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     EPTV2 - Ribeirão e Franca Transmissão encerrada.

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O que esperar do show da Anitta no Planeta Atlântida 2026: sucessos, conceito e muito movimento


     Anitta no palco do Planeta
Reprodução
👑 Prepare-se para um espetáculo histórico: Anitta está de volta ao Planeta Atlântida para sua sétima apresentação e garante um verdadeiro baile em cima do palco.
A primeira vez que ela pisou no festival foi em 2016, como convidada do grupo ConeCrewDiretoria no show "ConeCrew Chama as Amigas". Dez anos depois, a história é outra: a menina do funk virou fenômeno global e hoje é uma das maiores artistas do Brasil e do mundo. Ela colecionou hits, quebrou barreiras e agora promete um espetáculo que ninguém vai esquecer.
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A cantora estará no primeiro dia do evento, na sexta-feira (30). Além dela, nomes como João Gomes, Jota Quest, Luísa Sonza e Menos É Mais também marcam presença. Confira, abaixo, a line-up completa.
🌎 O maior festival de música do Sul do Brasil acontece nos dias 30 e 31 de janeiro, na Saba, em Atlântida. Confira, abaixo, o line-up completo.
Mas o que esperar do show da diva?
Ela chega com um retorno triunfal de quem começou como convidada e volta, já há alguns anos, como headliner. É a prova de que o funk saiu das comunidades e chegou ao mundo, e Anitta é a cara dessa transformação.
Se tem algo que define um show da artista é movimento. E não estamos falando só dos passos milimetricamente ensaiados: é energia pura. Vai ter sensualidade, bailarinos dominando o palco e aquele rebolado que virou marca registrada quando o público escuta: "vocês pensaram que eu não ia rebolar minha bunda hoje?".
Além disso, o setlist é praticamente uma linha do tempo da carreira da cantora. Vai ter funk, vai ter pop, vai ter aquela mistura que só ela sabe fazer. Dos clássicos que fizeram Anitta chegar onde está, como "Bang" e "Vai Malandra", até os hits atuais que conquistaram o mundo, como "Boys Don't Cry" e "Lose Ya Breath".
No entanto, quem conhece Anitta sabe: ela não entrega só música, entrega conceito. Espere versões repaginadas dos clássicos, mashups inesperados e aquele toque internacional que ela trouxe para o funk brasileiro.
Então, se você vai ao Planeta Atlântida ver a rainha, já sabe: prepare a voz e alongue as pernas. Afinal, quando a "Poderosa" subir ao palco, ninguém vai ficar parado.
Relembre shows de Anitta no Planeta Atlântida:
2016
Anitta canta 'Show das Poderosas' no Planeta Atlântida 2016
A estreia de Anitta no festival aconteceu em 2016. Naquele ano, a cantora fez uma participação com o grupo de rap ConeCrewDiretoria, que apresentou o show "ConeCrew Chama as Amigas". O grupo subiu ao palco principal do festival para unir rap e funk.
A artista cantou sucessos da época, como "Na Batida", "Blablabla" e "Deixa Ele Sofrer", além de "Show das Poderosas" e "Bang".
Ainda, o grupo ConeCrew e a cantora chamaram Flora Matos para o palco para uma apresentação em conjunto.
2017
Anitta se apresenta no Palco Planeta durante a 22ª edição do Planeta Atlântida
Jefferson Bernardes / Agência Preview
Em 2017, a cantora retornou ao festival com uma performance que foi um dos destaques da segunda noite. O repertório repleto de hits colocaram o funk como parte essencial da trilha sonora do evento, exaltando o gênero musical.
Com muito rebolado e aos gritos dos fãs, ainda recebeu o rapper Projota no palco.
2018
Anitta apresenta 'Vai Malandra' no Planeta Atlântida 2018
No Planeta de 2018, Anitta reuniu músicas do início da carreira e parcerias internacionais. As coreografias foram o grande destaque da apresentação.
O show refletiu o ano anterior de muito trabalho. A artista focou na carreira no exterior e levou o resultado ao palco do festival.
2019
Anitta é a quinta atração do Planeta Atlântida 2019
Marcos Nagelstein/ Agência Preview
No ano seguinte, em 2019, além de curtir em primeira mão a performance ao vivo de "Terremoto", o público do Planeta também foi surpreendido com a gravação de um clipe. Durante o show, a cantora chamou o duo JetLag ao palco para gravar o vídeo de sua parceria com os DJs: um remix de "Zé do Caroço", de Leci Brandão, interpretado por Anitta.
2020
Anitta coloca o Planeta Atlântida para dançar funk
Já em 2020, Anitta entregou mais uma apresentação eletrizante, que fez o Planeta "tremer". A cantora ainda trouxe surpresas: Vitão fez uma participação especial no show e cantou com Anitta.
No repertório, uma setlist cheia de hits. Com funk, pop, sertanejo e parcerias internacionais, Anitta provou mais uma vez a artista diversa que é.
2025
Anitta no palco do Planeta Atlântida 2025
Depois de cinco anos, Anitta fez um retorno triunfal ao Planeta Atlântida 2025, levando ao palco uma apresentação cheia de energia, dança e interação com o público. Abrindo com "Funk Rave" e declarando "Eu sou a revolução", a cantora mostrou que veio para inovar.
O show seguiu com momentos marcantes, incluindo coreografias ousadas no "Movimento da sanfoninha" e hits que atravessaram fronteiras. Com carisma e presença de palco, ela fez o público vibrar do início ao fim, consolidando sua posição como uma das maiores artistas da música brasileira atual.
Anitta no palco do Planeta
Reprodução
O Planeta
Divulgadas as atrações do Planeta Atlântida 2026
O Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e ocorre desde 1996, na sede campestre da Saba, na praia de Atlântida, no litoral norte gaúcho. Mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais, de diferentes estilos, já passaram pelos palcos do Planeta, levando aos planetários mais de 800 horas de música.
O festival é uma realização de Grupo RBS e DC Set Group, com patrocínio master de Renner, Banrisul, Coca-Cola, PUCRS, KTO e Budweiser.
Ingressos
Os ingressos estão disponíveis exclusivamente no site oficial do evento e em duas unidades das Lojas Renner, ambas em Porto Alegre: uma na Av. Otávio Rocha, 184, e outra no Shopping Iguatemi.
Quem quiser curtir o festival pode escolher entre três modalidades para os setores Arena e Camarote:
Inteira;
Meia-entrada;
Solidário: com 40% de desconto e apoio a instituições sociais selecionadas pelo Grupo RBS.
Além disso, há opções para quem busca uma experiência mais confortável e exclusiva (para maiores de 18 anos):
Rooftop Open Bar: dentro da Arena, com vista privilegiada para o Palco Planeta e bebidas liberadas durante todo o evento;
Premium: espaço especial dentro do Camarote, com curadoria gastronômica do Destemperados, open bar, open food e localização estratégica em frente ao palco principal.
Confira o line-up do Planeta Atlântida 2026
🎤 Veja os artistas confirmados na próxima edição do festival:
SEXTA-FEIRA – 30 DE JANEIRO
Anitta
Baile da Syon
Ebony
Isa Buzzi
João Gomes
Jota Quest
Luisa Sonza
Maneva
Menos É Mais Convida Matheus Fernandes
Nenhum De Nós
Neto Fagundes
Raimundos
Reação Em Cadeia
Veigh & Supernova
Zé Neto & Cristiano
SÁBADO – 31 DE JANEIRO
Alok
Armandinho
ATL Bands
Belo
Bonde Do Tigrão
Brandão
Comunidade Nin-Jitsu (com participações de Vera Loca, Da Guedes, Serginho Moah, Mc Jean Paul e DJ Cabeção)
Dennis convoca Tília
Diego & Victor Hugo
Ludmilla
Marcão Britto & Thiago Castanho - Charlie Brown Jr.
Matuê
Simone Mendes
Vitor Kley
Wiu
VÍDEOS: Tudo sobre o Planeta Atlântida

Source: O que esperar do show da Anitta no Planeta Atlântida 2026: sucessos, conceito e muito movimento
#3
LEIA SEMPRE AQUI / Governo dos EUA posta bandeira...
Última mensagem por noticias - 11, Janeiro, 2026, 23:34
Governo dos EUA posta bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus


     Governo dos EUA posta bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus
Em meio a críticas de líderes europeus contra a política externa do governo de Donald Trump, o perfil no X da Secretaria de Trabalho dos Estados Unidos publicou uma bandeira do país que remete a uma versão antes da Guerra Civil americana.
A imagem divulgada é conhecida como bandeira de Betsy Ross, uma das primeiras versões do símbolo nacional dos EUA. Ela traz 13 estrelas brancas dispostas em círculo sobre um fundo azul, em referência às 13 colônias originais que deram origem ao país no século XVIII.
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Falas de Trump sobre a Groenlândia já abalam Otan, mesmo que ataque militar não aconteça, dizem especialistas
A publicação foi acompanhada da frase: "O patriotismo vai prevalecer. América em primeiro lugar. Sempre."
Bandeira publicada pela Secretaria do Trabalho dos EUA.
Reprodução/X
A expressão "America First" é um dos principais slogans associados ao movimento político liderado por Trump, o MAGA, e costuma ser usada para defender a priorização dos interesses americanos em relação à cooperação internacional.
Embora a bandeira de Betsy Ross tenha origem histórica e esteja associada à Revolução Americana, o símbolo tem sido reapropriado nos últimos anos por grupos conservadores e nacionalistas.
A postagem ocorre em um momento de tensão diplomática entre os Estados Unidos e países europeus, cujos líderes vêm criticando publicamente decisões recentes da política externa americana.
Nesta quinta-feira, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que os Estados Unidos estão "desrespeitando as normas internacionais" e "se distanciando progressivamente" de alguns aliados, em um contexto diplomático de crescente "agressividade neocolonial".
"Os Estados Unidos são uma potência consolidada, mas estão se distanciando progressivamente de alguns de seus aliados e desrespeitando as normas internacionais que ainda promoviam até recentemente", declarou.
Macron fez essas declarações durante seu tradicional discurso aos embaixadores franceses em todo o mundo, que este ano ocorre após o ataque dos EUA e a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, além de suas ameaças de anexação da Groenlândia.
"As instituições multilaterais funcionam de forma cada vez pior. Estamos evoluindo para um mundo de grandes potências com uma verdadeira tentação de dividir o mundo", acrescentou o presidente francês, que disse "rejeitar o novo colonialismo, o novo imperialismo".

Source: Governo dos EUA posta bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus
#4
LEIA SEMPRE AQUI / Nobel diz que prêmio da Paz nã...
Última mensagem por noticias - 11, Janeiro, 2026, 00:13
Nobel diz que prêmio da Paz não pode mudar de dono após Corina Machado sugerir entregá-lo a Trump


     Instituto Nobel afirma que prêmio da paz é intransferível
O Instituto Nobel da Noruega afirmou que o Prêmio Nobel da Paz não pode ser transferido, compartilhado ou revogado, após declarações da líder da oposição venezuelana María Corina Machado sugerindo que poderia entregar seu prêmio de 2025 ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em comunicado, o instituto afirmou que a decisão de conceder um Prêmio Nobel é definitiva e permanente, citando os estatutos da Fundação Nobel, que não preveem recursos.
A organização também ressaltou que os comitês responsáveis pela premiação não comentam ações ou declarações dos laureados após a entrega do prêmio.
"Uma vez anunciado, o Prêmio Nobel não pode ser revogado, compartilhado ou transferido para outros", afirmaram o Comitê Nobel Norueguês e o Instituto Nobel Norueguês na sexta-feira. "A decisão é final e vale para sempre."
Na segunda-feira, Machado disse, em entrevista a Sean Hannity na Fox News, que entregar o prêmio a Trump seria um ato de gratidão do povo venezuelano pela remoção de Nicolás Maduro, presidente do país, capturado na semana passada pelos Estados Unidos.
"Houve algum momento em que você ofereceu dar a ele o Prêmio Nobel da Paz?", perguntou Hannity. "Isso realmente aconteceu?"
Ela respondeu: "Bem, ainda não aconteceu."
Trump, que há anos demonstra interesse em ganhar o prêmio e por vezes o associa a conquistas diplomáticas, disse que ficaria honrado em aceitá-lo caso Machado o ofereça durante uma reunião planejada para a próxima semana em Washington.
Machado, ex-deputada da Assembleia Nacional, foi impedida de concorrer às eleições gerais da Venezuela em 2024 por autoridades alinhadas a Maduro.
Ela apoiou um candidato substituto que foi amplamente considerado vencedor da votação, embora Maduro tenha declarado vitória. Auditorias independentes das urnas apontaram irregularidades nos resultados oficiais.
Trump diz que receberá Corina semana que vem e que aceitaria Nobel da Paz dado a ela
Donald Trump e María Corina Machado
REUTERS/Evelyn Hockstein / Leonardo Fernandez Viloria

Source: Nobel diz que prêmio da Paz não pode mudar de dono após Corina Machado sugerir entregá-lo a Trump
#5
LEIA SEMPRE AQUI / Agricultores franceses bloquei...
Última mensagem por noticias - 10, Janeiro, 2026, 23:34
Agricultores franceses bloqueiam ruas de Paris em protesto contra acordo entre União Europeia e Mercosul


     Agricultores da França fazem protesto contra o acordo entre Mercosul e União Europeia
Agricultores franceses protestaram em ruas e vários pontos turísticos de Paris, nesta quinta-feira (8), em ato contra o acordo comercial da União Europeia (UE) com o Mercosul.
Integrantes de diversos sindicatos convocaram os protestos em Paris em meio à negociação do acordo de livre comércio entre os países da UE e Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
Os manifestantes também reclamam da forma como o governo francês lida com uma doença contagiosa que afeta o gado.
"Estamos entre o ressentimento e o desespero. Temos uma sensação de abandono, e o Mercosul é um exemplo disso", disse à Reuters Stéphane Pelletier, dirigente do sindicato Coordination Rurale, sob a Torre Eiffel.
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Protesto contra acordo de livre comércio UE-Mercosul, em Paris
Sarah Meyssonnier/Reuters
Em tratores, os manifestantes romperam os bloqueios policiais e circularam pela avenida Champs-Élysées, bloqueando a via ao redor do Arco do Triunfo.
Dezenas de tratores bloquearam  rodovias que levam à capital, incluindo a A13, que liga os subúrbios do oeste e a Normandia a Paris, causando 150 quilômetros de congestionamento, segundo o ministro dos Transportes, Philippe Tabarot.
O protesto aumenta ainda mais a pressão sobre o presidente Emmanuel Macron e seu governo, um dia antes da data prevista para que os membros da União Europeia votem o acordo comercial.
A FNSEA, maior sindicato agrícola da França, convocou manifestação para 20 de janeiro em Estrasburgo, onde fica uma das sedes do Parlamento Europeu, caso o acordo UE-Mercosul seja assinado.
Nesta semana, a Comissão Europeia propôs antecipar 45 bilhões de euros em recursos da UE para agricultores no próximo orçamento e concordou em reduzir tarifas de importação sobre alguns fertilizantes, numa tentativa de conquistar países hesitantes em apoiar o Mercosul.
Os agricultores ainda pedem pelo fim da política de abate de bovinos em resposta à contagiosa doença da dermatite nodular, que consideram excessiva. Eles defendem a vacinação e também reclamam dos altos custos e da regulamentação.
Leia também:
União Europeia concede benefícios a agricultores pelo acordo com o Mercosul
União Europeia avança para assinar acordo com Mercosul após Itália sinalizar apoio
Para conquistar apoio do agro ao acordo UE-Mercosul, bloco europeu diz que vai reduzir tarifas de fertilizantes
Votação no Mercosul esperada pra sexta-feira
A Franças se opõe firmemente ao acordo e, mesmo após ter conseguido concessões de última hora, a posição final de Macron ainda não é conhecida.
O pacto é um tema politicamente sensível para o governo, em meio às eleições municipais de março e ao bom desempenho da extrema direita nas pesquisas antes da eleição que substituirá Macron em 2027.
"Este tratado ainda não é aceitável", disse a porta-voz do governo, Maud Brégeon, à rádio France Info. Ela se recusou a dizer se Macron votará a favor ou contra o acordo, ou se irá se abster.
A ministra francesa da Agricultura, Annie Genevard, afirmou na quarta-feira que, mesmo que os países da UE apoiem o acordo, a França continuará a combatê-lo no Parlamento Europeu, cuja aprovação também será necessária para que o tratado entre em vigor.
O acordo tem apoio de países como Alemanha e Espanha, e a Comissão parece próxima de conquistar o apoio da Itália. O aval de Roma significaria que a UE teria votos suficientes para aprovar o acordo comercial com ou sem o apoio francês.
A votação sobre o acordo é esperada para sexta-feira (9).
Tratores estacionados em frente ao Arco do Triunfo durante uma manifestação do sindicato agrícola francês Coordenação Rural (CR)
Thomas Samson/AFP

Source: Agricultores franceses bloqueiam ruas de Paris em protesto contra acordo entre União Europeia e Mercosul
#6
LEIA SEMPRE AQUI / Plano dos EUA para a Venezuela...
Última mensagem por noticias - 09, Janeiro, 2026, 23:33
Plano dos EUA para a Venezuela tem três fases e inclui transição de poder, diz secretário de Trump


     Plano dos EUA para a Venezuela terá três fases e inclui transição de poder, diz Rubio
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse nesta quarta-feira (7) que o plano americano para a Venezuela é composto de três fases — sendo a última delas a transição de poder das mãos do chavismo.
Segundo Rubio, os EUA planejam a estabilização do país, seguida da recuperação econômica e, então, uma transição de poder.
Desde a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, no sábado (3), o poder tem sido exercido por sua vice, Delcy Rodríguez, um dos principais nomes do chavismo.
Rubio não falou em realização de eleições, nem em detalhes sobre como Washington pretende executar o plano. Na terça (6), Rodríguez afirmou que não havia "agente externo" governando a Venezuela.
"O primeiro passo é a estabilização do país. Não queremos que ele  mergulhe no caos", disse o secretário de Trump.
Pouco depois das declarações do secretário, no entanto, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que pensar em um calendário eleitoral para a Venezuela ainda é "muito prematuro" ao ser questionada sobre o assunto por jornalistas em sua coletiva de imprensa.
Segundo Rubio, parte da estabilização inclui uma "quarentena" da Venezuela no mercado internacional, e a apreensão de petroleiros faz parte desse plano.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio
REUTERS/Nathan Howard/Pool
"Eles têm óleo que está preso na Venezuela. Eles não podem movê-lo por causa da nossa quarentena e porque está sancionado. Nós vamos tomar entre 30 e 50 milhões de barras de óleo. Nós vamos vendê-lo no mercado, nas taxas de mercado, não nas descontos que a Venezuela estava recebendo", disse Rubio.
"Esse dinheiro será, então, tratado de uma forma que nós vamos controlar como é distribuído, de uma forma que beneficie as pessoas venezuelas, não a corrupção, não o regime."
"O segundo passo será um passo que chamamos de recuperação, e é garantir que os americanos, o leste e outras empresas tenham acesso ao mercado venezuelano de uma forma justa."
"Também, ao mesmo tempo, começar a criar o processo de reconciliação nacional, dentro da Venezuela, para que as forças da oposição sejam anistizadas e liberadas de prisões ou trazidas para o país e comecem a reconstruir a sociedade civil. E, então, a terceira fase, é claro, será a de transição", disse o secretário de Estado.
Rubio disse que não revelaria detalhes do plano sensíveis ou que ainda estão sendo discutidos. Ele não mencionou a possibilidade de uma nova operação americana em território venezuelano ou a nomeação de um interventor.
Petroleiros abordados
Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta a apreensão do petroleiro Marinera (antigo Bella 1), ligado à Venezuela e que navega sob bandeira russa, e do Sophia, que também opera com o petróleo de Caracas.
 A apreensão do petroleiro tem o potencial de escalar as tensões entre Washington e Moscou.
O governo da Rússia repudiou a apreensão do petroleiro e afirmou que a ação dos EUA violou o direito marítimo e que "não havia jurisdição para o uso da força". A Casa Branca afirmou anteriormente que a apreensão respeitaria o direito internacional por acusar o navio de navegar sob bandeira falsa.
Venezuela pós-Maduro
Após a captura de Nicolás Maduro por forças militares dos EUA, numa operação em Caracas, a Presidência tem sido exercida por sua vice, Delcy Rodríguez.
Rodríguez era a vice-presidente de Maduro e a primeira na linha de sucessão. A Suprema Corte, controlada pelos chavistas, ordenou que ela assumisse o cargo por 90 dias — prazo este que poderá ser estendido.
Rodríguez, uma advogada trabalhista de 56 anos conhecida por suas fortes ligações com o setor privado e sua devoção ao chavismo, tomou posse perante seu irmão Jorge, presidente da Assembleia Nacional.
O pai de ambos foi um líder revolucionário torturado e morto pelo governo venezuelano nos anos 1970, na época apoiado pelos EUA.

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#7
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Última mensagem por noticias - 09, Janeiro, 2026, 00:10
Homem é preso por violência doméstica após bater na mãe em Rosana


     Polícia Militar atendeu a ocorrência de violência doméstica em Rosana (SP)
Polícia Militar/Divulgação
Um homem foi preso por violência doméstica após bater na mãe em Rosana (SP), na quarta-feira (7). O suspeito estaria descontrolado emocionalmente.
Segundo a Polícia Militar, a família teria informado que momentos antes da agressão, o suspeito apresentava comportamento controlador e intimidatório.
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Durante a averiguação, os policiais constataram que o suspeito estava visivelmente alterado e demonstrando exaltação emocional. 
Violência contra mulher: como pedir ajuda
Diante da situação, ele foi conduzido à Delegacia, nos termos dos artigos 301 e 302 do Código de Processo Penal, em razão da situação de flagrante delito.
O homem permaneceu à disposição da Justiça e responderá pelo crime de violência doméstica disposto na Lei n.º 11.341/2006 (Lei Maria da Penha).
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LEIA SEMPRE AQUI / Após captura, governo Trump re...
Última mensagem por noticias - 08, Janeiro, 2026, 23:33
Após captura, governo Trump recua sobre acusação de que Maduro chefiava cartel de drogas


     Trump recua sobre acusação de que Maduro chefiava cartel
O governo Trump deixou de acusar o ditador deposto da Venezuela Nicolás Maduro de liderar o Cartel de Los Soles e recuou também sobre a existência do grupo em uma versão reescrita da acusação judicial que o Departamento de Justiça norte-americano move contra Maduro.
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O movimento representa uma mudança na linguagem usada pelo governo Trump contra Maduro e sobre o suposto cartel de drogas venezuelano em relação à acusação feita pelo Departamento de Justiça em 2020, segundo uma análise do jornal norte-americano "The New York Times".
Os Estados Unidos afirmaram ao longo de 2025 que o Cartel de Los Soles é um cartel de drogas liderado por Maduro em meio à escalada de tensões e militar que protagonizou contra o regime venezuelano. A escalada culminou em uma operação militar em Caracas para a prisão de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, no último sábado (3). A ação foi sem precedentes nas últimas décadas na América Latina e repudiada pela comunidade internacional.
Maduro, que antes era acusado de ser "chefe de uma organização terrorista narcotraficante", passou a ser culpado de "participar, proteger e perpetuar uma cultura de corrupção de enriquecimento a partir do tráfico de drogas" e de lucrar com isso, segundo o novo documento do Departamento de Justiça, divulgado ainda no sábado. Mesmo assim, ele responderá a quatro acusações relacionadas ao narcoterrorismo (leia mais abaixo).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulga foto de Nicolás Maduro após captura do líder venezuelano no dia 4 de janeiro de 2026
Reprodução
Já o Cartel de Los Soles, que foi designado como organização terrorista internacional pelo Departamento de Estado em novembro, foi mencionado apenas duas vezes no novo documento e passou a ser caracterizado como um termo guarda-chuva para o narcotráfico regido pela elite venezuelana.
"O réu, Nicolás Maduro Moros — assim como o ex-presidente Chávez antes dele — participa, perpetua e protege uma cultura de corrupção na qual as elites poderosas da Venezuela se enriquecem por meio do tráfico de drogas e da proteção de seus parceiros traficantes. Os lucros dessa atividade ilegal fluem para oficiais civis, militares e de inteligência corruptos de diferentes níveis, que operam em um sistema de clientelismo comandado pelos que estão no topo — conhecido como Cartel de Los Soles ou Cartel do Sol, em referência ao símbolo do sol afixado nos uniformes de oficiais militares venezuelanos de alta patente", afirmou o Departamento de Justiça.
A existência do Cartel de Los Soles já era questionada por especialistas por não ter hierarquia definida e se tratar de uma "rede de redes" que facilita o tráfico de drogas e lucra a partir dele, composta de membros das mais diversas patentes militares e estratos políticos da Venezuela. (Leia mais abaixo)
Maduro foi formalmente acusado de narcoterrorismo em audiência em Nova York na segunda-feira, na qual ele se declarou inocente e disse ser um "prisioneiro de guerra". Ele responderá pelos seguintes quatro crimes nos EUA, que foram descritos pela nova acusação do Departamento de Justiça:
Conspiração para o narcoterrorismo;
Conspiração para o tráfico de cocaína;
Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos;
Conspiração para posse de metralhadores para uso pelo narcotráfico.
Cartel de Los Soles
Desenho mostra Nicolás Maduro durante audiência na Justiça
REUTERS/Jane Rosenberg
O Cartel de Los Soles é um nome dado pela imprensa venezuelana a uma rede difusa de tráfico de drogas que Maduro ajudou a instalar e a qual ele usa para se manter no poder, segundo Jeremy McDermott, cofundador e codiretor do InSight Crime, uma fundação que estuda o crime organizado nas Américas.
O esquema vêm de muito antes de Hugo Chávez, antecessor de Maduro, assumir o poder, afirmou McDermott, que já teve seu trabalho validado por jornais como "The New York Times", o "The Washington Post" e "The Guardian".
Para o pesquisador, o Cartel de Los Soles não é uma organização centralizada como por exemplo o Cartel de Sinaloa, de "El Chapo" Guzmán, ou o Cartel de Medellín, de Pablo Escobar.
Mesmo assim, há indícios de que Maduro, mesmo não sendo o líder do Cartel de Los Soles, é um dos principais beneficiários de uma "governança criminal híbrida" que ele ajudou a instalar no país. Isso porque o então presidente venezuelano e os chavistas não controlam o tráfico e se beneficiam da compra e venda de cocaína, mas distribuem concessões a militares e aliados, em troca de sua manutenção no poder, segundo McDermott.
LEIA TAMBÉM:
'Ação de Trump na Venezuela pode criar um precedente para potências autoritárias no mundo'
Maduro se declara inocente em audiência em Nova York e afirma ainda ser o presidente da Venezuela
Premiê da Dinamarca diz que ataque de Trump a Groenlândia seria o fim da Otan

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#9
LEIA SEMPRE AQUI / Detran oferece curso de recicl...
Última mensagem por noticias - 08, Janeiro, 2026, 00:09
Detran oferece curso de reciclagem presencial e EAD com novas regras a partir de quinta-feira em MS


     Curso de reciclagem do Detran-MS inicia na quinta-feira (8)
Rachid Waqued
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) passa a oferecer, a partir de quinta-feira (8), o curso de Reciclagem para Condutores Infratores com novas regras. A carga horária foi ampliada de 30 para 45 horas/aula.
Para participar, o condutor precisa estar com o bloqueio de suspensão ativo no prontuário do Detran-MS. Também é necessário fazer a inscrição e pagar a guia dentro do prazo previsto.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp
Em Campo Grande, o curso será presencial e ocorrerá nos dias 8, 9, 10, 12, 13, 14, 15 e 16 de janeiro de 2026. As aulas serão de segunda a sexta-feira, das 16h30 às 20h55. No sábado, acontecem das 7h30 às 11h55 e das 13h às 17h25. As atividades serão realizadas no Bloco 19, na Gerência de Cursos e Capacitação do Detran-MS.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Além do formato presencial, as novas regras permitem a realização do curso na modalidade EAD, com aulas ao vivo. O processo de avaliação também mudou: o número de questões para aprovação passou de 21 para 20, e a prova pode ser feita de forma escrita ou online.
A frequência é de 100%. Em caso de falta, o participante que apresentar atestado médico ou determinação judicial poderá repor a aula sem custo, conforme as orientações da coordenação do curso.
As inscrições devem ser feitas pelo Portal de Serviços Meu Detran, na aba Educação, opção Cursos Presenciais. O valor do curso é de R$ 264,65.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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#10
LEIA SEMPRE AQUI / 'Superbigode': como Maduro uso...
Última mensagem por noticias - 07, Janeiro, 2026, 23:31
'Superbigode': como Maduro usou TV estatal para virar desenho animado em luta contra 'monstro dos EUA'; veja


     Documentário entrevista antigos aliados que foram perseguidos por Nicolás Maduro
Nicolás Maduro se manteve no poder por 12 anos na Venezuela através de ameaças, articulação política, sorte e o uso de propaganda interna. Um dos símbolos desta propaganda foi o "Superbigode", animação que usou a TV estatal, VTV, para mostrá-lo "combatendo o monstro dos EUA".
O desenho criado em 2021 e que seguiu no ar até 2025, logo antes da captura de Maduro pelos EUA, tinha trilha de reggaeton que exaltava o personagem que representava o ditador. O Fantástico mostrou trechos na reportagem que conta a trajetória de Nicolás Maduro - veja acima.
➡️ Os EUA lançaram no sábado (3) um ataque contra a Venezuela com explosões em Caracas. Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados a Nova York.
Em setembro de 2025, após o aumento das tensões com os Estados Unidos, uma animação compartilhada por Maduro mostrou o herói com farda militar afirmando que a Venezuela não voltaria a ser colônia e que a milícia representa o espírito do povo disposto a defender a nação. Veja aqui.
Maduro criou super-herói animado, o "Super Bigode"
Reprodução/TV Globo
O documentário inédito exibido pelo Fantástico deste domingo (4) revela bastidores da trajetória do ditador, com depoimentos de antigos aliados que hoje se tornaram adversários, e mostra como ele virou alvo de Donald Trump.
 A ascensão de Nicolás Maduro
Nos anos 1990, Maduro era apenas um motorista de ônibus nas ruas de Caracas. Sua ascensão começou quando se filiou ao Partido Socialista e foi enviado a Cuba para aprender com Fidel Castro. Décadas depois, aplicaria essas lições como presidente de um dos países mais ricos em petróleo do mundo.
Nos anos 1990, Maduro era um motorista de ônibus nas ruas de Caracas
Reprodução/TV Globo
A era Chávez e o papel do petróleo
A Venezuela, antes agrícola e exportadora de café e cacau, descobriu a maior reserva de petróleo do planeta. Na década de 1970, o país viveu uma era de prosperidade: produzia 3 milhões de barris por dia e chegou a ter qualidade de vida comparável à de Paris — para uma pequena elite. Mas a desigualdade alimentou a revolução, comandada pelo tenente-coronel Hugo Chávez.
Após uma tentativa de golpe em 1992, Hugo Chávez foi eleito presidente em 1998. Ao seu lado, desde o início, estava Maduro. O petróleo tinha um papel fundamental no plano da revolução bolivariana. Com o dinheiro do petróleo, nove milhões de famílias tiveram acesso à moradia e muitos começaram a poder sonhar com a faculdade.
"Nós diminuímos a pobreza de 70% para 7%. Foram avanços sociais importantes", diz Rafael Ramirez, então ministro do Petróleo do governo Chávez.
Maduro, então ministro das Relações Exteriores, articulava alianças com Cuba, Rússia e Irã. Com a saúde debilitada, Chávez escolheu Maduro como sucessor. Meses depois, veio o anúncio de sua morte.
Nicolás Maduro e Hugo Chávez
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Consolidação do poder e repressão
Eleito por margem apertada, Maduro enfrentou desconfiança interna. Nomeou o general Manuel Figuera para comandar a inteligência.
"Ele passou a usar essa força como polícia política. Era como a Gestapo estava para o Hitler", conta Figuera.
Mesmo antigos aliados, como Rafael Ramírez, foram perseguidos e forçados ao exílio.
"Ele mandou me prenderem. Porque ele achou que eu era uma pessoa que poderia tomar o lugar dele. Ele invadiu minha casa e me forçou a me exilar".
Em 2015, após perder a maioria no Parlamento, Maduro intensificou o controle. A procuradora-geral Luisa Ortega, antes defensora do regime, rompeu após denunciar execuções e abusos.
"Mais de oito mil venezuelanos foram executados pela polícia e pelo Exército", afirmou.
Documentário entrevista antigos aliados que foram perseguidos por Nicolás Maduro
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 Crise econômica e pressão internacional
A decadência da estatal petrolífera PDVSA, corroída por corrupção e falta de manutenção, somou-se às sanções dos EUA. O Lago Maracaibo é o berço do petróleo venezuelano, mas quem mora lá perto conta que lembra pouco os tempos áureos da Venezuela.
O abandono da indústria do petróleo e a instabilidade política foram detectadas pelo radar dos americanos. Donald Trump tentou derrubar Maduro em 2016, apoiando Juan Guaidó como "presidente legítimo", mas a tentativa de golpe fracassou.
"Acho que maduro e sua mulher queriam ir embora. Mas os russos e cubanos os mandaram ficar. Porque sabiam que se ele saísse o regime colapsaria muito rapidamente", afirma John Bolton, ex-conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca.
Com a guerra na Ucrânia e sanções ao petróleo russo, Joe Biden suspendeu restrições ao petróleo venezuelano, devolvendo relevância a Maduro no cenário internacional e o Ocidente voltou a se aproximar dele. Até a volta de Donald Trump, que quer a todo custo baixar o preço dos combustíveis para os Estados Unidos.
Com sanções ao petróleo russo, Maduro e Venezuela voltou a ganhar relevância no cenário internacional
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Agora, a Venezuela vive a expectativa: o povo continuará a defender seu "herói" ou virará a página dessa história.
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Source: 'Superbigode': como Maduro usou TV estatal para virar desenho animado em luta contra 'monstro dos EUA'; veja
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