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LEIA SEMPRE AQUI! / Sem puxar sardinha...
« Última mensagem por marcosbr em 09,Outubro, 2018, 22:31:13 pm »


Pode mudar tudo, mas parece que ninguém consegue mudar esta porcaria! Pessoas fazendo montagem e inventando mentiras.           
Deveriam ser presos mesmo. E podem ser!
Fazer campanha, elogiar, homenagear o seu candidato é compreensível...




Mas a politica não depende deste tipo de coisa. Nem qualquer candidato apoia isto! (eu acho)

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou neste domingo (7) que o Ministério Público Federal (MPF) deverá fazer uma apuração rigorosa dos casos de notícias falsas divulgadas durante o período eleitoral. Segundo ela, casos que possam mudar as intenções dos eleitores devem ser investigados e punidos pelas autoridades de segurança, conforme a lei.

Pessoas de mau caráter tentando influenciar "idiotas" e o pior é que conseguem... Esta na internet é verdade!

Vejam estes dois exemplos e me digam quem ganha com isto.






A podridão politica já contaminou alguns eleitores!
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por Percí em 09,Outubro, 2018, 17:30:24 pm »
A última atualização já fiz, o procedimento de desinstalar e reinstalar os canais ao final deixou tudo como estava, estou no aguardo da memória adquirida, assim que concluído volto com o resultado.
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LEIA SEMPRE AQUI! / A arrancada de Bolsonaro
« Última mensagem por noticias em 09,Outubro, 2018, 15:00:25 pm »
A arrancada de Bolsonaro


   Ele entra no segundo turno com uma larga vantagem sobre Haddad. Nem tanto pelo apoio a suas ideias – mas sobretudo por causa do antipetismo Bolsonaro x Haddad
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO; ALICE VERGUEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO
Os candidatos que disputarão o segundo turno, Bolsonaro e Haddad, ontem ao votar
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO; ALICE VERGUEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO
Jair Bolsonaro entra no segundo turno com larga vantagem sobre Fernando Haddad. São 18 milhões, no total de 107 milhões de votos válidos. Nas últimos 30 anos de democracia brasileira, ninguém venceu o primeiro turno e perdeu o segundo.
A arrancada fenomenal de Bolsonaro no final da campanha contribuiu para várias surpresas nas eleições estaduais e ao Senado. Ele arrastou o voto que elegeu apoiadores no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rondônia, Roraima e por todo o Brasil.
Quem olha para o mapa da votação também vê o naufrágio de vários nomes ligados ao petismo – de Lindbergh Farias a Eduardo Suplicy, de Jorge Viana a Fernando Pimentel, de Dilma Rousseff a Vanessa Grazziotin.
Soçobraram também senadores que tiveram papeis de destaque ao longo das gestões Lula e Dilma, como o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira, Romero Jucá ou Edison Lobão. Políticos tradicionais foram varridos do Parlamento pela onda conservadora ligada a Bolsonaro.
Ele não levou no primeiro turno por pouco. Ficou 16 pontos percentuais à frente de Haddad e, em média, 5,5 pontos acima das pesquisas da véspera (a maior diferença já registrada entre essas pesquisas e as urnas foram 6,8 pontos, com Aécio Neves em 2018).
Excluídas as duas eleições que Fernando Henrique Cardoso venceu no primeiro turno, em 1994 e 1998, a distância de Bolsonaro para Haddad só perde para a que separou Luiz Inácio Lula da Silva de José Serra em 2002, superior a 23 pontos percentuais.
O patamar de votos obtido por Bolsonaro, 46%, foi inferior ao de Lula em 2006 (48,6%), mas é comparável ao do próprio Lula em 2002 (46,4%) e ao de Dilma em 2010 (46,9%). Pela primeira vez nas oito eleições presidenciais em que chegou ao segundo turno, o PT enfrentará um rival com capacidade de mobilização popular similar, ou mesmo superior – e em posição de desvantagem.
Haddad tem alguma chance? Existe algo que ele possa fazer para convencer os brasileiros de que outro governo do PT seria melhor que uma gestão Bolsonaro?
Na primeira entrevista que deu depois de confirmado o segundo turno, ele adotou um tom conciliador e tentou posar como um candidato sereno diante da convulsão que atravessa a democracia brasileira. “Nós não portamos armas”, afirmou, numa referência ao rival. “Vamos com a força do argumento para defender o Brasil e seu povo.”
A rejeição a Bolsonaro é alta. Contra qualquer outro rival, é provável que fosse derrotado por causa dela. Mas Haddad é o único que atinge um nível de rejeição quase tão elevado. Não se trata tanto de rejeição a ele, mas de rejeição ao PT, a Lula e a tudo o que os 13 anos de governos petistas significaram para o Brasil.
O principal fator responsável pela ascensão de Bolsonaro não é seu programa de governo, nem sua visão de país – muito embora parte do eleitorado possa concordar com ela. É sua oposição visceral e indiscutível ao PT. A maior parte de seus eleitores não é composta de bolsonaristas convictos, mas de antipetistas.
Bolsonaro parece ter perfeita noção disso. “Temos de unir os cacos que nos fez o governo da esquerda no passado, negros e brancos, nordestinos contra sulistas, até mesmo quem tem opção sexual homo contra hétero”, afirmou no vídeo que gravou ao lado do economista Paulo Guedes depois do resultado. “Vamos unir o nosso povo.”
Para tentar vencer a onda Bolsonaro, Haddad teria de se afastar da mitologia petista, das fabulações sobre o impeachment de Dilma e a prisão de Lula. Teria de se apresentar como um candidato de consenso, capaz de promover as reformas de que o país precisa melhor do que Bolsonaro. Será essa uma estratégia viável?
A marca da gestão econômica desastrosa de Dilma Rousseff – derrotada ontem na eleição para o Senado – e a corrupção petista desmascarada pela Operação Lava Jato – cujo ápice foi a prisão de Lula – destruíram a imagem no PT em setores da sociedade que haviam se beneficado dos governos Lula, em especial na camada que ficou conhecida como “nova classe média”. Dá para reconquistá-los em três semanas?
O desafio que Haddad enfrenta não é trivial. Seu adversário tem óbvios pontos fracos: a falta de experiência política ou administrativa (que tenta compensar afirmando já contar com o apoio de mais de 300 parlamentares), a apologia da ditadura, a proximidade de militares que não parecem ter lá muito apreço pela democracia, o modo como trata mulheres ou minorias, o discurso extremista, inaceitável em qualquer ambiente civilizado. Mas as urnas mostraram que a repulsa ao PT parece ainda maior que qualquer ojeriza que Bolsonaro possa despertar.

Arte/G1
Source: A arrancada de Bolsonaro
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por marcosbr em 08,Outubro, 2018, 21:50:15 pm »
 Sim. Vai dar zero canais encontrados!
 E se tiver atualização via pendrive existente... Deve atualizar sim!
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por Percí em 08,Outubro, 2018, 21:11:15 pm »
Não perde o que sintoniza o problema é que alguns canais não sintonizam nem a pau, e o problema não é de sinal fraco, vou tentar fazer o que você disse sem e depois com antena.

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Mike Pompeo fala em progresso após encontro com Kim Jong-un; Seul diz que há acordo para nova cúpula com Trump


   Após se reunir com o líder norte-coreano, secretário de Estado dos EUA chegou a Seul na manhã deste domingo. Coreia do Sul diz que os dois acordaram realizar uma nova cúpula de líderes. Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, cumprimenta o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, durante uma reunião na Casa Azul, sede da presidência em Seul, neste domingo (7)
Ahn Young-joon / Reuters
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, relatou neste domingo (7) os "progressos" realizados durante uma nova reunião com Kim Jong-un, em Pyongyang. O objetivo do encontro era acelerar o fim do programa nuclear da Coreia do Norte. Segundo escritório presidencial da Coreia do Sul, para onde Pompeo foi após se reunir com Jong-un, os dois acordaram realizar uma segunda cúpula de líderes entre EUA e Coreia do Norte.
"Fizemos uma boa viagem a Pyongyang para encontrar o presidente Kim. Continuamos a progredir nos acordos alcançados na cúpula de Singapura. Obrigado por me receber, a mim e a minha equipe", afirmou Pompeo no Twitter após se reunir com o líder norte-coreano por cerca de duas horas.
No encontro em Singapura entre Kim Jong-un e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em junho, a Coreia do Norte se comprometeu em desmantelar seu programa nuclear. Porém, desde então, a situação pouco avançou.
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Falando a Pompeo através de um intérprete, Kim elogiou "um bom encontro". "Foi um dia muito bom que promete um bom futuro (...) para os dois países".
Segundo o comunicado da presidência da Coreia do Sul, Moon Jae-in se encontrou com o secretário americano na manhã deste domingo. Pompeo disse ao presidente Moon Jae-in que acordou com uma segunda reunião entre Trump e Jong-un "o mais rápido possível" e a formação de um grupo de trabalho para discutir o processo de desnuclearização.
Turnê asiática
O chefe da diplomacia americana chegou a Seul (Coreia do Sul) nesta manhã. Ele realiza uma turnê asiática que também o levou a Tóquio (Japão) e que o conduzirá à China na segunda-feira (8).
Esta viagem é a quarta visita do secretário de Estado americano e acontece num momento em que um possível acordo histórico entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte toma forma.
Em uma viagem anterior, em julho, Pompeo relatou avanços, mas Pyongyang condenou os "métodos de gangster" dos americanos, acusados de exigir seu desarmamento unilateral sem fazer concessões.
Uma autoridade americana declarou que o novo encontro foi melhor do que o precedente, acrescentando, no entanto, que "o caminho será longo".
'Apaixonado'
O conteúdo preciso do encontro não foi divulgado. Pompeo, no entanto, tuitou que se tratou de honrar "os compromissos" feitos pelos líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte.
No avião para Tóquio, Pompeo havia explicado a repórteres que seu objetivo era "construir uma confiança suficiente" com a Coreia do Norte para avançar em direção à paz.
"E também organizaremos a próxima cúpula", disse.
Ele havia, no entanto, relativizado a possibilidade de um grande avanço: "Duvido que iremos resolver tudo, mas começaremos a desenvolver opções para (fixar) o lugar e a data de uma nova reunião".
Até agora, nenhum presidente americano em exercício visitou a Coreia do Norte. O país continua, segundo os defensores dos direitos humanos, um dos mais repressivos do mundo.
Desde a cúpula em Singapura, as relações entre os dois países passaram por altos e baixos.
Donald Trump cancelou uma viagem anterior a Pyongyang de seu chefe de diplomacia depois de julgar insuficientes os progressos norte-coreanos.
Mas o presidente dos Estados Unidos garantiu em setembro ter "se apaixonado" pelo homem forte de Pyongyang.
Diminuir a pressão?
Os Estados Unidos insistem na manutenção das sanções até que a Coreia do Norte conclua uma "desnuclearização final e totalmente verificada".
Segundo analistas, é possível que Washington faça concessões, num momento em que China, Rússia e Coreia do Sul defendem a redução das sanções.
"A Coreia do Norte deu alguns passos em direção à desnuclearização e os Estados Unidos vão se expor às críticas da comunidade internacional, se continuarem a exigir a desnuclearização sem a retirada das sanções", considerou Yang Moo-jin, professor da Universidade de Estudos Norte-coreanos de Seul.
A visita do diplomata americano a Tóquio no sábado visava tranquilizar seu aliado japonês e incluí-lo no processo de negociação.
Estados Unidos e Japão têm uma "visão totalmente coordenada e unificada sobre como proceder, o que será necessário, se quisermos desnuclearizar com sucesso a Coreia do Norte", afirmou Pompeo ao lado do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
O Japão é historicamente a favor de uma linha dura em relação a Coreia do Norte e insiste em manter a pressão sobre o regime norte-coreano, que disparou em várias ocasiões mísseis sobre o território japonês e ameaçou exterminá-lo.
Na segunda-feira, Pompeu seguirá para Pequim, para uma visita que se anuncia tensa, dias depois de um discurso contundente do vice-presidente Mike Pence, que acusou a China de agressão militar, roubo de tecnologia e de intervenção eleitoral contra Trump.
Source: Mike Pompeo fala em progresso após encontro com Kim Jong-un; Seul diz que há acordo para nova cúpula com Trump
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por marcosbr em 08,Outubro, 2018, 18:20:06 pm »
 Perdeu sintonia novamente?
 Uma coisa que sempre faço é o seguinte. Retire a antena e faça a sintonia.
 Sem antena vai ter que "zerar" pois não vai sintonizar nada. Depois coloco a antena e repito!
 Quanto a memo... Nova sempre é a melhor solução!
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por Percí em 08,Outubro, 2018, 16:12:54 pm »
Acho que vou comprar só essa, já deve resolver, considerando que o software está gravado na outra...
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1022618989-memoria-flash-gravada-tv-aoc-d32w931-original-nova-_JM
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por naldonet em 08,Outubro, 2018, 13:20:40 pm »
Perci no ML é para ter.
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RESOLVIDOS TELAS FINAS! / Re: AOC D32W931, não sintoniza canal 12.1
« Última mensagem por Percí em 08,Outubro, 2018, 10:18:34 am »
Li o manual de ponta a ponta mas não vi meios de adicionar canais, onde conseguir essas memórias já gravadas?
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