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Eleições nos EUA: Biden e Trump concordam em fazer 1º debate em junho


     Primeiro debate de dois já acordados entre as campanhas ocorrerá na CNN excepcionalmente cedo no ano eleitoral -- convenções republicana e democrata, que oficializarão candidatos a disputa presidencial, acontecerão apenas em julho e agosto, respectivamente. Biden e Trump
Jornal Nacional/Reprodução
O presidente Joe Biden e o ex-presidente Donald Trump concordaram nesta quarta-feira (15) em realizar dois debates presidenciais, um em junho e outro em setembro. Entretanto, ainda há discordância em diversos detalhes importantes, como o cenário e as regras básicas para os potenciais confrontos.
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Os primeiros debates serão realizados nas seguintes datas:
27 de junho, às 22h (horário de Brasília) na "CNN" em Atlanta, um estado crítico na disputa presidencial, segundo a Associated Press;
10 de setembro, na "ABC". Outros detalhes ainda estão pendentes.
Os candidatos chegaram a um rápido acordo sobre as datas após o anúncio de que Biden não participará nos debates presidenciais tradicionais, organizados por uma comissão apartidária há mais de três décadas e que possuem regras das quais Biden não se sente confortável, como a presença de público.
A campanha de Biden propôs, em vez disso, que os próprios veículos organizassem os debates com os possíveis candidatos democratas e republicanos.
A data do primeiro debate chama atenção, porque ocorrerá antes que Biden e Trump sejam oficializados como candidatos de seus partidos. Apesar das seguidas vitórias nas primárias nos estados americanos até aqui, eles ainda são apenas pré-candidatos.
A oficialização de Trump e Biden como candidatos à disputa presidencial deverá ocorrer nas Convenções dos partidos Republicano e Democrata, que estão marcadas para 15 a 18 de julho e 19 a 22 de setembro, respectivamente.
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Em publicação no seu site Truth Social, Trump disse que estava "pronto e disposto a debater" Biden nos momentos propostos.
Horas após recusar os debates organizados pela comissão apartidária, Biden disse que aceitou um convite da CNN para um debate, disse que "agora é com você, Donald [Trump]. Como você disse: a qualquer hora, em qualquer lugar".
A campanha de Trump logo respondeu, dizendo "vamos nos preparar para a luta". Logo depois disso eles fecharam a data para o segundo debate.
A rapidez com que os confrontos foram organizados reflete como cada um dos dois candidatos impopulares acredita que pode se sair melhor em um confronto direto: Trump e sua equipe estão convencidos de que os debates vão agravar as preocupações dos eleitores sobre a idade e a competência de Biden, enquanto a equipe de Biden acredita que a retórica muitas vezes incendiária de Trump lembrará aos eleitores por que o tiraram da Casa Branca há quatro anos.
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Discordâncias
Ainda assim, os dois lados pareciam ter diferenças significativas em questões-chave sobre como organizar os debates, incluindo chegar a acordo sobre parceiros de comunicação social, moderadores, localização e regras - algumas das mesmas questões que motivaram a formação da Comissão de Debates Presidenciais em 1987. A proposta de Biden excluiria candidatos de terceiros, como Robert F. Kennedy Jr.
A equipa de Trump não opinou imediatamente sobre os detalhes da proposta de Biden, mas Trump expressou o seu desejo de uma grande audiência ao vivo.
"Eu recomendaria fortemente mais de dois debates e, para fins de excitação, um local muito grande, embora Biden supostamente tenha medo de multidões – isso só porque ele não as entende", disse Trump. "Apenas me diga quando, estarei lá."

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Última mensagem por noticias - Ontem at 04:02
Israel denuncia presença de homens armados em sede de agência da ONU em Rafah; VÍDEO


     Imagens reveladas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) nesta terça-feira (14) mostram homens armados, identificados como terroristas pela FDI, em complexo logístico da Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA). A ONU não se manifestou sobre o caso. Israel flagra homens armados em sede de agência da ONU em Rafah
As Forças de Defesa de Israel (FDI) publicaram nesta terça-feira (14) imagens de homens armados em sede de Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA) em Rafah, onde Israel realiza uma ofensiva terrestre contra o grupo terrorista Hamas que causou o deslocamento de palestinos refugiados na cidade. (Veja no vídeo acima)
Nas imagens, é possível ver homens carregando fuzis, identificados por Israel como terroristas, junto de funcionários da ONU, carros identificados com o nome da instituição bilateral e outras armas de fogo.
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Segundo a FDI, o local corresponde a um complexo logístico da UNRWA localizado no leste de Rafah que organiza a distribuição de ajuda humanitária para palestinos na Faixa de Gaza. A movimentação foi flagrada durante operação de monitoramento no sábado (11).
Nem a ONU nem a UNRWA se manifestaram sobre o caso até a última atualização desta reportagem.
Rafah: conheça a cidade que é último refúgio dos palestinos em Gaza e entenda sua importância
Homens armados flagrados por Israel em sede de agência da ONU em Rafah em 11 de maio de 2024.
Forças de Defesa de Israel (FDI)
A UNRWA foi o centro de uma polêmica em janeiro após 12 funcionários terem sido acusados de estar envolvidos no ataque do Hamas em Israel no dia 7 de outubro de 2023, que iniciou a guerra entre o grupo terrorista e os israelenses. Já em maio, a FDI afirmou que atacaram uma central de comando do Hamas em uma sede da agência na Faixa de Gaza.
A FDI disse ainda que, após o flagra, representantes do Coordenador de Atividades Governamentais nos Territórios (COGAT, em inglês), unidade do Ministério da Defesa israelense, transmitiram as descobertas a autoridades da comunidade internacional e pediram à ONU que conduzisse uma investigação urgente sobre o caso.
Além disso, representantes do governo israelense alertaram a ONU contra a presença e a atividade de terroristas no complexo do centro logístico da UNRWA e a segurança das instalações da organização.
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Homem carrega fuzil em carro em complexo de agência da ONU em Rafah, segundo imagens divulgadas por Israel em 14 de maio de 2024.
Forças de Defesa de Israel

Source: Israel denuncia presença de homens armados em sede de agência da ONU em Rafah; VÍDEO
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Última mensagem por noticias - 21, Maio, 2024, 03:59
Número de palestinos mortos em ofensiva israelense em Gaza ultrapassa 35 mil, diz ministério da Saúde, controlado pelo Hamas


     De acordo com o Hamas, já são 35.091 mortos e 78.827 feridos desde outubro, quando Israel declarou guerra ao grupo. O conflito teve início após atentado do grupo terrorista que deixou 1.200 mortos em Israel. Mortos em um ataque aéreo na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, em 5 de maio de 2024
Hatem Khaled/Reuters
Mais de 35 mil palestinos já foram mortos pela ofensiva militar de Israel em Gaza, informou o Ministério da Saúde do território, controlado pelo Hamas.
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De acordo com o Hamas, já são 35.091 mortos e 78.827 feridos desde outubro, quando Israel declarou guerra ao grupo.
O número foi alcançado em meio a uma série de operações das Forças de Defesa de Israel em Rafah, no Sul da Faixa de Gaza, em meio a uma intensa condenação internacional.
Palestinos aguardam para receber comida de cozinha comunitária em Deir el-Balah, na região central de Gaza
AFP
Para justificar a invasão na cidade, Israel afirma que Rafah é o último bastião do Hamas na Faixa de Gaza e, portanto, o último front de batalha para completar sua guerra contra o grupo terrorista.
A cidade havia se tornado o último refúgio para palestinos deslocados de outras cidades que haviam sido alvo de bombardeios e operações terrestres israelenses em Gaza.
Cerca de 300 mil palestinos já fugiram de Rafah até a madrugada deste domingo (12), estima a Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês).
Os palestinos fogem da cidade após as Forças de Defesa de Israel terem ordenado na última segunda (6) a evacuação de refugiados no leste da cidade para iniciar uma incursão terrestre em busca de eliminar o Hamas.
A ONU considera que esses palestinos estão sendo submetidos a um deslocamento forçado e é contra essa prática. A entidade bilateral e a comunidade internacional criticam a incursão israelense na cidade por conta das possíveis implicações humanitárias aos refugiados na região. Um relatório do Departamento de Estado dos EUA diz que Israel pode ter violado lei humanitária internacional em Gaza.
Oposição dos EUA
Os Estados Unidos, maior aliado de Israel, são contra uma operação em larga escala do exército israelense em Rafah porque não houve um plano humanitário adequado para a população que se refugiou na cidade durante a guerra, segundo o porta-voz da Secretaria de Estado, Matthew Miller.
Como represália à entrada em Rafah, os EUA interromperam o envio de bombas para Israel na semana passada. Ao mesmo tempo, o porta-voz da Casa Branca, John Kirby, disse acreditar que a operação israelense na cidade é "limitada".
Israel e Hamas estão em guerra desde o dia 7 de outubro de 2023, quando o grupo terrorista atacou o território israelense deixando cerca de 1.200 mortos. Em resposta, as Forças de Defesa de Israel realizam uma ofensiva na Faixa de Gaza para eliminar o grupo, o que causou a morte de quase 35 mil palestinos até o momento, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.

Source: Número de palestinos mortos em ofensiva israelense em Gaza ultrapassa 35 mil, diz ministério da Saúde, controlado pelo Hamas
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Última mensagem por noticias - 20, Maio, 2024, 03:58
Sexo 'papai e mamãe' sem camisinha, pijama de cetim: o relato de Stormy Daniels, a ex-atriz pornô que se tornou pivô do 1º julgamento contra Trump

Daniels prestou depoimento como testemunha nesta semana durante o julgamento de processo no qual Trump é acusado de ocultar contabilmente pagamento de propina à ex-atriz pornô. Ela contou detalhes de como conheceu o ex-presidente e do encontro sexual dos dois. Trump nega.  Ex-atriz pornô, Stormy Daniels, fala em julgamento de Donald Trump nos EUA
Pivô do primeiro julgamento criminal a um ex-presidente na história dos Estados Unidos, a estrela da indústria de filmes pornô dos Estados Unidos Stormy Daniels voltou nesta semana aos holofotes com novas acusações contra Trump e detalhes do encontro sexual que ela disse ter tido com o ex-presidente.
Daniels testemunhou no tribunal de Manhattan onde acontece o julgamento do primeiro dos quatro processos aos que Trump responde atualmente na Justiça norte-americana.
Ele é acusado de ter ocultado contabilmente e declarado como honorários advocatícios o pagamento de uma propina para silenciar Stormy Daniels durante a campanha eleitoral de 2016, quando ele foi eleito presidente.
No caso, promotores de Nova York acusaram Trump de 34 crimes de falsificação de registros comerciais. Segundo o Minstério Público, o ex-presidente tentou encobrir um pagamento de US$ 130 mil a Daniels. Trump se declarou inocente.
Aqui estão alguns fatos sobre Daniels, 45, e seu suposto relacionamento com Trump, 77:
Estrela do pornô na frente e atrás das câmeras
Stormy Daniels, cujo nome verdadeiro é Stephanie Clifford, disse que começou a dançar como stripper e a aparecer em vídeos pornográficos depois de uma infância pobre em Baton Rouge, Louisiana, onde sua mãe solteira costumava desparecer por vários dias consecutivos.
Daniels obteve sucesso no entretenimento adulto como atriz em vídeos e atrás das câmeras: ela já ganhou 11 prêmios de melhor diretor da indústria e dois prêmios de melhor roteiro.
O que ocorreu no encontro com Trump
No tribunal, Daniels relatou que conheceu Trump em julho de 2006 em um torneio de golfe de celebridades realizado em Lake Tahoe, Nevada. Ela disse que o ex-presidente a convidou para jantar em sua suíte de hotel. Trump a recebeu vestindo pijama de cetim, que Daniels mandou que ele trocasse.
Segundo Daniels, Trump lhe disse que ela o lembrava de sua filha -- Ivanka Trump -- porque ela é inteligente, loira e bonita e porque as pessoas também subestimavam sua filha.
A ex-atriz pornô disse que os dois falaram sobre a possibilidade de fazer negócios juntos, mas afirmou ter ficado frustrada após ele a interromper repetidamente durante o jantar. "Você é sempre tão arrogante e pomposo?", perguntou Daniels a Trump, ainda segundo ela.
Nesse momento, o ex-presidente, então empresário, a desafiou a bater nele com uma revista e ela obedeceu, disse Daniels. Ela afirmou que se tratava de uma revista de golfe com sua foto na capa.
Daniels disse que a certa altura pediu licença para usar o banheiro e, quando voltou, Trump estava sentado na cama de cueca. Ela disse que se lembra de ter pensado: "O que eu interpretei errado para chegar aqui?".
Ela disse que Trump não a coagiu a fazer sexo, mas afirmou ter percebido que havia um "desequilíbrio de poder". Daniels disse que Trump parou na frente da porta e disse a ela: "Esta é a única maneira de você sair do estacionamento de trailers" (no qual ela vivia).
Nesse momento, a ex-atriz pornô disse que desmaiou brevemente, embora não tivesse usado drogas ou álcool, e acordou na cama sem a maior parte das roupas e sem sapatos, mas com o sutiã ainda colocado.
Ela disse que eles fizeram sexo na posição "papai e mamãe" e Trump não usou camisinha.
"Eu não sabia como cheguei lá, estava tentando pensar em outra coisa", ela testemunhou.
No relato ao juiz, Daniels disse que saiu rapidamente depois que tudo acabou. Ela disse ainda que os dois nunca chegaram a jantar.
Trump reconheceu ter conhecido Daniels no torneio, mas negou ter feito sexo ou falado com ela depois.
Como Daniels foi subornada por Trump
Stormy Daniels e seu advogado Keith Davidson testemunharam que tentaram vender sua história aos meios de comunicação, mas encontraram pouco interesse até as últimas semanas da campanha presidencial de 2016. Esse cenário mudou, disseram, quando o programa "Access Hollywood" divulgou um áudio no qual Trump falava em agarrar mulheres por seus órgãos genitais.
Davidson e Daniels disseram que ofereceram então sua história ao tabloide "National Enquirer". A editora da publicação, conhecida pelas suas histórias sobre escândalos de celebridades, tinha um acordo informal com Trump para não publicar reportagens negativas sobre ele.
Davidson e Daniels foram  então encaminhados ao advogado e mediador de Trump Michael Cohen que negociou um pagamento de US$ 130 mil para comprar o silêncio da ex-atriz pornô.
Mas Daniels relatou que chegou a desistir do acordo após Cohen atrasar o pagamento, poucos dias antes da eleição. Mas acabou recebendo US$ 96 mil, ainda de acordo com ela.
O que aconteceu depois disso
Trump é acusado de esconder os pagamentos que fez à atriz pornô Stormy Daniels
Daniels disse que inicialmente honrou o acordo de não divulgação. Por isso, ela se recusou falar com o "The Wall Street Journal", que a procurou para um artigo de 4 de novembro de 2016 que mencionava seu relacionamento com Trump.
Ela negou o relacionamento por escrito quando o jornal publicou um relato mais detalhado em 2018. Mas disse que sua vida se transformou em um "caos" depois que o jornal publicou sua história.
Daniels processou Trump e Cohen, buscando invalidar o acordo de não divulgação. Ela contratou outro advogado, Michael Avenatti, e entrou com um processo de difamação contra Trump em 2018 mas acabou perdendo e foi condenada a pagar US$ 100 mil em honorários advocatícios ao então presidente.
Desde então, Daniels tornou público seu encontro com Trump em entrevistas à mídia, em um livro e em um documentário. Embora ela tenha ganhado dinheiro com alguns desses empreendimentos, a ex-atriz pornô ainda não pagou os honorários advocatícios que deve a Trump, que cresceram para cerca de meio milhão de dólares.
"Irei para a cadeia antes de pagar um centavo para ele", escreveu Daniels nas redes sociais em 2022.

Source: Sexo 'papai e mamãe' sem camisinha, pijama de cetim: o relato de Stormy Daniels, a ex-atriz pornô que se tornou pivô do 1º julgamento contra Trump
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Última mensagem por noticias - 19, Maio, 2024, 03:57
Sexo com Trump 'foi muito real', diz atriz pornô Stormy Daniels na Justiça

O depoimento dela terminou nesta quinta-feira. Trump está sendo julgado por esconder um pagamento de US$ 130 mil. Ex-atriz pornô, Stormy Daniels, fala em julgamento de Donald Trump nos EUA
A atriz pornô Stormy Daniels, o pivô do primeiro julgamento criminal que Donald Trump responde como réu na Justiça dos Estados Unidos, terminou nesta quinta-feira (9) depois que os advogados que representam o ex-presidente do país interrogaram a testemunha.
De acordo com os jornalistas que estavam na sala do tribunal, os diálogos entre os advogados e a atriz pornô foram tensos e, em alguns momentos, agressivos.
Um dos advogados perguntou se a atriz tinha experiências com "histórias de mentirinha sobre sexo". Daniels respondeu que o sexo nos filmes é "muito real", assim como o que aconteceu com ela no quarto em que ela esteve com Donald Trump.
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A cronologia dos eventos foi a seguinte:
Trump e Daniels se conheceram em 2006, quando ele já era casado com Melania, e tiveram uma noite de relação sexual em um hotel, de acordo com o depoimento dela.
Dez anos depois, em 2016, ele foi candidato à presidência pelo Partido Republicano. Ele venceu a adversária Hillary Clinton, do Partido dos Democratas, e foi eleito.
Na reta final da campanha, Daniels recebeu um pagamento de US$ 130 mil para não dar entrevistas sobre a relação que ela havia tido com Trump dez anos antes. O pagamento foi intermediado por um advogado de Trump na época, Michael Cohen.
Em 2018, quando Trump estava na presidência, Daniels começou a falar sobre a relação e sobre o pagamento.
A promotoria de Nova York, onde o pagamento aconteceu, começou a investigar o caso e processou Trump criminalmente por ter declarado o pagamento como se fossem honorários advocatícios de Michael Cohen.
O julgamento, o primeiro processo criminal contra um ex-presidente dos EUA, começou em abril deste ano.
O relato sobre a relação sexual não é central para o caso —Trump não é acusado de um crime dessa natureza, mas, sim, de ter feito uma fraude contábil.
Trump nega que tenha tido relação sexual com a atriz pornô.
Como foi o depoimento de Stormy Daniels
O depoimento começou na última terça-feira e foi retomado e concluído nesta quinta-feira. 
A advogada de Donald Trump pressionou a estrela pornô Stormy Daniels nesta quinta-feira sobre aparentes inconsistências nas várias versões que conta sobre a história. 
Em quase quatro horas de interrogatório na terça-feira e nesta quinta, a advogada de defesa Susan Necheles questionou Daniels sobre seu depoimento anterior sobre o suposto encontro em comparação com versões em um livro que ela escreveu e entrevistas que deu ao longo dos anos. 
No seu primeiro dia de depoimento, Daniels afirmou que enquanto estava com Trump em um quarto de hotel, o guarda-costas dele estava do lado de fora. Isso, segundo ela, a deixou desconfortável.
Susan Necheles, uma das advogadas de Trump, questionou por que Daniels não mencionou essa história do guarda-costas em uma entrevista que a atriz deu à revista Vogue em 2018. "Você inventou tudo isso, certo?", perguntou Necheles a Daniels, em certo momento.
"Não", disse Daniels, de maneira enfática, sentada com as mãos juntas e as pernas cruzadas. Ela afirmou que não deu todos os detalhes em cada entrevista e não controlou quais partes dos seus relatos foram publicados pelos veículos. 
Daniels negou que tenha mudado sua história. 
"Você está tentando me fazer dizer que mudou, mas não mudou", disse Daniels. 
Trump, usando um terno e uma gravata azul clara, alternou entre se inclinar à frente para ver um pequeno monitor de computador na mesa da defesa que exibia evidências e olhar diretamente para Daniels, enquanto sua advogada questionava a história de Daniels. 
A história de Daniels sobre o suposto encontro é de conhecimento público desde 2018 e pode não importar muito a eleitores que já ouviram outras histórias sobre a suposta má conduta sexual de Trump.
Pouco antes de encerrar seu interrogatório, Necheles perguntou a Daniels se ela tinha conhecimento dos registros comerciais de Trump - parte de uma tentativa de pintar seu depoimento como irrelevante para as acusações em questão. 
"Eu não sei nada sobre os registros comerciais dele, não, por que eu saberia?", disse Daniels.

Source: Sexo com Trump 'foi muito real', diz atriz pornô Stormy Daniels na Justiça
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Última mensagem por noticias - 18, Maio, 2024, 03:56
Papa destina 100 mil euros para vítimas das enchentes do RS, diz Vaticano

Verba, de cerca de R$ 554 mil, foi transferida da Esmolaria Apostólica da Igreja Católica, segundo Vaticano, e será usara para ajudar desabrigados.  Papa Francisco doa 100 mil euros para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul
O papa Francisco destinou 100 mil euros (cerca de R$ 554 mil) para ajudar vítimas da enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, afirmou nesta quinta-feira (9) o Vaticano.
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A verba foi destinada para o "auxílio aos desabrigados", ainda de acordo com o Vaticano, que disse também que o valor foi retirado da Esmolaria Apostólica, departamento da Santa Sé dedicado à caridade.
Ainda de acordo com o Vaticano, o arcebispo de Porto Alegre e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Jaime Spengler, já foi informado da doação pela Nunciatura Apostólica.
"Este valor foi em torno de 100 mil euros e será repassado para o Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o regional que abrange todo o Rio Grande do Sul, para ajudar no que for possível", disse Spengler.
No fim de semana, o pontífice já havia dito que estava rezando "pelo povo do estado do Rio Grande do Sul no Brasil, atingido pelas grandes enchentes, e por aqueles que tiveram de deixar suas casas".
"Quero assegurar a minha oração pelas populações do Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, atingidas por grandes inundações. Que o Senhor acolha os mortos e conforte os familiares e quem teve que abandonar suas casas."
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LEIA SEMPRE AQUI! / Vulcão entra em erupção na Ind...
Última mensagem por noticias - 17, Maio, 2024, 03:51
Vulcão entra em erupção na Indonésia e expele coluna de fumaça de 1,5 km de altura


     As autoridades estabeleceram uma zona de exclusão de 3 a 5 km ao redor da cratera e aconselharam os moradores a usar máscaras e óculos de proteção para atividades ao ar livre.   
Vulcão Ibu entra em erupção na Indonésia
Handout / Center for Volcanology and Geological Hazard Mitigation (PVMBG) / AFP
Um vulcão entrou em erupção, nesta quarta-feira (8), no leste da Indonésia, expelindo uma coluna de fumaça de 1,5 km, o que levou as autoridades a aumentar o nível de alerta e a pedir à população que se afastasse do local.
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O monte Ibu, na ilha de Halmahera, no norte da província de Maluku, tornou-se ativo às 11h11, horário local (23h11 de terça-feira, no horário de Brasília), lançando uma espessa nuvem de fumaça e cinzas na atmosfera.
Segundo a agência indonésia de vulcanologia PVMGB, a coluna eleva-se 1,5 km acima da cratera.
"Com base na vigilância visual e instrumental, a atividade no monte Ibu passou do nível 2 para o nível 3", em uma escala de 4, disse o chefe da agência, Hendra Gunawan, em um comunicado.
As autoridades estabeleceram uma zona de exclusão de 3 a 5 km ao redor da cratera e aconselharam os moradores a usar máscaras e óculos de proteção para atividades ao ar livre.
O extenso arquipélago da Indonésia está localizado no "anel de fogo" do Pacífico, razão pela qual registra frequentemente atividade sísmica e vulcânica.
No mês passado, o monte Ruang, no norte do país, entrou em erupção várias vezes, exigindo evacuações e fechamento temporário do aeroporto.
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Última mensagem por noticias - 16, Maio, 2024, 03:50
Estudantes da USP se juntam aos protestos de universidades dos EUA e Europa e montam acampamento pró-Palestina


     Movimento ocupa o prédio de Geografia e História da universidade e exige o fim de relações acadêmicas com a Universidade de Haifa, em Israel. Mais de 35 mil palestinos já foram mortos na guerra. Acampamento pró-Palestina na FFLCH
Divulgação
Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) se juntaram à onda de protestos nos Estados Unidos e Europa e montaram um acampamento contra a ofensiva israelense na Palestina nesta terça-feira (7). O grupo ocupa o prédio de História e Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), na Zona Oeste da capital.
Para o movimento, os convênios da USP com universidades e organizações israelenses, como a "Israel Corner", ajudam a desenvolver a tecnologia empregada na guerra contra o Hamas. Por isso, os estudantes exigem que a instituição rompa relações acadêmicas com a Universidade de Haifa, em Israel.
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O grupo também iniciou um abaixo-assinado exigindo que a instituição, as demais universidades do país e o governo brasileiro rompam relações com o Estado de Israel.
A iniciativa do acampamento partiu de 40 organizações estudantis, que integram o Comitê de Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino (ESPP).
A ação na USP reproduz um movimento iniciado nos Estados Unidos, onde mais de 2.000 manifestantes já foram presos durante protestos pró-Palestina. As manifestações também foram registradas na Grã Bretanha, França, Espanha, Irlanda, Alemanha, Holanda, Austrália, Japão, México, entre outros países.
Estudantes da USP exigem fim das relações acadêmicas com universidade de Israel
Coletivo Rebeldia/Divulgação
Para a Federação Israelita de São Paulo, essas manifestações se tornaram palcos de propagação de discursos de ódio contra judeus.
Processo acusa Israel de atos genocidas em Gaza
"A ação da USP reproduz no Brasil um movimento iniciado em algumas das mais importantes universidades dos Estados Unidos. No país norte-americano, as manifestações no campus acabaram se desconectando do viés pacífico de um discurso a favor de um cessar fogo no Oriente médio para se tornar palco de atos de violência e propagação de discursos de ódio contra judeus - além de pregar a exaltação ao grupo terrorista Hamas - sob a justificativa da defesa do povo palestino."
A guerra começou há sete meses, quando o Hamas atacou o território israelense, matou 1.200 pessoas e sequestrou outras 250. Enquanto, segundo as autoridades de Saúde de Gaza, controladas pelo Hamas, quase 35 mil palestinos morreram.
Nesta segunda-feira (6), o Hamas afirmou que aceitou uma proposta de cessar-fogo elaborada pelo Egito e Catar -- os dois países estão intermediando uma negociação de um acordo entre os palestinos e o governo de Israel, que estão em guerra na Faixa de Gaza.
Já, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou nesta terça-feira que a oferta de cessar-fogo do Hamas é uma tentativa de impedir a operação militar israelense na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza.
Acampamento foi montado no prédio de Geografia e História
Coletivo Rebeldia/Divulgação

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#9
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Última mensagem por noticias - 15, Maio, 2024, 03:47
Juiz volta a ameaçar Trump de prisão após ex-presidente ter desobedecido novamente ordem de silêncio


     Para o juiz do caso, as violações 'contínuas e intencionais' da ordem de silêncio por parte de Trump equivalem a um 'ataque direto ao estado de direito'. A lei de Nova York permite multas de até US$ 1.000 ou pena de prisão de até 30 dias por violar uma ordem de silêncio imposta pelo tribunal. Desenho de Donald Trump em tribunal onde é julgado criminalmente, em Nova York, em 6 de maio de 2024
Jane Rosenberg/Reuters
O juiz Juan Merchan, que comanda o julgamento criminal de Donald Trump sobre o pagamento de dinheiro a uma atriz pornô, afirmou nesta segunda-feira (5) ao ex-presidente dos Estados Unidos que se ele continuar a violar a ordem de silêncio que lhe foi imposta para que ele não se pronuncie publicamente sobre o caso, poderá mandar prendê-lo.
Merchan determinou que o ex-presidente dos Estados Unidos desacatou o tribunal pela 10ª vez por violar uma ordem de silêncio e aplicou a 10ª multa de US$ 1.000 (cerca de R$ 5.000).
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Trump foi acusado criminalmente de falsificar registros contábeis para encobrir um pagamento de US$ 130mil à atriz pornô Stormy Daniels. O pagamento teria ocorrido na reta final da campanha presidencial de 2016. Daniels afirma que teve encontro sexual com Trump em 2006. Trump se declarou inocente de ter falsificado os registros contáveis e também nega ter tido relações sexuais com Daniels.
O ex-presidente foi proibido de fazer comentários públicos sobre jurados, testemunhas e familiares do juiz e dos promotores se as declarações tiverem o objetivo de interferir no caso. No entanto, ele já foi multado dez vezes (sempre em US$ 1.000) por violar essa ordem.
Merchan afirmou que considera a pena de prisão "realmente o último recurso" por vários motivos, incluindo a interrupção do julgamento, as implicações políticas de prender um importante candidato presidencial antes de uma eleição e os extraordinários desafios de segurança de encarcerar um ex-presidente com um serviço secreto vitalício.
Mas ele disse que as violações "contínuas e intencionais" da ordem de silêncio por parte de Trump equivalem a um "ataque direto ao estado de direito".
"Não quero impor uma sanção de prisão e tenho feito tudo o que posso para evitar isso. Mas o farei, se necessário", declarou Merchan da tribuna, na ausência do júri.
A lei de Nova York permite multas de até US$ 1.000 ou pena de prisão de até 30 dias por violar uma ordem de silêncio imposta pelo tribunal.
Merchan impôs multa de US$ 1.000 nesta segunda-feira (5) por uma entrevista transmitida em 22 de abril, na qual o ex-presidente republicano disse: "Esse júri foi escolhido muito rapidamente - 95% de democratas. A área é quase toda democrata".
Ele concluiu que outras declarações sinalizadas pelos promotores que mencionavam as testemunhas Michael Cohen e David Pecker não violaram a ordem.
Na semana passada, Merchan multou Trump em US$ 9.000 por nove publicações nas mídias sociais que, segundo ele, violaram a ordem de silêncio.
Merchan falou enquanto Trump estava sentado na mesa do réu no tribunal de Nova York, no primeiro julgamento criminal de um ex-presidente dos EUA.
Para Trump, silêncio o atrapalha eleitoralmente
O julgamento criminal de Trump sobre pagamento secreto a uma atriz pornô, que está entrando em seu 12º dia, já contou com o depoimento de uma ex-assessora do ex-presidente e de um ex-editor de tabloide sobre as ações de Trump durante sua primeira candidatura presidencial para abafar histórias de comportamento sexual pouco lisonjeiro.
Trump reclama com frequência que a ordem de silêncio limita sua capacidade de apresentar seu caso aos eleitores para uma nova candidatura à Casa Branca.
Falando aos repórteres antes da sessão de segunda-feira, Trump se recusou a comentar sobre Cohen, seu ex-advogado que deverá ser uma testemunha importante no julgamento.
No entanto, ele repetiu alegações, sem mostrar provas, de que os promotores de Nova York estão trabalhando com o presidente norte-americano, Joe Biden, um democrata, para prejudicar suas perspectivas políticas e disse que Merchan enfrenta um conflito de interesses porque sua filha trabalhou para políticos democratas. Os advogados de Trump tentaram, sem sucesso, retirar Merchan do caso.
"O juiz tem me amordaçado e eu não tenho permissão para falar sobre, eu acho, seu conflito total", disse Trump a repórteres do lado de fora do tribunal. "Ele tirou meu direito constitucional de falar."
Donald Trump é multado por ofensas em julgamento criminal

Source: Juiz volta a ameaçar Trump de prisão após ex-presidente ter desobedecido novamente ordem de silêncio
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Última mensagem por noticias - 14, Maio, 2024, 03:46
Enchentes no Texas deixam mais de 400 pessoas desabrigadas; não há registro de mortos ou feridos

Região metropolitana de Houston recebeu o equivalente a quatro meses de chuva em uma semana.  Enchentes no Texas deixam mais de 400 pessoas desabrigadas
Alagamentos causados pela chuva forte deixaram mais de 400 pessoas ilhadas e precisando de resgate na região de Houston, no estado do Texas.
A área recebeu o equivalente a quatro meses de chuva em menos de uma semana, segundo as autoridades locais. Não há registro de mortos e feridos.
Um alerta de enchentes está ativo na região, por conta de tempestades previstas para a noite de sábado e madrugada de domingo. A previsão era de 76 mm de chuva, podendo atingir 127 mm em áreas isoladas do condado de Harris, que inclui Houston.
Até a noite de sábado, 178 pessoas e 122 animais de estimação tinham sido resgatados apenas em Houston.
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A região metropolitana de Houston, com 2 milhões de habitantes, é uma das mais vulneráveis a enchentes nos Estados Unidos.
É uma área de 25,9 mil quilômetros quadrados cruzada por 2.700 km de rios, canais e pântanos que desembocam no Golfo do México (a 80km do centro da cidade).
O furacão Harvey, em 2017, deixou mais de 60 mil pessoas desabrigadas por conta de enchentes.
Ordem de evacuação
Com as chuvas dos últimos dias, a juíza Lina Hidalgo, principal autoridade eleita do condado de Harris, ordenou a evacuação dos moradores da área do rio San Jacinto, que estava com o nível acima da média.
Uma operação de resgate ocorre na área que vai de Houston ao interior do Texas, com barcos percorrendo as áreas alagadas para resgatar moradores e animais de estimação que não conseguiram deixar suas casas a tempo.

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