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Última mensagem por noticias - Hoje at 05:05
Coreia do Norte envia mais balões com lixo para o Sul e ameaça com novas ações de 'neutralização'


     Há semanas, os dois países travam uma "guerra" de balões, com envios de lixo e fezes do lado norte-coreano, e notas de dólar, pen drives com k-pop e panfletos políticos por parte de ativistas sul-coreanos.  Balões com carregamentos contendo fezes no costa da Coreia do Sul, em 8 de junho de 2024.
Yonhap via Reuters
A Coreia do Norte voltou a enviar centenas de balões repletos de lixo para o Sul, anunciou o Exército sul-coreano nesta segunda-feira (10).
Há semanas, os dois países travam uma "guerra" de balões, com envios de lixo e fezes do lado norte-coreano, e notas de dólar, pen drives com k-pop e panfletos políticos por parte de ativistas sul-coreanos.
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O governo norte-coreano ainda não havia confirmado o envio até a última atualização desta reportagem, mas a influente irmã de Kim Jong-un disse que seu país continuaria a enviar os artefatos em resposta a Seul -- na semana passada, ativistas sul-coreanos e chamou a guerra de balões entre os dois países.
Entenda a guerra de balões entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul
Nas últimas semanas, a Coreia do Norte enviou centenas de balões com sacos repletos de lixo, como cigarro, papel higiênico e fezes, para o Sul, depois que ativistas sul-coreanos lançaram balões com pendrives de música K-pop, notas de dólares e material de propaganda contra o líder Kim Jong Un.
A resposta do Norte levou o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, a suspender na semana passada um acordo militar de distensão assinado com Pyongyang em 2018, quando os países tinham uma relação melhor.
Desde o fim da Guerra da Coreia (1950-1953) com um armistício, as duas Coreias permanecem tecnicamente em guerra e estão separadas por uma zona desmilitarizada. O acordo de 2018 pretendia reduzir as tensões na península e evitar uma escalada militar, em particular ao longo da fronteira.
Agora, a suspensão permite que Seul retome os exercícios de tiro e as campanhas de propaganda contra o regime do Norte, com alto-falantes na fronteira, uma técnica iniciada durante a guerra.
A medida enfureceu Pyongyang, que alertou que Seul estava criando uma "nova crise".
Nesta segunda-feira, Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un e porta-voz do governo, afirmou em um comunicado que a Coreia do Sul "sofrerá o amargo constrangimento de recolher papel usado sem descanso, e essa será sua tarefa diária".
No comunicado, divulgado pela agência estatal de notícias KCNA, ela descreveu o lançamento de panfletos por ativistas sul-coreanos como "guerra psicológica" e afirmou que, caso Seul não os interrompa e pare transmitir mensagens por seus alto-falantes, o Norte responderá com "novas ações de neutralização".
Uma reposta 'além da imaginação'
Ativistas enviam balões com vídeos de k-pop e panfletos para a Coreia do Norte
O Exército sul-coreano afirmou que o Norte lançou mais de 300 balões com lixo durante a noite, mas que o vento prejudicou a operação de Pyongyang.
"Enviaram mais de 310 balões, mas muitos deles voaram na direção da Coreia do Norte", destacou o comandante do Estado-Maior. Ele disse que quase 50 atingiram o território sul-coreano e que outros podem chegar ao país.
Segundo as Forças Armadas, as últimas séries de balões contêm resíduos de papel e plástico, mas nada tóxico.
"Até o momento, não vimos nenhum movimento especial por parte do Exército norte-coreano", disse um oficial do Estado-Maior sul-coreano, ao mesmo tempo que admitiu que o comunicado mais recente de Kim Jo Yong tem um nível de ameaça diferente dos anteriores.
"Mas, em qualquer caso, o Exército (sul-coreano) responderá de modo suficiente a qualquer nova contramedida norte-coreana" acrescentou.
Para Kim Dong-yub, professor na Universidade de Estudos da Coreia do Norte em Seul, o comunicado da irmã de Kim Jong Un mostra que Pyongyang "está levantando a voz para culpar a Coreia do Sul pela situação atual e, também, para justificar a sua provocação".
A escalada pode continuar e "a Coreia do Norte fará algo que vai além da nossa imaginação, como espalhar farinha, o que causaria pânico absoluto na Coreia do Sul", cujos habitantes acreditariam estar sob ataque biológico, completou o professor.

Source: Coreia do Norte envia mais balões com lixo para o Sul e ameaça com novas ações de 'neutralização'
#2
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Última mensagem por noticias - Ontem at 05:04
Direita radical usa TikTok para ganhar jovens nas eleições do Parlamento da UE, que terminam hoje


     Público está na mira de políticos após regiões da União Europeia diminuírem idade mínima de votação para 16 anos; pesquisa mostra que maioria dos jovens se informa sobre bloco através de redes sociais.  Políticos europeus de extrema direita usam TikTok para se aproximar de jovens
Termina neste domingo (9) a votação nos 27 países da União Europeia para eleger um novo Parlamento. As projeções mostram um avanço expressivo da extrema direita na conquista de cadeiras na Casa.
Nas busca de votos, o TikTok se tornou um campo de batalha importante para partidos de direita.
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Políticos radicais vêm atraindo a atenção dos jovens online, com uma estratégia incomparável nas redes sociais. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, por exemplo, acumula mais de 1,6 milhão de seguidores no TikTok.
Além de Meloni, autoridades de extrema direita, como o premiê da Hungria, Viktor Orbán, e o grande nome atual do populismo francês, Marine Le Pen, acumulam um número significativo de seguidores – e todos fizeram publicações em peso sobre as eleições europeias na rede social.
Com cortes de vídeos rápidos, músicas atraentes e mensagens simples, autoridades tratam de questões polêmicas no continente, como imigração e apoio à Ucrânia. A qualquer sinal de interação, o algoritmo da plataforma impulsiona ainda mais vídeos relacionados ao conteúdo.
"A extrema direita investiu nas redes sociais desde muito cedo – e agora está colhendo os frutos", diz o professor de ciência política na Universidade Livre de Bruxelas, Dave Sinardet, à rede britânica BBC.
A adaptação da mensagem política para atrair a "geração TikTok" acaba sendo vista como um grande laboratório experimental dos líderes populistas durante as eleições, que incluem nas postagens trechos de aparições bombásticas na televisão e discursos inflamados.
ALIANÇA NA DIREITA: as 3 mulheres decisivas para o futuro da União Europeia
Rede social como fonte de informação
Pesquisas recentes feitas pela União Europeia mostraram que redes sociais são a principal fonte de informação de jovens entre 15 e 30 anos do bloco.
arte/ GloboNews
Uma pesquisa realizada em abril pela própria União Europeia, a poucos meses da votação, mostra como as redes sociais se tornaram a principal fonte de informações entre os europeus entre 15 e 30 anos que estão aptos a votar.
Respondendo à questão "Como você se informa sobre a UE?", a maioria (56%) afirma utilizar as redes sociais para se manter informado sobre o bloco.
A televisão é o segundo canal mais importante de informações da faixa etária, seguida da imprensa on-line (que contempla podcasts e plataformas de notícias). Uma pequena proporção (6%) relata não se manter informada sobre a UE.
Análise: Eleições para Parlamento europeu mostram avanço da extrema direita na Europa
A votação neste ano traz um contexto importante de mudança na legislação de vários países, que diminuíram a idade mínima para votação. Na Alemanha, Malta, Áustria e Bélgica, os jovens de 16 anos poderão participar destas eleições. Na Grécia, a redução de idade para votar caiu para 17 anos.
Nas últimas eleições europeias, em 2019, a representação de jovens nas urnas atingiu um patamar recorde, com votos destinados, na maioria, a partidos verdes, que defendiam políticas climáticas mais eficientes. Na época, a preferência pelas legendas ambientalistas foi anunciada como "onda verde"
Neste ano, mais de seis em cada dez jovens cidadãos da União Europeia afirmaram que iriam votar. No entanto, uma mudança significativa vem à tona com a votação: no lugar de uma "onda verde", pode ocorrer a concretização de um impulso mais significativo para a direita desde a fundação da União Europeia.

Source: Direita radical usa TikTok para ganhar jovens nas eleições do Parlamento da UE, que terminam hoje
#3
LEIA SEMPRE AQUI! / EUA podem aumentar seu arsenal...
Última mensagem por noticias - 13, Junho, 2024, 05:03
EUA podem aumentar seu arsenal nuclear, diz diretor do Conselho Nacional de Segurança


     Pranay Vaddi afirmou que  EUA precisam adotar 'uma abordagem mais competitiva' de controle de armas com o propósito de pressionar os governos da Rússia e da China a negociar acordos para limitar os arsenais de nucleares. Fat Man, a bomba nuclear que os EUA usaram em Nagasaki, em 1945
Reprodução/U.S. Department of Defense
Os Estados Unidos podem aumentar o seu arsenal de armas nucleares nos próximos anos para lidar com as ameaças da Rússia, China e outros adversários, disse Pranay Vaddi, diretor do Conselho Nacional de Segurança dos EUA responsável pelo controle de armas, nesta sexta-feira (7).
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Atualmente, os EUA têm um limite de 1.550 ogivas nucleares estratégicas, um número determinado em um acordo que o país firmou com a Rússia em 2010 (Moscou, no entanto, suspendeu sua participação neste tratado devido ao apoio dos EUA à Ucrânia na guerra; o governo americano afirmou que os russos agiram de forma "legalmente inválida").
Se os EUA aumentarem o arsenal, vão mudar uma política para armas nucleares que já tem décadas, que é a de controlar a quantidade dessas armas, de acordo com o "New York Times".
Vaddi fez um discurso na Associação de Controle de Armas no qual afirmou que, nos próximos anos, os americanos precisarão aumentar o número de armas nucleares, caso os adversários não mudarem "seus arsenais".
"Precisamos estar plenamente preparados para executar isso se o presidente tomar essa decisão. Se o dia chegar, isso vai resultar na determinação de que mais armas nucleares são necessárias para dissuadir nossos adversários e proteger o povo americano, nossos aliados e nossos parceiros", afirmou.
Segundo Vaddi, os EUA precisam adotar "uma abordagem mais competitiva" de controle de armas com o propósito de pressionar os governos da Rússia e da China a negociar acordos para limitar os arsenais nucleares.
"Nós não teremos escolha, a não ser ajustar a nossa postura e nossas capacidades (nucleares) para preservar o nosso poder para dissuadir (os adversários)", afirmou ele.
O governo está tomando "passos prudentes" com esse propósito, que incluem a modernização do arsenal, ele afirmou.
Vaddi afirmou que a doutrina nuclear dos EUA determina que as armas nucleares só devem ser usadas para impedir ataques de adversários contra os americanos ou os parceiros.
Rússia, China, Coreia do Norte e Irã
O governo dos EUA ainda respeita os regimes internacionais de controle de armas, disse Vaddi. No entanto, ele afirmou que Rússia, China e Coreia do Norte "estão todos expandindo e diversificando seus arsenais nucleares a um ritmo acelerado, mostrando pouco ou nenhum interesse no controle de armas".
Os três países, juntamente com o Irã, "estão cada vez mais cooperando e coordenando entre si de maneiras que contrariam a paz e a estabilidade, ameaçam os EUA, nossos aliados e parceiros e aumentam as tensões regionais," disse ele.
Vaddi citou como exemplo o uso de drones iranianos e artilharia e mísseis norte-coreanos por Moscou na Ucrânia, além do apoio chinês às indústrias de defesa da Rússia.
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Putin disse que pode colocar mísseis perto dos EUA
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou na quarta-feira que ele pode posicionar mísseis convencionais a uma distância mais próxima dos EUA e de seus aliados na Europa, caso os americanos permitam que as forças ucranianas ataquem o território russo com armas de longo alcance.
Na sexta-feira, Putin disse que a Rússia não precisa usar armas nucleares para garantir uma vitória na Ucrânia.
Veja abaixo um vídeo de 2019sobre o
Rússia e EUA têm 90% do arsenal nuclear do mundo

Source: EUA podem aumentar seu arsenal nuclear, diz diretor do Conselho Nacional de Segurança
#4
LEIA SEMPRE AQUI! / Eleições no Parlamento da UE: ...
Última mensagem por noticias - 12, Junho, 2024, 05:01
Eleições no Parlamento da UE: as 3 mulheres decisivas para o futuro da União Europeia


     Partidos de Marine Le Pen, Ursula Von der Leyen e Giorgia Meloni articulam novas cadeiras, e a candidata à reeleição sofre pressão para não demonstrar apoio a partidos de extrema direita. Eleição no Parlamento Europeu: veja 3 mulheres decisivas para o futuro da Europa
Começou nesta quinta-feira (6) a eleição para um novo Parlamento Europeu. Quase 400 milhões de pessoas vão às urnas nos 27 países do bloco para eleger novos representantes - e as projeções já apontam um avanço da extrema direita na casa. O pleito vai até domingo (9).
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▶️ As eleições para o Parlamento Europeu funcionam assim: As votações ocorrem em cada um dos 27 países do bloco; cada nação elege os respectivos eurodeputados: a Alemanha é quem tem mais cadeiras, 96; Malta e Luxemburgo são os menores, com seis. Serão 720 eurodeputados no Parlamento.
Semanas antes do início da votação, líderes de partidos conservadores já faziam negociações de alianças na tentativa de conquistar novas cadeiras. Centrais nas articulações, a publicação britânica "The Economist" destaca mulheres que devem moldar o futuro do bloco -- e do continente.
Para conter o avanço de extremistas ao poder, a publicação defende que uma liderança coerente e à altura do bloco se faz necessária, e sucesso disso depende, em parte, das escolhas de três mulheres: a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; a primeira-ministra de Itália, Giorgia Meloni; e a principal populista francesa, Marine Le Pen.
Eleições no Parlamento Europeu começam nesta quinta; partidos de extrema direita devem ampliar espaço
A pouco mais de uma semana da votação, Le Pen sugeriu que a premiê italiana, Meloni, unisse forças com ela em uma nova aliança. Não foi a primeira autoridade a procurá-la. Von der Leyen também sinalizou uma aproximação antes das eleições.
Primeira-ministra italiana desde 2022 e líder do partido de extrema direita Irmãos de Itália, a expectativa é que Meloni tenha um bom desempenho na votação. E com o apoio da italiana, Von der Leyen pode ter mais chance de conseguir maioria parlamentar para um segundo mandato.
Ursula von der Leyen e Giorgia Meloni em janeiro de 2023
Guglielmo Mangiapane/Reuters
Para se reeleger, Leyen precisa do apoio dos 27 líderes nacionais da União Europeia e maioria no Parlamento, e a grande fragmentação política põe em risco a vitória.
Além disso, partidos europeus de centro-esquerda reiteraram um aviso a Von der Leyen de que não apoiariam a candidatura para a um segundo mandato se isso implicasse o apoio de partidos de extrema direita – incluindo o de Meloni.
O partido de Le Pen também deverá ter um bom desempenho nas eleições europeias. Le Pen tentou se colocar como uma figura dominante, e possui histórico de posturas xenofóbicas e de aproximação com a Rússia.
As siglas conservadoras e de extrema direita da Europa concordam em pontos que geram polêmica entre os europeus, como a contenção de imigrantes e a revogação das regulamentações ambientais, mas se opõem fortemente em questões como o apoio à Ucrânia.
Partidos de Marine Le Pen, Ursula Von der Leyen e Giorgia Meloni podem ter papel decisivo nas eleições do Parlamento Europeu, que iniciaram nesta quinta-feira (6).
Jacqueline Santiago/Globonews
O plano de Le Pen é criar um grupo de nacionalistas que possa puxar a Europa para a direita e, para isso, procura se aliar à Meloni. Ao jornal italiano "Corriere della Sera", a líder francesa defendeu a mensagem de união no continente. "Não devemos perder uma oportunidade como esta", afirmou Le Pen.
"Um caminho poderia proporcionar uma liderança estável a nível da UE e mostrar como os moderados podem lidar de forma inteligente com a direita populista. A questão já não é se os populistas podem ser contidos. É como responder à sua ascensão", escreve a The Economist.
O jornal britânico "The Guardian" avalia que o "supergrupo" de extrema direita proposto por Le Pen é altamente improvável, por causa do conflito entre partidos. A forma como se vão se realinhar, no entanto, poderá ter grande impacto no funcionamento da assembleia e até mesmo no funcionamento da União Europeia.
A fragmentação faz com que não só a reeleição de Ursula esteja em jogo, como a de qualquer outro candidato à presidência da comissão. A crise instalada por este cenário poderia gerar uma crise, no momento em que a Ucrânia precisa de ainda mais apoio e uma possível presidência de Trump nos EUA se aproxima.

Source: Eleições no Parlamento da UE: as 3 mulheres decisivas para o futuro da União Europeia
#5
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Última mensagem por noticias - 11, Junho, 2024, 05:00
Filho de brasileira ferida em bombardeio no Líbano recebe alta hospitalar


     Menino de 9 anos sofreu ferimentos leves deixou Hospital Libanês Italiano, em Tiro, no Sul do país. Menina de dez anos passou por três cirurgias e apresenta melhora. A mãe das crianças, Fatima Boustani, segue na Unidade de Terapia Intensiva. Ela teve o rosto desfigurado.  Fatima é uma das vítimas do ataque no sul do Líbano
Arquivo pessoal
Um dos filhos da família brasileira ferida no último sábado (1º) após um bombardeio no Sul do Líbano, recebeu alta.
O menino, de 9 anos, sofreu ferimentos mais leves e deixou o Hospital Libanês Italiano, em Tiro, no Sul do país. A informação foi confirmada por Hussein Ezzddein, primo do marido dela, na manhã desta quarta (5).
A mãe das crianças, Fatima Boustani, segue na Unidade de Terapia Intensiva. Ela teve o rosto desfigurado, mas está acordada e apresenta melhora. A outra filha ferida, uma menina de dez anos, passou por três cirurgias na perna e também evolui bem.
No início da semana, ao g1, Hussein contou que o embaixador do Brasil no Líbano iria visitar Fátima no hospital. Entretanto, durante o deslocamento, parte da cidade foi atacada, e ele não conseguiu chegar.
Atualmente, o marido dela, Ahmad Aidibi, mora em Itapevi, na Grande São Paulo. Ele se mudou para o Brasil em busca de oportunidades de trabalho e deseja trazer a família. "Precisamos trazê-los porque a situação da guerra está ficando mais grave. Os outros dois filhos que não se machucaram estão na casa de parentes, mas não é um local seguro", afirmou o primo.
Os parentes também tentam a transferência de Fatima para Beirute, capital do Líbano, porém ainda não tiveram sucesso. Procurados, o Itamaraty e a Embaixada do Brasil no Líbano não retornaram até a última atualização desta reportagem.
Bombardeio
Fatima estava em casa com dois dos seus quatro filhos quando foram surpreendidos pelo bombardeio. No momento do ataque aéreo, as outras duas crianças, de 12 e 7 anos, tinham saído para a casa dos avós.
Família brasileira perde casa em ataque aéreo no Líbano
Um vídeo enviado para Hussein mostra como o imóvel da família ficou destruído após o bombardeio. Nas imagens, é possível ver os destroços e marcas de sangue em um sofá da casa (veja acima).
Segundo agências de notícias internacionais, os ataques foram feitos por Israel, que visava áreas do grupo terrorista Hezbollah. A agência AP diz que o Hezbollah afirmou que interceptou um drone de Israel durante os ataques deste sábado.
Em nota, o governo brasileiro condenou o ataque e informou que presta apoio à família. Veja nota completa:
"O governo brasileiro manifesta sua indignação e condena o bombardeio de ontem, dia 1°, em Saddikine, no Sul do Líbano, que resultou em ferimentos em três cidadãos brasileiros. Todos estão recebendo tratamento no Hospital Libanês Italiano, em Tiro. O episódio ocorreu no contexto de ataques das forças armadas israelenses no Sul do Líbano e do Hezbollah no Norte de Israel.
"A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com os familiares e com a equipe médica e presta o apoio consular. Desde o início do conflito entre Israel e Palestina, a Embaixada em Beirute monitora e mantém contato regular com os brasileiros residentes no Sul do Líbano.
O Brasil exorta as partes envolvidas nas hostilidades à máxima contenção, assim como ao respeito aos direitos humanos e ao direito humanitário, de forma que se previna o alastramento do conflito em Gaza e se evitem novas vítimas civis inocentes".
Família brasileira
Mãe e filhos de 10 e 9 anos (de véu preto e camiseta branca) ficam feridos em ataque aéreo.
Arquivo pessoal
Hussein Ezzddein contou ao g1 que seu primo, Ahmad Aidibi, é casado com Fatima Boustani há 15 anos. A família mora em Saddike, a cerca de 100 quilômetros de Beirute.
Aidibi foi para Itapevi antes da mulher e dos filhos para conseguir oportunidade de trabalho, mesmo sem falar português.
Fátima é libanesa, mas já morou no Brasil há alguns anos, tem parente no país e há poucos meses ela e os filhos conseguiram a nacionalidade brasileira. A família planejava se mudar ainda neste ano para a Grande São Paulo, após o término do período escolar das crianças, informou o primo.
Ao g1, Hussein ainda contou que Aidibi está em estado de choque desde que recebeu a notícia do ataque e pede socorro às autoridades brasileiras. "Ele fica chorando igual uma criança", relatou.
Brasileira que teve casa atingida por ataque aéreo no Líbano está em estado grave

Source: Filho de brasileira ferida em bombardeio no Líbano recebe alta hospitalar
#6
LEIA SEMPRE AQUI! / Brasileira ferida em bombardei...
Última mensagem por noticias - 10, Junho, 2024, 04:59
Brasileira ferida em bombardeio no Líbano acorda, e crianças apresentam melhora no estado de saúde


     Fatima Boustani está internada na Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Libanês Italiano, em Tiro, no Sul do país. Ela teve o rosto desfigurado e estava entubada. Dois dos seus quatro filhos, uma menina de 10 anos e um menino de 9, também estão hospitalizados. Fatima é uma das vítimas do ataque no sul do Líbano
Arquivo pessoal
A brasileira Fatima Boustani, de 30 anos, ferida no último sábado (1º) após um bombardeio atingir sua casa em Saddike, no Sul do Líbano, acordou e conseguiu conversar com os médicos na tarde desta segunda-feira (3). A informação foi dada ao g1 por Hussein Ezzddein, primo do marido dela.
Ela está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Libanês Italiano, em Tiro, também no Sul do país. Fatima teve o rosto desfigurado e estava entubada. Dois dos seus quatro filhos, uma menina de 10 anos e um menino de 9, também estão hospitalizados.
Segundo Hussein, ela acordou preocupada e um pouco nervosa. Quando os médicos informaram que o estado de saúde das crianças apresentou melhora, ela se tranquilizou. Por enquanto, Fatima não conseguiu conversar com a família, apenas com a equipe médica.
"Fatima vai precisar de muito trabalho, na verdade, para construir o rosto dela, porque ele está destruído, não tem nada no rosto mais. Ela precisa de muitas cirurgias e de muitos especialistas que sabem mexer nessa área para construir um rosto de mulher de novo", lamentou o parente.
Hussein também contou que o embaixador do Brasil no Líbano iria visitar Fátima no hospital nesta segunda, porém, durante o deslocamento, parte da cidade foi atacada, e ele não conseguiu chegar.
Atualmente, o marido dela, Ahmad Aidibi, mora em Itapevi, na Grande São Paulo. Ele se mudou para o Brasil em busca de oportunidades de trabalho e deseja trazer a família. "Precisamos trazê-los porque a situação da guerra está ficando mais grave. Os outros dois filhos que não se machucaram estão na casa de parentes, mas não é um local seguro", afirmou o primo.
Os parentes também tentam a transferência de Fatima para Beirute, capital do Líbano, porém ainda não tiveram sucesso. Procurados, o Itamaraty e a Embaixada do Brasil no Líbano não retornaram até a última atualização desta reportagem.
Bombardeio
Fatima estava em casa com dois dos seus quatro filhos quando foram surpreendidos pelo bombardeio. No momento do ataque aéreo, as outras duas crianças, de 12 e 7 anos, tinham saído para a casa dos avós.
Família brasileira perde casa em ataque aéreo no Líbano
Um vídeo enviado para Hussein mostra como o imóvel da família ficou destruído após o bombardeio. Nas imagens, é possível ver os destroços e marcas de sangue em um sofá da casa (veja acima).
Segundo agências de notícias internacionais, os ataques foram feitos por Israel, que visava áreas do grupo terrorista Hezbollah. A agência AP diz que o Hezbollah afirmou que interceptou um drone de Israel durante os ataques deste sábado.
Em nota, o governo brasileiro condenou o ataque e informou que presta apoio à família. Veja nota completa:
"O governo brasileiro manifesta sua indignação e condena o bombardeio de ontem, dia 1°, em Saddikine, no Sul do Líbano, que resultou em ferimentos em três cidadãos brasileiros. Todos estão recebendo tratamento no Hospital Libanês Italiano, em Tiro. O episódio ocorreu no contexto de ataques das forças armadas israelenses no Sul do Líbano e do Hezbollah no Norte de Israel.
"A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com os familiares e com a equipe médica e presta o apoio consular. Desde o início do conflito entre Israel e Palestina, a Embaixada em Beirute monitora e mantém contato regular com os brasileiros residentes no Sul do Líbano.
O Brasil exorta as partes envolvidas nas hostilidades à máxima contenção, assim como ao respeito aos direitos humanos e ao direito humanitário, de forma que se previna o alastramento do conflito em Gaza e se evitem novas vítimas civis inocentes".
Família brasileira
Mãe e filhos de 10 e 9 anos (de véu preto e camiseta branca) ficam feridos em ataque aéreo.
Arquivo pessoal
Hussein Ezzddein contou ao g1 que seu primo, Ahmad Aidibi, é casado com Fatima Boustani há 15 anos. A família mora em Saddike, a cerca de 100 quilômetros de Beirute.
Aidibi foi para Itapevi antes da mulher e dos filhos para conseguir oportunidade de trabalho, mesmo sem falar português.
Fátima é libanesa, mas já morou no Brasil há alguns anos, tem parente no país e há poucos meses ela e os filhos conseguiram a nacionalidade brasileira. A família planejava se mudar ainda neste ano para a Grande São Paulo, após o término do período escolar das crianças, informou o primo.
Ao g1, Hussein ainda contou que Aidibi está em estado de choque desde que recebeu a notícia do ataque e pede socorro às autoridades brasileiras. "Ele fica chorando igual uma criança", relatou.
Brasileira que teve casa atingida por ataque aéreo no Líbano está em estado grave

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#7
LEIA SEMPRE AQUI! / O Assunto #1.226: A queda do v...
Última mensagem por noticias - 09, Junho, 2024, 04:58
O Assunto #1.226: A queda do voo 447 da AirFrance

Entre o dia do acidente e o momento em que os primeiros corpos e vestígios foram encontrados foram 6 dias. As buscas pelas caixas-pretas duraram 2 anos – e a totalidade das informações do que aconteceu nos momentos que antecederam o acidente estão na série 'Rio-Paris – a tragédia do voo 447', disponível no Globoplay e dirigida pelo jornalista Rafael Norton, um dos convidados de Natuza Nery neste episódio. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio.
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Com 228 pessoas a bordo, o Airbus A330 decolou do Rio de Janeiro rumo a Paris no dia 31 de maio de 2009. Considerada uma das mais modernas e seguras à época, a aeronave seguiu tranquilamente o trajeto por cerca de quatro horas, quando entrou em uma zona de turbulência. No meio da tempestade, os três sensores de velocidade congelaram e pararam de enviar informações para a cabine. Em uma situação totalmente inesperada, um dos pilotos empinou a aeronave para cima, que perdeu sustentação e passou a cair em direção ao mar. As investigações apontaram que o avião se chocou com a água de barriga, em alta velocidade. Entre o dia do acidente e o momento em que os primeiros corpos e vestígios foram encontrados se passaram seis dias. As buscas pelas caixas-pretas duraram dois anos – e a totalidade das informações do que aconteceu nos momentos que antecederam o acidente são mostradas na série "Rio-Paris – a tragédia do voo 447", disponível no Globoplay e dirigida pelo jornalista Rafael Norton, um dos convidados de Natuza Nery neste episódio. Rafael relata as dificuldades em encontrar as caixas-pretas, como familiares das vítimas pressionaram pelas investigações e como foi a espera para concluir as causas do acidente. Participa também Jorge Leal Medeiros, piloto, engenheiro aeronáutico e professor da Escola Politécnica da USP. Jorge explica a sequência de erros que levaram à queda da aeronave, quais procedimentos foram adotados depois e como o acidente mudou a aviação. 
Voo 447 da AirFrance: a caixa-preta
O acidente com o voo 447 da AirFrance
O que você precisa saber:
A dor das famílias das vítimas de voo da Air France: 'Para cada morto, 5 vidas destroçadas'
'É muito decepcionante', diz mulher de vítima do voo sobre absolvição da Airbus e Air France
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Carol Lorencetti, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva e Thiago Kaczuroski. Apresentação: Natuza Nery.
VEJA CORTES DO PODCAST O ASSUNTO EM VÍDEO
Israel: a situação de Netanyahu
O futuro da guerra Israel x Hamas

Source: O Assunto #1.226: A queda do voo 447 da AirFrance
#8
LEIA SEMPRE AQUI! / Rússia faz novos ataques com m...
Última mensagem por noticias - 08, Junho, 2024, 04:52
Rússia faz novos ataques com mísseis e drones contra instalações energéticas na Ucrânia


     Ofensiva acontece depois que os Estados Unidos confirmaram a liberação do uso de armas fornecidas pelo país em ataques da Ucrânia contra a Rússia. Rússia ataca estações de energia na Ucrânia
Após os Estados Unidos e outros aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) liberarem o uso de armas pela Ucrânia, a Rússia disparou neste sábado (1º) um total de 100 mísseis e drones em instalações de energia ucranianas em todo o país.
Ao menos 19 pessoas ficaram feridas, segundo agência de notícia Associated Press.
"O inimigo lançou 53 mísseis de vários tipos e 47 drones de ataque", disse a Força Aérea, que informou ter derrubado 35 dos mísseis e todos os drones, com exceção de um.
Segundo a agência France Presse, duas usinas termelétricas foram danificadas no ataque. "Foi mais uma noite extremamente difícil para o setor energético ucraniano. O inimigo atacou duas das nossas centrais térmicas. O equipamento foi gravemente danificado", afirmou a empresa de energia DTEK no Telegram.
Desde que a invasão russa da Ucrânia começou, há dois anos, a Rússia lançou centenas de ataques aéreos contra instalações elétricas no país.  Segundo o ministro da Energia ucraniano, German Galushchenko, a Rússia atacou instalações nas regiões de Donetsk, Dnipropetrovsk, Kirovograd, Ivano-Frankivsk e Zaporizhzhia, explica a agência de notícias.
Em seu relatório diário, o Ministério da Defesa da Rússia declarou que lançou um ataque contra "instalações de energia ucranianas que apoiam o trabalho de empresas do complexo militar-industrial".
Os ataques foram realizados "em resposta às tentativas do regime de Kiev de danificar as instalações russas de energia e transporte".
O Exército ucraniano alega atacar refinarias e instalações militares em território russo em retaliação aos ataques diários às suas cidades e à rede de energia.
Rússia lança ataque com mísseis contra a Ucrânia.
TV Globo/Reprodução
Liberação da OTAN
O ataque ocorreu aconteceu um dia depois que os Estados Unidos confirmaram a liberação do uso de armas fornecidas pelo país em ataques da Ucrânia contra a Rússia. Anteriormente, outros aliados da OTAN também haviam autorizado o uso de armamentos por Kiev, o que desencadeou uma série de novas ameaças russas.
Nesta sexta-feira (31),  o secretário-geral da OTAN Jens Stoltenberg minimizou as declarações do país e declarou que a autodefesa não significa escalar o conflito (veja no vídeo abaixo).

Source: Rússia faz novos ataques com mísseis e drones contra instalações energéticas na Ucrânia
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Última mensagem por noticias - 07, Junho, 2024, 04:52
Biden aprovou uso de armas dos EUA em ataques da Ucrânia dentro da Rússia, confirma secretário de Estado


     Na quinta-feira (30), militares norte-americanos disseram à agência de notícias Reuters que os EUA haviam dado sinal verde para que Kiev atacasse a Rússia com armas norte-americanas. Antony Blinken confirmou a informação.  Forças ucranianas disparam foguetes perto da cidade de Lysychansk, no leste da Ucrania, em 12 de junho de 2022.
Gleb Garanich/ Reuters
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, confirmou nesta sexta-feira (31) que o presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a usar armas fornecidas pelo governo norte-americano em ataques dentro da Rússia.
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Na quinta-feira, militares do alto escalão afirmou à agência de notícias Reuters, em condição de anonimato, que os EUA haviam dado o aval para esse uso. Em encontro de ministros da Otan em Praga, na República Tcheca, Bliken confirmou a notícia.
Ele disse que Biden deu o sinal verde após Kiev pedir autorização de Washington para atacar um alvo dentro da Rússia próximo à fronteira com Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia e onde tropas de Moscou fazem uma forte ofensiva nas últimas semanas.
Segundo Washington, o ataque ucraniano com armas norte-americanas seria uma tentativa de conter essa ofensiva em Kharkiv.
"Ao longo das últimas semanas, a Ucrânia pediu autorização para usar as armas que estamos fornecendo para se defender contra esta agressão, incluindo contra as forças russas que se concentram no lado russo da fronteira e depois atacam a Ucrânia, disse Blinken.
Blinken não informou se o ataque ucraniano já foi feito. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também não confirmou se essas armas já foram usadas em ataques ao país vizinho, mas disse nesta sexta que isso será "questão de tempo".
"Eu acho que usar qualquer arma, qualquer uma do Ocidente, no território da Rússia, é uma questão de tempo", declarou.
Já o governo russo, também nesta sexta-feira, disse que já houve tentativa, por parte da Ucrânia, de atacar tropas dentro do território da Rússia, mas não confirmou se o ataque já foi feito.
"O que sabemos é que já existem tentativas de atacar o território russo com armas produzidas pelos Estados Unidos. Isto é suficiente para nós e diz muito sobre o grau em que os Estados Unidos estão envolvidos no conflito", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov,.
Antony Blinken afirmou que a autorização não significa que os EUA estejam entrando diretamente na guerra. "É uma defesa da Ucrânia. Autodefesa não é escalada".
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Kharkiv
Foco atual de uma nova ofensiva russa, a região de Kharkiv abriga a cidade de mesmo nome, a segunda maior da Ucrânia. 
Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, é também um importante centro industrial e científico da Ucrânia, além de ter se tornado um dos símbolos da resistência na guerra.
As tropas da região foram as que mais resistiram a ataques russos ao longos dos mais de dois anos de guerra. Por isso, uma eventual vitória da Rússia na cidade pode também ter um peso simbólico e ser uma das importantes da guerra.
O avanço russo atual aconteceu por uma combinação de fatores planejados e não planejados dentro e fora da Rússia:
Após perder milhares de soldados e artilharia e veículos de guerra no primeiro ano de guerra, a Rússia conseguiu reorganizar sua estrutura militar com o tempo e graças a manobras na economia que conseguiram bancar e manter os altos gastos na guerra;
No cenário externo, a demora para a ajuda dos EUA, o principal financiador externo da Ucrânia, também favoreceu. Equipamentos e artilharias da Ucrânia foram se deteriorando e tornando as linhas de frente de Kiev mais frágeis e perenes.
Ajuda dos EUA
Em abril, o Congresso dos Estados Unidos aprovou um pacote de ajuda para a Ucrânia de US$ 60,8 bilhões (cerca de R$ 318 bilhões). Embora bilionária, a ajuda demorou meses para sair, após forte resistência do Partido Republicano em liberar mais verbas para guerras fora do país.
Em uma postagem nas redes sociais na sexta-feira, Zelensky reclamou da demora e disse que "nem todos os nossos parceiros estão atualmente cumprindo os acordos em tempo hábil", embora não tenha especificado quais.

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Última mensagem por noticias - 06, Junho, 2024, 04:47
Biden autorizou Ucrânia a usar armas americanas em território russo, diz site


     Medida secreta vale para a região perto da área fronteira de Kharkiv, segundo o reportado pelo site Politico.  Imagem de arquivo mostra o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky caminhando ao lado do presidente dos EUA, Joe Biden, em Kiev
Gleb Garanich
Joe Biden, presidente dos EUA, deu secretamente permissão à Ucrânia para atacar a Rússia com armas americanas perto da área de fronteira de Kharkiv. A revelação foi feita pelo site Politico nesta quinta-feira (30), citando declarações de funcionários do governo dos EUA.
De acordo com o site Politico, um funcionário do governo disse que "o presidente recentemente orientou sua equipe para garantir que a Ucrânia possa usar armas dos EUA para fins de contrafogo em Kharkiv para se retaliar contra as forças russas que a atingem o país ou se preparam para atacá-lo".
A mesma fonte também acrescentou que a política de não permitir ataques de longo alcance dentro da Rússia "não mudou".
A mudança, segundo o reportado, foi um pedido da Ucrânia aos EUA depois que uma ofensiva russa em Kharkiv começou neste mês.
Na prática, a Ucrânia agora pode usar armas fornecidas pelos americanos, como foguetes e lançadores, para derrubar mísseis russos lançados em direção a Kharkiv; contra tropas se concentrando logo sobre a fronteira russa perto da cidade; ou bombardeiros russos lançados em direção ao território ucraniano.
A Ucrânia, entretanto, não pode usar essas armas para atingir infraestrutura civil ou lançar mísseis de longo alcance para atingir alvos militares no interior da Rússia.
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