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Última mensagem por noticias - Hoje at 00:20
Guindaste cai sobre trem em movimento na Tailândia e mata 32


     Guindaste cai cobre trem e deixa mortos e feridos na Tailândia
Um guindaste de construção caiu sobre um trem em movimento na Tailândia nesta quarta-feira (14). Trinta e duas pessoas morreram, e dezenas ficaram feridas, segundo autoridades locais.
O trem, que viajava da capital Bangkok para o nordeste do país, descarrilou e pegou fogo ao ser atingido.
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O incêndio foi extinto e os trabalhos de resgate estão em andamento, informou a polícia. A polícia afirma que cerca de 80 pessoas ficaram feridas, já o governo tailandês fala em 64 feridos.
O acidente ocorreu no distrito de Sikhio, na província de Nakhon Ratchasima, a 230 quilômetros a nordeste de Bangkok, em um trem com destino à província de Ubon Ratchathani.
O Ministro dos Transportes, Phiphat Ratchakitprakarn, afirmou em comunicado que havia 195 passageiros a bordo e que ordenou uma investigação minuciosa.
Equipes de resgate trabalham na busca por sobreviventes no local onde um trem descarrilou após o colapso de um guindaste na Tailândia
Chalinee Thirasupa/Reuters
Vagão atingido por guindaste na Tailândia descarrilou e pegou fogo
Ao menos 22 morrem após guindaste cair sobre trem na Tailândia
Reprodução/Reuters
Ao menos 22 morrem após guindaste cair sobre trem na Tailândia
HANDOUT / COURTESY OF FACEBOOK USER SMITH MIKLE / AFP

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Última mensagem por noticias - Ontem às 00:19
Venezuela começa a reabrir poços para recuperar a produção de petróleo bruto, diz agência


     A estatal petrolífera venezuelana PDVSA começou a reabrir alguns dos poços que ela e seus parceiros em joint ventures haviam fechado durante o período de embargo imposto pelos Estados Unidos.
A retomada ocorre ao mesmo tempo em que as exportações de petróleo bruto voltam a avançar, com a saída de dois carregamentos na segunda-feira (12), segundo três fontes próximas às operações ouvidas pela Reuters.
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As exportações de petróleo da Venezuela, integrante da OPEP, estavam praticamente paralisadas desde dezembro.
Nesse período, apenas a americana Chevron exportou petróleo bruto produzido em suas joint ventures no país, amparada por uma autorização específica concedida pelo governo dos EUA.
Como resultado das restrições, milhões de barris permaneceram armazenados em tanques e navios em terra.
Tanques com o logo da PDVSA em refinaria em Curaçao; foto de 22/04/2018
Andres Martinez Casares/Reuters

Source: Venezuela começa a reabrir poços para recuperar a produção de petróleo bruto, diz agência
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LEIA SEMPRE AQUI / Chanceler do Irã afirma que os...
Última mensagem por noticias - 15, Janeiro, 2026, 00:17
Chanceler do Irã afirma que os protestos se tornaram mais sangrentos após ameaça de intervenção de Trump


     Onda de protestos no Irã entra na terceira semana
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, declarou nesta segunda-feira (12), que a situação o país está "sob controle total" após o aumento da violência ligada aos protestos durante o fim de semana.
O chanceler iraniano acrescentou que o aviso do presidente dos EUA, Donald Trump, contra Teerã, de que tomaria medidas caso os protestos se tornassem sangrentos, motivou "terroristas" a atacar manifestantes e forças de segurança, para justificar essa intervenção.
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"Estamos prontos para a guerra, mas também para o diálogo", afirmou Araqchi.
Araqchi confirmou também que o serviço de internet será retomado em coordenação com as autoridades de segurança.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, por sua vez, classificou como uma "advertência" aos Estados Unidos as manifestações pró-governo convocadas pelas autoridades em resposta a duas semanas de protestos.
"Isso foi uma advertência aos políticos americanos para que parem com suas enganações e não confiem em mercenários traidores", declarou, segundo a televisão estatal iraniana. "Essas manifestações em massa, cheias de determinação, frustraram o plano de inimigos estrangeiros, que supostamente seria executado por mercenários nacionais."
EUA devem intervir no Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA devem intervir se o Irã começar a matar pessoas, em meio a grandes protestos no país. A declaração foi feita na última sexta-feira (9), a repórteres na Casa Branca.
"Vamos atingi-los com muita força onde mais dói", disse ele, acrescentando que seu governo está acompanhando atentamente a situação no Irã.
Trump já havia dito que faria uma intervenção anteriormente. No dia 2 de janeiro, ele declarou em uma publicação na rede Truth Social que os EUA estão "prontos para agir" se pessoas que protestam de forma pacífica forem mortas (relembre aqui).
No sábado, Trump renovou as ameaças ao dizer que o Irã está "buscando a liberdade" e que os norte-americanos estão "prontos para ajudar".
Acordo nuclear
O presidente Donald Trump afirmou neste domingo (11) que o Irã entrou em contato com os Estados Unidos e propôs negociar um acordo nuclear depois que o republicano ameaçou tomar medidas em resposta à repressão aos protestos no país.
Em declarações a jornalistas a bordo do Força Aérea Um, Trump disse que seu governo estava em negociações para agendar uma reunião com Teerã, mas alertou que talvez precisasse agir primeiro, visto que o número de mortos no Irã aumenta e o governo continua prendendo manifestantes.
"Acho que eles estão cansados ��de apanhar dos Estados Unidos", disse Trump. Ele acrescentou: "O Irã quer negociar".
Nas declarações desta segunda, o chanceler iraniano não comentou sobre o possível acordo.
Em 2017, Trump rompeu um acordo entre EUA e Irã que limitava o uso de material nuclear por Teerã em troca do fim das sanções econômicas ao país. Teerã voltou a enriquecer urânio a níveis superiores ao necessário para produzir energia — embora não haja evidências de que o regime estivesse próximo de desenvolver sua própria bomba nuclear.
Em junho de 2025, os EUA bombardearam instalações de pesquisa nuclear em território iraniano, em meio ao conflito entre Teerã e Israel.
Mortes e prisões
O grupo de direitos humanos HRANA, com sede nos EUA, afirmou às agências de notícias Reuters e Associated Press que o número de mortos subiu para 538, entre eles 490 manifestantes e 48 policiais. Além disso, mais de 10.670 pessoas teriam sido presas, segundo a organização neste domingo (11).
Outras ONGs de direitos humanos que monitoram a situação no Irã também têm reportado nas mortes dos protestos. O país está isolado do resto do mundo após Khamenei ter cortado a internet, então não se sabe ao certo quantas pessoas realmente morreram, porém, as organizações têm recebido relatos de que as forças de segurança iranianas dispararam contra os manifestantes.
O governo iraniano não está divulgando regularmente números oficiais da atuação policial nos protestos e acusa os EUA e Israel de se infiltrarem nos protestos e os culpam pelas mortes ocorridas nos movimentos. O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, afirmou neste domingo que as forças de segurança "escalaram o nível de confronto contra os manifestantes". A Guarda Revolucionária do Irã, um importante ator militar no país, afirmou que proteger a segurança nacional é um ponto inegociável.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu neste domingo que a população iraniana mantenha distância do que chamou de "terroristas e badernistas" e tentou buscar uma via de diálogo com os manifestantes. Ao mesmo tempo, Pezeshkian acusou os Estados Unidos e Israel de "semear caos e desordem" no país.
ENTENDA: Pedidos para Khamenei renunciar, repressão e mortes: entenda a crise no Irã, que vive maior onda de protestos desde 2009
Também neste domingo, o governo iraniano ameaçou retaliar contra Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio caso o país seja alvo de um bombardeio norte-americano. A fala ocorre após o presente dos EUA, Donald Trump, ameaçar intervir na crise se o regime matar manifestantes pacíficos.
"Sejamos claros: em caso de ataque ao Irã, os territórios ocupados [Israel], assim como todas as bases e navios dos EUA, serão nossos alvos legítimos", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, segundo a Reuters.
Pezeshkian também afirmou neste domingo que o governo está pronto para "ouvir seu povo" e está determinado a resolver as questões econômicas.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, a possibilidade de uma intervenção no Irã durante uma conversa telefônica no sábado, segundo a agência de notícias Reuters.
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VÍDEOS: Carros incendiados, bandeira rasgada e multidão nas ruas: Veja o caos no Irã com protestos contra regime Khamenei
Irã acusa 'mercenários dos EUA e de Israel' de participar de protestos contra o governo Khamenei
Manifestantes incendeiam carros e edifícios nas ruas de Teerã, no Irã, em manifestações contra o governo de Ali Khamenei em janeiro de 2026.
Redes sociais via Reuters

Source: Chanceler do Irã afirma que os protestos se tornaram mais sangrentos após ameaça de intervenção de Trump
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LEIA SEMPRE AQUI / TV Integração de Uberaba ao vi...
Última mensagem por noticias - 14, Janeiro, 2026, 00:23
TV Integração de Uberaba ao vivo: assista aos telejornais

TV Integração de Uberaba ao vivo: assista aos telejornais

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LEIA SEMPRE AQUI / EPTV2 - Ribeirão e Franca
Última mensagem por noticias - 13, Janeiro, 2026, 00:15
EPTV2 - Ribeirão e Franca


     EPTV2 - Ribeirão e Franca Transmissão encerrada.

Source: EPTV2 - Ribeirão e Franca
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LEIA SEMPRE AQUI / O que esperar do show da Anitt...
Última mensagem por noticias - 12, Janeiro, 2026, 00:13
O que esperar do show da Anitta no Planeta Atlântida 2026: sucessos, conceito e muito movimento


     Anitta no palco do Planeta
Reprodução
👑 Prepare-se para um espetáculo histórico: Anitta está de volta ao Planeta Atlântida para sua sétima apresentação e garante um verdadeiro baile em cima do palco.
A primeira vez que ela pisou no festival foi em 2016, como convidada do grupo ConeCrewDiretoria no show "ConeCrew Chama as Amigas". Dez anos depois, a história é outra: a menina do funk virou fenômeno global e hoje é uma das maiores artistas do Brasil e do mundo. Ela colecionou hits, quebrou barreiras e agora promete um espetáculo que ninguém vai esquecer.
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Garanta o seu ingresso
A cantora estará no primeiro dia do evento, na sexta-feira (30). Além dela, nomes como João Gomes, Jota Quest, Luísa Sonza e Menos É Mais também marcam presença. Confira, abaixo, a line-up completa.
🌎 O maior festival de música do Sul do Brasil acontece nos dias 30 e 31 de janeiro, na Saba, em Atlântida. Confira, abaixo, o line-up completo.
Mas o que esperar do show da diva?
Ela chega com um retorno triunfal de quem começou como convidada e volta, já há alguns anos, como headliner. É a prova de que o funk saiu das comunidades e chegou ao mundo, e Anitta é a cara dessa transformação.
Se tem algo que define um show da artista é movimento. E não estamos falando só dos passos milimetricamente ensaiados: é energia pura. Vai ter sensualidade, bailarinos dominando o palco e aquele rebolado que virou marca registrada quando o público escuta: "vocês pensaram que eu não ia rebolar minha bunda hoje?".
Além disso, o setlist é praticamente uma linha do tempo da carreira da cantora. Vai ter funk, vai ter pop, vai ter aquela mistura que só ela sabe fazer. Dos clássicos que fizeram Anitta chegar onde está, como "Bang" e "Vai Malandra", até os hits atuais que conquistaram o mundo, como "Boys Don't Cry" e "Lose Ya Breath".
No entanto, quem conhece Anitta sabe: ela não entrega só música, entrega conceito. Espere versões repaginadas dos clássicos, mashups inesperados e aquele toque internacional que ela trouxe para o funk brasileiro.
Então, se você vai ao Planeta Atlântida ver a rainha, já sabe: prepare a voz e alongue as pernas. Afinal, quando a "Poderosa" subir ao palco, ninguém vai ficar parado.
Relembre shows de Anitta no Planeta Atlântida:
2016
Anitta canta 'Show das Poderosas' no Planeta Atlântida 2016
A estreia de Anitta no festival aconteceu em 2016. Naquele ano, a cantora fez uma participação com o grupo de rap ConeCrewDiretoria, que apresentou o show "ConeCrew Chama as Amigas". O grupo subiu ao palco principal do festival para unir rap e funk.
A artista cantou sucessos da época, como "Na Batida", "Blablabla" e "Deixa Ele Sofrer", além de "Show das Poderosas" e "Bang".
Ainda, o grupo ConeCrew e a cantora chamaram Flora Matos para o palco para uma apresentação em conjunto.
2017
Anitta se apresenta no Palco Planeta durante a 22ª edição do Planeta Atlântida
Jefferson Bernardes / Agência Preview
Em 2017, a cantora retornou ao festival com uma performance que foi um dos destaques da segunda noite. O repertório repleto de hits colocaram o funk como parte essencial da trilha sonora do evento, exaltando o gênero musical.
Com muito rebolado e aos gritos dos fãs, ainda recebeu o rapper Projota no palco.
2018
Anitta apresenta 'Vai Malandra' no Planeta Atlântida 2018
No Planeta de 2018, Anitta reuniu músicas do início da carreira e parcerias internacionais. As coreografias foram o grande destaque da apresentação.
O show refletiu o ano anterior de muito trabalho. A artista focou na carreira no exterior e levou o resultado ao palco do festival.
2019
Anitta é a quinta atração do Planeta Atlântida 2019
Marcos Nagelstein/ Agência Preview
No ano seguinte, em 2019, além de curtir em primeira mão a performance ao vivo de "Terremoto", o público do Planeta também foi surpreendido com a gravação de um clipe. Durante o show, a cantora chamou o duo JetLag ao palco para gravar o vídeo de sua parceria com os DJs: um remix de "Zé do Caroço", de Leci Brandão, interpretado por Anitta.
2020
Anitta coloca o Planeta Atlântida para dançar funk
Já em 2020, Anitta entregou mais uma apresentação eletrizante, que fez o Planeta "tremer". A cantora ainda trouxe surpresas: Vitão fez uma participação especial no show e cantou com Anitta.
No repertório, uma setlist cheia de hits. Com funk, pop, sertanejo e parcerias internacionais, Anitta provou mais uma vez a artista diversa que é.
2025
Anitta no palco do Planeta Atlântida 2025
Depois de cinco anos, Anitta fez um retorno triunfal ao Planeta Atlântida 2025, levando ao palco uma apresentação cheia de energia, dança e interação com o público. Abrindo com "Funk Rave" e declarando "Eu sou a revolução", a cantora mostrou que veio para inovar.
O show seguiu com momentos marcantes, incluindo coreografias ousadas no "Movimento da sanfoninha" e hits que atravessaram fronteiras. Com carisma e presença de palco, ela fez o público vibrar do início ao fim, consolidando sua posição como uma das maiores artistas da música brasileira atual.
Anitta no palco do Planeta
Reprodução
O Planeta
Divulgadas as atrações do Planeta Atlântida 2026
O Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e ocorre desde 1996, na sede campestre da Saba, na praia de Atlântida, no litoral norte gaúcho. Mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais, de diferentes estilos, já passaram pelos palcos do Planeta, levando aos planetários mais de 800 horas de música.
O festival é uma realização de Grupo RBS e DC Set Group, com patrocínio master de Renner, Banrisul, Coca-Cola, PUCRS, KTO e Budweiser.
Ingressos
Os ingressos estão disponíveis exclusivamente no site oficial do evento e em duas unidades das Lojas Renner, ambas em Porto Alegre: uma na Av. Otávio Rocha, 184, e outra no Shopping Iguatemi.
Quem quiser curtir o festival pode escolher entre três modalidades para os setores Arena e Camarote:
Inteira;
Meia-entrada;
Solidário: com 40% de desconto e apoio a instituições sociais selecionadas pelo Grupo RBS.
Além disso, há opções para quem busca uma experiência mais confortável e exclusiva (para maiores de 18 anos):
Rooftop Open Bar: dentro da Arena, com vista privilegiada para o Palco Planeta e bebidas liberadas durante todo o evento;
Premium: espaço especial dentro do Camarote, com curadoria gastronômica do Destemperados, open bar, open food e localização estratégica em frente ao palco principal.
Confira o line-up do Planeta Atlântida 2026
🎤 Veja os artistas confirmados na próxima edição do festival:
SEXTA-FEIRA – 30 DE JANEIRO
Anitta
Baile da Syon
Ebony
Isa Buzzi
João Gomes
Jota Quest
Luisa Sonza
Maneva
Menos É Mais Convida Matheus Fernandes
Nenhum De Nós
Neto Fagundes
Raimundos
Reação Em Cadeia
Veigh & Supernova
Zé Neto & Cristiano
SÁBADO – 31 DE JANEIRO
Alok
Armandinho
ATL Bands
Belo
Bonde Do Tigrão
Brandão
Comunidade Nin-Jitsu (com participações de Vera Loca, Da Guedes, Serginho Moah, Mc Jean Paul e DJ Cabeção)
Dennis convoca Tília
Diego & Victor Hugo
Ludmilla
Marcão Britto & Thiago Castanho - Charlie Brown Jr.
Matuê
Simone Mendes
Vitor Kley
Wiu
VÍDEOS: Tudo sobre o Planeta Atlântida

Source: O que esperar do show da Anitta no Planeta Atlântida 2026: sucessos, conceito e muito movimento
#7
LEIA SEMPRE AQUI / Governo dos EUA posta bandeira...
Última mensagem por noticias - 11, Janeiro, 2026, 23:34
Governo dos EUA posta bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus


     Governo dos EUA posta bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus
Em meio a críticas de líderes europeus contra a política externa do governo de Donald Trump, o perfil no X da Secretaria de Trabalho dos Estados Unidos publicou uma bandeira do país que remete a uma versão antes da Guerra Civil americana.
A imagem divulgada é conhecida como bandeira de Betsy Ross, uma das primeiras versões do símbolo nacional dos EUA. Ela traz 13 estrelas brancas dispostas em círculo sobre um fundo azul, em referência às 13 colônias originais que deram origem ao país no século XVIII.
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Falas de Trump sobre a Groenlândia já abalam Otan, mesmo que ataque militar não aconteça, dizem especialistas
A publicação foi acompanhada da frase: "O patriotismo vai prevalecer. América em primeiro lugar. Sempre."
Bandeira publicada pela Secretaria do Trabalho dos EUA.
Reprodução/X
A expressão "America First" é um dos principais slogans associados ao movimento político liderado por Trump, o MAGA, e costuma ser usada para defender a priorização dos interesses americanos em relação à cooperação internacional.
Embora a bandeira de Betsy Ross tenha origem histórica e esteja associada à Revolução Americana, o símbolo tem sido reapropriado nos últimos anos por grupos conservadores e nacionalistas.
A postagem ocorre em um momento de tensão diplomática entre os Estados Unidos e países europeus, cujos líderes vêm criticando publicamente decisões recentes da política externa americana.
Nesta quinta-feira, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que os Estados Unidos estão "desrespeitando as normas internacionais" e "se distanciando progressivamente" de alguns aliados, em um contexto diplomático de crescente "agressividade neocolonial".
"Os Estados Unidos são uma potência consolidada, mas estão se distanciando progressivamente de alguns de seus aliados e desrespeitando as normas internacionais que ainda promoviam até recentemente", declarou.
Macron fez essas declarações durante seu tradicional discurso aos embaixadores franceses em todo o mundo, que este ano ocorre após o ataque dos EUA e a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, além de suas ameaças de anexação da Groenlândia.
"As instituições multilaterais funcionam de forma cada vez pior. Estamos evoluindo para um mundo de grandes potências com uma verdadeira tentação de dividir o mundo", acrescentou o presidente francês, que disse "rejeitar o novo colonialismo, o novo imperialismo".

Source: Governo dos EUA posta bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus
#8
LEIA SEMPRE AQUI / Nobel diz que prêmio da Paz nã...
Última mensagem por noticias - 11, Janeiro, 2026, 00:13
Nobel diz que prêmio da Paz não pode mudar de dono após Corina Machado sugerir entregá-lo a Trump


     Instituto Nobel afirma que prêmio da paz é intransferível
O Instituto Nobel da Noruega afirmou que o Prêmio Nobel da Paz não pode ser transferido, compartilhado ou revogado, após declarações da líder da oposição venezuelana María Corina Machado sugerindo que poderia entregar seu prêmio de 2025 ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em comunicado, o instituto afirmou que a decisão de conceder um Prêmio Nobel é definitiva e permanente, citando os estatutos da Fundação Nobel, que não preveem recursos.
A organização também ressaltou que os comitês responsáveis pela premiação não comentam ações ou declarações dos laureados após a entrega do prêmio.
"Uma vez anunciado, o Prêmio Nobel não pode ser revogado, compartilhado ou transferido para outros", afirmaram o Comitê Nobel Norueguês e o Instituto Nobel Norueguês na sexta-feira. "A decisão é final e vale para sempre."
Na segunda-feira, Machado disse, em entrevista a Sean Hannity na Fox News, que entregar o prêmio a Trump seria um ato de gratidão do povo venezuelano pela remoção de Nicolás Maduro, presidente do país, capturado na semana passada pelos Estados Unidos.
"Houve algum momento em que você ofereceu dar a ele o Prêmio Nobel da Paz?", perguntou Hannity. "Isso realmente aconteceu?"
Ela respondeu: "Bem, ainda não aconteceu."
Trump, que há anos demonstra interesse em ganhar o prêmio e por vezes o associa a conquistas diplomáticas, disse que ficaria honrado em aceitá-lo caso Machado o ofereça durante uma reunião planejada para a próxima semana em Washington.
Machado, ex-deputada da Assembleia Nacional, foi impedida de concorrer às eleições gerais da Venezuela em 2024 por autoridades alinhadas a Maduro.
Ela apoiou um candidato substituto que foi amplamente considerado vencedor da votação, embora Maduro tenha declarado vitória. Auditorias independentes das urnas apontaram irregularidades nos resultados oficiais.
Trump diz que receberá Corina semana que vem e que aceitaria Nobel da Paz dado a ela
Donald Trump e María Corina Machado
REUTERS/Evelyn Hockstein / Leonardo Fernandez Viloria

Source: Nobel diz que prêmio da Paz não pode mudar de dono após Corina Machado sugerir entregá-lo a Trump
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LEIA SEMPRE AQUI / Agricultores franceses bloquei...
Última mensagem por noticias - 10, Janeiro, 2026, 23:34
Agricultores franceses bloqueiam ruas de Paris em protesto contra acordo entre União Europeia e Mercosul


     Agricultores da França fazem protesto contra o acordo entre Mercosul e União Europeia
Agricultores franceses protestaram em ruas e vários pontos turísticos de Paris, nesta quinta-feira (8), em ato contra o acordo comercial da União Europeia (UE) com o Mercosul.
Integrantes de diversos sindicatos convocaram os protestos em Paris em meio à negociação do acordo de livre comércio entre os países da UE e Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
Os manifestantes também reclamam da forma como o governo francês lida com uma doença contagiosa que afeta o gado.
"Estamos entre o ressentimento e o desespero. Temos uma sensação de abandono, e o Mercosul é um exemplo disso", disse à Reuters Stéphane Pelletier, dirigente do sindicato Coordination Rurale, sob a Torre Eiffel.
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Protesto contra acordo de livre comércio UE-Mercosul, em Paris
Sarah Meyssonnier/Reuters
Em tratores, os manifestantes romperam os bloqueios policiais e circularam pela avenida Champs-Élysées, bloqueando a via ao redor do Arco do Triunfo.
Dezenas de tratores bloquearam  rodovias que levam à capital, incluindo a A13, que liga os subúrbios do oeste e a Normandia a Paris, causando 150 quilômetros de congestionamento, segundo o ministro dos Transportes, Philippe Tabarot.
O protesto aumenta ainda mais a pressão sobre o presidente Emmanuel Macron e seu governo, um dia antes da data prevista para que os membros da União Europeia votem o acordo comercial.
A FNSEA, maior sindicato agrícola da França, convocou manifestação para 20 de janeiro em Estrasburgo, onde fica uma das sedes do Parlamento Europeu, caso o acordo UE-Mercosul seja assinado.
Nesta semana, a Comissão Europeia propôs antecipar 45 bilhões de euros em recursos da UE para agricultores no próximo orçamento e concordou em reduzir tarifas de importação sobre alguns fertilizantes, numa tentativa de conquistar países hesitantes em apoiar o Mercosul.
Os agricultores ainda pedem pelo fim da política de abate de bovinos em resposta à contagiosa doença da dermatite nodular, que consideram excessiva. Eles defendem a vacinação e também reclamam dos altos custos e da regulamentação.
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A Franças se opõe firmemente ao acordo e, mesmo após ter conseguido concessões de última hora, a posição final de Macron ainda não é conhecida.
O pacto é um tema politicamente sensível para o governo, em meio às eleições municipais de março e ao bom desempenho da extrema direita nas pesquisas antes da eleição que substituirá Macron em 2027.
"Este tratado ainda não é aceitável", disse a porta-voz do governo, Maud Brégeon, à rádio France Info. Ela se recusou a dizer se Macron votará a favor ou contra o acordo, ou se irá se abster.
A ministra francesa da Agricultura, Annie Genevard, afirmou na quarta-feira que, mesmo que os países da UE apoiem o acordo, a França continuará a combatê-lo no Parlamento Europeu, cuja aprovação também será necessária para que o tratado entre em vigor.
O acordo tem apoio de países como Alemanha e Espanha, e a Comissão parece próxima de conquistar o apoio da Itália. O aval de Roma significaria que a UE teria votos suficientes para aprovar o acordo comercial com ou sem o apoio francês.
A votação sobre o acordo é esperada para sexta-feira (9).
Tratores estacionados em frente ao Arco do Triunfo durante uma manifestação do sindicato agrícola francês Coordenação Rural (CR)
Thomas Samson/AFP

Source: Agricultores franceses bloqueiam ruas de Paris em protesto contra acordo entre União Europeia e Mercosul
#10
LEIA SEMPRE AQUI / Plano dos EUA para a Venezuela...
Última mensagem por noticias - 09, Janeiro, 2026, 23:33
Plano dos EUA para a Venezuela tem três fases e inclui transição de poder, diz secretário de Trump


     Plano dos EUA para a Venezuela terá três fases e inclui transição de poder, diz Rubio
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse nesta quarta-feira (7) que o plano americano para a Venezuela é composto de três fases — sendo a última delas a transição de poder das mãos do chavismo.
Segundo Rubio, os EUA planejam a estabilização do país, seguida da recuperação econômica e, então, uma transição de poder.
Desde a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, no sábado (3), o poder tem sido exercido por sua vice, Delcy Rodríguez, um dos principais nomes do chavismo.
Rubio não falou em realização de eleições, nem em detalhes sobre como Washington pretende executar o plano. Na terça (6), Rodríguez afirmou que não havia "agente externo" governando a Venezuela.
"O primeiro passo é a estabilização do país. Não queremos que ele  mergulhe no caos", disse o secretário de Trump.
Pouco depois das declarações do secretário, no entanto, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que pensar em um calendário eleitoral para a Venezuela ainda é "muito prematuro" ao ser questionada sobre o assunto por jornalistas em sua coletiva de imprensa.
Segundo Rubio, parte da estabilização inclui uma "quarentena" da Venezuela no mercado internacional, e a apreensão de petroleiros faz parte desse plano.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio
REUTERS/Nathan Howard/Pool
"Eles têm óleo que está preso na Venezuela. Eles não podem movê-lo por causa da nossa quarentena e porque está sancionado. Nós vamos tomar entre 30 e 50 milhões de barras de óleo. Nós vamos vendê-lo no mercado, nas taxas de mercado, não nas descontos que a Venezuela estava recebendo", disse Rubio.
"Esse dinheiro será, então, tratado de uma forma que nós vamos controlar como é distribuído, de uma forma que beneficie as pessoas venezuelas, não a corrupção, não o regime."
"O segundo passo será um passo que chamamos de recuperação, e é garantir que os americanos, o leste e outras empresas tenham acesso ao mercado venezuelano de uma forma justa."
"Também, ao mesmo tempo, começar a criar o processo de reconciliação nacional, dentro da Venezuela, para que as forças da oposição sejam anistizadas e liberadas de prisões ou trazidas para o país e comecem a reconstruir a sociedade civil. E, então, a terceira fase, é claro, será a de transição", disse o secretário de Estado.
Rubio disse que não revelaria detalhes do plano sensíveis ou que ainda estão sendo discutidos. Ele não mencionou a possibilidade de uma nova operação americana em território venezuelano ou a nomeação de um interventor.
Petroleiros abordados
Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta a apreensão do petroleiro Marinera (antigo Bella 1), ligado à Venezuela e que navega sob bandeira russa, e do Sophia, que também opera com o petróleo de Caracas.
 A apreensão do petroleiro tem o potencial de escalar as tensões entre Washington e Moscou.
O governo da Rússia repudiou a apreensão do petroleiro e afirmou que a ação dos EUA violou o direito marítimo e que "não havia jurisdição para o uso da força". A Casa Branca afirmou anteriormente que a apreensão respeitaria o direito internacional por acusar o navio de navegar sob bandeira falsa.
Venezuela pós-Maduro
Após a captura de Nicolás Maduro por forças militares dos EUA, numa operação em Caracas, a Presidência tem sido exercida por sua vice, Delcy Rodríguez.
Rodríguez era a vice-presidente de Maduro e a primeira na linha de sucessão. A Suprema Corte, controlada pelos chavistas, ordenou que ela assumisse o cargo por 90 dias — prazo este que poderá ser estendido.
Rodríguez, uma advogada trabalhista de 56 anos conhecida por suas fortes ligações com o setor privado e sua devoção ao chavismo, tomou posse perante seu irmão Jorge, presidente da Assembleia Nacional.
O pai de ambos foi um líder revolucionário torturado e morto pelo governo venezuelano nos anos 1970, na época apoiado pelos EUA.

Source: Plano dos EUA para a Venezuela tem três fases e inclui transição de poder, diz secretário de Trump
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