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Cadeirante é morto com tiros na cabeça após encostar em outro carro ao estacionar, no ES


     Delegacia de Polícia (DP) de Castelo, Espírito Santo
PCES
Um cadeirante de 67 anos morreu após ser baleado na cabeça na noite de quinta-feira (2), no bairro Independência, em Castelo, no Sul do Espírito Santo. O crime aconteceu após a vítima encostar em outro carro ao estacionar, por volta das 23h20, na Rua Warlei Costa.
A vítima foi identificada como Carlos Celso Mamades. Segundo a Polícia Militar, ele estava estacionando o carro próximo de casa quando encostou o veículo em outro que estava à frente, o que causou uma discussão com um homem de 26 anos.
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Durante a briga, o suspeito sacou uma arma de fogo e efetuou cinco disparos. Quatro tiros atingiram Carlos, sendo dois na cabeça, um no braço e outro no ombro.
Após os disparos, o autor fugiu do local. Familiares socorreram o idoso ainda com vida e o levaram ao Hospital de Castelo, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Castelo e que, até o momento, nenhum suspeito foi preso.
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O corpo foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML), em Cachoeiro de Itapemirim, para necropsia e posterior liberação. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.
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Última mensagem por noticias - Ontem at 23:28
Após mortes em protestos, Trump diz que EUA podem intervir no Irã


     Manifestantes marcharam no centro de Teerã, Irã, contra a situação econômica do país, em 29 de dezembro de 2025
Fars via AP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (2) que o EUA podem intervir caso o governo do Irã use violência letal contra manifestantes que fazem protestos pelo país desde o início da semana.
Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump disse que os EUA estão "prontos para agir" se pessoas que protestam de forma pacífica forem mortas.
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A declaração ocorre após a morte de sete pessoas durante uma onda de protestos no Irã, considerados os maiores dos últimos três anos. As manifestações começaram por conta da crise econômica no país e acabaram se tornando violentas em várias regiões (leia mais abaixo).
Após a ameaça de Trump, o governo do Irã se manifestou e disse que qualquer intervenção dos EUA ao país do Oriente Médio é uma "linha vermelha". Teerã também prometeu resposta.
O Ministro de Relações Exteriores do Irã afirmou ainda que seu país "não aceitará nenhuma interferência externa".
CRISE, INFLAÇÃO ALTA, GUERRA: o que está por trás das manifestações no Irã que já deixaram 7 mortos
Onda de protestos
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Os protestos tiveram início no domingo (28), quando comerciantes passaram a reclamar da condução da economia pelo governo, especialmente da forte desvalorização da moeda local e do aumento dos preços.
Os protestos ganharam força na segunda-feira (29), quando centenas de pessoas saíram às ruas para reclamar da crise econômica e do alto custo de vida.
Em Teerã, comerciantes aderiram às manifestações e fecharam lojas em sinal de protesto. Com o apoio de estudantes, os atos se espalharam para outras regiões do país.
Diante da pressão, o governo do presidente Masoud Pezeshkian informou que abriu um canal de diálogo com representantes da sociedade para ouvir as reivindicações da população.
"Reconhecemos oficialmente os protestos. Ouvimos essas vozes e sabemos que isso tem origem na pressão natural provocada pelas dificuldades no sustento da população", afirmou a porta-voz do governo na terça-feira.
A economia iraniana enfrenta dificuldades há anos. Um dos principais motivos foi a volta das sanções dos Estados Unidos em 2018, depois que Trump, em seu primeiro mandato, decidiu retirar o país do acordo nuclear internacional.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 29 de dezembro de 2025
REUTERS/Jonathan Ernst

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Última mensagem por noticias - Ontem at 00:05
Prefeitura de Jacareí passa a exigir agendamento para retirada de medicamentos de alto custo no SUS


     Cartela de remédio oferecido pela Farmácia.
Claudio Fachel/Palácio Piratini
A Prefeitura de Jacareí anunciou que, a partir deste mês, os pacientes que recebem medicamentos de alto custo no SUS vão precisar ter um agendamento para fazer a retirada do remédio. A mudança já está em vigor.
De acordo com a Prefeitura, a partir deste mês, os medicamentos da Farmácia de Alto Custo de Jacareí passarão a ser entregues exclusivamente por agendamento, realizado pela farmácia e disponibilizado no aplicativo 'Fast Cidadão'.
A gestão municipal alega que a medida da Secretaria de Saúde tem o objetivo de reorganizar o atendimento e oferecer mais conforto, agilidade e segurança aos munícipes.
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"Com a mudança, o paciente receberá uma notificação no aplicativo informando o dia em que deve comparecer para retirar seu medicamento. Com a nova etapa, o agendamento será mais preciso, evitando filas e otimizando o atendimento", disse a prefeitura em nota.
Atualmente, a Farmácia de Alto Custo atende 11 mil pessoas por mês. O local disponibiliza gratuitamente medicamentos para o tratamento de doenças crônicas, raras e complexas, como câncer, HIV/AIDS, hepatites, esclerose múltipla, entre outras.
Os medicamentos são fornecidos pelos Governos Estadual e Federal ao município, que realiza a entrega aos pacientes, mediante apresentação de documentos como laudo médico, receita, exames e identificação do paciente.
Saiba como usar o aplicativo da prefeitura:
O 'Fast Cidadão' está disponível gratuitamente para celulares com sistema Android e iOS. Para utilizar, basta:
1. Baixar o aplicativo na loja virtual;
2. Preencher nome completo, CPF, data de nascimento, e-mail e senha;
3. Selecionar "Jacareí" como cidade e aceitar os termos de uso.
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Última mensagem por noticias - 03, Janeiro, 2026, 23:28
'Maldição Kennedy': morte de neta de JFK reaviva dramas da família; relembre


     Tatiana Schlossberg em 2019
Reuters
Tatiana Schlossberg, neta do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy, morreu nesta terça-feira (30) após lutar contra um câncer agressivo. Ela tinha 35 anos. Quando anunciou estar em estágio terminal, Tatiana disse que o diagnóstico representava "mais uma tragédia para a família", marcada por mortes violentas e acidentes.
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A família Kennedy é uma das mais influentes da política dos Estados Unidos. Ao longo do último século, os Kennedys ocuparam cargos diplomáticos, militares e políticos. Ao mesmo tempo, acumularam perdas que levaram parte da imprensa americana a falar em uma "Maldição Kennedy".
Os casos envolvem os descendentes do casal Joseph Kennedy e Rose Fitzgerald, que se casaram em 1914 e tiveram nove filhos.
Entre eles estavam John F. Kennedy e Robert F. Kennedy, que se destacaram na vida pública: o primeiro foi presidente dos Estados Unidos; o segundo, senador por Nova York e pré-candidato à Casa Branca. Ambos foram assassinados na década de 1960.
Veja a seguir algumas tragédias que envolvem a família Kennedy.
▶️ Joseph Kennedy Jr.
Joseph P. Kennedy Jr.
John F. Kennedy Presidential Library & Museum
O filho mais velho do casal Kennedy morreu em 1944, aos 29 anos. Ele era piloto da Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, e a aeronave que conduzia explodiu durante uma missão sobre o Canal da Mancha.
▶️ Kathleen Kennedy
Kathleen Kennedy
John F. Kennedy Presidential Library and Museum
A quarta filha do casal morreu em 1948, em um acidente aéreo na França. Quatro anos antes, o marido dela, William Cavendish, havia sido morto em combate durante a Segunda Guerra Mundial.
▶️ John F. Kennedy
O presidente dos EUA John F. Kennedy acena de seu carro em 22 de novembro de 1963, ao lado da primeira-dama Jacqueline Kennedy, pouco antes de ser assassinado
AP Photo/Jim Altgens
John F. Kennedy foi o único da família eleito presidente dos Estados Unidos. Ele chegou à Casa Branca em 1961 e foi assassinado em novembro de 1963, durante um desfile em carro aberto no Texas.
O assassino, Lee Harvey Oswald, foi morto dois dias depois. Ele negou o crime, e as causas do assassinato nunca foram oficialmente esclarecidas, apesar de a investigação apontar que Oswald tinha posicionamentos radicais. O caso levantou uma série de teorias da conspiração.
Antes disso, dois filhos de John já haviam morrido. Arabella Kennedy morreu durante o parto, em agosto de 1956. Já Patrick Kennedy morreu dois dias após o nascimento prematuro, vítima de uma doença pulmonar.
Em 1999, outro filho dele, John F. Kennedy Jr., morreu aos 38 anos junto com a esposa em um acidente aéreo. O avião que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, perto de uma ilha na costa leste dos Estados Unidos.
▶️ Robert F. Kennedy
Robert F. Kennedy discursa no Ambassador Hotel de Los Angeles um dia antes de sua morte, em 5 de junho de 1968
AP Photo/Arquivo
Robert foi o sétimo filho do casal Kennedy e também seguiu carreira política. Foi procurador-geral dos Estados Unidos durante o governo do irmão John e senador por Nova York.
Robert foi assassinado em junho de 1968, enquanto era pré-candidato à Casa Branca. Sirhan Sirhan foi condenado por homicídio em primeiro grau e cumpre pena perpétua. Ele alegou ter cometido o ato por causa do apoio de RFK a Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
Em 1984, David A. Kennedy, filho de Robert, morreu aos 28 anos, vítima de overdose. Segundo a imprensa americana, ele levava uma vida conturbada desde a morte do pai e sofria com dependência química.
Em 1997, Michael LeMoyne Kennedy, também filho de Robert, morreu ao bater em uma árvore enquanto esquiava. Ele tinha 39 anos.
▶️ Ted Kennedy
ted kennedy
AP
O filho mais novo do casal Kennedy morreu em 2009, vítima de câncer. Mesmo assim, a vida dele também foi marcada por tragédias.
Em 1964, ele sobreviveu a um acidente aéreo que matou outras duas pessoas.
Em 1969, o carro que dirigia caiu de uma ponte em uma lagoa. Ele conseguiu se salvar, mas a estrategista de campanha Mary Jo Kopechne morreu afogada.
▶️ Outras mortes
Mary Richardson Kennedy, segunda mulher de Robert F. Kennedy Jr., tirou a própria vida em 2012. Ela estava separada do ex-marido havia dois anos.
Saoirse Kennedy Hill, neta de Robert F. Kennedy, morreu aos 22 anos, em 2019, por overdose acidental. Ela lutava contra a depressão.
Câncer de Tatiana
Tatiana Schlossberg em 2019
Reuters
Em artigo publicado na revista The New Yorker em novembro, Tatiana Schlossberg revelou que tinha menos de um ano de vida. Ela foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda em 2024, após dar à luz.
"Por toda a minha vida, tentei ser boa, ser uma boa aluna, boa irmã e boa filha, protegendo minha mãe sem nunca a deixar preocupada ou zangada", escreveu.
"Agora, adicionei uma nova tragédia à sua vida, à vida da nossa família. E não há nada que eu possa fazer para impedi-la."
No texto, Tatiana contou que sempre manteve um estilo de vida saudável, com prática regular de atividades físicas.
Ela era jornalista especializada em mudanças climáticas e meio ambiente e era contra as posições do primo Robert F. Kennedy Jr., atual secretário de Saúde no governo de Donald Trump.
"Assisti no meu leito do hospital quando Bobby, contra a lógica e o bom senso, foi confirmado para o cargo, apesar de nunca ter trabalhado em medicina, saúde pública ou no governo", escreveu.
"Subitamente, o sistema de saúde do qual eu dependia ficou sob pressão, abalado."
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#5
PARA FILHOS E NETOS / Conspiradores de genocídio!
Última mensagem por marcosbr - 03, Janeiro, 2026, 22:38
Membros registrados que não querem mais participar aqui... Basta pedir e serão desligados.
 100% são idiotas que defendem a ditadura e um governo/congresso comandado por golpistas/ladroes e idiotas!
 Vivemos num mundo esquisito. tem mosquito, temos vírus e bactérias...
 Os cientistas trabalham incansavelmente para descobrir uma cura. Aí vem um idiota e muitos o seguem dizendo que as pessoas não devem se vacinar!



 Estes idiotas não tem pena nem dos filhos e netos.
 Estas "BESTAS" estão vivas, andando, enxergando porque se vacinaram!
 Hoje eles negam isto lideradas por um PSICOPATA!
 TENHA PENA DE SEUS FILHOS E NETOS. DEIXE QUE ELES VIVAM E SEJAM PESSOAS MELHORES QUE VOCE!
 
#6
AREA DOS AMIGOS / De volta ao futuro!
Última mensagem por marcosbr - 03, Janeiro, 2026, 21:59
 Não comemorei o natal e nem o ano novo aqui.
 Eu já previa os acontecimentos futuros... O Brasil corre um sério risco!
 O presidente Argentino comemorou a "invasão" na Venezuela.
 Filho da puta, defensor da ala bolsonarista.
 Imagina se os "golpistas" tivessem tido sucesso aqui... vagabundos que queriam entregar o Brasil!
 Maduro ser preso achei ÓTIMO. Mas o que o que Trump/EUA querem é petróleo!
 
 A Rússia invade o Ucrânia, Israel massacra os palestinos, A china quer e vai invadir Taiwan. 
 Existe uma guerra entre os poderosos a anos e você IDIOTA não vê...
 Eles querem dominar, serem absolutos, manter "escravos" trabalhando para eles.



 E me dá nojo ver brasileiros torcendo para isto.
 Alexandre de Morais deveria ser enaltecido. Teve e tem coragem de enfrentar vagabundos políticos.
 Só ele não... Todo o STF com exceção de um ministro que deveria ter vergonha e abandonar o cargo!
 Nem os "indicados" pelo vagabundo, agiriam como ele!
 Me recuso até citar o nome de um juiz que não segue a lei.
 Por ele seriamos o próximo a ser invadido!
 

#7
LEIA SEMPRE AQUI / IPTU 2026: Prefeitura de SP di...
Última mensagem por noticias - 03, Janeiro, 2026, 00:03
IPTU 2026: Prefeitura de SP divulga calendário de pagamento do imposto; primeira parcela vence em 1º de fevereiro; confira


     IPTU 2026: Prefeitura de SP divulga calendário de pagamento do imposto
A Prefeitura de São Paulo publicou nesta sexta-feira (2) o edital com o calendário de pagamentos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O valor do tributo, entretanto, ainda não foi disponibilizado para consulta.
O texto aprovado na Câmara Municipal no ano passado – de autoria do prefeito Ricardo Nunes (MDB) – autorizou um aumento de 10% no valor do imposto para o ano de 2026 para imóveis residenciais.
Segundo a Secretaria da Fazenda, os carnês serão enviados a partir de 16 de janeiro, e a primeira parcela tem data de vencimento prevista para 1º de fevereiro. Já a consulta online poderá ser feita no site da prefeitura a partir de 15 de janeiro (veja aqui).
Quem decidir pagar o imposto à vista terá um desconto de 3%, e o vencimento também será no mês de fevereiro.
Imagem aérea da região central de São Paulo, com a Avenida Paulista no centro da imagem de maio de 2000
Agliberto Lima/Estadão Conteúdo/Arquivo
"Os contribuintes vão receber inicialmente a notificação de lançamento do imposto com a opção de pagamento à vista ou da primeira parcela. Uma novidade é que em 2026, pela primeira vez, não haverá o envio de uma segunda correspondência com as demais parcelas do IPTU aos contribuintes que não efetuarem o pagamento à vista", afirmou a gestão Ricardo Nunes (MDB).
O vencimento será:
no dia escolhido, para os contribuintes que fizeram opção via atualização cadastral;
no dia 09 ou no dia 14, para os contribuintes que não fizeram opção de dia de vencimento ou
no dia 20, para os contribuintes que optaram pela notificação por Administradoras de Imóveis, vencendo a primeira parcela no mês de março.
Calendário de pagamentos do IPTU 2026 em São Paulo.
Reprodução/PMSP
O pagamento, à vista ou das parcelas, poderá ser feito segunda via do boleto emitida pela internet, disponível a partir de 15 de janeiro em www.prefeitura.sp.gov.br/iptu.
Os vencimentos nos dias em que não haja expediente bancário serão prorrogados para o primeiro dia útil seguinte, sem nenhuma cobrança de acréscimo.
A postagem das notificações para os contribuintes isentos ocorrerá a partir de 25 de fevereiro.
O não pagamento de qualquer parcela do IPTU sujeita o contribuinte à inscrição no Cadin municipal.
Quem não receber a notificação de pagamento até a data limite da tabela acima pode emitir uma segunda via pela internet ou informar o problema em qualquer uma das Subprefeituras.

Source: IPTU 2026: Prefeitura de SP divulga calendário de pagamento do imposto; primeira parcela vence em 1º de fevereiro; confira
#8
LEIA SEMPRE AQUI / Lobotomia, o polêmico procedim...
Última mensagem por noticias - 02, Janeiro, 2026, 00:03
Lobotomia, o polêmico procedimento no cérebro que era considerado 'mais fácil do que tratar uma dor de dente'


     Dezenas de milhares de lobotomias foram realizadas em países como os Estados Unidos e o Reino Unido nas décadas de 1940 e 1950 em pacientes com problemas mentais graves. Mas podemos condenar os cirurgiões que as praticaram?
Getty Images via BBC
Hoje em dia parece incrível, mas houve um tempo em que a lobotomia era celebrada como uma cura milagrosa, descrita pelos médicos e pela mídia como "mais fácil do que curar uma dor de dente".
Somente no Reino Unido, mais de 20 mil lobotomias foram realizadas entre o início dos anos 1940 e o final dos anos 1970.
No Brasil, a estimativa é de mil procedimentos até meados da década de 50.
Geralmente, as lobotomias eram praticadas em pacientes com esquizofrenia, depressão grave ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) — mas também, em alguns casos, em pessoas com dificuldades de aprendizagem ou com comportamento agressivo.
Enquanto uma minoria teve melhora em seus sintomas após o procedimento, algumas pessoas ficaram grogues, incapazes de se comunicar, andar ou se alimentar.
Mas levou anos para os profissionais de saúde perceberem que os efeitos negativos superavam os benefícios e que os medicamentos desenvolvidos na década de 1950 eram mais eficazes e muito mais seguros.
Roteiristas e diretores de cinema não foram gentis com os médicos que realizaram as lobotomias.
Filmes e séries, como Ratched, da Netflix, retrataram cirurgiões sádicos que atacam pessoas vulneráveis e deixam pacientes em estado vegetativo.
A realidade, porém, é muito mais complexa.
Tentando ajudar
Os lobotomistas eram frequentemente profissionais progressistas, movidos pelo desejo de melhorar a vida de seus pacientes.
Na década de 1940, não havia tratamentos eficazes para os doentes mentais graves.
Os médicos haviam experimentado terapia de choque com insulina e terapia eletroconvulsiva. O sucesso foi limitado, e asilos estavam lotados de pacientes que não tinham esperança de serem curados ou de voltar para casa.
Foi neste contexto que o neurologista português Egas Moniz desenvolveu a leucotomia pré-frontal (mais tarde chamada de lobotomia), que possibilitou o surgimento da psicocirurgia — pela qual ganhou o Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1949, partilhado com o fisiologista suíço Walter Rudolf Hess.
Seu procedimento consistia em fazer dois orifícios no crânio e inserir um instrumento afiado no tecido cerebral.
Ele então o movia para frente e para trás para cortar as conexões entre os lobos frontais e o resto do cérebro.
"Ele se baseava nessa visão terrivelmente rude e simplista do cérebro, que via como um mecanismo simples no qual você poderia simplesmente colocar as coisas. A ideia era que pensamentos obsessivos e angustiantes giravam e giravam e, ao interromper o circuito, era possível parar esses pensamentos", explica o neurocirurgião e escritor Henry Marsh.
"Na verdade, o cérebro é absolutamente complicado e nem começamos a entender como tudo está interligado."
Moniz relatou que seus primeiros 20 pacientes tiveram uma melhora dramática.
O jovem neurologista americano Walter Freeman ficou muito impressionado.
Com seu parceiro colaborador, James Watts, Freeman realizou a primeira lobotomia nos Estados Unidos em 1936 e, no ano seguinte, o jornal americano The New York Times se referiu à operação como "a nova 'cirurgia da alma".
Mas, no início, o procedimento era complicado e demorado.
Walter Freeman demonstrando sua técnica de lobotomia transorbital em 1949
Getty Images via BBC
Enquanto trabalhava no St Elizabeths Hospital, o maior hospital psiquiátrico do país, na capital Washington, Freeman ficou chocado com "a perda de pessoal e da capacidade feminina" que testemunhou lá.
Ele queria ajudar os pacientes a sair do hospital e estabeleceu para si mesmo o objetivo de tornar a lobotomia mais rápida e barata.
Com isso em mente, em 1946, ele concebeu a "lobotomia transorbital", na qual instrumentos de aço que pareciam pontas de gelo eram martelados no cérebro através dos ossos frágeis na parte de trás das órbitas oculares.
O tempo de operação foi reduzido drasticamente e os pacientes não precisavam de anestesia: simplesmente eram nocauteados antes da operação com uma máquina de "eletrochoque" portátil.
'Lobotomias com picador de gelo'
Freeman dirigia pelos Estados Unidos durante as longas férias de verão para realizar suas "lobotomias com picador de gelo", às vezes levando seus filhos com ele.
E embora tenha sido inicialmente descrita como uma cirurgia de último recurso para pacientes psiquiátricas com as quais todos os outros tratamentos fracassaram, Freeman começou a promover a lobotomia como uma cura para tudo — desde doenças mentais graves a depressão pós-parto e fortes dores de cabeça, dor crônica, indigestão nervosa, insônia e dificuldades comportamentais.
Um colega de Freeman, James Shanklin, preparando um paciente para lobotomia transorbital.
Getty Images via BBC
Muitos pacientes e suas famílias ficaram gratos a Freeman, que ficou com caixas cheias de cartas de agradecimento e cartões de Natal enviados por eles.
Mas em outros casos, os resultados foram desastrosos.
Uma das pacientes de Freeman foi Rosemary Kennedy, irmã do futuro presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.
Ela ficou com incontinência e incapaz de falar claramente após uma lobotomia aos 23 anos.
Ao longo de sua carreira, Freeman realizou lobotomias em 3,5 mil pacientes, incluindo 19 crianças — a mais jovem com apenas 4 anos de idade.
'Pacientes piores eram os que haviam feito uma lobotomia'
No Reino Unido, o neurocirurgião Wylie McKissock realizou sua própria variação da lobotomia em cerca de 3 mil pacientes.
"Esta não é uma operação demorada. Uma equipe competente em um hospital psiquiátrico bem organizado pode realizar quatro dessas operações em duas a duas horas e meia", gabou-se.
"A leucotomia pré-frontal bilateral real pode ser realizada por um neurocirurgião devidamente treinado em seis minutos e raramente leva mais de 10", acrescentou ele.
Graças em grande parte a McKissock, mais lobotomias per capita foram realizadas no Reino Unido do que nos Estados Unidos.
Como estudante de medicina na década de 1970, Henry Marsh aceitou um emprego como assistente de enfermagem em um hospital psiquiátrico — que ele descreveu como "a enfermaria terminal onde os casos perdidos iam morrer".
Lá, ele viu em primeira mão os efeitos devastadores da lobotomia.
"Tornou-se dolorosamente aparente que não havia acompanhamento adequado para esses pacientes", diz ele.
"Os pacientes que eram os piores, os mais apáticos, os que haviam sido desenganados, eram os que haviam feito uma lobotomia."
Todos foram operados por McKissock e seus assistentes.
Depois que Marsh foi treinado como neurocirurgião, um tipo de procedimento chamado de leucotomia límbica ainda era usado.
Marsh a descreve como "uma espécie de versão microscópica, muito mais refinada, do tipo de lobotomias que as pessoas faziam muitos anos antes".
Ele mesmo realizou essa operação em uma dúzia de pacientes com TOC grave em 1990.
"Eles eram todos suicidas, todos os outros tratamentos falharam. Então eu não fiquei particularmente preocupado, embora eu preferisse não fazer [o procedimento]", diz ele.
"Depois, não atendi os pacientes, era puramente técnico. Os psiquiatras envolvidos me garantiram que as operações foram um sucesso."
Questionado como se sente sobre essas operações agora, Marsh diz que "não gostava de fazê-las" e que ficou "muito feliz em deixar a cirurgia".
Freeman popularizou 'lobotomias com picadores de gelo'
Getty Images via BBC
No início dos anos 1960, cerca de 500 lobotomias eram realizadas a cada ano no Reino Unido, contra 1,5 mil em seu pico.
Em meados da década de 1970, esse número caiu para cerca de 100-150 por ano, quase sempre envolvendo cortes menores e objetivos de tratamento mais precisos.
A promulgação da Lei de Saúde Mental de 1983 introduziu controles mais rígidos e mais supervisão.
Hoje, as operações psicocirúrgicas raramente são realizadas.
Para pior
Howard Dully, que foi lobotomizado por Walter Freeman aos 12 anos, diz que tenta evitar pensar em como sua vida poderia ter sido diferente se ele não tivesse passado pelo procedimento, por medo de ser dominado pela raiva.
"Tentei reconstruir minha vida. Levei muito tempo", explica.
"Tive muitos problemas quando era um jovem adulto: drogas, álcool e atividades criminosas, tentando roubar e ganhar dinheiro, vencer na vida, então não foi fácil."
Dully diz acreditar que a operação, realizada porque ele confrontou sua madrasta, lançou uma sombra sobre todos os aspectos de sua vida.
"Você não vai até as pessoas e diz: 'Oi, eu fiz uma lobotomia', porque se fizer isso, elas não ficarão com você por muito tempo", diz ele.
Sessenta anos depois, ele pode se lembrar da operação com muitos detalhes.
"Eles levantaram o olho e foram até o canto, acertaram e sacudiram com essa coisa que parece um batedor de ovos", conta.
"É uma loucura para mim. Quer dizer, você está falando sobre um cérebro. Não deveria haver alguma precisão envolvida?"
'Tão sutil quanto um tiro na cabeça'
A lobotomia teve seus críticos desde o início, mas a oposição ficou mais forte à medida que os maus resultados se tornaram aparentes.
Descobriu-se que o procedimento de Walter Freeman, que inicialmente alegava uma taxa de sucesso de 85%, tinha, na verdade, uma taxa de mortalidade de 15%.
E quando os médicos investigaram os resultados de longo prazo, descobriram que apenas um terço dos pacientes havia experimentado alguma melhora, enquanto outro terço estava significativamente pior.
Um ex-defensor da lobotomia nos Estados Unidos afirmou: "A lobotomia não era menos sutil do que um tiro na cabeça."
Lobotomia rendeu a Egas Moniz Prêmio Nobel de Medicina.
Getty Images via BBC
Dezenove anos atrás, um grupo de médicos e vítimas de lobotomia e suas famílias fizeram campanha para que Egas Moniz fosse destituído do Prêmio Nobel.
A Fundação Nobel, cujo estatuto declara que seus prêmios não podem ser retirados, recusou.
Olhando para trás, como devemos ver as pessoas que realizaram esse controverso procedimento médico?
"Esse negócio de dividir os médicos em heróis e vilões está errado. Somos todos uma mistura dos dois, somos um produto de nosso tempo, nossa cultura, nosso treinamento", diz Henry Marsh.
"A geração de cirurgiões que me treinou tinha eu não diria poderes divinos, mas uma autoridade enorme, ninguém os questionava ou interrogava. Posso pensar em algumas das pessoas que me treinaram que eram, acima de tudo, pessoas decentes, e foram corrompidos por este poder e se tornaram um pouco monstros como resultado", conclui.
Esta reportagem foi publicada originalmente em fevereiro de 2021 e republicada em dezembro de 2025
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#9
LEIA SEMPRE AQUI / Homem é preso em Manaus suspei...
Última mensagem por noticias - 01, Janeiro, 2026, 00:01
Homem é preso em Manaus suspeito de jogar cães de laje e matar um deles


     Suspeito preso arremessou cachorros da laje de uma residência em Manaus
Divulgação/PC-AM
Um homem, de 40 anos, foi preso em Manaus nesta quarta-feira (31/12) suspeito de maus-tratos qualificados contra dois cães. O crime ocorreu no dia 25 de dezembro, quando, segundo a Polícia Civil, ele arremessou os animais da laje de uma residência, a cerca de quatro metros de altura, causando a morte de um deles e ferimentos graves no outro.
De acordo com o delegado Guilherme Antoniazzi, adjunto da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), o suspeito alegou que os cães teriam caído acidentalmente, mas a versão foi descartada pela perícia.
"O laudo pericial é claro ao apontar os traumas severos sofridos pelo animal que não resistiu. No local, foram encontradas marcas de sangue, pegadas e vestígios biológicos, além de imagens registradas por uma testemunha que mostram detalhes da ação", afirmou o delegado.
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Diante dos fatos, a polícia representou pela prisão preventiva do homem, que foi autorizada pela Justiça e cumprida durante diligências da equipe da Dema, em menos de uma semana após o crime.
Ainda segundo o delegado, o suspeito também possuía outro mandado de prisão em aberto por homicídio culposo, lesão corporal e embriaguez ao volante. Ele já havia sido investigado por esfaquear um pitbull em 2017 e também responde por violência doméstica contra a própria mãe.
O homem responderá pelo crime de maus-tratos qualificado e ficará à disposição da Justiça.
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#10
LEIA SEMPRE AQUI / Deputada aciona MP contra aume...
Última mensagem por noticias - 31, Dezembro, 2025, 00:01
Deputada aciona MP contra aumento no Bilhete Único no Rio


     Bilhete Único Intermunicipal teve reajuste em dezembro
Reprodução/ TV Globo
A deputada estadual Renata Souza (PSOL-RJ) protocolou uma representação no Ministério Público pedindo uma investigação e providências urgentes contra o aumento da tarifa do Bilhete Único Intermunicipal (BUI).
O Bilhete Único Intermunicipal (BUI) do Rio de Janeiro aumentou de R$ 8,55 para R$ 9,40. O reajuste de 9,44% foi autorizado em decreto do governador Cláudio Castro (PL,) em edição extra do Diário Oficial, no dia 19 de novembro, e já está em vigor.
O aumento foi implementado pelo Decreto Estadual nº 49.997, no qual a deputada identificou violação à Lei nº 5.628/2009, que estabelece a obrigatoriedade de alinhamento dos reajustes do Bilhete Único Intermunicipal com os índices, datas e proporções das tarifas de transporte intermunicipal.
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"Não há qualquer justificativa técnica que comprove essa paridade, e o processo administrativo que embasaria a decisão permanece inacessível ao público, o que levanta sérias dúvidas sobre a transparência do processo", afirma Renata Souza.
O governo do estado disse, em nota, que o reajuste é uma obrigatoriedade prevista em lei e que foi feito para corrigir uma defasagem do valor, que era o mesmo desde 2018.
Veja íntegra da nota:
O reajuste do Bilhete Único Intermunicipal (BUI), que passou a valer em 19/12, é uma obrigatoriedade prevista na Lei Estadual nº 5.628/2009 - regulamentada pelo Decreto 42.262/2010 - e preserva a sustentabilidade do sistema de transportes. A correção da defasagem é importante para que o BUI continue a ser oferecido de forma equilibrada e responsável. A atualização corrige a desafagem do benefício, que não era reajustado desde 2018.

Source: Deputada aciona MP contra aumento no Bilhete Único no Rio
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