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#51
LEIA SEMPRE AQUI / Irã lança mísseis contra alvos...
Última mensagem por noticias - 01, Junho, 2026, 00:00
Irã lança mísseis contra alvos no Golfo Pérsico, diz agência

        Navios comerciais no Estreito de Ormuz próximo à costa do Omã em maio de 2026.
REUTERS/Stringer
As forças do Irã lançaram mísseis em direção a alvos no Golfo Pérsico nesta quinta-feira (28), segundo a agência semioficial Fars.
"Há alguns minutos, as forças armadas iranianas lançaram uma operação de mísseis a partir das regiões sul do país em direção a alvos específicos", diz a agência. "O destino exato desses mísseis ainda é desconhecido, mas algumas fontes relatam a possibilidade de um confronto sobre as águas do Golfo Pérsico."
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TEMPO REAL: acompanhe as últimas notícias da guerra
Segundo a mídia estatal do país, explosões foram ouvidas perto da cidade de Bushehr, decorrentes da interceptação aeronaves pelos sistemas de defesa do Irã. Não se sabe se estas aeronaves eram tripuladas ou se eram drones.
As Forças Armadas dos EUA negam que qualquer uma de suas aeronaves ou drones tenha sido derrubada por Teerã.
A notícia dos disparos chegam ao mesmo tempo em que negociadores de Estados Unidos e Irã tentam um acordo sobre um memorando para prorrogar o cessar-fogo por 60 dias.
Em meio às negociações, EUA e Irã têm trocado ataques nas últimas horas. Os ataques foram limitados, mas revelam a fragilidade do cessar-fogo em vigor desde o início de abril e das tentativas diplomáticas de chegar a um acordo para encerrar a guerra.
Agora no g1
O Irã atacou uma base aérea norte-americana nesta quinta-feira (28), depois que os Estados Unidos derrubaram na quarta (27) drones iranianos perto do Estreito de Ormuz.
Uma autoridade dos EUA disse à Reuters que os militares abateram quatro drones de ataque iranianos e atingiram uma estação de controle terrestre na cidade portuária de Bandar Abbas, que estava prestes a lançar um quinto drone.
"Essas ações foram medidas, puramente defensivas e destinadas a manter o cessar-fogo", declarou a autoridade, que pediu anonimato para falar sobre operações militares.
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) disse mais tarde que tinha como alvo a base dos EUA responsável por um ataque ao território iraniano.
A IRGC, que não mencionou o nome da base, disse que qualquer repetição do que chamou de agressão levaria a uma resposta "mais decisiva".
Também nesta quinta, o Kuwait -- que abriga uma grande base dos EUA -- afirmou que foi alvo de mísseis e drones iranianos.    

Source: Irã lança mísseis contra alvos no Golfo Pérsico, diz agência

#52
LEIA SEMPRE AQUI / Incêndio em dormitório escolar...
Última mensagem por noticias - 31, Maio, 2026, 00:04
Incêndio em dormitório escolar feminino mata ao menos 16 estudantes no Quênia

        Vítima de incêndio é retirada de uma aeronave da Força Aérea do Quênia no Hospital St. Joseph, após um incêndio na Escola Feminina Utumishi
Patrick Ngugi / AP
Um incêndio devastou um dormitório de um internato feminino no centro do Quênia na quinta-feira, matando pelo menos 16 estudantes e ferindo dezenas de outras, no mais recente incêndio mortal em uma escola no país da África Oriental. A polícia interrogou as estudantes sobreviventes sobre como o fogo começou.
O incêndio ocorreu na Escola Feminina Utumishi, que tem mais de 800 alunas, na região de Gilgil, no centro do Quênia , disse o Ministro da Educação, Julius Ogamba, acrescentando que 79 alunas ficaram feridas no desastre.
Os detetives estavam interrogando os alunos para determinar se alguma irregularidade provocou o incêndio, e Ogamba disse que as autoridades estavam tentando descobrir se o manual de segurança contra incêndio da escola havia sido seguido.
As vítimas ainda não haviam sido identificadas, o que gerou raiva e frustração entre os pais que se reuniram em frente ao dormitório destruído. Alguns deles confrontaram os policiais que guardavam o local, exigindo ver os restos mortais das vítimas ainda não recolhidos.
Cruz Vermelha do Quênia monta operação de suporte para as sobreviventes do incêndio que matou meninas em escola.
Reprodução / Cruz Vermelha do Quênia
Bernard Omwandho, representante da associação de pais, pediu calma enquanto a investigação policial prosseguia.
"A maioria dos pais que ainda estão aqui são aqueles cujas filhas estão sendo interrogadas", disse ele, acrescentando que esperava que os interrogados "pudessem pelo menos esclarecer ou nos dar alguma pista sobre o que realmente aconteceu".
A escola está localizada a cerca de 120 quilômetros (75 milhas) a noroeste da capital, Nairóbi. A escola secundária, de propriedade do governo, é administrada e patrocinada pelo Serviço de Polícia do Quênia. Muitas das alunas são filhas de policiais.
Elizabeth Rioba, mãe de duas meninas que estudam na escola, disse estar aliviada por ver as filhas, mas expressou preocupação porque uma das meninas viu a amiga ficar presa ao tentar pular de uma janela.
"Ela está muito traumatizada, mas estou aliviada por ela estar bem e triste por todas essas crianças que morreram", disse ela à Associated Press.
A Cruz Vermelha do Quênia informou que vários estudantes foram evacuados e estão recebendo tratamento em diversos hospitais. O grupo afirmou ter enviado equipes de apoio psicológico para os estudantes e suas famílias.
O presidente queniano, William Ruto, expressou suas condolências em um comunicado. "Nenhuma palavra pode realmente aliviar a dor da perda de vidas jovens cheias de promessas, esperança e sonhos para o futuro", disse Ruto. "Como nação, lamentamos junto aos pais, responsáveis, professores e colegas que estão sofrendo esta tragédia inimaginável."
Incêndios em escolas têm sido motivo de preocupação para autoridades da área da educação na África Oriental, onde salas de aula e dormitórios costumam ser superlotados e geralmente não há equipamentos de combate a incêndio. Às vezes, as autoridades apontam conexões elétricas precárias como causa dos incêndios.
Em 2024, 21 estudantes morreram carbonizados em um incêndio em uma escola no centro do Quênia. Ruto decretou três dias de luto.
O incêndio escolar mais mortal da história recente do Quênia ocorreu em 2001, quando 67 estudantes morreram em um incêndio em um dormitório no condado de Machakos.
Em 2017, 10 estudantes morreram em um incêndio em uma escola em Nairóbi . Um estudante foi acusado de homicídio.
Agora no g1    

Source: Incêndio em dormitório escolar feminino mata ao menos 16 estudantes no Quênia

#53
LEIA SEMPRE AQUI / OMS pede cessar-fogo no Congo ...
Última mensagem por noticias - 30, Maio, 2026, 00:06
OMS pede cessar-fogo no Congo para conter avanço do ebola em meio à guerra; Uganda fecha fronteira com país

        Ritmo de disseminação do Ebola está ultrapassando esforços de resposta, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu nesta quarta-feira (27) um cessar-fogo no leste da República Democrática do Congo para tentar conter o avanço de um surto de ebola, agravado pelos conflitos armados e pelo deslocamento em massa de pessoas na região.
A variante Bundibugyo do vírus, para a qual não há vacina nem tratamento aprovados, foi declarada emergência internacional pela OMS no início deste mês. Os casos têm aumentado rapidamente.
"O leste da República Democrática do Congo enfrenta agora uma colisão catastrófica entre doença e conflito, com o surto de ebola na província de Ituri avançando mais rápido do que a resposta", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que deve visitar a região ainda esta semana.
"Não conseguimos conquistar a confiança da população nem isolar os doentes enquanto bombas continuam caindo. Pedimos que todas as partes em conflito concordem com um cessar-fogo imediato para conter este surto", escreveu Tedros na rede social X.
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Familiares de uma vítima do Ebola lamentam enquanto o caixão é levado para o sepultamento, no Hospital Sofepadi em Bunia, Congo.
Moses Sawasawa / AP
Mais de 900 casos suspeitos e mais de 200 mortes suspeitas já foram registrados em três províncias do leste do Congo, incluindo Kivu do Norte, controlada pelos rebeldes do grupo M23 apoiado por Ruanda, e Kivu do Sul, dominada pela aliança rebelde Alliance Fleuve Congo.
A ONG Save the Children informou que crianças representam um quarto das mortes confirmadas por ebola e pediu o reforço das medidas de prevenção da infecção.
Os confrontos continuam no leste do Congo apesar das tentativas de mediação lideradas pelos Estados Unidos e outros países. Milhões de pessoas estão deslocadas. Segundo a agência da ONU para refugiados, centros de recepção e trânsito na região de West Nile, em Uganda, operam com mais do que o dobro da capacidade.
Organizações humanitárias enviam equipes e equipamentos ao leste do Congo, mas afirmam que ataques contra profissionais de saúde, motivados pela desconfiança da população, dificultam os trabalhos.
Até agora, doadores prometeram cerca de US$ 500 milhões para combater o surto, mas nem todos os recursos foram liberados, segundo autoridades de saúde.
Falta de equipamentos
Um médico de Butembo, na província de Kivu do Norte, onde houve seis mortes entre sete casos registrados de ebola, afirmou à Reuters que o hospital possui apenas dois sacos mortuários restantes devido à escassez de materiais.
"Se houver mais mortes, não sei como vamos lidar com isso", disse o médico, que pediu anonimato por medo de represálias no trabalho.
"Recentemente tivemos que preparar um corpo e não tivemos escolha a não ser usar nosso próprio dinheiro para comprar um saco mortuário", acrescentou.
O médico também relatou falta crítica de sabão, cloro e equipamentos de proteção individual, como botas, macacões, máscaras e luvas. Segundo ele, cortes em ajuda internacional para ONGs locais e estrangeiras contribuíram para a situação.
Uganda pede fechamento de fronteira
Autoridades ugandesas ordenaram na quarta-feira o fechamento da fronteira com o Congo "com efeito imediato", devido ao aumento de casos suspeitos de um tipo raro de Ebola , que se aproximam de 1.000 no país vizinho , e ao surgimento de outros casos no próprio país.
A medida, que contraria as orientações da OMS, sublinhou os crescentes receios de contágio neste país da África Oriental que, tal como o Congo, tem experiência no combate a surtos de Ebola, mas que desta vez enfrenta um tipo diferente, o Bundibugyo , sem medicamentos ou vacinas aprovados.
Uma força-tarefa local contra o Ebola tomou a decisão de fechar a fronteira após um aumento no número de profissionais de saúde ugandeses expostos ao vírus por pacientes congoleses que cruzaram a fronteira antes da declaração do surto em 15 de maio.
A travessia da fronteira com o Congo será autorizada apenas em casos de emergência, incluindo para resposta a surtos, transporte de carga ou por motivos de segurança, disse a Dra. Diana Atwine, secretária permanente do Ministério da Saúde, a jornalistas. Qualquer pessoa que entrar no país vinda do Congo em circunstâncias de emergência será submetida a autoisolamento obrigatório por 21 dias.    

Source: OMS pede cessar-fogo no Congo para conter avanço do ebola em meio à guerra; Uganda fecha fronteira com país

#54
LEIA SEMPRE AQUI / Internet começa a voltar no Ir...
Última mensagem por noticias - 29, Maio, 2026, 00:02
Internet começa a voltar no Irã após 3 meses de bloqueio

        Site de monitoramento Netblocks registra acesso à internet no Irã após três meses, em 26 de maio de 2026.
Reprodução/Netblocs
A internet começou a ser restabelecida no Irã nesta terça-feira (26), após o governo do país determinar a liberação do acesso às redes. A internet havia sido cortada em fevereiro no país, no inicio da guerra do Irã contra os Estados Unidos.
O site Netblocks, que monitora o acesso à internet pelo mundo, registrou nesta terça conectividade no Irã em um nível equivalente a quase 40% dos índices normais de acesso à internet do país. Foi a primeira grande movimentação depois de quase três meses (veja no gráfico acima).
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AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra no Oriente Médio
Na segunda-feira (25), o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, emitiu uma ordem para restabelecer o acesso da internet no Irã aos níveis anteriores aos da guerra, informou a mídia estatal iraniana.
➡️ O regime iraniano vinha limitando o acesso à internet desde o fim de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, dando início à guerra. Desde então, apenas alguns iranianos conseguem acessar a rede através de VPNs caras e avançadas. A maioria da população está totalmente sem acesso à internet há 87 dias.
Pelas redes sociais, o g1 encontrou publicações em persa — o principal idioma oficial do Irã — citando a volta da internet ao país.
"A conexão de internet da companhia telefônica estatal voltou agora no meu escritório", disse um usuário.
Alguns, no entanto, afirmaram que a conectividade ainda era parcial. "Só 34% da internet voltou 🤦‍♀️🤦‍♀️", escreveu uma usuária. Na ordem emitida na segunda-feira, o governo iraniano afirmou que a internet voltaria aos níveis "pré-guerra", mas não informou em quanto tempo isso ocorreria.
Agora no g1
A Fars disse ainda que o restabelecimento foi determinado pela Sede da Organização Especial do Ciberespaço, um órgão subordinado à vice-presidência do país, e submetido ao presidente, que acatou a recomendação.
"De acordo com o comunicado da base de informações do governo, essa sede (...) aprovou o retorno da internet internacional ao seu status anterior, e essa decisão será anunciada para implementação após a aprovação do Presidente", afirmou a agência.
Manifestantes em Londres participaram dos protestos reivindicando acesso à internet sem restrições no Irã, em maio de 2026.
SOPA Images/LightRocket via Getty Images/BBC
A restrição ao acesso à internet, que praticamente cortou as comunicações do Irã com o resto do mundo, foi determinada pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, órgão do governo responsável por assuntos de segurança. Na ocasião, o conselho alegou medidas de segurança por conta do conflito.
Antes da guerra, no entanto, já havia relato de cortes de internet na esteira dos protestos históricos contra o regime dos aiatolás, que tomaram ruas de Teerã em dezembro de 2025 e janeiro deste ano. Os manifestantes enfrentaram forte repressão, prisões e execuções.
Nas últimas semanas, de acordo com a Fars, o Conselho de Segurança Nacional vinha restabelecendo alguns pontos de acesso à internet, de forma gradual. A agência afirma, no entanto, que há discordâcias internas sobre o restabelecimento total da internet.
O presidente iraniano ainda não havia se pronunciado sobre a determinação até a última atualização desta reportagem. Também não havia informações sobre se o restabelecimento da internet faz parte do acordo que o Irã negocia com os Estados Unidos.
Conectividade de internet no Irã em 7 de março de 2026, após início de ofensiva militar dos EUA e de Israel contra o país.
Reprodução/NetBlocks
Mulher assiste pronunciamento televisionado do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, em Teerã, em 26 de maio de 2026.
Atta Kenare / AFP    

Source: Internet começa a voltar no Irã após 3 meses de bloqueio

#55
LEIA SEMPRE AQUI / Trump sobre Irã: 'Será um acor...
Última mensagem por noticias - 28, Maio, 2026, 00:01
Trump sobre Irã: 'Será um acordo excelente ou não haverá acordo'

        Trump e Rubio afirmam que acordo com o Irã pode reabrir o Estreito de Ormuz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou sobre as negociações para chegar a um acordo de paz com o Irã e afirmou que ele só acontecerá se for "excelente" para os EUA, nesta segunda-feira (25).
Em um post citando vários políticos do Partido Democrata que fazem oposição ao seu governo, ele rebateu as críticas que vêm sofrendo, criticou o acordo feito pelo ex-presidente democrata Barack Obama com Teerã e chamou os adversários de "perdedores".
"O acordo com o Irã será ótimo e significativo, ou não haverá acordo algum. Será exatamente o oposto do desastre do JCPOA negociado pelo fracassado governo Obama, que abriu caminho direto e sem obstáculos para o Irã obter armas nucleares. Não, eu não faço acordos assim!", afirmou.
O JCPOA (Joint Comprehensive Plan of Action, Plano de Ação Conjunto Abrangente em português) é o acordo nuclear firmado em 2015 entre o Irã, os EUA, China, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha, e que previa limitar o programa nuclear iraniano em troca da retirada de sanções internacionais.
Críticos do pacto, entre eles Israel, afirmam que parte dos recursos liberados foi usada pelo regime iraniano para financiar grupos armados no Oriente Médio.
O presidente Donald Trump faz pronunciamento no Rockland Community College, em Suffern, Nova York
REUTERS/Kylie Cooper
Mais cedo, em visita à Índia, o secretário de Estados dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o acordo pode ser concluído ainda nesta segunda. Ressaltou que Israel tem o direito de se defender contra ataques e que os EUA daria todas a chances à diplomacia antes de 'explorar as alternativas'.
"Temos o que eu acho que é algo bastante sólido na mesa em termos de capacidade de abrir os estreitos. Israel sempre tem o direito de se proteger se o Hezbollah lançar ou for lançar mísseis contra eles, Israel tem todo o direito de responder a isso. Achamos que poderíamos ter alguma novidade ontem à noite, talvez hoje, eu não tiraria conclusões precipitadas disso", disse ele a jornalistas.
Um dia antes, neste domingo (24), Trump afirmou que o acordo para o fim da guerra com o Irã ainda não foi visto por ninguém, nem está "totalmente negociado". O presidente norte-americano também afirmou que a relação dos EUA com Teerã "está se tornando muito mais profissional e produtiva'.
"As negociações estão progredindo de forma ordenada e construtiva, e informei meus representantes para não se precipitarem em um acordo enquanto o tempo estiver a nosso favor. (...) Ambos os lados devem ter calma e fazer tudo certo. Não pode haver erros! Nossa relação com o Irã está se tornando muito mais profissional e produtiva. Eles precisam entender, no entanto, que não podem desenvolver ou adquirir uma arma ou bomba nuclear", escreveu.
Agora no g1
A publicação sinaliza uma nova mudança no tom do presidente sobre as negociações. No sábado (23), Trump disse achar que o acordo estava perto de ser concluído — horas depois, afirmou também que iria "explodi-los [os iranianos] em mil infernos" caso as duas partes não chegassem a um consenso até este domingo.
Hoje, no entanto, o presidente disse ter orientado os representantes dos EUA a não terem pressa de negociar um acordo com Teerã e que o tempo está a favor do governo norte-americano. "As negociações estão progredindo de forma ordenada e construtiva", publicou.
As negociações entre Irã e Estados Unidos pelo fim da guerra no Oriente Médio, iniciada no fim de fevereiro, se arrastam há semanas. Uma proposta feita pelo Irã na semana passada foi rejeitada por Washington, que disse considerar os termos insuficientes.
Uma das principais exigências americanas é o encerramento definitivo do programa nuclear iraniano, o que Teerã rejeita.
Ainda neste domingo, o jornal "New York Times" informou que os dois países chegaram a um entendimento preliminar: o Irã reabriria o Estreito de Ormuz em troca da entrega de seu arsenal nuclear. A informação é atribuída a um oficial americano próximo das negociações.
Os Estados Unidos impõem, desde abril, um bloqueio aos portos iranianos, depois que Teerã praticamente paralisou o tráfego pelo Estreito de Ormuz em resposta aos ataques americanos e israelenses contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro.
Ormuz é um corredor estratégico para o comércio mundial de petróleo — antes do conflito, cerca de 20% da produção global passava por ali. O fechamento temporário pressionou os preços da commodity no mundo todo.
No post deste domingo, Trump também faz referência ao acordo nuclear firmado por Barack Obama em 2015. O pacto previa limitar o programa nuclear iraniano em troca da retirada de sanções internacionais.
Críticos do acordo, entre eles Israel, afirmam que parte dos recursos liberados foi usada pelo regime iraniano para financiar grupos armados no Oriente Médio.    

Source: Trump sobre Irã: 'Será um acordo excelente ou não haverá acordo'

#56
LEIA SEMPRE AQUI / Taiwan diz estar cercada por m...
Última mensagem por noticias - 27, Maio, 2026, 00:00
Taiwan diz estar cercada por mais de 100 navios da China

        Por que Taiwan é tão importante na disputa de poder entre EUA e China
O chefe do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan disse neste sábado (23/05) que a China posicionou mais de 100 navios, entre embarcações da marinha e da guarda costeira, em águas regionais que se estendem do Mar Amarelo ao Mar do Sul da China e ao Pacífico Ocidental.
Em uma imagem postada no X por Joseph Wu, os navios aparecem formando uma espécie de cerco em torno da ilha autônoma. Pequim a vê como parte de seu território e já ameaçou tomá-la à força.
"Nesta parte do mundo, a #China é o único PROBLEMA que destrói o #StatusQuo e ameaça a paz e a estabilidade regionais", disse Wu na publicação.
O deslocamento começou antes de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reunir-se em Pequim com seu homólogo chinês, Xi Jinping, e aumentou para mais de 100 embarcações após o fim da cúpula, disse à agência de notícias AFP uma autoridade de segurança sob condição de anonimato.
Segundo essa mesma fonte, os navios chineses em torno de Taiwan também incluem embarcações de pesquisa.
Taiwan: uma peça com potencial explosivo no tabuleiro China-EUA
Reprodução/TV Globo
Não está claro o que eles fazem ali, mas a Marinha e a guarda costeira chinesas já promoveram treinamentos nessas águas antes.
A China intensificou a pressão militar sobre Taiwan nos últimos anos, deslocando caças e navios de guerra ao redor da ilha quase diariamente e realizando vários exercícios de grande escala.
Taiwan em alerta após incerteza sobre compra de armas americanas
Trump causou apreensão em Taiwan após sugerir que as vendas de armas dos Estados Unidos à ilha poderiam ser usadas como moeda de troca com a China.
Taiwan depende fortemente do apoio americano para dissuadir um eventual ataque chinês, e a venda de armas à ilha é algo previsto por lei nos EUA.
Dias depois da visita de Trump à China, o chefe interino da Marinha americana afirmou a congressistas nos EUA que o governo americano havia congelado a venda de 14 bilhões de dólares (R$ 70 bilhões) em armas a Taiwan, a fim de assegurar munição suficiente para a guerra no Irã.
O anúncio veio após Xi avisar a Trump que a "questão de Taiwan" é o tema mais importante nas relações entre EUA e China e que os dois países poderiam "ter confrontos e até conflitos" se a questão não fosse tratada de maneira adequada.
O governo de Taiwan tem insistido que o compromisso dos EUA com sua defesa não mudou, e que as vendas de armas seguem de pé.
Taiwaneses protestam nas ruas
Taiwan
g1/Alberto Correa
Marchas em apoio ao plano do governo de aumentar os gastos com defesa atraíram milhares de taiwaneses às ruas do país neste sábado.
Sob pressão dos Estados Unidos, o presidente Lai Ching-te havia proposto gastos adicionais de quase 40 bilhões de dólares em armas críticas, incluindo armamentos americanos. Mas o parlamento, de maioria oposicionista, reduziu esses gastos a 25 bilhões.
As tensões relativas a Taiwan também têm minado a relação entre a China e Japão, sobretudo desde novembro do ano passado, quando a primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi disse no parlamento que um ataque chinês a Taiwan poderia constituir uma ameaça à sobrevivência do Japão e justificar a intervenção do exército japonês.
Os comentários irritaram as autoridades chinesas, que reagiram aconselhando os seus cidadãos a evitar viagens para o arquipélago.  
(AFP, Lusa)    

Source: Taiwan diz estar cercada por mais de 100 navios da China

#57
LEIA SEMPRE AQUI / Drone atinge dormitório estuda...
Última mensagem por noticias - 26, Maio, 2026, 00:00
Drone atinge dormitório estudantil em cidade da Ucrânia controlada pela Rússia e deixa ao menos 4 mortos e 35 feridos; VÍDEO

        Drone da Ucrânia atinge dormitório estudantil e deixa jovens mortos e feridos
Pelo menos quatro adolescentes morreram e 35 ficaram feridos em um ataque de drones ucranianos contra um dormitório estudantil em Luhansk, cidade controlada pela Rússia no leste da Ucrânia, durante a madrugada desta sexta-feira (22), afirmam autoridades russas.
Yana Lantratova, comissária de Direitos Humanos do governo russo, afirmou que 86 adolescentes com idades entre 14 e 18 anos estavam dormindo no prédio do colégio Starobilsk, que pertence à Universidade Pedagógica de Luhansk, quando o bombardeio ocorreu.
"As forças armadas ucranianas realizaram um ataque direcionado contra crianças adormecidas", disse Lantratova em um comunicado.
Leonid Pasechnik, principal funcionário russo em Luhansk, disse que duas pessoas foram retiradas dos escombros e que as equipes de resgate ainda procuravam adolescentes presos sob os destroços.
Equipes de resgate trabalham em meio aos escombros de um dormitório destruído do Colégio Starobilsk  em Luhansk
Ministério de Situações de Emergência da Rússia na Região de Luhansk/Divulgação via REUTERS
Ao falar com jornalistas na manhã desta sexta, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, pediu que os responsáveis ​​sejam punidos:
"Este é um crime monstruoso. Um ataque a uma instituição de ensino onde crianças e jovens estão presentes. O mais importante agora é tomar medidas para remover os escombros e prestar assistência àqueles que ainda estão presos sob eles".
Fotos e vídeos divulgados pelas autoridades russas mostram equipes de resgate retirando um homem em uma maca dos escombros, prédios gravemente danificados, um dos quais parecia ter desabado parcialmente, e incêndios ainda ativos (veja no vídeo acima).
As Forças Armadas da Ucrânia negaram as acusações russas, classificando-as como "manipulação" e afirmando que o alvo era uma unidade de elite de comando de drones na região.
O Estado-Maior de Kiev informou no Facebook que atingiu um dos quartéis-generais da unidade de drones Rubicon, próximo à cidade, durante a madrugada, e que a Ucrânia cumpre o direito internacional humanitário.
O Ministério da Defesa da Rússia anunciou, no começo de abril, que suas forças haviam assumido o controle total da região de Luhansk, uma das quatro regiões ucranianas que a Rússia reivindica como sua desde 2022, quando começou a guerra entre os dois países.
"Unidades do agrupamento militar 'Ocidental' concluíram a libertação da República Popular de Luhansk", disse o Ministério da Defesa em um comunicado, usando o nome preferido de Moscou para a região.
Luhansk é uma das duas regiões -- junto com Donetsk -- que compõem a área industrializada de Donbas.    

Source: Drone atinge dormitório estudantil em cidade da Ucrânia controlada pela Rússia e deixa ao menos 4 mortos e 35 feridos; VÍDEO

#58
LEIA SEMPRE AQUI / Trump divulga poster de evento...
Última mensagem por noticias - 24, Maio, 2026, 00:00
Trump divulga poster de evento de UFC com lutador brasileiro que ocorrerá na Casa Branca no seu aniversário

        Presidente dos EUA, Donald Trump, divulga luta de UFC com brasileiro na Casa Branca
Reprodução/Truth Social
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou um poster do evento do Ultimate Fighting Championship (UFC) que vai ocorrer em 14 de junho na Casa Branca.
A peça contém a imagem do lutador brasileiro de MMA Alex Pereira, conhecido como Poatan.
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Pereira foi recebido por Trump no Salão Oval no último dia 6, quando Trump anunciou o evento, marcado para o dia do seu 80º aniversário.
"Eu o vi nocautear muita gente. É isso que ele faz, ele nocauteia pessoas", disse o presidente, no início do mês, sobre Alex Pereira. "Ele tem uma mão grande e poderosa."
Trump elogia lutador de UFC brasileiro na Casa Branca: 'Mão grande'
Poatan vai enfrentar o francês Ciryl Gane na luta prevista para o evento na Casa Branca. Segundo Trump, a programação será aberta ao público e integra as celebrações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos.
Trump e UFC
A realização de uma luta do UFC na Casa Branca já havia sido mencionada por Trump em outubro do ano passado.
Trump mantém relação próxima com o presidente do UFC, Dana White, aliado político do republicano. A ligação entre os dois começou nos anos 2000, quando o Trump Taj Mahal, em Atlantic City, foi um dos poucos locais nos Estados Unidos a sediar eventos do UFC.
Trump aperta a mão de Alex Pereira durante encontro no Salão Oval
Reuters
White afirmou ao Sports Business Journal que a organização pretende gastar cerca de US$ 700 mil para substituir a grama do jardim sul da Casa Branca após o evento.
Desde que voltou à presidência, Trump tem comparecido com frequência a lutas do UFC. A empresa controladora do campeonato, a TKO Group Holdings, não comentou o evento.
O lutador de UFC Alex Pereira durante encontro com Trump na Casa Branca
REUTERS/Kylie Cooper
Trump elogia brasileiro
Em abril, Trump elogiou outro lutador brasileiro, Paulo Costa, conhecido como Borrachinha, após a vitória do mineiro no UFC 327, em Miami.
O presidente, que acompanhava o evento da primeira fila no Kaseya Center, aproveitou o encontro junto à grade do octógono para comentar a aparência do atleta.
"Você é um cara bonito. Você poderia ser um modelo. Você é bonito demais para ser um lutador", disse.
A interação ocorreu logo após Borrachinha nocautear o russo Azamat Murzakanov e dedicar uma "dança da vitória" ao presidente americano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou beleza do lutador brasileiro Paulo Borrachinha, que nocauteou o russo Azamat Murzakanov no UFC 327, em Miami, na Flórida, nos Estados Unidos, no dia 11 de abril de 2026
Rebecca Blackwell/AP
VÍDEOS: mais assistidos do g1
Vídeos em alta no g1    

Source: Trump divulga poster de evento de UFC com lutador brasileiro que ocorrerá na Casa Branca no seu aniversário

#59
LEIA SEMPRE AQUI / Apaixonados pela Seleção: em B...
Última mensagem por noticias - 23, Maio, 2026, 00:00
Apaixonados pela Seleção: em Bangladesh, torcedores vão às ruas com bandeiras do Brasil e homenagens a Neymar

        Torcedores de Bangladesh caminham com a bandeira do Brasil em Comilla
Ekhon TV/Reprodução
Moradores da região de Comilla, em Bangladesh, foram às ruas com bandeiras do Brasil e para homenagear o jogador Neymar Jr. antes da convocação para a Copa do Mundo, no domingo (17).
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Vídeos divulgados por emissoras locais DBC News e Ekhon TV mostram torcedores carregando bandeiras brasileiras e comemorando em clima de festa. A ação viralizou nas redes sociais.
"Na verdade, essa homenagem ao Neymar representa o nosso amor pelo Brasil. Todas essas bandeiras mostram a empolgação com a Copa do Mundo", disse um torcedor não identificado à TV local.
"Todos aqui são torcedores da seleção brasileira, e graças à união dos torcedores conseguimos erguer essa bandeira."
Também houve mobilizações de torcedores da Argentina, rival histórica do Brasil entre os fãs bengaleses.
Em Bangladesh, fãs de futebol se dividem entre torcedores da Argentina e Brasil
Bangladesh reúne uma das torcidas estrangeiras mais apaixonadas por Brasil e Argentina. Ex-colônia britânica, o país integrou a Índia e o Paquistão antes de conquistar a independência, em 1971.
Apesar da paixão pelo futebol, a seleção bengalesa não tem tradição relevante no esporte. O principal esporte nacional é o críquete.
A popularidade de Brasil e Argentina cresceu a partir da década de 1980, quando a televisão se tornou mais acessível e permitiu que a população acompanhasse com maior frequência as Copas do Mundo e os principais jogadores sul-americanos.
Desde então, atletas brasileiros e argentinos passaram a ser tratados quase como celebridades.
A rivalidade entre torcedores também já provocou episódios de violência. Em junho de 2022, sete pessoas ficaram feridas em uma briga entre fãs de Brasil e Argentina no país.
VÍDEOS: mais assistidos do g1    

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Última mensagem por noticias - 22, Maio, 2026, 00:00
Reino Unido condena motorista por contrabandear cocaína em pacotes da marca de Kim Kardashian

        A modelo Kim Kardashian
AFP
Um caminhoneiro que transportava roupas da marca Skims, de Kim Kardashian, foi condenado nesta segunda-feira (18) por um tribunal britânico a 13 anos de prisão por esconder quase 10 milhões de dólares (50,6 milhões de reais, na cotação atual) em cocaína em sua carga.
Jakub Jan Konkel, um polonês de 40 anos, foi preso em setembro de 2025 por agentes alfandegários no porto de Harwich, no sudeste da Inglaterra, ao chegar de balsa vindo dos Países Baixos.
Seu caminhão, carregado com 28 paletes de roupas e peças íntimas da Skims, passou pela inspeção de raio-X.
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"A carga era completamente legal e nem o exportador nem o importador estavam envolvidos com tráfico, mas um esconderijo havia sido criado no revestimento das portas traseiras do caminhão", afirmou a Agência Nacional de Combate ao Crime (NCA) do Reino Unido em um comunicado.
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Noventa pacotes foram encontrados, cada um contendo um quilo de cocaína, com um valor total estimado em cerca de 7,2 milhões de libras (9,6 milhões de dólares), informou a NCA.
Inicialmente, Jakub Jan Konkel negou ter conhecimento da presença das drogas no caminhão, mas acabou se declarando culpado de tráfico de drogas.
O motorista do caminhão admitiu ter transportado as drogas em troca de 5.000 dólares (cerca de 25 mil reais).
O réu foi condenado por um tribunal em Chelmsford (sudeste da Inglaterra) a 13 anos e seis meses de prisão.    

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