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Israel derruba edifícios de agência para refugiados palestinos; ONU considera o ato 'inaceitável'


     Trator derruba sede da agência da ONU para refugiados palestinos.
ILIA YEFIMOVICH/AFP
Tratores israelenses começaram a demolir estruturas na sede da Agência das Nações Unidas (ONU) para Refugiados Palestinos (UNRWA) em Jerusalém Oriental nesta terça-feira (20).
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O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que Israel interrompa a demolição do complexo da agência da ONU para refugiados palestinos em Jerusalém Oriental e restaure o local, assim como outras instalações da UNRWA, à organização "sem demora", disse um porta-voz da ONU nesta terça-feira.
"Para o secretário-geral, é totalmente inaceitável a continuidade de ações que aumentam a tensão contra a UNRWA. Essas ações não estão de acordo com as obrigações claras de Israel pelo direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas e a Convenção sobre Privilégios e Imunidades da ONU", afirmou o porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq, a jornalistas.
Israel acusou repetidamente a UNRWA de ser uma fachada para milicianos do Hamas e alega que alguns de seus funcionários participaram do ataque surpresa do grupo terrorista palestino contra Israel em 7 de outubro de 2023.
"A UNRWA-Hamas já havia cessado suas operações no local e não tinha mais pessoal da ONU nem realizava quaisquer atividades das Nações Unidas ali. O complexo não goza de qualquer tipo de imunidade, e sua confiscação pelas autoridades israelenses foi realizada de acordo com o direito israelense e internacional", afirmou o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado.
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A agência da ONU para refugiados palestinos denunciou o ataque como "sem precedentes", segundo Roland Friedrich, diretor da UNRWA para a Cisjordânia e Jerusalém Oriental.
A demolição "é uma grave violação do direito internacional e dos privilégios e imunidades das Nações Unidas", condenou ele.
"Assim como todos os Estados-membros da ONU, Israel deve proteger e respeitar as instalações da ONU", acrescentou Jonathan Fowler, porta-voz da agência.
Segundo ele, as forças israelenses "invadiram" o complexo pouco depois das 5h (2h no horário de Brasília) e expulsaram os seguranças antes que tratores entrassem e começassem a demolir os prédios.
"Isso deveria servir de alerta", acrescentou Fowler. "O que está acontecendo com a UNRWA hoje pode acontecer amanhã com qualquer outra organização internacional ou missão diplomática ao redor do mundo", afirmou.
O ministro da Segurança Nacional, o ultradireitista Itamar Ben Gvir, fez uma breve visita ao local, conforme observou um fotógrafo da AFP.
Dia histórico
"Este é um dia histórico, um dia de celebração e um dia muito importante para a governança de Jerusalém", disse Ben Gvir, conforme citado em um comunicado.
"Durante anos, esses apoiadores do terrorismo estiveram aqui, e hoje estão sendo expulsos daqui, juntamente com tudo o que construíram neste local. Isso é o que acontecerá com todos os apoiadores do terrorismo", acrescentou o ministro.
O complexo em Jerusalém Oriental, a parte predominantemente árabe anexada por Israel, estava sem funcionários da UNRWA desde janeiro de 2025, quando entrou em vigor uma lei que proibia suas operações, após meses de disputa sobre seu trabalho na Faixa de Gaza.
A proibição se aplica a Jerusalém Oriental, mas a agência ainda opera na Cisjordânia ocupada e em Gaza.
No início de dezembro, o diretor-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, denunciou a apreensão de bens no complexo pelas autoridades israelenses. A polícia informou à AFP que se tratava de uma operação de cobrança de dívidas.
Em uma publicação no X, Lazzarini relatou que as autoridades haviam apreendido "móveis, equipamentos de informática e outros bens" e que a bandeira da ONU havia sido substituída por uma bandeira israelense.
Na época, o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou a "entrada não autorizada" nas "instalações das Nações Unidas".
Meses após o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023, as autoridades israelenses declararam Guterres e Lazzarini personas non gratas.

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Última mensagem por noticias - 22, Janeiro, 2026, 00:30
Fortuna de bilionários bate recorde em 2025, aponta relatório da Oxfam


     A fortuna dos bilionários atingiu um recorde em 2025, "minando a liberdade política" e aumentando a desigualdade, segundo o relatório anual "Resistir ao domínio dos mais ricos", divulgado nesta segunda-feira (19) pela ONG Oxfam. O documento denuncia a política do presidente americano Donald Trump e coincide com o início do Fórum Econômico em Davos, na Suíça.
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Segundo o documento, os 12 bilionários mais ricos "possuem mais riqueza do que a metade mais pobre da humanidade", o equivalente a cerca de quatro bilhões de pessoas.
No ano passado, o mundo contabilizou pela primeira vez mais de 3.000 bilionários, que, juntos, somavam uma fortuna de US$ 18,3 trilhões, de acordo com a ONG.
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O valor de seus patrimônios aumentou 16,2%, três vezes mais rápido do que nos cinco anos anteriores, enquanto a redução da pobreza desacelera desde a pandemia de 2020.
O acúmulo de riqueza, lembra a Oxfam, permite aos ultrarricos garantir acesso às instituições e adquirir veículos de comunicação, "minando a liberdade política e corroendo os direitos da maioria", lamenta a organização.
Mais chances de chegarem a posições políticas
A ONG também estima que os ultrarricos "têm cerca de 4.000 vezes mais chances de ocupar um cargo político" do que cidadãos comuns. Ela cita especialmente os Estados Unidos, primeira potência mundial, onde o governo de Donald Trump conta com vários bilionários.
"Isso pode ser observado nos EUA com o envolvimento de bilionários, em particular o de Elon Musk, nas eleições americanas. Estima-se que 1 em cada 6 dólares gastos por candidatos e partidos políticos em 2024 nos Estados Unidos venha de doadores bilionários", diz Layla Abdelké Yakoub, representante da ONG.
"Também percebemos que, nos EUA, uma política que conta com o apoio dos mais ricos tem 45% de probabilidade de ser adotada, enquanto, quando eles se opõem, ela tem apenas 18%. Isso está ligado a uma série de medidas tomadas ao longo do tempo, mas também ao monopólio da mídia, das redes sociais e da inteligência artificial", diz a OXFAM.
Nenhuma legitimidade democrática
No domingo, em Davos, o presidente americano foi alvo de um protesto organizado pela Juventude Socialista Suíça sob o lema "No World Economic Forum – Stop Trump".
Alguns dos 300 manifestantes usavam máscaras — incluindo as do bilionário Elon Musk, do chanceler alemão Friedrich Merz e do vice-presidente americano JD Vance — e seguravam notas gigantes de euro feitas de papelão.
O Fórum "é o lugar onde as pessoas mais poderosas e ricas do mundo se reúnem para discutir o nosso futuro, tomar decisões sobre ele — sobre a economia ou o clima, que afetam todos — e fazem isso sem qualquer legitimidade democrática", denunciou Nathalie Ruoss, vice-presidente da Juventude Socialista, presente na manifestação.
Ela considerou "inaceitável receber fascistas como Donald Trump, já que isso também contribui para legitimar suas ações", disse.
Círculo vicioso
"As desigualdades econômicas e políticas podem acelerar a erosão dos direitos e da segurança das pessoas a uma velocidade assustadora", denuncia no relatório da Oxfam seu diretor-geral, Amitabh Behar, que cita um "círculo vicioso".
À medida que se aproximam as eleições legislativas americanas de novembro, reduções massivas de impostos estão previstas para empresas e famílias, enquanto as multinacionais americanas conseguiram isenção da taxa mínima de 15% prevista em um acordo internacional.
"As medidas tomadas durante a presidência Trump beneficiaram os mais ricos em todo o mundo", destaca a Oxfam, que pede limitar o poder dos ultrarricos, tributando-os "de verdade" e proibindo-os de financiar campanhas políticas.
"Diante dessas reações da população exausta e irritada com tanta desigualdade, ocorreram respostas autoritárias e violentas. O X é usado para rastrear, punir, sequestrar e torturar críticos do governo. Até onde alguns governos estão dispostos a ir para proteger os interesses dos ultrarricos às custas de sua população?", questiona Abdelké Yakoub.
Elon Musk em jantar de Casa Branca em 18 de novembro de 2025
REUTERS/Tom Brenner

Source: Fortuna de bilionários bate recorde em 2025, aponta relatório da Oxfam
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EU ESCOLHO MEU GOVERNANTE / O lobo solitário...
Última mensagem por marcosbr - 21, Janeiro, 2026, 12:01
 A maratona da "lagoinha" sai de Minas com destino final na papudinha.
 Vejam que só tem contador de história e políticos que não trabalham. :ami8:


https://www.facebook.com/share/r/1K2fEWHvBj/
 
#4
LEIA SEMPRE AQUI / Contingente dobrado, menos tem...
Última mensagem por noticias - 20, Janeiro, 2026, 00:27
Contingente dobrado, menos tempo de treinamento e anúncios MAGA: como os agentes do ICE são recrutados pelo governo Trump?


     Observadores acreditam que o ICE usa métodos como geolocalização para atrair grupos que seguem a ideologia de Trump.
Mostafa Bassim/Anadolu/picture alliance via DW
Outrora um ramo relativamente obscuro das agências de segurança americanas, os agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês) se tornaram rapidamente o ponto central da iniciativa de deportação em massa do presidente Donald Trump.
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Desde que Trump assumiu o cargo, há um ano, o número de agentes do ICE saltou de 10 mil para 22 mil graças, em grande parte, a uma campanha de recrutamento do Departamento de Segurança Interna (DHS) para alistar o que eles chamam de "americanos patriotas qualificados de todo o país".
O governo Trump afirmou ter deportado 605 mil pessoas entre 20 de janeiro e 10 de dezembro de 2025, e que 1,9 milhão de imigrantes se "autodeportaram" voluntariamente.
Uma expansão tão significativa de uma agência da lei é incomum e sem precedentes na história do ICE, que foi criado em 2002. O esforço de recrutamento levanta questões sobre a seleção e a adequação dos candidatos. Segundo o DHS, somente no ano passado foram 220 mil submissões.
Mais agentes, menos treinamento
Novas imagens feitas por agente do ICE mostram momento em que mulher é morta nos EUA
Recentemente, o tempo de treinamento para o ICE foi reduzido de 16 para oito semanas. A exigência de aprender um pouco de espanhol, o idioma da maioria dos imigrantes sem documentos do país, foi eliminada. O ICE não respondeu a uma série de perguntas da DW sobre seu modelo de recrutamento.
As preocupações com o treinamento dos agentes e a percepção de uma politização no ICE aumentaram após a morte de Renee Nicole Good, que desencadeou protestos em todo o país e levou à renúncia de uma dúzia de procuradores federais no estado de Minnesota nesta quarta-feira (14/01).
"O ICE busca candidatos que atendam a requisitos específicos de elegibilidade e adequação, incluindo cidadania, padrões de aptidão física, investigações de antecedentes e, para algumas funções, treinamento ou experiência em aplicação da lei", disse Melissa Hamilton, advogada americana e ex-policial e agente penitenciária, à DW.
"Ao mesmo tempo, iniciativas federais recentes de recrutamento têm enfatizado tanto o volume quanto a qualidade, com financiamento significativo destinado a preencher dezenas de milhares de vagas e oferecendo incentivos para atrair rapidamente um grande número de candidatos", explicou.
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'Tio Sam' na campanha de recrutamento
Milhares protestam em Minneapolis contra a presença de agentes do serviço de imigração americano
Reuters
Hamilton, que atualmente é professora de direito e justiça criminal na Universidade de Surrey, na Inglaterra, disse que elementos da estratégia de recrutamento do ICE, como ir a feiras de emprego ou publicar anúncios em sites de emprego federais, são práticas normais das agências de aplicação da lei. A entidade, contudo, também vem empregando alguns métodos incomuns.
"Onde a abordagem recente do ICE difere é na escala e intensidade da campanha na mídia, com campanhas publicitárias de orçamento excepcionalmente alto e ampla divulgação pública com o objetivo de obter um grande número de candidatos", disse a especialista.
Essa campanha na mídia, especialmente nas redes sociais, que utiliza ferramentas de recrutamento fortemente baseadas em mensagens-chave de Trump, tem se mostrado controversa. Isso inclui a exibição do Tio Sam – um símbolo personificado do governo americano notoriamente usado para recrutar soldados durante a Primeira Guerra Mundial – na página de carreiras do ICE, e a exibição da pintura Progresso americano, frequentemente criticada por mostrar colonos brancos caminhando em direção ao seu destino enquanto os nativos americanos desaparecem de vista, nos perfis oficiais em redes sociais.
O orçamento para publicidade do que o DHS descreveu como uma campanha de "recrutamento em tempos de guerra" em 2026 é de 100 milhões de dólares (R$ 583 milhões), de acordo com um documento de 30 páginas visto pelo jornal The Washington Post.
Essa tendência deve continuar, pelo menos, visto que a Big Beautiful Bill de Trump ("Grande e belo projeto de lei" – a lei orçamentária aprovada pelo Congresso que aumenta o orçamento federal) concedeu ao ICE um orçamento de 170 bilhões de dólares para os próximos quatro anos para a fiscalização de fronteiras e do interior do país.
Anúncios visam base de apoiadores de Trump
Agentes do Serviço de Imigração e Alfândega detêm um homem após realizar uma batida no complexo de apartamentos Cedar Run em Denver
REUTERS/Kevin Mohatt
Mas, mais do que cartazes ou slogans, parece que são os "esforços de divulgação orientados por dados", como o Departamento de Segurança Interna (DHS) os chama, que causam o maior impacto.
Muitos observadores acreditam que o ICE está usando métodos modernos para atingir grupos que compartilham a ideologia de Trump. Hamilton aponta para a prática de geolocalização. Nesse caso, isso significa que os navegadores da web e os feeds de mídia social de qualquer pessoa próxima, por exemplo, a bases militares, eventos esportivos específicos ou feiras de armas e comércio, podem ser identificados e receber anúncios de recrutamento.
O documento afirma que o ICE também busca "inundar o mercado" com anúncios em redes sociais e usar influenciadores em sites como o Rumble, uma plataforma de compartilhamento de vídeos popular entre os simpatizantes do movimento trumpista Make America Great Again (Maga).
"As mensagens de recrutamento do ICE, especialmente as campanhas recentes, parecem projetadas para ressoar com pessoas que são receptivas a temas patrióticos e de segurança nacional. Também parecem ter sido criadas para atrair a base Maga e a mensagem implícita de 'América em primeiro lugar' dentro dela", disse Hamilton, enfatizando que os materiais de recrutamento do ICE não especificam diretamente nenhum critério político para os candidatos.
Bônus de inscrição de até 50 mil dólares e "opções de reembolso e perdão de dívidas estudantis" também estão disponíveis para novos recrutas.
"A campanha tem como alvo os subempregados e aqueles de origem operária", disse Hamilton. "Provavelmente não atrai quem se interessa por justiça social."
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Campanha de recrutamento é um sucesso?
Embora o ICE pareça visar um determinado grupo demográfico político e econômico, a agência também aboliu seus limites de idade desde o início do ano, o que lhe dá um leque maior de candidatos em potencial para recrutar. O limite inferior de idade era anteriormente de 21 anos, e o superior, de 37 a 40 anos, dependendo da função.
O DHS insiste que seus processos de recrutamento garantem "padrões rigorosos de treinamento e prontidão". Hamilton avalia que, embora não esteja isenta de críticas, a campanha de recrutamento funcionou, pelo menos em alguns níveis.
"O sucesso depende dos critérios utilizados: se o objetivo era expandir significativamente o quadro de funcionários de maneira rápida, o recrutamento parece ter sido bem-sucedido. Se o objetivo é atrair policiais altamente experientes, as evidências são mistas, com alguns relatando preocupações sobre os níveis de experiência dos novos recrutas em relação às demandas do complexo trabalho de fiscalização da imigração."
Tais distinções não são necessárias para o DHS. "Com esses novos patriotas na equipe, seremos capazes de realizar o que muitos dizem ser impossível e cumprir a promessa do presidente Trump de tornar a América segura novamente", afirmou o Departamento no início do mês.

Source: Contingente dobrado, menos tempo de treinamento e anúncios MAGA: como os agentes do ICE são recrutados pelo governo Trump?
#5
LEIA SEMPRE AQUI / É #FAKE áudio de Maduro dizend...
Última mensagem por noticias - 19, Janeiro, 2026, 00:24
É #FAKE áudio de Maduro dizendo que existe ligação entre Lula e cartel de drogas da Venezuela; conteúdo foi gerado com IA


     É #FAKE áudio de Maduro dizendo que existe ligação entre Lula e cartel de drogas da Venezuela; conteúdo foi gerado com IA
Reprodução
Circula nas redes sociais um áudio atribuído ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, no qual ele alega existir uma ligação entre o presidente Lula (PT) e um cartel da Venezuela. É #FAKE.
🛑 Como é o vídeo?
Publicado no Facebook e no Instagram em 11 de janeiro deste ano, o conteúdo mentiroso tem a seguinte legenda: "Já era! Maduro denuncia Loola e Foro de São Paulo!".
Os posts exibem o vídeo em preto e branco de um homem com um colete militar dizendo: "Maduro no tribunal resolveu denunciar o Foro de São Paulo, o Lula, o José Dirceu e falar para os Estados Unidos como que funciona a distribuição de tudo".
Em seguida, o homem pega um celular na mão e reproduz um áudio em espanhol criado com inteligência artificial (IA), atribuído a Maduro: "Eu digo sem rodeios, eu participo ativamente do Foro de São Paulo apenas para acompanhar Lula para que o movimento continue funcionando. Ali a linha ideológica se sustenta, a política se coordena, se alinha ao discurso. As prioridades são definidas e a estratégia continental é articulada. Há algo que as pessoas não veem, a cooperação logística, a estrutura logística. O Cartel de los Soles da Venezuela está integrado ao Brasil e à América do Sul. [...] Nesse espaço, há figuras com peso e capacidade organizacional, José Dirceu, por exemplo, sabe como movimentar o tabuleiro, sabe como construir uma causa, porque o fórum não é uma reunião, é uma estrutura".
O Cartel de Los Soles foi apontado pelos Estados Unidos em 2025 como um grupo terrorista que atuaria no tráfico de drogas da América do Sul para os EUA, supostamente sob o comando de Maduro.
O governo Trump, no entanto, recuou nas acusações e mudou o discurso na ação judicial que move contra Maduro, em 6 de janeiro.
⚠️ Por que isso é falso?
O Fato ou Fake submeteu dois trechos do áudio à plataforma Hiya/InVid, que identifica falas criadas ou manipuladas por IA. Os resultados apontaram que os materiais foram "provavelmente gerados por IA" .
O perfil que publicou o vídeo enganoso costuma compartilhar áudios criados com IA para disseminar informações falsas. O Fato ou Fake já desmentiu materiais atribuídos ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Lula e ao jornalista William Bonner.
O Fato ou Fake mostrou o áudio para a assessoria de imprensa da Presidência, que respondeu, por e-mail: "Conforme já constatado pela própria reportagem, o conteúdo é FALSO. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República lamenta a disseminação de conteúdos falsos, que têm como único objetivo desinformar a população, enfraquecer instituições e manipular a opinião pública".
Durante sua 1ª audiência, realizada em 5 de janeiro, Maduro se declarou inocente e alegou ser um "prisioneiro de guerra" do governo Trump. Não houve qualquer menção a Lula ou ao Brasil.
A audiência é um trâmite burocrático da Justiça americana, no qual réus devem comparecer para ouvir formalmente por que estão sendo julgados. Um novo depoimento foi marcado para 17 de março.
Hiya/InVid aponta que trechos do áudio são provavelmente criações de inteligência artificial.
Reprodução
É #FAKE áudio de Maduro dizendo que existe ligação entre Lula e cartel de drogas da Venezuela; conteúdo foi gerado com IA
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#6
PARA FILHOS E NETOS / O novo "GOLPE" está em andamen...
Última mensagem por marcosbr - 18, Janeiro, 2026, 19:56
Vejam bem a atual situação da TV brasileira.
Silvio Santos deve se revirar no tumulo vendo isto.
Este cara é pai de um possível candidato a presidência...
Logicamente é uma mensagem para os eleitores idiotas que o consideram como "artista"
Este sujeito sobrevive do dinheiro que sei lá como consegue... Parece que a ideia é comprar todas as emissoras de radio e TV do país. Imagina seus filhos sendo doutrinados por esta besta...
Ele ainda fala que "pesquisou"...
Pesquisem e vejam se ele esta certo:

  Fascismo é uma ideologia política ultranacionalista, autoritária e totalitária, surgida na Itália com Mussolini após a Primeira Guerra Mundial, caracterizada pela exaltação do Estado, um líder forte (Duce), militarismo, supressão da oposição, controle da sociedade e economia, e rejeição ao liberalismo e comunismo, visando uma nação unificada e poderosa, inspirando movimentos como o Integralismo no Brasil.

Abram os olhos, se bobear teremos mais um candidato "GOLPISTA" no Brasil!

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LEIA SEMPRE AQUI / Alemanha, França, Suécia e Nor...
Última mensagem por noticias - 18, Janeiro, 2026, 00:23
Alemanha, França, Suécia e Noruega enviam soldados à Groenlândia após ameaças de Trump


     Em meio a ameaças de Trump, Dinamarca anuncia aumento da presença militar na Groenlândia
Alemanha, França, Suécia e Noruega anunciaram nesta quarta-feira (14) que estão enviando soldados à Groenlândia. A decisão ocorre em meio às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de anexar a ilha.
As tropas devem começar a chegar ao território na quinta-feira (15). Apesar de ter autonomia, a Groenlândia está sob a custódia da Dinamarca.
Segundo um porta-voz do governo alemão, militares de reconhecimento serão deslocados para a ilha. O Ministério da Defesa disse que a missão foi solicitada pela Dinamarca para avaliar possíveis contribuições militares e reforçar a segurança na região.
Já o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou que tropas francesas vão participar de exercícios militares conjuntos organizados pela Dinamarca. A operação, segundo ele, se chama "Resistência Ártica".
Mais cedo, a Dinamarca disse que reforçou a presenta militar na ilha e seus arredores em "estreita colaboração" com aliados da Otan.
Nas últimas semanas, Trump afirmou repetidamente que a ilha é vital para a segurança dos EUA e que o país precisa controlar o território para impedir uma ocupação por Rússia ou China.
O presidente dos Estados Unidos disse que todas as opções estão sobre a mesa para garantir o controle da Groenlândia. A Casa Branca não descarta uma ação militar.
Nesta quarta-feira, autoridades da Dinamarca e da Groenlândia se reuniram em Washington com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio.
Após o encontro, um alto representante dinamarquês afirmou que permanece um "desacordo fundamental" com Trump sobre o futuro da Groenlândia. Os dois lados concordaram em criar um grupo de trabalho para discutir as preocupações de segurança dos EUA.
A ministra das Relações Exteriores da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, afirmou que quer fortalecer a cooperação com os EUA, mas deixou claro que o território não deseja ser controlado por Washington.
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Em setembro passado, tropas dinamarquesas juntaram-se a tropas aliadas em exercícios militares na Groenlândia.
Guglielmo Mangiapane/REUTERS
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LEIA SEMPRE AQUI / Guindaste cai sobre trem em mo...
Última mensagem por noticias - 17, Janeiro, 2026, 00:20
Guindaste cai sobre trem em movimento na Tailândia e mata 32


     Guindaste cai cobre trem e deixa mortos e feridos na Tailândia
Um guindaste de construção caiu sobre um trem em movimento na Tailândia nesta quarta-feira (14). Trinta e duas pessoas morreram, e dezenas ficaram feridas, segundo autoridades locais.
O trem, que viajava da capital Bangkok para o nordeste do país, descarrilou e pegou fogo ao ser atingido.
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O incêndio foi extinto e os trabalhos de resgate estão em andamento, informou a polícia. A polícia afirma que cerca de 80 pessoas ficaram feridas, já o governo tailandês fala em 64 feridos.
O acidente ocorreu no distrito de Sikhio, na província de Nakhon Ratchasima, a 230 quilômetros a nordeste de Bangkok, em um trem com destino à província de Ubon Ratchathani.
O Ministro dos Transportes, Phiphat Ratchakitprakarn, afirmou em comunicado que havia 195 passageiros a bordo e que ordenou uma investigação minuciosa.
Equipes de resgate trabalham na busca por sobreviventes no local onde um trem descarrilou após o colapso de um guindaste na Tailândia
Chalinee Thirasupa/Reuters
Vagão atingido por guindaste na Tailândia descarrilou e pegou fogo
Ao menos 22 morrem após guindaste cair sobre trem na Tailândia
Reprodução/Reuters
Ao menos 22 morrem após guindaste cair sobre trem na Tailândia
HANDOUT / COURTESY OF FACEBOOK USER SMITH MIKLE / AFP

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#9
LEIA SEMPRE AQUI / Venezuela começa a reabrir poç...
Última mensagem por noticias - 16, Janeiro, 2026, 00:19
Venezuela começa a reabrir poços para recuperar a produção de petróleo bruto, diz agência


     A estatal petrolífera venezuelana PDVSA começou a reabrir alguns dos poços que ela e seus parceiros em joint ventures haviam fechado durante o período de embargo imposto pelos Estados Unidos.
A retomada ocorre ao mesmo tempo em que as exportações de petróleo bruto voltam a avançar, com a saída de dois carregamentos na segunda-feira (12), segundo três fontes próximas às operações ouvidas pela Reuters.
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As exportações de petróleo da Venezuela, integrante da OPEP, estavam praticamente paralisadas desde dezembro.
Nesse período, apenas a americana Chevron exportou petróleo bruto produzido em suas joint ventures no país, amparada por uma autorização específica concedida pelo governo dos EUA.
Como resultado das restrições, milhões de barris permaneceram armazenados em tanques e navios em terra.
Tanques com o logo da PDVSA em refinaria em Curaçao; foto de 22/04/2018
Andres Martinez Casares/Reuters

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#10
LEIA SEMPRE AQUI / Chanceler do Irã afirma que os...
Última mensagem por noticias - 15, Janeiro, 2026, 00:17
Chanceler do Irã afirma que os protestos se tornaram mais sangrentos após ameaça de intervenção de Trump


     Onda de protestos no Irã entra na terceira semana
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, declarou nesta segunda-feira (12), que a situação o país está "sob controle total" após o aumento da violência ligada aos protestos durante o fim de semana.
O chanceler iraniano acrescentou que o aviso do presidente dos EUA, Donald Trump, contra Teerã, de que tomaria medidas caso os protestos se tornassem sangrentos, motivou "terroristas" a atacar manifestantes e forças de segurança, para justificar essa intervenção.
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"Estamos prontos para a guerra, mas também para o diálogo", afirmou Araqchi.
Araqchi confirmou também que o serviço de internet será retomado em coordenação com as autoridades de segurança.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, por sua vez, classificou como uma "advertência" aos Estados Unidos as manifestações pró-governo convocadas pelas autoridades em resposta a duas semanas de protestos.
"Isso foi uma advertência aos políticos americanos para que parem com suas enganações e não confiem em mercenários traidores", declarou, segundo a televisão estatal iraniana. "Essas manifestações em massa, cheias de determinação, frustraram o plano de inimigos estrangeiros, que supostamente seria executado por mercenários nacionais."
EUA devem intervir no Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA devem intervir se o Irã começar a matar pessoas, em meio a grandes protestos no país. A declaração foi feita na última sexta-feira (9), a repórteres na Casa Branca.
"Vamos atingi-los com muita força onde mais dói", disse ele, acrescentando que seu governo está acompanhando atentamente a situação no Irã.
Trump já havia dito que faria uma intervenção anteriormente. No dia 2 de janeiro, ele declarou em uma publicação na rede Truth Social que os EUA estão "prontos para agir" se pessoas que protestam de forma pacífica forem mortas (relembre aqui).
No sábado, Trump renovou as ameaças ao dizer que o Irã está "buscando a liberdade" e que os norte-americanos estão "prontos para ajudar".
Acordo nuclear
O presidente Donald Trump afirmou neste domingo (11) que o Irã entrou em contato com os Estados Unidos e propôs negociar um acordo nuclear depois que o republicano ameaçou tomar medidas em resposta à repressão aos protestos no país.
Em declarações a jornalistas a bordo do Força Aérea Um, Trump disse que seu governo estava em negociações para agendar uma reunião com Teerã, mas alertou que talvez precisasse agir primeiro, visto que o número de mortos no Irã aumenta e o governo continua prendendo manifestantes.
"Acho que eles estão cansados ��de apanhar dos Estados Unidos", disse Trump. Ele acrescentou: "O Irã quer negociar".
Nas declarações desta segunda, o chanceler iraniano não comentou sobre o possível acordo.
Em 2017, Trump rompeu um acordo entre EUA e Irã que limitava o uso de material nuclear por Teerã em troca do fim das sanções econômicas ao país. Teerã voltou a enriquecer urânio a níveis superiores ao necessário para produzir energia — embora não haja evidências de que o regime estivesse próximo de desenvolver sua própria bomba nuclear.
Em junho de 2025, os EUA bombardearam instalações de pesquisa nuclear em território iraniano, em meio ao conflito entre Teerã e Israel.
Mortes e prisões
O grupo de direitos humanos HRANA, com sede nos EUA, afirmou às agências de notícias Reuters e Associated Press que o número de mortos subiu para 538, entre eles 490 manifestantes e 48 policiais. Além disso, mais de 10.670 pessoas teriam sido presas, segundo a organização neste domingo (11).
Outras ONGs de direitos humanos que monitoram a situação no Irã também têm reportado nas mortes dos protestos. O país está isolado do resto do mundo após Khamenei ter cortado a internet, então não se sabe ao certo quantas pessoas realmente morreram, porém, as organizações têm recebido relatos de que as forças de segurança iranianas dispararam contra os manifestantes.
O governo iraniano não está divulgando regularmente números oficiais da atuação policial nos protestos e acusa os EUA e Israel de se infiltrarem nos protestos e os culpam pelas mortes ocorridas nos movimentos. O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, afirmou neste domingo que as forças de segurança "escalaram o nível de confronto contra os manifestantes". A Guarda Revolucionária do Irã, um importante ator militar no país, afirmou que proteger a segurança nacional é um ponto inegociável.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu neste domingo que a população iraniana mantenha distância do que chamou de "terroristas e badernistas" e tentou buscar uma via de diálogo com os manifestantes. Ao mesmo tempo, Pezeshkian acusou os Estados Unidos e Israel de "semear caos e desordem" no país.
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Também neste domingo, o governo iraniano ameaçou retaliar contra Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio caso o país seja alvo de um bombardeio norte-americano. A fala ocorre após o presente dos EUA, Donald Trump, ameaçar intervir na crise se o regime matar manifestantes pacíficos.
"Sejamos claros: em caso de ataque ao Irã, os territórios ocupados [Israel], assim como todas as bases e navios dos EUA, serão nossos alvos legítimos", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, segundo a Reuters.
Pezeshkian também afirmou neste domingo que o governo está pronto para "ouvir seu povo" e está determinado a resolver as questões econômicas.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, discutiu com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, a possibilidade de uma intervenção no Irã durante uma conversa telefônica no sábado, segundo a agência de notícias Reuters.
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Manifestantes incendeiam carros e edifícios nas ruas de Teerã, no Irã, em manifestações contra o governo de Ali Khamenei em janeiro de 2026.
Redes sociais via Reuters

Source: Chanceler do Irã afirma que os protestos se tornaram mais sangrentos após ameaça de intervenção de Trump
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