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LEIA SEMPRE AQUI! / Áustria proíbe véu islâmico em escolas
« Última mensagem por noticias em 17,Maio, 2019, 20:59:50 pm »
Áustria proíbe véu islâmico em escolas


   Oposição vota contra, e associação de muçulmanos classifica medida de vergonhosa. Projeto foi apresentado pelo governo do chanceler federal Sebastian Kurz, formado por conservadores e extrema direita. Véus islâmicos usados pelas mulheres.
Morteza Nikoubazl/Reuters
Os parlamentares austríacos aprovaram nesta quarta-feira (15) uma lei que proíbe o uso do véu islâmico nas escolas primárias. A medida foi proposta pela coalizão de governo de direita e extrema direita.
O texto não menciona explicitamente o véu islâmico, mas "qualquer vestimenta de influência ideológica ou religiosa que cubra a cabeça", detalhando que se refere a itens que "que cubram todo o cabelo ou grandes partes dele".
Os dois partidos do governo, o conservador ÖVP e o de extrema direita FPÖ, deixaram claro que o alvo da lei é o véu islâmico. O porta-voz para educação do FPÖ, Wendelin Moelzer, disse que a lei era "um sinal contra o islã político". O parlamentar do ÖVP Rudolf Taschner afirmou que a lei é necessária para proteger as meninas da "submissão".
Vestimentas masculinas, como o gorro muçulmano ou a quipá judaica, não são afetadas pela lei, informou o governo.
A associação de muçulmanos austríacos IGGÖ chamou a lei, quando ainda era projeto, de vergonhosa e tática de distração, argumentando que ela afeta um número ínfimo de alunos.
Quase todos os parlamentares da oposição votaram contra, e alguns acusaram o governo de querer criar manchetes na imprensa em vez de se ocupar do bem-estar das crianças.
Antes da aprovação, o governo já dissera que conta com queixas contra a proibição no tribunal constitucional, por acusações de discriminação religiosa ou porque legislações que afetam as escolas necessitam de dois terços dos votos dos parlamentares.
Governos anteriores da Áustria proibiram véus que cobrem totalmente o rosto em tribunais, escolas e outros "espaços públicos", bem como o uso deles por policiais, juízes, magistrados e promotores.
O ÖVP, do chanceler federal Sebastian Kurz, e o FPÖ formaram uma coalizão no fim de 2017, depois de uma campanha na qual ambos os partidos adotaram um discurso anti-imigração e alertaram para os riscos de "sociedades paralelas".
Source: Áustria proíbe véu islâmico em escolas
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Documentário sobre casos de abuso sexual abala Igreja Católica polonesa

[html]Um dos acusados foi confessor de um ex-presidente do país; assunto virou tema da campanha presidencial. Um novo documentário sobre casos de menores de idade vítimas de agressão sexual por parte de religiosos católicos teve mais de 3 milhões de visitas ao vídeo durante as primeiras horas de publicação e provocou uma onda de reações na Polônia.
"Não conte a ninguém" é o título do documentário dirigido por Tomas Sekielski e produzido por seu irmão Mark Sekielski.
O filme narra a experiência de várias vítimas de abusos sexuais cometidos por padres. Uma delas é um homem que lembra de abusos sofridos aos 12 anos por parte do sacerdote Franciszek Cybula, que foi confessor do ex-presidente polonês e líder histórico do sindicato Solidarnosc (Solidariedade), Lech Walesa.
As reações da Igreja Católica oscilaram entre os que pediram desculpas pelos erros cometidos e os que evitaram se pronunciar por não terem visto o documentário.
Um arcebispo, Marek Jedraszewski, da Cracóvia, classificou o filme como uma forma "miserável de fazer política com base em mentiras".
Papa Francisco torna obrigatório religiosos denunciarem casos de abusos sexuais
Lech Walesa disse nesta segunda-feira (13) que desconhece os fatos sobre Cybula narrados no documentário e lamentou ter tido "maus confessores". Além disso, o ex-presidente pediu
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Crise na Venezuela: qual é a situação de Maduro após tentativa frustrada de tirá-lo do poder?


   Presidente segue resistindo aos ataques da oposição, apesar das fraturas internas e da crise econômica que corrói seu mandato e a sociedade venezuelana. Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, participa de marcha acompanhado do ministro da Defesa general Vladimir Padrino Lopez (esquerda) e pelo Comandante de Operações Estratégicas, Remigio Ceballos. Imagem de 2 de maio
Jhonn Zerpa / Miraflores Assessoria de Imprensa via AP
No último dia 8 de fevereiro, quando a luz apagou pela segunda vez durante uma entrevista coletiva no Palácio de Miraflores, os guarda-costas cercaram imediatamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
Protegido por sua escolta no escuro, tomando contrariado uma xícara de café entregue por um assessor, enquanto sua equipe corria para resolver o inoportuno apagão, Maduro era a imagem de um líder cercado.
Transição na Venezuela pode não incluir a liderança de Juan Guaidó, aponta sociólogo
 Desde que chegou ao poder em 2013, enfrentou sucessivas ondas de protestos, ameaças e sanções dos EUA, explosões de drones enquanto assistia a um desfile militar e, na semana passada, a última tentativa de insurreição da oposição para derrubá-lo.
Mas ele resiste.
Qual é a situação é Maduro após o último levante?
A Venezuela e o resto do mundo estão se perguntando qual é a situação do presidente venezuelano agora e se ele será capaz de suportar novos ataques.
Um ex-líder chavista afirmou à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, que "Maduro é mais forte do que muitos pensam e, apesar das pressões, está com toda disposição".
No entanto, de acordo com essa fonte, "o presidente venezuelano sabe que o jogo não está ganho". E, embora seja ele quem toma as decisões no governo e no Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), faz isso levando em conta as reações das diferentes correntes do chavismo para evitar o risco de uma cisão.
Nas palavras de Ivan Briscoe, analista do International Crisis Group, "Maduro sobrevive, mas dá a impressão de que faz isso a um custo muito alto".
Geoff Ramsey, do Washington Office of Latin America (WOLA), avalia que "embora tenha ficado claro que a oposição não tem força para derrubá-lo, Maduro tem cada vez menos capacidade de governar".
Na mesma linha, o jornalista venezuelano Vladimir Villegas declarou recentemente que a deterioração da situação chegou a um ponto em que a Venezuela "não tem gestão pública, apenas uma encenação".
O fato de não ter prendido Juan Guaidó, líder da oposição que se autoproclamou presidente interino e desafia sua autoridade, é para muitos um sinal da fraqueza de Maduro e causa desconforto entre as alas chavistas mais radicais.
Na última quarta-feira, no entanto, o deputado da oposição Edgar Zambrano, vice-presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, foi preso sob acusação de conspiração, rebelião e traição à pátria. Zambrano apareceu ao lado de Guaidó e Leopoldo López no vídeo em que convocaram uma revolta militar contra o governo em 30 de abril.
Edgar Zambrano, vice-presidente da Assembleia da Venezuela, ao lado de Juan Guaidó, antes de ser detido por forças chavistas
Manaure Quintero/Reuters/Arquivo
De acordo com todos os analistas, quem pode decidir o destino final de Maduro é o Exército, cujo apoio é reivindicado por Guaidó.
Não é à toa que o chavista multiplicou nos últimos dias os atos públicos com a presença de militares - a ideia é mostrar que são leais a ele.
Alguns, no entanto, começam a ver fissuras.
Briscoe diz que "a liderança de Maduro está pagando um preço alto por sua má administração da economia, o que gera um alto nível de frustração nas Forças Armadas".
E tudo indica que no episódio de duas semanas atrás houve a deserção do general Manuel Ricardo Cristopher Figuera, diretor do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), órgão-chave da segurança do Estado.
Para Michael Shifter, presidente da Inter-American Dialogue, uma notícia como essa "gera muita desconfiança no entorno de Maduro".
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ao lado do ministro da Defesa, Vladimir Padrino, no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, nesta terça (30).
HO / Venezuelan Presidency / AFP
No entanto, um político chavista consultado pela BBC News Mundo, bastante familiarizado com a cultura dos militares venezuelanos, destaca que "o que as Forças Armadas Nacionais decidirem fazer será feito como bloco; ninguém do alto comando vai se atrever a dar um passo sozinho".
Outro analista, o venezuelano Luis Vicente León, concorda que "o setor militar é altamente corporativista".
Fora da Venezuela, nem sempre se pondera o bastante a relação entre os militares venezuelanos e o Estado, fortalecida pelo falecido presidente Hugo Chávez. 
Um apego que vai além do viés ideológico e emocional.
Briscoe acredita que "eles poderiam estar dispostos a mudar de líder, mas não se isso significar acabar com o projeto ideológico do chavismo, que é o que protege seus interesses".
Para Leon, a fratura das Forças Armadas "não ocorreu porque elas não receberam nenhuma oferta confiável de 'cogoverno' e proteção em massa".
Como Maduro sobreviveu outras vezes?
O presidente venezuelano tem mostrado uma notável capacidade de sobrevivência política, apesar das fortes pressões que sofreu desde que chegou ao poder.
Com sua legitimidade questionada por numerosas vozes que colocaram em xeque a constitucionalidade do método adotado por Chávez, morto em 2013, para designá-lo como seu sucessor, uma onda de protestos promovida pela oposição se espalhou por todo o país assim que começou seu mandato.
Henrique Capriles Radonski, líder opositor venezuelano, denunciou irregularidades nas eleições de 2013, na qual Maduro o derrotou por uma margem estreita de votos.
Em 2014, ele enfrentou o que parte da oposição chamou de "a saída", uma série de protestos nas ruas que resultou em dezenas de mortos e na prisão, entre outros, do líder antichavista Leopoldo López, libertado agora com a ajuda de Guaidó e de parte do Serviço Bolivariano de Inteligência.
O descontentamento e o início da grave crise econômica permitiram que a oposição vencesse as eleições parlamentares de 2015 e pressionasse por um referendo para revogar o mandato de Maduro, que nunca chegou a ser realizado por causa do bloqueio do Conselho Nacional Eleitoral, acusado pela oposição de atuar de acordo com o que é ditado pelo Executivo.
Em 2017, novos protestos foram desencadeados em resposta à decisão do Supremo Tribunal de Justiça de tirar os poderes do Parlamento, controlado pela oposição desde as eleições legislativas de 2015.
Assim como o levante liderado por Guaidó agora em 2019, todas essas manifestações nas ruas tiveram como objetivo final expulsar Maduro do poder.
O governo de Maduro tem sido alvo de acusações pelo excesso de violência usado pelas forças policiais, o que consta no relatório mais recente do alto comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para direitos humanos.
Qual o impacto das sanções dos EUA?
Sob Donald Trump, o governo americano mantém uma estratégia de pressão crescente contra Maduro que não exclui, como tem reiterado Washington, a possibilidade de invasão militar.
O principal instrumento dessa política, que tem como objetivo declarado derrubar Maduro, tem sido as sanções contra o governo venezuelano e interesses econômicos estratégicos, como a estatal petrolífera venezuelana, a PDVSA.
Phil Gunson, do International Crisis Group, avalia que isso limita ainda mais a margem de manobra do governante bolivariano, já que assim "não pode fazer nada contra a deterioração da economia", principal causa da sua perda de popularidade.
As sanções também buscam sufocar os principais líderes chavistas para que abandonem o barco. O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, chegou a dizer que Maduro agora vive "em uma jaula de escorpiões".
Shifter indica que "a história mostra que as sanções por si só não são suficientes para propiciar mudanças políticas" e destaca que as principais vítimas serão os venezuelanos, que "já sofrem uma séria crise humanitária".
Ramsey sugere, por sua vez, que o governo "não se importa com a situação da população", por isso não acredita que as sanções levem-no a mudar de rumo.
A Rússia pode apoiar Maduro?
Os Estados Unidos são contrários a Maduro, mas a Rússia, assim com Cuba e China, é a grande aliada do governo chavista.
Moscou é o principal parceiro militar da Venezuela - e a última visita do ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, ao país, pouco depois do levante da oposição na semana passada, além de reafirmar os laços diplomáticos, serviu para o Kremlin advertir Washington novamente contra suas tentativas de remover Maduro do poder por vias que a Rússia considera ilegais.
De acordo com Shifter, os apoios que o governo mantém na cena global, especialmente o russo, "estão dando a ele oxigênio".
No entanto, Basem Tajaldine, analista que trabalhou durante anos na diplomacia venezuelana, acredita que o papel da Rússia não deve ser ampliado.
"Os Estados Unidos sempre subestimaram a força do governo venezuelano. Na verdade, a Rússia não está fazendo nada de extraordinário, apenas mantendo relacionamentos saudáveis ​​e conforme o direito internacional como o único governo que pode garantir cooperação na área armamentista e petroleira".
Para Shifter, a Venezuela oferece ao presidente russo, Vladimir Putin, a possibilidade de "jogar no quintal dos EUA", mas ele tampouco acredita que seja um fator decisivo. "O suporte de Maduro não é a Rússia, são as Forças Armadas."
O que pode acontecer agora?
Está ficando claro que nem a oposição tem força para derrubar Maduro, como tampouco o presidente tem o que é necessário para se livrar de seus adversários.
Ramsey acredita que ao custo atual "Maduro vê cada vez menos atrativo para seguir no poder", o que poderia levar a uma negociação em que "o entorno do presidente terá de aceitar que não haverá garantias perfeitas para seus interesses políticos".
Mas o ex-líder chavista que conversou com a BBC News Mundo vê esse cenário como prematuro.
Segundo essa fonte, não será aberta uma negociação verdadeira com a oposição até que haja uma revolta social generalizada ou uma intervenção militar dos EUA, que não precisa ser necessariamente grande.
Guaidó não conseguiu promover até agora nenhum desses dois cenários.
Por enquanto, a única coisa que está clara é que Maduro continua no Palácio de Miraflores, Guaidó em liberdade e a crise a todo vapor.
Source: Crise na Venezuela: qual é a situação de Maduro após tentativa frustrada de tirá-lo do poder?
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AREA DOS AMIGOS! / Liquidação de loja! (eletrônica)
« Última mensagem por marcosbr em 13,Maio, 2019, 23:19:53 pm »

Vendo todo o conteúdo de uma oficina de Eletrônica por motivo de mudança.
São perto de 500 TVs de LCD, Plasma e LED e diversos, como aparelhos de som, DVDs Micro ondas, Home Theater prateleiras, cabos, transformadores, controles remoto novos.
Mais de 500 gavetas de peças, sendo a maioria nova, pois era vendedor de componentes eletrônicos.  Bancadas, ferramental e aparelhos de bancada. Incluso no lote todo, dois osciloscópios e alguns multímetros digitais.
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LEIA SEMPRE AQUI! / Venezuela reabre fronteira com o Brasil
« Última mensagem por noticias em 13,Maio, 2019, 03:03:49 am »
Venezuela reabre fronteira com o Brasil


   Vice-presidente econômico Tareck El Aissami disse que medida vale a partir desta sexta-feira (10).  Chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, e vice-presidente econômico da Venezuela, Tareck El Aissami
Reprodução/ Twitter Cancillería Venezuela
O governo da Venezuela reabriu a fronteira do país com o Brasil nesta sexta-feira (10). O fim do fechamento foi feito pelo vice-presidente econômico, Tareck El Aissami, que disse que, além das fronteiras com o Brasil, também seriam abertas as comunicações marítimas e aéreas com a ilha de Aruba.
A fronteiras entre Venezuela e Brasil estava fechada havia quase três meses, assim como as comunicações marítimas entre a Venezuela e a ilha de Aruba.
"O presidente Maduro anuncia à comunidade internacional a reabertura da fronteira terrestre com o Brasil a partir do dia de hoje. Gradualmente, iremos restabelecendo os mecanismos de controle fronteiriço para que esta fronteira seja cada vez mais uma fronteira robusta de desenvolvimento econômico produtivo e que beneficie a ambos os povos, a ambas as nações", anunciou El Aissami na televisão estatal VTV.
Após a fala de El Aissami, a passagem que dá acesso a Pacaraima, em Roraima, foi aberta no começo da tarde.
Em seu anúncio, o vice-presidente econômico disse que houve reuniões, "muitas delas públicas, outras secretas" com os atores importantes da fronteira: "as Forças Armadas do Brasil, a Força Armada Nacional Bolivariana, o governo de Roraima, a prefeitura de Pacaraima, senadores, setores produtivos".
"E hoje podemos anunciar, uma vez assumidos os compromissos necessários para não voltar a este lamentável episódio de 23 de fevereiro (a tentativa de entrar na Venezuela com ajuda humanitária), recebemos com prazer o compromisso das autoridades da fronteira e das autoridades de forma geral do governo do Brasil para transformar essa zona em uma zona de paz, uma fronteira de paz. Além disso, recebemos uma manifestação de respeito por nossa soberania e o compromisso com a não ingerência nos assuntos que competem aos venezuelanos", disse.
Em resposta à decisão de Caracas, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, afirmou que é "inteligente" da parte do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a decisão de reabrir a fronteira com o Brasil.
Mapa mostra fronteira da Venezuela com o Brasil
Infografia: G1
Sem mencionar a Colômbia, cujas ligações terrestres com a Venezuela também foram bloqueadas em fevereiro pelo governo de Maduro, El Aissami afirmou que outras fronteiras permaneceriam fechadas "até que as posições de hostilidade de agressividade fossem cessadas", diz a Reuters.
Fechamento da fronteira
Com fronteira fechada por ordem de Nicolás Maduro, estudantes venezuelanos cruzavam rotas ilegais para ter aulas em Pacaraima.
Emily Costa/G1 RR
O fechamento da fronteira foi determinado pelo governo de Maduro na noite de 21 de fevereiro, para tentar barrar a ajuda humanitária oferecida pelos EUA e por países vizinhos, incluindo o Brasil, que havia sido pedida pelo autoproclamado presidente interino Juan Guaidó. Maduro viu a oferta dessa ajuda como uma interferência externa na política da Venezuela.
No mesmo dia do anúncio do fechamento, venezuelanos correram para Pacaraima para comprar estoques de mantimentos.
Mesmo com o fechamento, venezuelanos continuaram cruzando a fronteira entre Santa Elena de Uairén, na Venezuela, e Pacaraima por rotas clandestinas, as chamadas "trochas", para estudar, comprar comida ou deixar o país.
Crise
Maduro e Guaidó
Federico Parra/ AFP
No dia 30 de abril, a Venezuela teve novos embates entre o governo de Maduro e os partidários de Guaidó. O opositor afirmou ter apoio das forças militares do país e convocou a população às ruas. Autoridades do governo falaram em tentativa de golpe de Estado. Houve disparo de bombas de gás nas ruas da capital, Caracas, e cinco pessoas morreram, segundo informações da ONU.
Outro opositor, Leopoldo López, libertado de sua prisão domiciliar, se refugiou no edifício do corpo diplomático espanhol.
ENTENDA a crise na Venezuela
Imagem mostra Maduro (ao centro) e ministro da Defesa, Vladimir Padrino (esq.) em marcha militar
Divulgação/ Ministério Defesa da Venezuela
Dois dias depois, o presidente Nicolás Maduro marchou com militares para mostrar apoio das Forças Armadas. A cúpula militar reafirmou sua adesão a Maduro, e 25 rebeldes pediram asilo na embaixada brasileira, que foi concedido. Na quarta-feira (8), o governo anunciou a expulsão de 56 militares acusados de envolvimento no levante.
Também na quarta, foi preso o vice-presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Edgar Zambrano. O parlamentar, que é aliado de Guaidó, foi preso preventivamente por participação no levante militar, segundo anúncio feito nesta sexta (10) pelo Tribunal Supremo de Justiça do país.
Source: Venezuela reabre fronteira com o Brasil
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COISAS DO WHATSAPP... / porte de munição!
« Última mensagem por marcosbr em 12,Maio, 2019, 16:24:04 pm »
 Você sempre procura quem usa esta munição.
Metade da população usa (ou mais), existem de vários tamanhos (calibres) e cores. Algumas tem até sabor...
Mas muito cuidado com esta "munição"
Se você é casado, e chegar em casa com apenas "uma mancha" você esta morto!
Estou falando da n° 7. A mais letal, e pode acabar com sua vida! :kiss: :silence: :laugh: :laugh:



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COISAS DO WHATSAPP... / Ta ruim pra todo mundo...
« Última mensagem por marcosbr em 12,Maio, 2019, 14:38:53 pm »
O brasileiro é genial! :alas:  De acordo com a situação ele busca "novos clientes"
O ano mau começou, e este empresario já sabe que seu ramo vai ter mais vendas.
Black Friday antecipado!
Veja o tratamento diferenciado. Sabe tratar os "clientes" da desconto e ainda facilita nas prestações!
Ele quer você como cliente!  :not: :laugh: :laugh:


https://youtu.be/wWoe48QooKU
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LEIA SEMPRE AQUI! / Polícia de Los Angeles apreende mais de mil armas
« Última mensagem por noticias em 11,Maio, 2019, 21:05:46 pm »
Polícia de Los Angeles apreende mais de mil armas


   Parte do arsenal é de rifles que são proibidos no estado da Califórnia. Foto da polícia de Los Angeles mostra armas apreendidas em um bairro rico da cidade
Associated Press
A polícia de Los Angeles encontrou mais de mil armas em uma casa de um bairro rico da cidade.
Os agentes entraram no local com um mandado emitido pela suspeita de que no local havia fabricação ou venda de armas de fogo.
Um homem foi preso no local por violar uma lei do estado da Califórnia que proíbe a fabricação, distribuição, transporte e comercialização de rifles.
Um lote de mais de mil armas foi apreendido em Los Angeles
Associated Press
Em imagens aéreas da cena, centenas de armas estão espalhadas na entrada da casa. A polícia faz um inventário do arsenal.
As autoridades receberam uma denúncia anônima de que alguém comercializava armas proibidas por leis. Equipamento de fabricação também foi encontrado.
Source: Polícia de Los Angeles apreende mais de mil armas
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Professor de sotaque britânico ensina a pronunciar o nome de Archie, bebê de Meghan e Harry; veja VÍDEO


   Para inglês ouvir: especialista Luke Nicholson explica como falar corretamente o nome de Archie Harrison Mountbatten-Windsor, novo bebê da família real britânica. Professor de sotaque britânico ensina pronúncia do nome de Archie, bebê de Meghan e Harry
O príncipe Harry e a esposa, Meghan Markle, duquesa de Sussex, revelaram nesta quarta-feira (8) o nome do novo bebê real: Archie Harrison Mountbatten-Windsor. Achou complicado? Veja no vídeo acima como pronunciar o nome do bebê.
Quem explica é o professor de sotaque britânico Luke Nicholson, especialista em ensinar pronúncia britânica a estrangeiros em Londres (veja site).
Meghan e Harry apresentam o filho, Archie
Reprodução Instagram
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Source: Professor de sotaque britânico ensina a pronunciar o nome de Archie, bebê de Meghan e Harry; veja VÍDEO
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LEIA SEMPRE AQUI! / Carro invade calçada e atropela crianças no Japão
« Última mensagem por noticias em 09,Maio, 2019, 15:01:50 pm »
Carro invade calçada e atropela  crianças no Japão


   Crianças caminhavam na calçada em Otsu quando foram atingidas pelo veículo. Duas morreram e várias estão em estado crítico.   Policiais removem veículo que invadiu calçada e atropelou crianças em cruzamento em Otsu, Shiga, nesta quarta-feira (8) 
Jiji Press / AFP
Um menino e uma menina de dois anos morreram e várias crianças ficaram feridas em um atropelamento nesta quarta-feira (8) em Otsu, na região oeste do Japão. Imprensa japonesa afirma que vários feridos estão em "estado crítico".
Imagens da TV local mostrou que o veículo invadiu a calçada onde 13 crianças caminhavam acompanhadas por três professoras. Aparentemente, isso aconteceu após ter colidido com outro carro. Porém, as circunstâncias que provocaram o incidente ainda são investigadas. 
Além das duas mortes, a polícia confirmou que várias pessoas ficaram feridas, sem dar detalhes sobre o estado de saúde das vítimas.
A agência de notícias Kyodo afirma que "quatro crianças estão inconscientes". A rede de televisão NHK citou quatro vítimas em "estado crítico".
Até o momento não foram divulgadas informações sobre o motorista.
Acidentes com motoristas idosos
O Japão registrou nos últimos meses uma elevação dos acidentes provocados por pessoas de idade avançada. Os motoristas com mais de 65 anos provocaram 965 acidentes com vítimas fatais em 2016, mais de um quarto do total.
De acordo com a polícia, os acidentes neste grupo geralmente ocorrem por confusão com os pedais do veículo ou por perda de controle da direção.
Source: Carro invade calçada e atropela  crianças no Japão
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