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Trump reaparece no palco no terceiro dia da Convenção Republicana; vice discursa nesta quarta


     Donald Trump subiu ao palco da Convenção Nacional Republicana novamente nesta quarta (17). Trump pareceu ensaiar detalhes de seu discurso nesta quinta. Trump sobe ao palco da Convenção Nacional Republicana pela segunda vez
O ex-presidente e candidato republicano à Casa Branca Donald Trump reapareceu no palco da Convenção Nacional Republicana em Milwaukee nesta quarta-feira (17). O evento está no penúltimo dia, e é esperado que ele discurse na quinta.
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Trump foi ao microfone do palco principal da convenção e realizou testes com sua equipe, em uma espécie de ensaio seu discurso na quinta. O vice-presidente de sua chapa, J.D. Vance, é quem vai discursar na convenção na noite desta quarta.
Esta é a segunda vez que o candidato republicano à presidência apareceu na Convenção Republicana. Na outra, ele fez sua primeira aparição pública após o atentado que sofreu e foi ovacionado pelos presentes. (Leia mais abaixo)
Trump ficou cerca de 15 minutos no palco nesta quarta e durante o tempo que esteve lá o auditório da convenção estava sem público, apenas com sua equipe e jornalistas presentes.
Candidato republicano Donald Trump fala com membros de sua equipe no palco da Convenção Republicana em 17 de julho de 2024.
REUTERS/Brian Snyder
Mais cedo, uma longa fila se formou do lado de fora de um teatro na convenção republicana, onde ocorrerá a estreia de um documentário, chamado "Missão de Resgate de Trump", estrelado pelo ex-presidente e seus aliados, segundo o jornal americano "The New York Times". De acordo com a agência de notícias Reuters, o documentário é chamado "Salvando os Estados Unidos".
Ainda segundo "New York Times", Trump deve comparecer e fazer uma "introdução ao vivo", creditando um cartaz do lado de fora do teatro.
Ainda não se sabe se o documentário está ligado ao atentado que o republicano sofreu no último sábado (13) durante um comício na Pensilvânia ou se o título tem a ver com uma mensagem de campanha envolvendo Trump e os EUA em um possível segundo mandato.
Trump
Mike Segar/Reuters
1ª aparição após atentado
Donald Trump subiu no palco da Convenção Nacional do Partido Republicano na noite desta segunda-feira (15) como candidato oficial do partido às eleições. Esta foi sua primeira aparição pública desde o atentado que sofreu durante um comício.
Ao subir no palco da convenção, Trump estava com um curativo na orelha, acenou a seus apoiadores e ergueu o punho, tal qual o fez no comício. O público gritou "nós temos Trump".
Trump estava acompanhado do senador J.D. Vance, escolhido por ele para ser seu vice na disputa eleitoral. A chapa com os dois foi formalizada durante o primeiro dia do evento, que vai até quinta-feira (18). Saiba quem é J.D. Vance.
Não é esperado que Trump faça um pronunciamento. Há um discurso oficial planejado para o último dia, na quinta-feira (18).
Donald Trump e J.D. Vance, candidatos a presidente e vice-presidente pelo partido republicano, respectivamente, no palco na Convenção Nacional Republicana em 15 de julho de 2024.
ANGELA WEISS/AFP
O republicano estava em um comício eleitoral na Pensilvânia no último sábado (13) quando um atirador, identificado como Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, alvejou Trump na orelha com um fuzil AR-15.
Candidato republicano Donald Trump sobe ao palco na Convenção Nacional Republicana em 15 de julho de 2024.
Reuters
SANDRA COHEN: Trump indica mudança de tom e contenção, mas até quando?
A cerimônia da subida ao palco, que consolidou a primeira imagem de Trump e Vance como candidatos oficiais à presidência (veja acima), foi adiantada no contexto da convenção republicana --normalmente isso não acontece no primeiro dia.
A recepção de Trump no palco foi como de uma "liderança messiânica", disse o comentarista da GloboNews Guga Chacra.
Mesmo com o atentado, Trump manteve a agenda e viajou a Milwaukee para a convenção republicana, que teve segurança reforçada. Em sua primeira entrevista pós-atentado, o ex-presidente disse que "deveria estar morto".
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Trump
Mike Segar/Reuters
Trump com os punhos cerrados logo depois de levar um tiro na orelha
Evan Vucci/AP
Formalização da candidatura e indicação de vice
Trump foi oficializado como candidato do Partido Republicano na corrida à Casa Branca nesta segunda (15). A formalização do resultado das prévias do partido ocorreu durante o primeiro dia da Convenção Nacional Republicana.
Foi lá que Trump anunciou a escolha de J.D. Vance para ser o vice-presidente de sua chapa à Casa Branca. James David Vance é um senador republicano pelo estado de Ohio.
Vance talvez seja o mais alinhado ideologicamente com o ex-presidente e energizaria sua base. Aos 39 anos, ele adicionaria um contraste millennial aos homens mais velhos no topo das chapas de seus partidos. Vance é senador há menos de dois anos.
Jovem, autor de best-seller e ex-crítico de Trump: quem é J.D. Vance, candidato a vice na chapa de Trump
Donald Trump (à esquerda) escolheu o senador republicano J.D. Vance para ser seu vice em 15 de julho de 2024.
Marco Bello/Rebecca Cook/Reuters
 
O presidente Joe Biden se pronunciou sobre Vance após o anúncio de Trump: "Sobre J.D. Vance, é o seguinte: ele fala muito sobre os trabalhadores. Mas agora, ele e Trump querem aumentar os impostos das famílias de classe média enquanto promovem mais cortes de impostos para os ricos", disse Biden em publicação no X (antigo Twitter).
Biden é o vencedor das prévias democratas e candidato do partido até o momento, apesar da pressão que vem sofrendo para desistir da corrida e deixar um novo político assumir a candidatura democrata para a Casa Branca.
O Partido Democrata também se manifestou, chamou J.D. Vance de extremista e "ultra-MAGA", se referindo ao slogan "Make America Great Again" ("Faça os EUA Grandes Novamente", em português). A publicação no X (antigo Twitter) foi apagada minutos depois.
Guga Chacra: J.D. Vance, vice de Trump, é 'anti-elite' e já foi crítico do ex-presidente
Vice-presidente nos EUA
Nos Estados Unidos, o cargo de vice-presidente é visto principalmente como substituto do presidente em caso de morte ou renúncia. Além disso, a posição é extremamente limitada, segundo a Constituição dos EUA.
John Adams, o primeiro vice-presidente dos Estados Unidos, reclamou amargamente de seu destino em uma carta à sua esposa, Abigail, em 1793: "Meu país, em sua infinita sabedoria, me designou para o cargo mais insignificante já imaginado pelo homem".
A função evoluiu com o tempo e hoje equivale a ser uma "espécie de conselheiro multifuncional" para o ocupante da Casa Branca, explicou Joel Goldstein, professor da Universidade de Saint Louis, à AFP.
A atual vice-presidente, Kamala Harris, lida principalmente com questões como o direito ao aborto e imigração. Seu caso desperta grande interesse devido à idade do presidente Biden.
A verdade é que os poderes do vice-presidente dependem muito da personalidade do presidente, observa Goldstein.
"E é difícil imaginar Trump permitindo que alguém roube seu protagonismo", garante.
Mas talvez a qualidade que Trump valorize acima de tudo seja a lealdade.
Seu ex-vice-presidente Mike Pence jurou lealdade absoluta ao republicano, mas em 6 de janeiro de 2021 se recusou a bloquear a validação da vitória de Joe Biden pelo Congresso, indo contra as ordens de Donald Trump.
Os apoiadores de Trump agora veem Mike Pence como um traidor, e Donald Trump descartou completamente escolhê-lo novamente como companheiro de chapa.
Quem são seus candidatos favoritos? É um mistério, mas vários nomes estão sendo cogitados, como Doug Burgum, Marco Rubio e J.D. Vance.
Sempre que questionado sobre o assunto, a equipe de Trump se refere à breve declaração de Brian Hughes, um de seus assessores: "Qualquer um que diga saber quem Donald Trump escolherá como vice-presidente, ou quando, está mentindo. A menos que essa pessoa se chame Donald Trump".
Nove vice-presidentes chegaram à presidência nessas circunstâncias. Os mais recentes foram Lyndon Johnson, após o assassinato de John F. Kennedy, e Gerald Ford, depois da renúncia de Richard Nixon devido ao escândalo Watergate.
Alguns optaram por buscar a presidência após seus mandatos, como Joe Biden, que foi vice de Barack Obama.

Source: Trump reaparece no palco no terceiro dia da Convenção Republicana; vice discursa nesta quarta
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Última mensagem por noticias - Ontem at 06:44
Ônibus cai de abismo e mata 26 pessoas na região dos Andes, no Peru


     Veículo derrapou em uma estrada e caiu de um precipício com cerca de 200 metros de altura. Outras 14 pessoas ficaram feridas e foram levadas ao hospital. Ônibus ficou destruído após cair de abismo, no Peru
Governo do Peru
Vinte e seis pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas após um ônibus cair de um abismo na região dos Andes, no Peru. O acidente aconteceu na noite de segunda-feira (15), após o veículo derrapar em uma estrada.
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As autoridades afirmaram que o ônibus caiu de um precipício de cerca de 200 metros de altura. O veículo havia saído de Lima com 40 pessoas. Os dois motoristas sobreviveram e estão entre os feridos.
O acidente aconteceu em uma área de difícil acesso e com pouca visibilidade, por causa da neblina. A região é conhecida como Ayacucho e fica a cerca de 560 km da capital peruana.
A superintendência de transporte terrestre do país disse em comunicado que o ônibus pertence a uma empresa local de turismo. As causas do acidente são investigadas.
Acidentes com morte envolvendo ônibus no Peru são comuns. Grande parte das ocorrências acontece em estradas com condições precárias e que ficam em regiões montanhosas.
Em abril deste ano, 25 pessoas morreram após um ônibus cair em um rio no norte do Peru. Já em setembro de 2023, outras 24 mortes foram registradas em um acidente na região central do país.
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#3
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Última mensagem por noticias - 19, Julho, 2024, 06:41
Eleições nos EUA 2024: Trump é oficializado como candidato republicano e escolhe J.D. Vance para ser vice de sua chapa


     James David Vance é um senador republicano pelo estado de Ohio. Aos 39 anos, Vance talvez seja o mais alinhado ideologicamente com o ex-presidente e adicionaria um contraste millennial à chapa do partido, energizando a base apoiadora de Trump. J.D. Vance também foi oficializado como candidato a vice na Convenção Nacional do Partido Republicano. Donald Trump (à esquerda) escolheu o senador republicano J.D. Vance para ser seu vice em 15 de julho de 2024.
Marco Bello/Rebecca Cook/Reuters
Donald Trump foi oficializado como candidato do Partido Republicano à Casa Branca nesta segunda-feira (15). A formalização do resultado das prévias do partido ocorreu durante o primeiro dia da Convenção Nacional Republicana.
Trump também anunciou a escolha de J.D. Vance para ser o vice-presidente de sua chapa à Casa Branca. James David Vance é um senador republicano pelo estado de Ohio. Vance também foi oficializado como candidato a vice durante a Convenção Republicana nesta segunda.
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"Após longas deliberações e reflexões, e considerando os enormes talentos de muitos outros, decidi que a pessoa mais adequada para assumir o cargo de vice-presidente dos Estados Unidos é o senador J.D. Vance, do estado de Ohio", disse Trump em post de sua rede social, Truth Social.
Vance talvez seja o mais alinhado ideologicamente com o ex-presidente e energizaria sua base. Aos 39 anos, ele adicionaria um contraste millennial aos homens mais velhos no topo das chapas de seus partidos. No entanto, Vance serviu no Senado americano por menos de dois anos. Saiba mais sobre quem é J.D. Vance abaixo.
Antes de o anunciar oficialmente, Trump disse à rede "Fox News" que Vance "será um grande vice-presidente". Segundo a Constituição americana, o cargo de vice-presidente é limitado. (Leia mais abaixo)
Jovem, autor de best-seller e ex-crítico de Trump: quem é J.D. Vance, candidato a vice na chapa de Trump
Guga Chacra: J.D. Vance, vice de Trump, é 'anti-elite' e já foi crítico do ex-presidente
O presidente Joe Biden se pronunciou sobre Vance após o anúncio de Trump: "Sobre J.D. Vance, é o seguinte: ele fala muito sobre os trabalhadores. Mas agora, ele e Trump querem aumentar os impostos das famílias de classe média enquanto promovem mais cortes de impostos para os ricos", disse Biden em publicação no X (antigo Twitter).
Biden é o vencedor das prévias democratas e candidato do partido até o momento, apesar da pressão que vem sofrendo para desistir da corrida e deixar um novo político assumir a candidatura democrata para a Casa Branca.
O Partido Democrata também se manifestou, chamou J.D. Vance de extremista e "ultra-MAGA", se referindo ao slogan "Make America Great Again" ("Faça os EUA Grandes Novamente", em português). A publicação no X (antigo Twitter) foi apagada minutos depois.
A escolha foi feita por Trump no contexto da Convenção Nacional Republicana, realizada em Milwaukee, Wisconsin. O evento está no primeiro dia nesta segunda e vai até a quinta-feira (18).
Outras duas figuras republicanas concorriam com J.D. Vance para a nomeação, o governador da Dakota do Norte, Doug Burgum, e o senador Marco Rubio, da Flórida. Burgum e Rubio foram avisados mais cedo nesta segunda que não foram escolhidos, segundo fontes da Associated Press e da Reuters.
Quem é J.D. Vance
J.D. Vance
Rebecca Cook/Reuters
Vance nasceu e foi criado em Middletown, Ohio. Ele entrou para os Marines e serviu no Iraque, e mais tarde obteve diplomas da Ohio State University e da Yale Law School. Ele também trabalhou como capitalista de risco no Vale do Silício.
Vance se destacou com sua autobiografia, o best-seller de 2016 "Hillbilly Elegy", que foi publicado enquanto Trump estava se candidatando pela primeira vez à presidência. O livro deu a Vance a reputação de alguém que poderia ajudar a explicar o apelo do empresário nova-iorquino entre os americanos médios, especialmente entre os eleitores brancos rurais da classe trabalhadora que ajudaram Trump a vencer a presidência.
"Hillbilly Elegy" também apresentou Vance à família Trump. Donald Trump Jr. adorou o livro e conhecia Vance quando ele iniciou sua carreira política. Os dois se deram bem e continuam amigos.
➡️ Vance foi eleito para um cargo público pela primeira vez em 2022
Depois que Donald Trump venceu a eleição de 2016, Vance voltou para sua terra natal em Ohio e criou uma instituição de caridade anti-opioides. Ele também participou de circuitos de palestras e era um convidado favorito nos jantares do Partido Republicano, onde sua história pessoal — incluindo as dificuldades que Vance enfrentou devido ao vício em drogas de sua mãe — ressoava.
As aparições de Vance eram oportunidades para vender suas ideias para consertar o país e ajudaram a preparar o terreno para entrar na política em 2021, quando ele disputou a vaga no Senado deixada pelo republicano Rob Portman, que se aposentou.
Trump endossou Vance. Vance venceu uma primária republicana disputada e a eleição geral.
Nome de J.D. Vance é anunciado como vice na chapa de Trump
➡️ Vance passou de opositor a aliado feroz de Trump
Vance era um republicano "never Trump" em 2016. Ele chamou Trump de "perigoso" e "inapto" para o cargo. Vance, cuja esposa, a advogada Usha Chilukuri Vance, é indo-americana e mãe de seus três filhos, também criticou a retórica racista de Trump, dizendo que ele poderia ser o "Hitler americano".
Mas quando Vance conheceu Trump em 2021, ele reverteu sua opinião, citando as conquistas de Trump como presidente. Ambos minimizaram as críticas ferozes de Vance no passado.
Uma vez eleito, Vance tornou-se um aliado feroz de Trump no Capitólio, defendendo incessantemente as políticas e comportamentos de Trump.
➡️ Ele é uma voz conservadora proeminente
Kevin Roberts, presidente da Heritage Foundation, chamou Vance de uma voz líder para o movimento conservador, em questões importantes, incluindo uma mudança em relação à política externa intervencionista, economia de mercado livre e "cultura americana em geral".
Os democratas o chamam de extremista, citando posições provocativas que Vance tomou, mas às vezes depois alterou. Vance sinalizou apoio a uma proibição nacional do aborto após 15 semanas durante sua campanha para o Senado, por exemplo, mas suavizou essa posição depois que os eleitores de Ohio apoiaram esmagadoramente uma emenda de direitos ao aborto em 2023.
Sobre a eleição de 2020, ele disse que não teria certificado os resultados imediatamente se fosse vice-presidente e que Trump tinha "uma queixa muito legítima". Ele colocou condições para honrar os resultados da eleição de 2024 que ecoam as de Trump. Uma série de investigações governamentais e externas não encontraram nenhuma fraude eleitoral que pudesse ter alterado o resultado da derrota de Trump em 2020 para o presidente democrata Joe Biden.
No Senado, Vance às vezes adota uma postura bipartidária. Ele e o senador democrata de Ohio Sherrod Brown co-patrocinaram um projeto de lei de segurança ferroviária após um descarrilamento de trem em East Palestine, Ohio. Ele patrocinou uma legislação que estende e aumenta o financiamento para a restauração dos Grandes Lagos e apoiou uma legislação bipartidária que beneficia trabalhadores e famílias.
➡️ Vance traz habilidades de debate e arrecadação de fundos
Pessoas familiarizadas com o processo de seleção para vice-presidente disseram que Vance traria para a chapa republicana habilidades de debate, capacidade de arrecadação de fundos e a habilidade de articular a visão de Trump.
Charlie Kirk, fundador do grupo ativista conservador Turning Point USA, disse que Vance articula de forma convincente a visão America First e poderia ajudar Trump em estados que ele perdeu por pouco em 2020, como Michigan e Wisconsin, que compartilham os valores, demografia e economia de Ohio.
Vice-presidente nos EUA
Nos Estados Unidos, o cargo de vice-presidente é visto principalmente como substituto do presidente em caso de morte ou renúncia. Além disso, a posição é extremamente limitada, segundo a Constituição dos EUA.
John Adams, o primeiro vice-presidente dos Estados Unidos, reclamou amargamente de seu destino em uma carta à sua esposa, Abigail, em 1793: "Meu país, em sua infinita sabedoria, me designou para o cargo mais insignificante já imaginado pelo homem".
A função evoluiu com o tempo e hoje equivale a ser uma "espécie de conselheiro multifuncional" para o ocupante da Casa Branca, explicou Joel Goldstein, professor da Universidade de Saint Louis, à AFP.
A atual vice-presidente, Kamala Harris, lida principalmente com questões como o direito ao aborto e imigração. Seu caso desperta grande interesse devido à idade do presidente Biden.
A verdade é que os poderes do vice-presidente dependem muito da personalidade do presidente, observa Goldstein.
"E é difícil imaginar Trump permitindo que alguém roube seu protagonismo", garante.
Mas talvez a qualidade que Trump valorize acima de tudo seja a lealdade.
Seu ex-vice-presidente Mike Pence jurou lealdade absoluta ao republicano, mas em 6 de janeiro de 2021 se recusou a bloquear a validação da vitória de Joe Biden pelo Congresso, indo contra as ordens de Donald Trump.
Os apoiadores de Trump agora veem Mike Pence como um traidor, e Donald Trump descartou completamente escolhê-lo novamente como companheiro de chapa.
Quem são seus candidatos favoritos? É um mistério, mas vários nomes estão sendo cogitados, como Doug Burgum, Marco Rubio e J.D. Vance.
Sempre que questionado sobre o assunto, a equipe de Trump se refere à breve declaração de Brian Hughes, um de seus assessores: "Qualquer um que diga saber quem Donald Trump escolherá como vice-presidente, ou quando, está mentindo. A menos que essa pessoa se chame Donald Trump".
Nove vice-presidentes chegaram à presidência nessas circunstâncias. Os mais recentes foram Lyndon Johnson, após o assassinato de John F. Kennedy, e Gerald Ford, depois da renúncia de Richard Nixon devido ao escândalo Watergate.
Alguns optaram por buscar a presidência após seus mandatos, como Joe Biden, que foi vice de Barack Obama.

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Última mensagem por noticias - 18, Julho, 2024, 06:38
Após se reunir com autoridades de segurança, Biden pede investigação independente de atentado contra Trump


     Presidente americano disse que ordenou uma revisão independente sobre o ataque no comício de Trump. Biden também deve fazer outro pronunciamento mais tarde, às 21h no horário de Brasília.  Biden fala sobre atentado contra Trump.
AP Photo/Susan Walsh
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez um breve pronunciamento na Casa Branca neste domingo (14) sobre o atentado contra o candidato e ex-presidente dos EUA, Donald Trump.
No discurso, Biden disse que ordenou uma investigação independente sobre o ataque no comício de Trump.
"Compartilharemos os resultados dessa investigação independente com o povo americano", destacou.
Mais cedo, Biden teve uma reunião com autoridades de segurança e, no sábado (13), conversou por telefone com Trump. As informações foram confirmadas pela Casa Branca.
"Uma tentativa de assassinato vai contra tudo o que defendemos como nação, tudo mesmo. Isso não representa quem somos como país. Isso não é a América, e não podemos permitir que isso aconteça. A união é o objetivo mais difícil de alcançar, mas nada é mais importante do que isso", acrescentou o presidente, que também deve fazer outro pronunciamento mais tarde, às 21h no horário de Brasília.
"Tivemos uma conversa rápida, porém boa com ele [Trump]. Estamos rezando por ele e sua família".
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Biden mencionou ainda que as autoridades de segurança ainda não possuem informações sobre a motivação do atirador, apesar de já saberem sua identidade. Ele pediu a todos que evitassem fazer suposições sobre os motivos ou afiliações do suspeito.
O presidente americano disse ainda que Trump recebeu um reforço na sua segurança e terá todos os recursos para garantir sua proteção. Biden também afirmou que a segurança será reforçada em Wisconsin, onde a Convenção Republicana começará na próxima segunda-feira (15).
Em um comunicado, o governo norte-americano disse que Biden também conversou com o governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, e com o prefeito de Butler (cidade onde Trump estava fazendo um comício), Bob Dandoy.
A Casa Branca não deu mais detalhes sobre o conteúdo dos telefonemas.
Biden estava em uma igreja no estado de Delaware quando Trump foi alvo do atentado.
No sábado, Biden também fez um pronunciamento condenando o atentado a Donald Trump e disse que era necessário unir os Estados Unidos. Em um comunicado, o presidente também disse que estava orando pelo republicano.
"Jill e eu estamos gratos ao Serviço Secreto por tê-lo colocado em segurança. Não há lugar para esse tipo de violência na América. Devemos nos unir como uma nação para condená-la", disse Biden.
O atentado
Comício de Trump é interrompido após tiros, na Pensilvânia
Trump estava fazendo um comício na cidade de Butler, na Pensilvânia, quando foi alvo do atentado. Um vídeo registrou o exato momento em que o ex-presidente reage ao ouvir tiros de arma de fogo. Veja acima.
Durante os disparos, Trump levou a mão à orelha e se abaixou. Na sequência, agentes do Serviço Secretos dos Estados Unidos protegeram o republicano.
Ele foi retirado do local instantes depois. Antes, acenou para o público e apareceu com a orelha ensanguentada.
Trump foi levado para o hospital e recebeu alta cerca de três horas depois. Ele também fez uma publicação em uma rede social para comentar o ocorrido.
"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu Trump.
O suspeito de atirar contra o ex-presidente foi morto. Além disso, uma outra pessoa que estava no comício também morreu.
O caso está sendo investigado pelas autoridades norte-americanas.
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Autoridade informa que duas pessoas morreram após tiros em comício
Bolsonaro e outras autoridades se pronunciam após incidente em comício de Trump
Veja FOTOS do atentado contra Donald Trump
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#5
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Última mensagem por noticias - 17, Julho, 2024, 06:33
'Ele está bem', afirma porta-voz da campanha de Donald Trump


     O porta-voz da campanha do candidato presidencial republicano informou que o "presidente Trump está bem e está sendo examinado em um centro médico local" e que ele "agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo". Comício de Trump é interrompido após supostos sons de tiros, na Pensilvânia
O porta-voz da campanha do candidato presidencial republicano publicou na rede social X (antigo Twitter) que o "presidente Trump está bem e está sendo examinado em um centro médico local" e que ele "agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo".
Durante um comício na cidade de Butler, estado da Pensilvânia, neste sábado (13), Donald Trump foi escoltado por seguranças e retirado do palco após serem ouvidos sons de tiros. O evento foi interrompido.
A imagem mostra o que parece ser sangue na orelha de Trump. O Serviço Secreto dos EUA informa que ele está seguro e que medidas de proteção foram implementadas ao seu redor.
Bolsonaro e outras autoridades se pronunciam após incidente em comício de Trump
Comício de Trump é interrompido após sons de tiros, na Pensilvânia
AP Photo/Evan Vucci
Donald Trump levanta o punho após supostos sons de tiros serem ouvidos em comício, na Pensilvânia
AP Photo/Evan Vucci

Source: 'Ele está bem', afirma porta-voz da campanha de Donald Trump
#6
LEIA SEMPRE AQUI! / Deslizamento de terra atinge d...
Última mensagem por noticias - 16, Julho, 2024, 06:30
Deslizamento de terra atinge dois ônibus e deixa mais de 60 desaparecidos no Nepal


     Veículos foram arrastados até um rio que transbordou, na madrugada desta sexta-feira (12). Três pessoas foram encontradas com vida. Mulher caminha em rodovia inundada no Nepal, em julho de 2024
REUTERS/Navesh Chitrakar
Mais de 60 pessoas estão desaparecidas depois que um deslizamento de terra atingiu dois ônibus que trafegavam por uma rodovia do Nepal, nesta sexta-feira (12). Segundo as autoridades, buscas estão sendo feitas. Três pessoas foram encontradas com vida e levadas ao hospital.
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O incidente aconteceu por volta das 3h, pelo horário local — início da noite de quinta-feira (11), no Brasil. Os dois ônibus estavam em uma rodovia a cerca de 120 km da capital do país, Katmandu.
As autoridades informaram que o deslizamento foi provocado pelas chuvas fortes que atingem a região. Os ônibus acabaram sendo arrastados pela terra até caírem em um rio, que transbordou.
O governo informou que um ônibus levava 24 pessoas, enquanto o outro transportava 42 passageiros. No entanto, as autoridades não descartam que mais pessoas possam ter embarcado nos veículos.
Até a publicação desta reportagem, as equipes de resgate tentavam localizar os dois ônibus. No entanto, a chuva atrapalha os trabalhos.
Conhecido pelas montanhas, deslizamentos de terra são comuns no Nepal. Incidentes do tipo costumam acontecer principalmente entre junho e setembro, quando o país registra chuvas fortes.
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#7
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Última mensagem por noticias - 15, Julho, 2024, 06:30
Família diz que paranaense que morreu na guerra lutando como voluntário será enterrado na Ucrânia: 'Era o desejo dele'


     Decisão foi tomada após amigo do jovem conversar com a família. Murilo Lopes Santos, de 26 anos, era natural de Castro e embarcou para a Ucrânia em novembro de 2022. Murilo Lopes Santos, de 26 anos, morreu em combate na Ucrânia
Arquivo pessoal
O paranaense Murilo Lopes Santos, que morreu em combate na Guerra da Ucrânia, vai ser enterrado no país pelo qual lutou voluntariamente, conta a família dele.
A tia de Murilo, Priscila Pavin, afirma que a família tomou a decisão após conversar com um amigo do jovem.
"Um amigo do Murilo que estava em missão com ele e está hospitalizado porque foi gravemente ferido nessa missão, e apenas ontem conseguiu entrar em contato com a gente para expressar que o desejo do Murilo era ser enterrado na Ucrânia", afirma Priscila.
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Murilo tinha 26 anos, era natural de Castro, nos Campos Gerais, e em novembro de 2022 embarcou para lutar voluntariamente na guerra. Em conversas com a mãe, o jovem relatava que não queria mais voltar a morar no Brasil e que tinha escolhido a Ucrânia como país para viver.
Na sexta-feira (5) a família foi informada que ele morreu em combate na cidade de Zaporizhzhia. Saiba mais abaixo.
Desde então, a família estava tentando contato com o Itamaraty, como é conhecido o Ministério de Relações Exteriores, para tentar trazer o corpo do jovem de volta para o Brasil.
"A gente tinha tentado de todas as maneiras, queria tentar trazer o corpo, mas é porque a gente não tinha tido contato ainda com esse amigo, que só conseguiu falar ontem com a gente. Então vamos respeitar a vontade do Murilo: ele vai ser enterrado lá, onde tem um cemitério de brasileiros, como esse amigo dele falou para a gente", afirma a tia do paranaense.
Priscila conta que nesta quinta-feira (11) uma missa em homenagem ao paranaense será realizada na Igreja Matriz de Castro e para sexta-feira (12) está agendada uma cerimônia na própria Ucrânia.
" Amigos vão tentar nos mandar alguns pertences pessoais dele e a gente vai acabar aceitando o último desejo do Murilo", diz.
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Paranaense se alistou voluntariamente na Guerra da Ucrânia
Paranaense morre na guerra da Ucrânia após quase dois anos lutando como voluntário
Em entrevista ao g1, a mãe de Murilo, Rosângela Pavin Santos, contou que o jovem se alistou voluntariamente e chegou ao país do leste europeu no dia 3 de novembro de 2022, motivado pelo desejo de lutar ao lado das forças ucranianas contra a invasão russa, que dura mais de dois anos.
"Ele falava: 'É muito covarde o que fizeram com a Ucrânia e eu quero defender'. E aquilo ficou na cabeça, no coração dele. Era o ideal que ele tinha", disse a mãe.
A guerra começou em 24 de fevereiro de 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia e fez ataques pela terra, pelo ar e pelo mar. O conflito não tem previsão de acabar. Em agosto de 2023, outro paranaense morreu na guerra. Ele era de Curitiba.
Rosângela afirma que sempre foi contra a decisão do filho, mas não conseguiu impedir a ida dele para lá, já que, segundo ela, refletia a essência de Murilo. A morte do jovem foi confirmada na manhã da última sexta-feira (5).
No Brasil, o jovem serviu o Exército no município de Castro por cerca de um ano e meio e saiu apenas porque a instituição deu baixa após ter prestado o tempo de serviço militar. A mãe lembra que ele tinha o sonho de seguir na carreira militar.
"Desde que ele saiu, ele nunca se desligou completamente. Ele fazia cursos online, aprendeu a língua, ele falava várias línguas. Ele fez o itinerário, comprou as passagens, foi sozinho, organizou tudo", relatou.
De acordo com a família, Murilo desembarcou em Cracóvia, na Polônia, e pegou um ônibus até a divisa com a Ucrânia. Depois, ficou cerca de um mês na cidade ucraniana Ternopil.
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Rosângela Pavin Santos e Priscila Pavin Santos, mãe e tia de Murilo
Reprodução
Segundo Rosângela, Murilo era um homem reservado, de poucas palavras. O contato com ele era através de aplicativo de mensagens, que aos poucos foi ficando cada vez mais escasso.
"Quando ele foi, mais no início, ele ligava até chamada de vídeo. Mas ultimamente estava bem mais complicado, era só mensagem sem áudio. Fazia uns dois meses e pouco que eu não ouvia a voz dele", contou.
Priscila Pavin, tia de Murilo, relembra que o sobrinho era inteligente e buscava ser autodidata. Além disso, gostava muito de ajudar as pessoas e era apaixonado por animais. Ela relembra que o sobrinho resgatava os gatos que encontrava durante o trabalho.
"Muitas pessoas saíam das casas e deixavam os bichinhos, né? Ele sempre cuidava", disse.
Rosângela comentou ainda que Murilo não foi para a Ucrânia por conta do dinheiro e que, inclusive, investia o que ganhava em equipamentos melhores, como capacete, por exemplo, mesmo recebendo tudo do governo ucraniano.
Murilo Lopes Santos, de 26 anos, morreu em combate na Ucrânia
Arquivo pessoal
Notícia da morte chegou por rede social
Rosângela teve o último contato com o filho na terça-feira (2), antes de ele ir para uma nova missão.
A notícia da morte chegou por meio de um colega de combate de Murilo, que mandou mensagem para o pai dele nas redes sociais na sexta, por volta das 11 horas.
"Ele falou que eles estavam sendo invadidos lá, que estavam sem luz. Disse que está bem complicado lá e que ia perder o contato [...] Ele disse que não poderia me dar muita esperança", relatou.
Ninguém da Ucrânia ou de embaixadas fez contato com a família, segundo Rosângela.
A família tem apenas um contato de outro brasileiro que também está lutando no conflito. Esse homem é natural do Rio Grande do Sul, segundo eles.
A angústia agora é tentar trazer o corpo do filho para o Brasil. A família diz não saber como e com quem falar.
"O que está sendo bem difícil é essa espera, porque a gente não sabe quanto tempo vai levar, quantos dias... Então, a gente fica de mãos atadas, sem poder fazer nada. Tô me sentindo muito impotente, a gente está bem perdido", lamenta a mãe.
Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que não fornece informações sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros, mas que está a disposição para prestar assistência consular aos familiares do brasileiro por meio da Embaixada do Brasil em Kiev.
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Source: Família diz que paranaense que morreu na guerra lutando como voluntário será enterrado na Ucrânia: 'Era o desejo dele'
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Última mensagem por noticias - 14, Julho, 2024, 06:26
Em meio a furacão político, Biden recebe líderes da Otan para cúpula de 75 anos da aliança


     Novo primeiro-ministro do Reino Unido, presidente da Ucrânia e outros líderes da aliança militar ocidental participarão do encontro, que acontece em Washington em meio a pressões para que Biden desista de concorrer à reeleição.  Faixa anunciando cúpula da Otan em Washington, nos Estados Unidos, por conta da cúpula de 75 anos da aliança militar, em 9 de julho de 2024.
Yves Herman/ Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tentará mudar o foco das pressões por sua desistência da candidatura à reeleição para receber chefes de Estado e governo dos 32 países que compõem a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Os membros da Otan se reunirão nesta terça em Washington D.C. para celebrar os 75 anos da aliança militar ocidental e debater seus atuais desafios.
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A cúpula ocorre também um dia após o ataque russo a um hospital infantil em Kiev, na Ucrânia, que deixou 38 mortos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, participará da cúpula, também em meio a conversas para que seu país integre a Otan.
O novo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também estará no cúpula, onde fará sua estreia como premiê britânico em encontros internacionais e se reunirá bilateralmente com Biden após uma vitória arrasadora nas urnas na semana passada. 
As pautas do evento que terá três dias de duração incluem a busca por tranquilizar a Ucrânia quanto à durabilidade do apoio da aliança na defesa frente à invasão russa.
Além disso, de acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, há também a intenção de construir uma ponte para a inclusão da Ucrânia como membro da Otan.
Agenda
Biden sobe o tom contra críticos dentro do Partido Democrata
Na noite desta terça (9), Joe Biden e a primeira-dama Jill Biden abrirão a cerimônia de aniversário do Tratado, com um evento que acontece no auditório Andrew W. Mellon, onde o documento que criou a Otan foi assinado em 4 de abril de 1949.
Na tarde de quarta-feira (10), Biden deve falar publicamente aos líderes da Otan, e logo em seguida haverá um jantar que, entre outros propósitos, inclui dar as boas-vindas à Suécia, que ingressou no grupo este ano.  
Na quinta-feira (11), acontecem as reuniões de trabalho do grupo, que incluem também encontros com os parceiros da Otan no Indo-Pacífico - Austrália, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia - com o objetivo de alinhavar futuras colaborações.
Está prevista também uma declaração da aliança condenando o apoio da China à base industrial de defesa da Rússia, já que, segundo o governo norte-americano, a maioria dos semicondutores e da nitrocelulose usados em propulsores de mísseis russos provêm da China.
Para além das decisões sobre o conflito na Ucrânia, a expectativa do dia está posta no discurso com que Biden deve encerrar o evento. Todos os olhos estarão nas falas do presidente norte-americano após a performance ruim durante o debate eleitoral que deu margem a uma série de pedidos para que ele desista da candidatura.
Na segunda-feira (8), um artigo publicado no jornal "The New York Times" listou oito visitas de especialistas em parkinson à Casa Branca em oito meses. 
Desafio a Biden em meio a crise em sua campanha
Joe Biden durante evento do Dia da Independência na Casa Branca, em 4 de julho de 2024.
REUTERS/Elizabeth Frantz
Biden terá uma dura missão esta semana, já que, além de mostrar seu poder de liderança junto aos líderes da Otan, ele precisa também recuperar a confiança de seus companheiros de partido em meio a crise gerada em sua campanha de reeleição após o debate.
Enquanto seu adversário, Donald Trump, tem colocado em dúvida o papel que os Estados Unidos devem ocupar junto à organização, Biden busca convencer seus companheiros do grupo de que ele é capaz de vencer as eleições de novembro e assim garantir a continuidade das políticas de defesa acordadas até aqui.
Alguns líderes europeu expressaram recentemente preocupação com a postura de Trump em relação à aliança e, de acordo com o presidente, pediram a Biden claramente que não deixe o republicano voltar à Casa Branca.
 "A gravidade deste momento é maior do que o esperado", avaliou a pesquisadora do Centro Europeu do Atlantic Council, Rachel Rizzo, em entrevista ao USA Today.
"Há uma pressão extra para que ele cumpra a agenda deste encontro de uma forma que tranquilize os aliados e também o povo americano. Que certifique que ele está apto e pronto para fazer este trabalho, não apenas até o final de sua presidência, mas potencialmente por mais quatro anos", concluiu.
A porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, garantiu aos jornalistas presentes na coletiva de apresentação do encontro que eles "estão prestes a presenciar o presidente atuando como um líder". E lembrou ainda que "os líderes estrangeiros viram o presidente de perto e pessoalmente nos últimos três anos e sabem com quem estão lidando e quão eficaz ele tem sido".
As chances de que Biden cometa gafes durante o evento, porém, são menores que em outras ocasiões, já que as reuniões se darão a portas fechadas. As declarações à imprensa também apresentam menos risco, uma vez que provavelmente seguirão um roteiro escrito previamente o qual o presidente poderia acessar com o uso de um teleprompter, como tem feito em suas aparições públicas após o debate.
O que é a Otan?
Exercício da Otan na Polônia, em novembro de 2022.
Kacper Pempel/Reuters
A Organização do Tratado do Atlântico Norte foi fundada em 1949 por 12 nações com o objetivo de combater a ameaça à segurança europeia representada pela União Soviética durante a Guerra Fria.
Lidar com Moscou, portanto, faz parte do DNA da organização.
De um modo geral, Washington é quem dita a agenda, já que os Estados Unidos são o membro mais poderoso, que gasta mais em defesa do que qualquer outro aliado.

Source: Em meio a furacão político, Biden recebe líderes da Otan para cúpula de 75 anos da aliança
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LEIA SEMPRE AQUI! / Após vitória da esquerda, Macr...
Última mensagem por noticias - 13, Julho, 2024, 06:25
Após vitória da esquerda, Macron decide manter primeiro-ministro no cargo


     Presidente francês pediu a Gabriel Attal, atual premiê, que fique no poder até que nova situação seja definida. Bloco de esquerda venceu eleições legislativas no domingo (7), mas sem maioria para governar. Extrema direita ficou em terceiro lugar, atrás do bloco centrista de Macron.  Primeiro-ministro da França, Gabriel Attal, após resultado das eleições legislativas no país, em que a esquerda venceu, em 7 de julho de 2024. https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/07/08/apos-vitoria-da-esquerda-macron-decide-manter-primeiro-ministro-no-cargo.ghtml
Guglielmo Mangiapane/ Reuters
Em uma nova reviravolta na política francesa, o presidente do país, Emmanuel Macron, pediu nesta segunda-feira (8) ao atual primeiro-ministro, Gabriel Attal, que permanecesse em seu cargo.
Attal, que foi ao Palácio do Eliseu nesta manhã, iria pedir a renúncia após o resultado das eleições legislativas realizadas no país no domingo (7), em que a esquerda surpreendeu e saiu vencedora. Mas Macron pediu que ele permanecesse no cargo até que a situação se defina, o que pode demorar semanas ou até meses.
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Isso porque, apesar de vencer o pleito e barrar a extrema direita do país, a esquerda não obteve o número mínimo de assentos no Parlamento francês necessários para indicar um primeiro-ministro.
Gabriel Attal é aliado do atual presidente, Emmanuel Macron -- na França, presidente e primeiro-ministro governam em conjunto.
Resultado
INFOGRÁFICO mostra como era e como fica o Parlamento da França após as eleições legislativas
Arte g1
No domingo, em um resultado surpreendente, a coalizão de esquerda Nova Frente Popular obteve o maior número de assentos na Assembleia Nacional da França nas eleições legislativas, mas sem força suficiente para governar sozinha.
O segundo turno foi realizado neste domingo (7), e teve participação de quase 60% dos eleitores. Veja como ficaram as três maiores bancadas da nova legislatura:
Nova Frente Popular (esquerda): 182 assentos;
Juntos (coalizão governista, de centro): 168 assentos;
Reunião Nacional (extrema direita):  143 assentos.
Para a extrema direita, apesar do crescimento vertiginoso do número de assentos obtidos pelo Reunião Nacional (RN), de 88 para 143, o resultado foi uma decepção. No primeiro turno, ocorrido há apenas 1 semana, o partido de Marine Le Pen havia saído à frente de todas as demais forças políticas -- ele chegou a projetar obter para si a maioria absoluta da Casa.
"Nossa vitória foi apenas adiada", disse Le Pen, horas depois de uma pesquisa boca de urna indicar a derrota da legenda.
Eleições legislativas na França: O que acontece agora?
O primeiro-ministro da França, Gabriel Attal, que é do Juntos, também admitiu a derrota, e disse que colocaria o cargo à disposição nesta segunda-feira (8).
Caberá ao presidente da França, Emmanuel Macron, indicar um novo premiê a partir dos resultados dessas eleições. Ainda não há previsão de quando isso vai ocorrer.
Esquerda vai precisar de aliança para governar
Macron recusa renúncia de premiê aliado e decide mantê-lo temporariamente no cargo
Embora ainda não tenham batido o martelo sobre a união, líderes do bloco esquerdista indicaram que poderiam se aliar ao centro para chegar aos 289 assentos necessários para ter maioria.
Após a Reunião Nacional, de Le Pen, conquistar 33% dos votos no primeiro turno, a Nova Frente Popular e o Juntos formaram uma espécie de cordão sanitário para impedir que a extrema direita chegasse ao poder.
A viabilidade de um governo juntando as duas forças, entretanto, ainda é incerta. Ambos os blocos nutrem desavenças profundas em determinados tópicos, como a reforma da Previdência francesa, por exemplo.
Jean-Luc Mélenchon, um dos líderes da esquerda francesa, afirmou que Macron deverá admitir a derrota nas eleições e, além disso, criar alguma relação com o NFP para formar o governo.
Prestes a entrar em um período de tensas negociações para definir o balanço de forças da Assembleia Nacional, a França se depara com um cenário desconhecido e até a ameaça de um Parlamento paralisado.
Projeções apontam vitória da esquerda no segundo turno das eleições na França
Franceses protestam contra a extrema direita na Praça da República, em Paris, no dia 7 de julho de 2024
Yara Nardi/Reuters
Repercussão
Autoridades, políticos e celebridades do esporte comentaram a vitória da esquerda nas eleições parlamentares na França.
"Muito feliz com a demonstração de grandeza e maturidade das forças políticas da França que se uniram contra o extremismo nas eleições legislativas de hoje. Esse resultado, assim como a vitória do partido trabalhista no Reino Unido, reforça a importância do diálogo entre os segmentos progressistas em defesa da democracia e da justiça social. Devem servir de inspiração para a América do Sul."
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O resultado também foi comemorado pelo primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez.
"Esta semana, um dos maiores países da Europeu escolheu o mesmo caminho que a Espanha há um ano: rechaço à extrema direita e aposta decidida em uma esquerda social que lide com os problemas das pessoas com políticas sérias e valentes", ele escreveu nas redes sociais. "Com a extrema direita não se faz acordo nem se governa."
Na Polônia, o premiê, Donald Tusk, que se opõe a Vladimir Putin, comemorou o resultado -- a extrema direita francesa é acusada de ter laços com o líder russo. "Em Paris, entusiasmo; em Moscou, desapontamento; em Kiev, alívio. O suficiente para se estar feliz em Varsóvia."
Diversos jogadores de futebol da seleção francesa, como Marcus Thuram, Tchouameni e Koundé, celebraram o resultado. Kylian Mbappé já havia pedido aos eleitores franceses para que barrassem o avanço do Reunião Nacional.

Source: Após vitória da esquerda, Macron decide manter primeiro-ministro no cargo
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LEIA SEMPRE AQUI! / Eleições legislativas na Franç...
Última mensagem por noticias - 12, Julho, 2024, 06:21
Eleições legislativas na França: Veja repercussão


     Boca de urna indica que bloco de esquerda obteve a maior parte dos assentos da Assembleia Nacional, seguido pela coalizão governista de Emmanuel Macron. Resultados indicam que aliança devem impedir extrema direita, terceira colocada nos resultados preliminares, de indicar primeiro-ministro. Eleições na França
REUTERS/Abdul Saboor
Autoridades, políticos e celebridades do esporte comentaram a projeção que indica a vitória da esquerda nas eleições parlamentares na França, cuja votação do segundo turno ocorreu neste domingo.
Confira a repercussão:
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil
Muito feliz com a demonstração de grandeza e maturidade das forças políticas da França que se uniram contra o extremismo nas eleições legislativas de hoje. Esse resultado, assim como a vitória do partido trabalhista no Reino Unido, reforça a importância do diálogo entre os segmentos progressistas em defesa da democracia e da justiça social. Devem servir de inspiração para a América do Sul.
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Celso Amorim, assessor da Presidência para Assuntos Internacionais
"Uma grande vitória (da esquerda francesa). Justamente com a vitória dos trabalhistas na Grã-Bretanha, abre-se o caminho da esquerda democrática na Europa. A extrema direita não passará. Grande exemplo para a América Latina."
Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha
"Esta semana, um dos maiores países da Europeu escolheu o mesmo caminho que a Espanha há um ano: rechaço à extrema direita e aposta decidida em uma esquerda social que lide com os problemas das pessoas com políticas sérias e valentes.
Reino Unido e França disseram SIM ao progresso e ao avanço social e NÃO ao retrocesso em direitos e liberdades.
Com a extrema direita não se faz acordo nem se governa."
Raí, ex-jogador de futebol
Raí diz que resultado das urnas na França foi um exemplo para o mundo
"Costumo ser otimista e acreditava numa virada, mas não tão grande", disse o ex-jogador do São Paulo, do Paris Saint-Germain e da seleção brasileira. "Foi um recado: A França não admite, não quer a extrema direita no poder".
Donald Tusk, primeiro-ministro da Polônia
"Em Paris, entusiasmo; em Moscou, desapontamento; em Kiev, alívio. O suficiente para se estar feliz em Varsóvia."
Jules Koundé, jogador do Barcelona e da seleção francesa de futebol
"O alívio é igual à preocupação das últimas semanas, é imenso. Parabéns a todos os franceses que se mobilizaram para que este lindo país que é a França não se veja governado pela extrema direita. 🙏🏾🇫🇷"
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Tchouameni, jogador do Real Madrid e da seleção francesa de futebol
"A vitória do povo"
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Paolo Gentiloni, comissário europeu para a economia
"Vive la République! (viva a república!)"
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ainda não se manifestou.
Nils Schmid, deputado alemão e líder do SPD para assuntos internacionais, partido do chanceler Olaf Scholz
"O pior foi evitado... O presidente está politicamente enfraquecido, mesmo que mantenha um papel central tendo em conta a situação obscura da maioria. Formar um governo será complicado."
O chanceler alemão, Olaf Scholz, ainda não se manifestou.

Source: Eleições legislativas na França: Veja repercussão