de acordo de cessar-fogo em Gaza


     Grupo terrorista rechaçou o ultimato dado pelo presidente dos EUA na quarta (5) sobre libertação de reféns israelenses. Primeira fase de acordo de trégua expirou no final de semana e Israel e Hamas discordam sobre como prosseguir. Palestinos deslocados retornar para suas casas na Faixa de Gaza
REUTERS
O grupo terrorista palestino Hamas disse nesta quinta-feira (6) que as ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, contra os palestinos dão respaldo para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, desistir do cessar-fogo na Faixa de Gaza e intensifique o cerco aos habitantes do território.
Trump deu um ultimato ao Hamas na quarta-feira, exigindo que o grupo terrorista "liberte todos os reféns agora, e não mais tarde", incluindo os restos mortais dos reféns mortos, "ou será o fim de tudo para vocês".
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Em comunicado enviado à Reuters, o porta-voz do Hamas, Abdel-Latif Al-Qanoua, disse: "O melhor caminho para libertar os prisioneiros israelenses restantes é Israel entrar na segunda fase e o obrigar a aderir ao acordo assinado sob o patrocínio de mediadores".
O acordo de cessar-fogo em Gaza, que entrou em vigor em 19 de janeiro, foi negociado com a participação do enviado de Trump ao lado de enviados do governo Biden. O acordo determina que os reféns restantes sejam libertados em uma segunda fase, durante a qual os planos finais seriam negociados para o fim da guerra.
A primeira fase do cessar-fogo terminou no sábado passado (1º), e Israel e Hamas discordam sobre como prosseguir. Desde então, Israel impôs um bloqueio total da entrada de ajuda humanitária em Gaza para pressionar o grupo terrorista a aceitar um plano alternativo, que teria a libertação dos reféns restantes sem iniciar as negociações para acabar com a guerra.
Os palestinos dizem que o bloqueio pode causar fome aos 2,3 milhões de pessoas que vivem nas ruínas de Gaza.
Trump fez suas novas ameaças após uma reunião na Casa Branca na quarta-feira com um grupo de reféns que foram libertados na primeira fase do acordo de cessar-fogo em Gaza.
"Estou enviando a Israel tudo o que ele precisa para terminar o trabalho, nem um único membro do Hamas estará seguro se vocês não fizerem o que eu digo", disse ele.
"Além disso, para o povo de Gaza: Um belo futuro os aguarda, mas não se vocês fizerem reféns. Se fizerem isso, vocês estarão MORTOS! Tomem uma decisão INTELIGENTE. LIBEREM OS REFÉNS AGORA, OU HAVERÁ UM INFERNO PARA PAGAR MAIS TARDE!", afirmou Trump em publicação em sua rede social Truth Social.
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Trump dá ultimato ao Hamas sobre reféns israelenses

Source: Hamas diz que ameaças de Trump encorajam Netanyahu a desistir de acordo de cessar-fogo em Gaza
#28
LEIA SEMPRE AQUI / Missão contra o Hamas ainda nã...
Última mensagem por noticias - 10, Março, 2025, 01:26
Missão contra o Hamas ainda não terminou, diz novo chefe de gabinete das Forças Armadas de Israel


     Eyal Zamir assumiu cargo nesta quarta (5) em meio a cenário de incerteza sobre cessar-fogo na guerra na Faixa de Gaza. Primeira fase do acordo expirou no final de semana e Israel e Hamas discordam sobre como prosseguir. Tenente-general Eyal Zamir assume cargo de chefe de gabinete das Forças Armadas de Israel em 5 de março de 2025.
Divulgação/Ministério da Defesa de Israel
A missão do Exército israelense para derrotar o Hamas na Faixa de Gaza "ainda não terminou", afirmou nesta quarta-feira (5) o tenente-general Eyal Zamir, novo chefe de gabinete das Forças Armadas israelenses, durante a cerimônia de posse no cargo.
"Hoje, aceito o comando do exército com modéstia e humildade. Este é um momento histórico. O Hamas sofreu um golpe duro, mas ainda não foi vencido, então a missão ainda não terminou", afirmou Zamir.
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Eyal Zamir assume o cargo em meio a cenário de incerteza sobre o cessar-fogo na guerra na Faixa de Gaza. A primeira fase do acordo expirou no final de semana, e Israel e Hamas discordam sobre como prosseguir. O acordo previa que a segunda e terceira fases seriam negociadas durante a implementação da primeira, que durou seis semanas —no entanto, isso não ocorreu.
No domingo (2), Netanyahu disse ter aceitado um novo plano de trégua temporária sugerido pelo enviado especial de Trump, Steve Witkoff, de congelar os combates durante o Ramadã e a Páscoa Judaica, até 20 de abril. Hamas, por sua vez, disse estar comprometido com o acordo originalmente aprovado que entrou em vigor em 19 de janeiro. Para fazer pressão no grupo terrorista, Israel bloqueou a entrada de ajuda humanitária em Gaza.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse ao novo chefe de gabinete das Forças Armadas que o país está "determinado" a alcançar a vitória na guerra de várias frentes iniciada com o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
"Você tem uma tremenda responsabilidade sobre seus ombros. Os resultados da guerra terão impacto em várias gerações, e estamos determinados a alcançar a vitória", disse Netanyahu em cerimônia em Tel Aviv.
Durante a primeira fase do cessar-fogo, o Hamas entregou a Israel 33 reféns, sendo oito deles mortos, em troca da libertação de quase 1.800 prisioneiros palestinos. Entre os 251 reféns levados para Gaza, 58 continuam em cativeiro, mas 34 são considerados mortos, segundo o exército israelense.
Palestinos passam pelos escombros de edifícios destruídos, em meio ao cessar-fogo entre Israel e o Hamas, na Cidade de Gaza, em 6 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Dawoud Abu Alkas/Foto de arquivo
Renúncia do chefe de gabinete anterior
Zamir, 59 anos, substitui no cargo o tenente-general Herzi Halevi, que anunciou sua renúncia há algumas semanas, depois de reconhecer o fiasco das Forças Armadas nos ataques terroristas de 7 de outubro de 2023.
O exército reconheceu, em uma investigação publicada na semana passada, seu "fracasso completo" naquele dia e admitiu ter sofrido de "excesso de confiança" a respeito dos planos e capacidades militares do grupo terrorista palestino Hamas.
A investigação do exército revelou que o ataque ocorreu em três ondas sucessivas e que mais de 5.000 pessoas, incluindo milhares de civis, entraram em Israel a partir da Faixa de Gaza naquela data.
O ataque terrorista no território israelense deixou mais de 1.200 mortos, a maioria civis, e 251 pessoas foram sequestradas pelo Hamas.
A resposta israelense no território palestino matou mais de 48 mil pessoas, em sua maioria civis, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. A ONU considera os dados confiáveis.

Source: Missão contra o Hamas ainda não terminou, diz novo chefe de gabinete das Forças Armadas de Israel
#29
PROJETO LEITURA / O Cadete e o Capitão (livro)
Última mensagem por marcosbr - 09, Março, 2025, 17:23
Sinopse:
Uma investigação sobre um momento controverso na trajetória de Jair Bolsonaro:
o abandono da carreira militar e o ingresso na vida política.
Jair Bolsonaro tornou-se uma figura pública em 1986, quando assinou na revista
Veja um artigo em que reclamava do baixo soldo pago aos militares. Um ano
depois, nas páginas da mesma revista, reapareceu numa reportagem que
revelava um plano de estourar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro.
A revista publicou um desenho que detalhava o plano. O croqui, supostamente de
autoria do capitão, comprovaria a conspiração em curso no Exército. Instado a
prestar contas, Bolsonaro foi considerado culpado no primeiro julgamento, e mais
tarde inocentado pelo Superior Tribunal Militar (STM). Após a decisão da corte,
deixou a farda, passou à reserva e ingressou na política. Esta é a reportagem
mais completa já escrita sobre esse período pouco conhecido. O autor examinou
a documentação do processo (reproduzida no livro) e escutou as mais de cinco
horas de áudio da sessão secreta — ambos disponíveis no STM. Também
entrevistou personagens que atuaram no caso, entre jornalistas de Veja e militares
colegas de Bolsonaro. Além de reunir indícios suficientes para apontar que a
autoria do croqui, como sustentou Veja até o fim, era mesmo do capitão, Maklouf
reconstitui um episódio decisivo não apenas para a trajetória do presidente eleito
em 2018, mas também para a redemocratização e o jornalismo no Brasil.



Você pode ler ou baixar o livro clicando na imagem abaixo:

#30
LEIA SEMPRE AQUI / Rússia elogia decisão de Trump...
Última mensagem por noticias - 09, Março, 2025, 01:26
Rússia elogia decisão de Trump de pausar ajuda à Ucrânia: 'melhor contribuição para a paz'


     Porta-voz do Kremlin disse achar que pausa levará Kiev a ter de negociar uma saída para o fim da guerra na Ucrânia. Trump anunciou interrupção no envio de apoio financeiro e militar à Ucrânia após bate-boca com Zelesnky. EUA suspendem ajuda militar à Ucrânia
O governo russo disse nesta terça-feira (4) que a decisão dos Estados Unidos de pausar a ajuda militar e financeira à Ucrânia "é provavelmente a melhor contribuição para a paz" no país que a Rússia invadiu.
Na noite de segunda-feira (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que vai pausar a ajuda norte-americana à Ucrânia — o envio de recursos militares e financeiros de Washington e da Europa desde o início da guerra, que já dura três anos, fez Kiev conseguir resistir ao avanço russo e contra-atacar.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou nesta terça achar que a suspensão da ajuda por parte de Washington pode encorajar o regime de Kiev a avançar em direção a um processo de paz.
"Esta será provavelmente a melhor contribuição para a paz (na Ucrânia)", disse o porta-voz à agência estatal russa RIA Novosti.
A Ucrânia ainda não havia se manifestado sobre a pausa nas ajudas até a última atualização desta reportagem. Mas Kiev já disse diversas vezes estar disposta a negociar o fim da guerra com a única condição de que Moscou devolva os territórios ocupados durante o conflito.
Atualmente, a Rússia controla, com a presença de tropas, cerca de 20% do território ucraniano.
Pacote da Europa
A chefe do Executivo da União Europeia, Ursula von der Leyen, anuncia plano de 800 bi de euros da UE contra eventual saída dos EUA da Ucrânia, em 4 de março de 2025.
Yves Herman/ Reuters
Também nesta terça, a Europa começou a se preparar para uma eventual retirada do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia e, mais ainda, para um cenário de aliança entre Washington e Moscou.
A chefe de governo da União Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que o bloco europeu prepara um plano de 800 bilhões de euros (R$ 4,9 trlhões) para reforçar as defesas das nações da UE e diminuir o impacto da potencial retirada dos EUA da aliança de países que ajudam a Ucrânia.
Com o valor, a UE pretende também que a Ucrânia tenha força militar para negociar com a Rússia após o congelamento da ajuda dos EUA ao país. O plano é uma reação ao anúncio dos EUA de suspender as ajudas à Ucrânia.
"Não preciso descrever a natureza grave das ameaças que enfrentamos", disse von der Leyen.
Von der Leyen disse que o pacote, batizado de "Rearme a Europa", será apresentado aos 27 líderes da UE que se reunirão em Bruxelas na quinta-feira (6) em um encontro de emergência.
Nas últimas décadas, os países da UE têm resistido gastar muito em defesa, enquanto se amparam sob o guarda-chuva nuclear dos EUA e em uma economia lenta, o que cria desafios para um aumento rápido desses gastos.
Líderes europeus demonstram união em apoio à Ucrânia
Von der Leyen disse que a primeira tarefa é afrouxar as restrições fiscais que a UE impõe aos gastos orçamentários para "permitir que os estados-membros aumentem significativamente seus gastos com defesa sem acionar" regras punitivas.
"Portanto, se os estados-membros aumentassem seus gastos com defesa em 1,5% do PIB em média, isso poderia criar um espaço fiscal de quase 650 bilhões de euros (US$ 683 bilhões) em um período de quatro anos", disse von der Leyen. Isso seria complementado por um programa de empréstimos de 150 bilhões de euros (US$ 157 bilhões) para permitir que os estados-membros invistam em defesa.
Ela disse que o equipamento militar que precisa ser melhorado inclui defesa aérea e de mísseis, sistemas de artilharia, mísseis e munição, drones e sistemas antidrone e preparação cibernética.
O plano forçará ainda muitos estados-membros da UE a aumentar signifcativamente seus gastos militares, que ainda estão abaixo de 2% do Produto Interno Bruto (PIB). O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, já disse aos países europeus que eles precisam passar para mais de 3% do PIB o mais rápido possível.

Source: Rússia elogia decisão de Trump de pausar ajuda à Ucrânia: 'melhor contribuição para a paz'
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