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#31
AREA DOS AMIGOS / O "bananinha" tem a quem puxar...
Última mensagem por marcosbr - 08, Março, 2025, 19:36
Não sou defensor de politico, muito menos acho que temos o governo ideal!
Mas este pessoal do Bolsonaro já deveria estar preso a muito tempo...
O filho esta nos EUA pedindo que Trump (trapo) boicote o Brasil. E este sujeito é um deputado brasileiro!
O pai todo mundo já sabia, mas parece que agora resolveu assumir...
Esta quadrilha nunca foi "patriota", muito menos defensores da "família". Defendem a família deles!
Basta ver os "candangos" do 8 de janeiro. Eles colocam o povo na frente. Eles não vão... Incentivam os "patriotários" e depois os abandonam!
Abram os olhos pelo amor de Deus!
Agora estão arquitetando um plano para que o "TRAPO" retalie e taxe o Brasil.
A China é uma grande parceira comercial brasileira e eles querem afundar o Brasil!

Para terminar deixo um aviso...

Eles vão ser presos! Mas estão arrebanhando idiotas para serem presos junto com eles!
Não gosta do lula, PT??? Ótimo!
Vivemos numa DEMOCRACIA!
Na próxima eleição escolha outro candidato. Mas jamais conspire contra seu país.

Nada inventado. Só não vê quem não quer ou é igual a eles!

https://x.com/vinicios_betiol/status/1898365587983589638?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1898365587983589638%7Ctwgr%5Ea1fb70a97490445876d047561460273a5d054fbb%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fd-31623673751828163837.ampproject.net%2F2502032353000%2Fframe.html




#32
LEIA SEMPRE AQUI / Papa Francisco sofreu dois epi...
Última mensagem por noticias - 08, Março, 2025, 01:23
Papa Francisco sofreu dois episódios de insuficiência respiratória aguda, diz Vaticano


     Segundo o boletim, Francisco precisou de precisou de equipamentos para ajudar na respiração, mas sem necessidade de passar por uma intubação.  Papa Francisco
Yara Nardi/Reuters
O papa Francisco sofreu dois episódios de insuficiência respiratória aguda nesta segunda-feira (3), informou o Vaticano . Segundo o boletim, Francisco precisou de equipamentos para ajudar na respiração, mas sem necessidade de uma intubação.
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"Hoje, o Santo Padre apresentou dois episódios de insuficiência respiratória aguda, causada por acúmulo significativo de muco endobrônquico e consequente broncoespasmo. Foram então realizadas duas broncoscopias com necessidade de aspiração de secreções abundantes. À tarde, foi retomada a ventilação mecânica não invasiva. O Santo Padre sempre se manteve vigilante, orientado e colaborativo. O prognóstico permanece reservado", informou o Vaticano.
O pontífice apresentou esta mesma condição na sexta-feira (28). Broncoespasmo é uma dificuldade aguda de respirar, que acaba provocando, na sequência, um episódio de vômito com inalação. Os médicos chamam essa aspiração do vômito de broncoaspiração.
Broncoespasmo: entenda a crise sofrida pelo papa Francisco
Tanto no sábado (1) quanto no domingo (2), Francisco não havia apresentado episódios de insuficiência respiratória aguda, problema que volta a ocorrer ao longo nesta segunda.
Papa internado desde 14 de fevereiro
Papa Francisco está internado no hospital Gemelli, em Roma, desde 14 de fevereiro, depois que um surto de bronquite piorou e se transformou em pneumonia em ambos os pulmões.
Esta é a ausência mais longa de Francisco desde o início do seu papado, em março de 2013. Os médicos do Vaticano não disseram quanto tempo pode durar seu tratamento.
Boletim da manhã diz que papa passou a noite bem e está estável
O boletim anterior, divulgado na madrugada desta segunda-feira, o Vaticano informou que Francisco havia passado bem a madrugada e que havia repousado por toda a noite.
Na tarde de domingo (2), a Santa Sé divulgou um boletim afirmando que o quadro de saúde do papa continuava estável, mas ainda complexo.
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#33
LEIA SEMPRE AQUI / Líderes europeus se reúnem nes...
Última mensagem por noticias - 07, Março, 2025, 01:22
Líderes europeus se reúnem neste domingo em Londres para discutir apoio à Ucrânia


     Encontro acontece após Volodymyr Zelensky e o premiê britânico, Keir Starmer, assinarem um empréstimo de 2,26 bilhões de libras para ajudar a Ucrânia na guerra contra a Rússia. Volodymyr Zelensky
REUTERS/Caitlin Ochs
Cerca de 15 líderes europeus devem se reunir em Londres, junto com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, neste domingo (2). O objetivo da reunião é discutir ajuda militar à Ucrânia e garantir a segurança dos países europeus.
A Ucrânia trava uma guerra contra a Rússia desde 2022, quando o governo de Vladimir Putin invadiu o território ucraniano. Os ucranianos estão ameaçados de perder a ajuda financeira e militar dos Estados Unidos desde que Donald Trump assumiu o cargo, em janeiro. Trump tenta forçar Zelensky a aceitar um acordo de paz, enquanto o presidente ucraniano cobra garantias de que Putin não volte futuramente a avançar sobre a Ucrânia.
No último sábado (1º), o presidente ucraniano já tinha se encontrado com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Segundo a Reuters, eles assinaram um novo empréstimo de 2,26 bilhões de libras (aproximadamente R$ 16,7 bilhões) para ajudar a Ucrânia na guerra contra a Rússia.
Além do premiê britânico e de Zelensky, participarão da reunião líderes da Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Noruega, Polônia,  República Tcheca, Romênia e Suécia. Também são esperadas as presenças de representantes do Canadá e da Turquia.
A reunião acontece dois dias depois de Zelensky discutir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca. Trump ameaçou deixar a Ucrânia "sozinha" se eles não chegarem a um acordo com a Rússia.
Durante a reunião no Salão Oval, o presidente americano criticou Zelensky na frente das câmeras, dizendo que ele estava "em uma posição muito ruim" e que poderia causar uma "terceira guerra mundial".
Trump ainda disse que, se a Ucrânia não fizer um acordo, os Estados Unidos vão parar de ajudar.
Depois dessa discussão, muitos líderes europeus correram para apoiar Zelensky. Eles acreditam que ele foi a Washington para assinar um acordo que permitiria aos Estados Unidos explorar os recursos minerais da Ucrânia em troca de garantias de segurança, conforme divulgado pela France Presse.
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O que esperar da reunião em Londres?
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, garantiu a Zelensky que o Reino Unido vai continuar apoiando a Ucrânia.
A reunião em Londres é uma continuação da cúpula que aconteceu em Paris em fevereiro, afirmou a Downing Street, residência oficial do premiê britânico.
Ou seja, os líderes devem discutir como fortalecer a posição da Ucrânia, incluindo mais apoio militar e aumento da pressão econômica sobre a Rússia.
Os participantes também devem falar ainda sobre a importância de a Europa se preparar para defender a si mesma, caso os Estados Unidos retirem seu apoio militar e nuclear.
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que está pronto para discutir uma possível defesa nuclear europeia, após um pedido do futuro chanceler alemão, Friedrich Merz.
Merz acredita que a Europa deve se preparar para o pior cenário, em que a Otan seria abandonada pelos Estados Unidos, e quer discutir a possibilidade de França e Reino Unido oferecerem um "guarda-chuva de segurança nuclear" para os outros países aliados.
Zelensky se reúne com premiê britânico em Londres
Acordo ou "os deixamos sozinhos"
Uma longa conversa entre Trump e Putin em 12 de fevereiro deixou a Ucrânia e a União Europeia preocupadas, pois não foram convidadas para essas negociações bilaterais para acabar com a guerra.
A preocupação aumentou após a discussão no Salão Oval na sexta-feira (28). Trump criticou Zelensky na frente das câmeras, dizendo que ele estava "em uma posição muito ruim" e que poderia causar uma "terceira guerra mundial".
O presidente americano ainda disse que, se a Ucrânia não fizer um acordo, os Estados Unidos vão parar de ajudar.
Trump pediu que Zelensky fosse embora, cancelando a coletiva de imprensa, o almoço de trabalho e a assinatura do acordo de minerais. "Pode voltar quando estiver pronto para a paz", disse Trump em sua rede social Truth.
Bate-boca na Casa Branca: Volodymyr Zelensky e Donald Trum discutem
Getty Images
Zelensky descarta pedir desculpas
Em uma entrevista para a Fox News, Zelensky reconheceu que será difícil para a Ucrânia conter a invasão russa sem a ajuda dos Estados Unidos, mas disse que espera restabelecer as relações com Trump. No entanto, ele descartou pedir desculpas ao presidente americano, como exigido pelo secretário de Estado, Marco Rubio.
O presidente ucraniano foi rapidamente apoiado pelos líderes europeus, com quem se encontrará neste domingo em Londres.
Da Polônia ao Canadá, França e Reino Unido, a maioria dos países da OTAN apoiou a Ucrânia.
Zelensky, que foi chamado de ingrato por Trump e Vance no Salão Oval, respondeu neste sábado na rede social X a trinta mensagens de incentivo de seus aliados, dizendo a todos: "Obrigado por seu apoio".
O primeiro-ministro britânico, Sir Keir Starmer, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, se encontram durante uma reunião bilateral em 10 Downing Street
Peter Nicholls/Pool via REUTERS

Source: Líderes europeus se reúnem neste domingo em Londres para discutir apoio à Ucrânia
#34
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Última mensagem por noticias - 06, Março, 2025, 01:20
Bate-boca na Casa Branca: Zelensky diz que não pedirá desculpas, mas afirma que apoio dos EUA é essencial


     Presidente ucraniano disse lamentar o ocorrido, mas afirmou que alguns assuntos precisam ser debatidos com honestidade. À Fox News, Zelensky disse que Ucrânia precisa de garantias para fechar acordo com os EUA. Veja trechos do bate-boca entre Trump, Zelensky e JD Vance (vídeo legendado)
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que não pedirá desculpas para Donald Trump após um bate-boca que os dois tiveram na Casa Branca, nesta sexta-feira (28). As afirmações foram feitas durante uma entrevista à Fox News. Veja como foi a discussão no vídeo acima.
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Zelensky afirmou que respeita Trump e o povo americano, mas acredita que não fez algo errado ao expor seu ponto de vista sobre a guerra. Segundo o ucraniano, alguns temas precisam ser debatidos e tratados com honestidade. Ainda assim, ele disse lamentar o ocorrido: "Não foi bom para os dois lados".
Trump e Zelensky deveriam assinar um acordo que permitiria que os EUA explorassem minerais e recursos naturais na Ucrânia. O tratado é visto como essencial para que o governo ucraniano continue sendo apoiado pelos norte-americanos.
Ao mesmo tempo, Zelensky cobra do governo americano garantias concretas para que um acordo seja fechado entre os dois países. Durante a entrevista à Fox News, o presidente ucraniano reforçou a necessidade dessas salvaguardas.
O ucraniano reforçou que o país não tem recursos suficientes para expulsar as forças russas sozinho e defendeu que qualquer negociação de paz só será viável se Kiev estiver em uma posição de força.
Além disso, Zelensky afirmou que acredita ser possível recuperar seu relacionamento com Trump, apesar do atrito entre eles. O presidente ucraniano destacou que deseja manter uma boa relação com os Estados Unidos e espera que o americano adote uma postura mais favorável à Ucrânia.
"Somos gratos ao presidente e, claro, ao Congresso. Mas, antes de tudo, ao seu povo [americano]", afirmou. "Queríamos muito ter todas essas relações fortes. E nós as teremos."
De acordo com o jornal "The Washington Post", após a confusão, o governo Trump avalia suspender o envio de ajuda militar à Ucrânia. Além disso, uma autoridade da Casa Branca disse à agência Reuters que o presidente americano não está interessado em renegociar o acordo sobre os minérios ucranianos neste momento.
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Zelensky volta a pedir apoio dos EUA em entrevista depois de bate-boca com Trump
Jose Luis Magana/AP
Confusão
Durante uma reunião transmitida ao vivo e diante da imprensa na Casa Branca, Donald Trump pressionou Volodymyr Zelensky a aceitar um acordo para encerrar a guerra na Ucrânia. O conflito começou em 2022, após a invasão russa ao território ucraniano.
Os Estados Unidos eram aliados da Ucrânia durante o governo de Joe Biden. No entanto, com a chegada de Trump à Casa Branca, ele se aproximou do presidente russo, Vladimir Putin, e busca um acordo para encerrar a guerra sem a participação ativa da Ucrânia.
O bate-boca ocorreu na etapa final do encontro. Zelensky demonstrou desconfiança em relação ao compromisso de Putin de encerrar a guerra e chamou o presidente russo de "assassino". Ele também fez uma crítica aos EUA, ao afirmar que ninguém tentou parar Putin entre 2014 e 2022.
Diante da declaração, o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, interveio: "Senhor presidente, com todo o respeito. Acho desrespeitoso da sua parte vir ao Salão Oval e tentar debater isso diante da mídia americana". Quando Zelensky tentou responder, Trump levantou a voz.
"Você está apostando com a vida de milhões de pessoas. Você está apostando com a Terceira Guerra Mundial. Você está apostando com a Terceira Guerra Mundial, e o que você está fazendo é muito desrespeitoso com este país, um país que te apoiou muito mais do que muitos disseram que deveria", afirmou Trump.
Após o encontro, Trump publicou no TruthSocial que Zelensky desrespeitou os EUA no Salão Oval e que só poderá voltar quando estiver "pronto para a paz".
Trump e Zelensky batem boca na Casa Branca
Andrew Harnik / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
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Source: Bate-boca na Casa Branca: Zelensky diz que não pedirá desculpas, mas afirma que apoio dos EUA é essencial
#35
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Última mensagem por noticias - 05, Março, 2025, 01:19
Como Trump age contra jornalistas e a mídia que lhe desagrada nos EUA


     Na batalha para ter o controle da imprensa, presidente barra profissionais de coberturas, ofende críticos e quer acabar com o sigilo de fontes jornalísticas. Donald Trump deixando a Casa Branca ao lado de Melania
ROBERTO SCHMIDT / AFP
As ameaças que o presidente Donald Trump fez à mídia tradicional americana durante a campanha eleitoral se concretizaram no primeiro mês na Casa Branca, com uma extensa lista de punições e perseguições.
Mais do que denotar a sua relação conturbada com jornalistas e meios de comunicação que lhe desagradam, elas representam a tentativa de controle da mídia. O presidente age de forma autoritária em seus ataques pessoais a profissionais que reportam denúncias ao governo.
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Premiê britânico é interrompido por Trump em pergunta sobre o Canadá
Veja como:
- Por meio da sua rede social, pediu que o "Washington Post" demitisse o prestigiado colunista Eugene Robinson, chamando-o de incompetente e patético radical de esquerda. Vencedor do Pulitzer, o jornalista havia criticado os senadores republicanos por não enfrentarem o presidente na confirmação de seus indicados a cargos no governo. 
- A agência Associated Press foi barrada do pool de jornalistas que cobrem a Casa Branca por recusar-se a chamar o Golfo do México de Golfo da América, como renomeou o presidente numa de suas primeiras ordens executivas no governo.
- A Casa Branca de Trump reverteu uma norma que vigorava desde a década de 1930, ao determinar que a escolha dos jornalistas que integram o pool da Presidência não é mais controlada pela Associação dos Correspondentes da Casa Branca, e sim pelo governo.
Ato contínuo, a agência Reuters e outros meios foram retirados da cobertura da primeira reunião do Gabinete de Trump e substituídos por outros mais alinhados ao governo, que, de acordo com a secretária de Imprensa, Karoline Leavitt, ajudarão a espalhar a mensagem do presidente.
"Ao decidir quais veículos compõem o limitado grupo de imprensa no dia a dia, a Casa Branca estará restaurando o poder ao povo americano", justificou.
- Em outra iniciativa semelhante, profissionais de quatro organizações de notícias — The New York Times, NBC, NPR e Politico — foram sumariamente desalojados do espaço que lhes era reservado no Pentágono.
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- Em nome da restauração da confiança nas notícias, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) — agência reguladora de comunicações dos EUA agora chefiada por um aliado do presidente — lançou uma investigação sobre uma série de organizações de mídia, incluindo o proprietário da NBC, a NPR e a PBS.
As duas últimas são organizações financiadas com verbas públicas e foram ameaçadas de cortes por Trump. 
Por fim, o presidente quer acabar com o sigilo da fonte jornalística e ameaça processar editoras, meios de comunicação e profissionais que divulgarem informações apuradas sob anonimato.
Fontes anônimas revelaram escândalos de grandes proporções, como por exemplo o Watergate, que levou à renúncia do ex-presidente Richard Nixon. Mas, na visão de Trump, são reduzidas à "ficção difamatória e inventada".
"Por ser o presidente a quem se tem atribuído o melhor primeiro mês de gestão da história, é natural que surjam livros e reportagens falsos com as chamadas citações 'anônimas' ou 'off the record'. Vou processar alguns desses autores e editoras desonestos, ou até mesmo a mídia em geral, para descobrir se essas 'fontes anônimas' realmente existem", advertiu Trump na rede "Truth Social". 
Os arroubos autoritários do presidente esbarram no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Primeira Emenda da Constituição americana. No primeiro mandato, ele tentou, e não conseguiu, eliminar o anonimato de fontes jornalísticas.
Como resumiu o presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca, o controle do time de jornalistas da Presidência "rasga a independência de uma imprensa livre nos EUA".
"Em um país livre, os líderes não devem poder escolher o seu próprio corpo de imprensa", completou Eugene Daniels.
Trump almeja o contrário: ter o controle da mídia para propagar a desinformação.

Source: Como Trump age contra jornalistas e a mídia que lhe desagrada nos EUA
#36
LEIA SEMPRE AQUI / Milei nomeia por decreto juíze...
Última mensagem por noticias - 04, Março, 2025, 01:18
Milei nomeia por decreto juízes para a Suprema Corte e abre nova crise na Argentina


     Constituição estabelece que indicação requer aprovação do Senado. Medida de Milei, tomada durante o recesso do Congresso, foi classificada pela ONG Human Rights Watch de "um dos ataques mais graves contra a independência da Suprema Corte desde o retorno da democracia". Suprema Corte argentina analisará o mérito do decreto. O presidente da Argentina, Javier Milei, completou nesta semana seu primeiro ano de mandato
Mariana Greif/Reuters
O presidente da Argentina, Javier Milei, nomeou por decreto dois juízes para a Suprema Corte do país na terça-feira (25), o que abre uma nova crise para seu governo, já abalado pelo escândalo da criptomoeda $Libra.
A  nomeação ocorreu durante o recesso do Congresso. A medida é polêmica porque a Constituição argentina estabelece que novos juízes da Suprema Corte devem ser aprovados pelo Senado, assim como ocorre no Brasil.
Os nomeados para a mais poderosa corte do país são o juiz federal Ariel Lijo e o advogado Manuel García-Mansilla. Até aliados de Milei, como o ex-presidente Mauricio Macri, criticaram o decreto de Milei.
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A Corte Suprema conta atualmente com três dos cinco juízes necessários, após a saída de dois integrantes em 2021 e 2024. Milei propôs os nomes de Lijo e García-Mansilla inicialmente em 2024, mas seus nomes ainda não foram discutidos pelo Senado.
O governo nomeou Lijo e García-Mansilla "em comissão", ou seja, interinamente, até o fim do ano, e justificou a decisão sob o argumento de que o Senado "optou pelo silêncio" diante das indicações feitas por Milei.
A vice-presidente argentina, Victoria Villarruel, preside o Senado. Ambos têm divergências: em 2024, o presidente chegou a dizer que Villaruel era de esquerda, e que não participa do governo. 
No decreto, o governo ainda criticou o Senado e acusou o órgão de motivações políticas e descumprimento do processo legal: "A Câmara Alta deveria ter dado seu acordo aos candidatos propostos pelo Poder Executivo. De maneira nenhuma o Senado tem a condição de rejeitar o acordo dos candidatos propostos pelo presidente com base em preferências pessoais ou políticas dos senadores."
O decreto de Milei ocorre em meio a um recesso do Congresso argentino, que volta apenas no sábado (1º). De acordo com a Constituição, nesse intervalo, o Poder Executivo pode nomear juízes da Corte em comissão, até "o fim da próxima Legislatura".
O nome de Ariel Lijo é considerado amplamente controverso na Argentina. Parlamentares e autoridades questionaram a idoneidade do juiz federal Lijo, que foi acusado de conspiração, lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito,.
Lijo é criticado por não levar adiante 13 processos de corrupção, muitos envolvendo políticos de alto escalão. Segundo levantamento da ONG Associação Civil pela Igualdade e a Justiça (ACIJ), alguns deles estão abertos há mais de dez anos.
O caso chegou na própria Suprema Corte argentina, que analisará o mérito do decreto presidencial, assim como o pedido de licença de Lijo de seu cargo como juiz federal para assumir o novo cargo. O governo argentino pressiona para que a confirmação dos nomes aconteça ainda nesta semana para que possam assumir até sábado, quando Milei discursará na Assembleia Legislativa argentina.
A Human Rights Watch criticou a ação de Milei como "um dos ataques mais graves contra a independência da Suprema Corte na Argentina desde o retorno da democracia."
"O presidente Milei não pode fingir que pode escapar dos mecanismos institucionais simplesmente porque não obteve os votos necessários no Senado para nomear seus candidatos", disse Juanita Goebertus, diretora para as Américas da organização com sede em Nova York.
As nomeações, feitas dias antes do Congresso retomar suas atividades após o recesso de verão, são temporárias – os mandatos dos juízes expiram no final da próxima sessão do Congresso, em 30 de novembro. Depois disso, Lijo e García-Mansilla precisarão obter aprovação do Senado para permanecer no cargo.
No entanto, os críticos questionaram o que consideraram uma estratégia para lotar a mais alta corte com aliados leais, dizendo que um presidente tem poder limitado para fazer nomeações judiciais durante um recesso do Congresso.
"Os decretos são para uso restrito e não podem ser usados como uma simples alternativa aos procedimentos regulares previstos pela constituição", disse o advogado constitucionalista Andrés Gil Domínguez.
Quando são usados para outros fins, ele acrescentou, "a ordem constitucional e os direitos do povo estão em sério perigo."
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Source: Milei nomeia por decreto juízes para a Suprema Corte e abre nova crise na Argentina
#37
LEIA SEMPRE AQUI / Hamas devolve os corpos de mai...
Última mensagem por noticias - 03, Março, 2025, 01:15
Hamas devolve os corpos de mais 4 reféns israelenses


     Restos mortais foram entregues à Cruz Vermelha na noite desta quarta-feira (26). Em troca, Israel anunciou libertação de prisioneiros palestinos. Israel recebe últimos 6 reféns vivos previstos na primeira fase do cessar-fogo
O grupo terrorista Hamas devolveu os corpos de mais quatro reféns israelenses, na noite desta quarta-feira (26). As vítimas foram sequestradas em outubro de 2023 e levadas para a Faixa de Gaza.
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Os corpos são de Tsachi Idan, Itzik Elgarat, Ohad Yahalomi e Shlomo Mantzur, segundo o grupo terrorista. Em troca, o governo de Israel libertou prisioneiros palestinos.
Desta vez, os corpos foram devolvidos pelos terroristas diretamente à Cruz Vermelha e sem uma cerimônia pública. A medida foi adotada após Israel e autoridades de direitos humanos criticarem ações do Hamas para a devolução de reféns.
No sábado (22), após mais seis reféns serem libertados, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, adiou a libertação dos prisioneiros palestinos e disse que queria garantias para a próxima entrega de reféns pelo Hamas.
Segundo a agência AFP, a soltura de 602 prisioneiros palestinos, que estava inicialmente prevista para acontecer no domingo (23), só aconteceria junto da entrega dos corpos dos reféns. O objetivo era garantir que os terroristas cumpririam com o acordado.
Após os restos mortais serem entregues à Cruz Vermelha, um ônibus com prisioneiros palestinos foi visto saindo de Israel, segundo a agência Reuters.
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Israelense faz homenagem para reféns mortos
REUTERS/Ronen Zvulun
Ex-refém apela por continuidade do cessar-fogo
Uma das reféns israelenses libertada após ser sequestrada pelo Hamas falou sobre o que passou durante seu período em cativeiro no Conselho de Segurança das Nações Unidas, na terça-feira (25).
Noa Argamani, resgatada pelas forças de Israel em junho do ano passado, contou que não achava que sairia viva e relembrou tudo que passou depois que a casa onde ela era mantida foi bombardeada.
"Eu não conseguia me mover, não conseguia respirar. Pensei que seriam os últimos segundos da minha vida. Estar aqui com vocês hoje é um milagre."
Com a segunda fase do acordo de cessar-fogo incerta, Noa também fez um apelo pela continuação da trégua na Faixa de Gaza. O parceiro dela, Avinatan Or, ainda é refém do Hamas.
"Preciso ter certeza de que o mundo saiba disso: o acordo deve prosseguir integralmente, completamente, em todas as etapas", afirmou.
A enviada da ONU para o Oriente Médio, Sigrid Kaag, que é coordenadora sênior de ajuda humanitária e reconstrução da ONU para Gaza, também falou ao Conselho de Segurança e disse que a retomada das hostilidades no enclave palestino "deve ser evitada a todo custo".
"O trauma é inegável em ambos os lados. Na minha última visita a Gaza, logo após o cessar-fogo entrar em vigor, fui mais uma vez movida por uma sensação de devastação total e desespero devido à perda, trauma e uma sensação de abandono", lamentou.
Noa Argamani, de vermelho
REUTERS/Brian Snyder

Source: Hamas devolve os corpos de mais 4 reféns israelenses
#38
LEIA SEMPRE AQUI / Entrar ou viver nos EUA em sit...
Última mensagem por noticias - 02, Março, 2025, 01:10
Entrar ou viver nos EUA em situação irregular é crime?


     A mera presença física no território americano sem autorização é considerada uma infração civil, não criminal. Mas há situações em que uma pessoa pode estar cometendo um crime. O novo governo Trump vem tratando imigrantes em situação irregular como criminosos — mas, tecnicamente, isso procede?
Getty Images via BBC
Desde que Donald Trump voltou à Presidência dos Estados Unidos, em 20 de janeiro, até agora, 292 pessoas já foram deportadas para o Brasil.
Foram 88 num primeiro voo que fez escala em Manaus e foi classificado como "inaceitável" diante das condições a bordo; 110 num segundo com destino a Fortaleza; e 94 na sexta-feira passada (21/2), também com primeiro pouso na capital do Ceará.
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Estes brasileiros se tornaram assim parte do que Trump prometeu ser "a maior operação de deportação em massa da história" dos Estados Unidos, uma das suas principais promessas de campanha.
Em meio à campanha, os imigrantes afetados vêm sendo descritos como "criminosos ilegais".
No mês passado, em resposta a perguntas de jornalistas sobre as deportações em curso, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que "se você é um indivíduo, um cidadão estrangeiro, que entra ilegalmente nos Estados Unidos, você é, por definição, um criminoso".
Diante da pergunta sobre quantas entre as 3,5 mil pessoas até então detidas pelo serviço de imigração sob o novo governo tinham antecedentes criminais em comparação a quantas apenas estavam ilegalmente no país, Leavitt respondeu:
"Todos eles, porque violaram ilegalmente as leis da nossa nação e, portanto, são criminosos, no que diz respeito a este governo", disse.
"Sei que o último governo não via dessa forma, então é uma grande mudança cultural em nossa nação ver alguém que viola nossas leis de imigração como um criminoso. Mas é exatamente isso que eles são."
No entanto, de acordo com a lei nos Estados Unidos, nem todos os imigrantes que estão no país sem autorização estão cometendo um crime. A mera presença física no território americano sem autorização é considerada uma infração civil e não criminal. Pode ser punida com pagamento de multa e pode resultar em deportação, mas não é um crime.
Assim, se uma pessoa entrar no país com um visto válido e permanecer após a expiração, ou se violar as condições do visto (como trabalhar com um visto que não inclui esse tipo de autorização), pode ser deportada, mas não pode ser acusada de crime federal somente por causa dessa infração civil.
"Visto expirado não é crime", diz à BBC News Brasil a especialista em imigração Gabrielle Oliveira, professora da Universidade Harvard. "É uma questão de documentação, burocrática."
O advogado de imigração David Wilks, membro do conselho da Associação Americana de Advogados de Imigração (AILA, na sigla em inglês), lembra que cada caso é único. "Mas se for (apenas) uma violação regulatória, isso não faz de você um criminoso", diz Wilks à BBC News Brasil.
"Se você tem uma infração civil, isso significa que você pode estar violando a lei, mas você não é necessariamente um criminoso, porque a lei que você violou não é de natureza criminal."
Pessoas enfrentando processo de remoção do país como resultado dessa infração civil podem ser detidas, mas isso não significa que sejam alvo de processo criminal. Elas estão sujeitas a uma pena civil, que no caso é a deportação.
Quando isso é crime?
Imigrantes em situação irregular podem ser detidos e deportados, mas isso não significa que sejam alvo de processo criminal.
Getty Images via BBC
A situação é diferente para quem entra nos Estados Unidos sem permissão ou para quem já foi deportado e voltou a ingressar no país, em violação à ordem de deportação. Nesses casos, podem enfrentar acusações criminais.
De acordo com o Título 8 do Código de Leis (que compila a legislação federal do país), Seção 1325, é crime entrar ilegalmente nos Estados Unidos. Isso se aplica a imigrantes que não entram com a devida inspeção em um porto de entrada.
Vale tanto para os que cruzam a fronteira ilegalmente, fora dos portos oficiais de entrada, quanto para os que de alguma maneira "evitam exame ou inspeção por agentes de imigração" ou fazem declarações falsas ao "entrar ou tentar entrar".
Cometer uma infração desse tipo pela primeira vez é considerado um misdemeanor, que equivale a uma contravenção ou crime mais leve, e pode ser punido "com multa, até seis meses de prisão, ou ambos".
Mas quem reentrar ou tentar reentrar ilegalmente, ou quem for encontrado no país sem autorização após ter sido deportado, ter recebido ordem de remoção ou ter o pedido de admissão negado, estará cometendo felony, que é um crime mais grave do que misdemeanor.
Nesses casos, estará sujeito a pena de até dois anos de prisão. Se a pessoa foi removida anteriormente após ter sido condenada por certos crimes, a pena pode ser ainda mais alta. Quem teve uma única condenação por felony ou três condenações por misdemeanor envolvendo drogas ou crimes contra uma pessoa pode receber até 10 anos de prisão.
Os que têm uma condenação por aggravated felony, que inclui uma lista de crimes como estupro ou assassinato, entre vários outros, estarão sujeitos a até 20 anos.
"Quando é um crime, a pessoa tem direito a um advogado", ressalta Wilks. "O que historicamente é parte da razão pela qual muitas leis de imigração (nos Estados Unidos) têm natureza civil, para que o direito a um advogado não se aplique."
'Retórica de Trump racionaliza deportações em massa'
Trump completa 1 mês na Casa Branca com políticas anti-imigração que dividem americanos
Muitas das pessoas sujeitas a deportação nos Estados Unidos não cometeram nenhum crime. Diante disso, a descrição desses imigrantes como "ilegais" ou até mesmo "criminosos" costuma ser criticada.
Um dos argumentos é o de que o uso do termo "criminoso" acaba igualando meras infrações regulatórias com crimes violentos.
"Pode haver algum tipo de ação criminosa que obrigue uma pessoa a deixar os Estados Unidos", afirma Wilks, citando como exemplo cometer um crime grave contra outro indivíduo.
"Mas, na maioria das vezes, quando vejo alguém que perdeu seu status (de imigração), é porque cometeu algum erro de documentação. Eles violaram a lei, mas não são atos criminais", destaca o advogado.
"Só porque não são criminosos, não significa que não precisem retificar essas violações e garantir que voltem a estar em conformidade", salienta Wilks. "Mas é preciso ter cuidado com o que chamamos as pessoas."
Para Gabrielle Oliveira, de Harvard, é importante destacar que, mesmo em caso de misdemeanor, não significa que a pessoa cometeu algum crime grave. "Não é que essas pessoas mataram ou roubaram", salienta.
A professora diz que a retórica do governo Trump, descrevendo todos os imigrantes em situação irregular como "criminosos", pode ser uma maneira de preparar para ações futuras.
"A retórica é o começo de preparar como você racionaliza o movimento de deportações em massa", afirma Oliveira.
O que diz a lei do Brasil e de outros países
Brasileiros deportados dos EUA desembarcam em Manaus algemados e com pés acorrentados
Nem todos os governos consideram crime a travessia de suas fronteiras sem permissão.
Segundo um levantamento de 162 países publicado em 2019 pela Biblioteca Jurídica do Congresso dos Estados Unidos, 124 deles tratam a entrada ilegal em seu território como crime. Os outros impõem apenas sanções civis ou administrativas, "normalmente multas ou deportação". O Brasil está incluído neste segundo grupo.
No Brasil, não é crime entrar ou permanecer no país em situação irregular. De acordo com a Lei de Migração, de 2017, que regula a "entrada e estada" de migrantes e visitantes, entre os princípios e diretrizes que regem a política migratória brasileira está o de "não criminalização da migração".
Pessoas que se encontram em situação migratória irregular em território nacional (seja por "entrada irregular, estada irregular ou cancelamento de autorização de residência") recebem notificação e prazo de 60 dias para regularizar a situação ou deixar o país voluntariamente.
Esse prazo pode ser prorrogado por mais 60 dias, dependendo das circunstâncias. Caso a situação não seja resolvida até o prazo final, a pessoa estará sujeita a procedimento administrativo, que inclui a deportação.
Conforme a lei, "entrar em território nacional sem estar autorizado" constitui uma "infração" sujeita à "sanção" de deportação "caso não saia do país ou não regularize a situação migratória no prazo fixado".
Outra infração é "permanecer em território nacional depois de esgotado o prazo legal da documentação migratória".
Nesse caso, a sanção prevista é "multa por dia de excesso e deportação, caso não saia do país ou não regularize a situação migratória no prazo fixado".
"Furtar-se ao controle migratório, na entrada ou saída do território nacional" também é infração, punida com multa.
Segundo a análise da Biblioteca Jurídica do Congresso dos Estados Unidos, há entre os países "uma ampla gama de punições para travessia ilegal de fronteiras, incluindo deportação, multas, detenção, serviço comunitário e prisão de penas variadas".
"Em regra, a duração da pena de prisão, que pode variar de alguns meses a 15 anos, depende das circunstâncias em que ocorreu a entrada."
Entre os países listados pela Biblioteca do Congresso que consideram crime a entrada ilegal de imigrantes está o Reino Unido, onde a pena pode ser de multa, prisão, ou ambos, além de deportação.
Segundo relatório de janeiro deste ano publicado pelo Migration Observatory, projeto de análise de questões relacionadas à imigração ligado à Universidade de Oxford, "no Reino Unido, é considerado crime entrar ou permanecer no país sem autorização", conforme a Lei de Imigração de 1971.
O relatório cita entre as principais maneiras de se tornar um migrante não autorizado no Reino Unido as seguintes:
"Entrar com visto e permanecer além do prazo (incluindo casos em que a autorização de residência é cancelada devido a uma condenação criminal)", "entrar sem autorização ou por meio de fraude, como com documentos falsificados", "não deixar o país após ter pedido de asilo rejeitado e todos os direitos de apelação esgotados", ou "nascer no Reino Unido de pais que são migrantes não autorizados".
Segundo o estudo da Biblioteca do Congresso americano, a maioria dos países "prevê punições mais severas" diante de determinadas circunstâncias agravantes.
Entre os exemplos citados estão os casos de pessoas que tentam cruzar ilegalmente armadas ou com uso de força e os casos em que há danos à propriedade privada.

Source: Entrar ou viver nos EUA em situação irregular é crime?
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Última mensagem por noticias - 01, Março, 2025, 01:09
Sem status de secretário, Elon Musk vai estar presente na primeira reunião de gabinete do governo Trump, diz Casa Branca


     Bilionário comanda o Departamento de Eficiência Governamental, que não é uma pasta do Executivo, mas um órgão que se submete ao presidente. Nos EUA, os secretários — equivalentes aos minstros no Brasil — precisam de aprovação do Senado para assumir o cargo, mas Musk não passou pela avaliação da Casa. Elon Musk e o presidente dos EUA, Donald Trump, em 11 de fevereiro de 2025
REUTERS/Kevin Lamarque
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Elon Musk vai estar presente na primeira reunião de gabinete do governo Trump, agendada para a quarta-feira (26). O comparecimento do bilionário é controverso, já que, apesar de comandar informalmente um departamento, ele não é um secretário do governo.
"Ele vai comparecer", disse Leavitt. "Elon, considerando que ele está trabalhando junto com o presidente e nossos secretários de gabinete, estará presente amanhã para falar sobre os esforços do DOGE (Departamento de Eficiência Governamental)."
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A proximidade de Musk com Trump e o poder de ordenar cortes em órgãos do governo, além do acesso do departamento a dados confidenciais, têm levado a questionamentos sobre uma possível influência excessiva do bilionário em assuntos de Estado.
No último dia 18, um funcionário da Casa Branca disse à Justiça americana, em resposta a uma ação movida pela oposição, que Musk não dirige oficialmente o Departamento de Eficiência Governamental dos Estados Unidos (DOGE), mas trabalha como conselheiro do presidente Donald Trump.
Joshua Fisher, diretor do Escritório de Administração da sede presidencial dos Estados Unidos, afirma em documento que Musk "é um funcionário da Casa Branca" e um "alto conselheiro do presidente".
"Como outros assessores de alto escalão da Casa Branca, Musk não tem autoridade real ou formal para tomar decisões governamentais por conta própria. Musk só pode aconselhar o presidente e comunicar suas diretrizes. O Serviço DOGE faz parte do gabinete executivo do presidente. O Sr. Musk é um funcionário do escritório da Casa Branca", diz o texto.
Secretários e departamentos
Nos EUA, os secretários — equivalentes aos minstros no Brasil — precisam da aprovação do Senado. Os nomeados pelo presidente passam por sabatinas e só então, se conseguirem o voto da maioria dos senadores, eles assumem o cargo.
Musk, no entanto, não passou pelo processo. O DOGE, segundo a Casa Branca, não faz parte do governo americano, e a missão do departamento criado por um decreto presidencial de Trump seria "modernizar a tecnologia e os softwares federais para maximizar a eficiência e a produtividade do governo", segundo Joshua Fischer.
A declaração de Fisher é parte de uma ação judicial movida em 13 de fevereiro contra Musk, Trump e o DOGE por 14 estados governados por Dmeocratas que acreditam que Musk está exercendo uma função que vai além de seus deveres oficiais.
O DOGE foi criado após Trump renomear o Serviço Digital dos EUA (USDS), tranformando-o numa organização temporária com contrato previsto para terminar em 4 de julho de 2026.
Apesar de dizer, a  princípio, que não apoiaria formalmente nenhuma candidatura, Musk se aliou a Trump durante a corrida eleitoral e injetou mais de US$ 250 milhões (o equivalente a R$ 1,44 bi) na campanha do Republicano.
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Source: Sem status de secretário, Elon Musk vai estar presente na primeira reunião de gabinete do governo Trump, diz Casa Branca
#40
LEIA SEMPRE AQUI / É #FAKE que Musk descobriu fra...
Última mensagem por noticias - 28, Fevereiro, 2025, 01:07
É #FAKE que Musk descobriu fraude na Previdência dos EUA com pagamento a milhões de pessoas mortas ou com mais de 100 anos


     Publicações falsas surgiram após bilionário e presidente afirmarem que dezenas de milhões americanos mortos ainda recebem dinheiro da Social Security, responsável pela previdência social dos Estados Unidos.  É #FAKE que Musk e Trump descobriram fraude que envolve pagamento previdenciário a milhões de pessoas com mais de 100 anos nos EUA
Reprodução
Circulam nas redes sociais publicações falsas afirmando que o bilionário Elon Musk, nomeado chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge) pelo presidente Donald Trump, descobriu uma fraude na Previdência Social dos Estados Unidos, com pagamentos a milhões de beneficiários mortos ou com mais de 100 anos de idade. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 O que dizem as publicações falsas? Veja dois exemplos nas redes sociais:
"🚨| URGENTE: O ESCÂNDALO DO SÉCULO. Elon Musk expõe corrupção na Segurança Social dos Estados Unidos: Há mais pessoas do que população e há também milhões de pessoas com mais de 100 anos que ainda estão registradas como vivas e 2 têm mais de 240 anos. Trump precisa LIMPAR ISSO!"
"BOMBA: ELON MUSK EXPÕE FRAUDE NO SEGURO SOCIAL - IDOSOS DE 150 ANOS RECEBENDO BENEFÍCIOS! [...]"
🚫 O que Elon Musk e Donal Trump alegam? 
Em uma entrevista coletiva com Trump em 11 de fevereiro de 2025, o bilionário afirmou: "Com a inspeção na Previdência Social, nós [vimos que] temos pessoas com 150 anos de idade lá [...]".
Em 17 de fevereiro de 2025, Musk publicou no X uma tabela com a quantidade de beneficiários do serviço, atribuindo os números à base de dados da Social Security Administration (SSA), a Previdência Social dos Estados Unidos.
A tabela lista que há mais de 394 milhões de beneficiários no país, sendo 26 milhões com idade igual ou superior a 100 anos. Nessa faixa, 1039 cadastros seriam referentes a pessoas nascidas entre 220 e 229 anos atrás; um referente a uma pessoa nascida entre 240 e 249 anos atrás; e outro, a uma nascida entre 360 e 369 anos atrás.
O post não diz como esses números foram contabilizados, e veículos de imprensa americanos relataram não ter conseguido encontrá-los no site da SSA.
Em 18 de fevereiro de 2025, durante uma entrevista na Flórida, Trump endossou a acusação de Musk: "Nós temos milhões e milhões de pessoas acima de 100 anos de idade [como beneficiários da Previdência Social]".
⚠️ Por que as alegações são fake?
O número apresentado por Musk (394 milhões) é cinco vezes maior que o total de pessoas que receberam o benefício previdenciário em 2024 (69,4 milhões) nos EUA, informa o site da SSA.
Segundo a SSA, desde setembro de 2015 os pagamentos a pessoas com 115 anos ou mais é automaticamente encerrado pelo sistema. Caso um indivíduo nessa classificação ainda esteja vivo, é necessário entrar em contato com a agência, para reparar o erro. 
Um relatório do órgão disponibilizado em julho do ano passado relata que US$ 71,8 bilhões foram gastos em pagamentos incorretos, entre 2015 e 2022. A maior parte corresponde a repasses de valores adicionais a beneficiários comprovadamente vivos.
Além disso, esses US$ 71,8 bilhões representam menos de 1% do valor total de benefícios pagos ao longo do mesmo período.
Um balanço anterior do próprio SSA, publicado em 2023, informou que estavam desatualizados os cadastros de 18,9 milhões de pessoas nascidas em 1920 ou antes – nesses casos, faltava preencher o campo referente à data de morte.
Ainda assim, o documento lista que 18,4 milhões deles (ou 98% do total) não recebem qualquer pagamento há mais de 50 anos.
Na época, a agência afirmou que não adicionaria à base de dados as informações sobre falecimentos presumidos, por causa de custos elevados.
📋 Por que pode existir essa divergência de números?
Especialistas ouvidos pela revista americana "Wired", que publicou uma reportagem sobre o assunto em 17 de fevereiro de 2025, explicaram que o sistema usado pela SSA é baseado em Cobol, uma linguagem de programação criada em 1959 e utilizada por várias agências governamentais dos EUA.
O presidente do departamento de engenharia de software e ciência de dados da Universidade de St. Thomas, Manjeet Rege, afirmou ao jornal "The Washington Post" que o Cobol representa um desafio por não ter um modo padronizado de armazenar datas, ao contrário de boa parte das linguagens de programação modernas.
Em razão disso, as datas no Cobol precisam ser codificadas de acordo com uma referência – e a mais comum, pelo padrão internacional, é 20 de maio de 1875. "Isso significa que. se alguém solicitar a Previdência Social sem uma data de nascimento, poderá ser registrado como tendo 150 anos no banco de dados", diz o texto.
A publicação menciona ainda esta possiblidade: "[...] quando o governo federal começou a emitir pagamentos mensais regulares da Previdência Social em janeiro de 1940, os beneficiários precisavam ter pelo menos 65 anos para se qualificar, o que significa que precisavam ter nascido em 1875 ou antes".
"Aqueles [programadores] que criaram o banco de dados da Previdência Social podem, portanto, ter definido 1875 como o ano de nascimento padrão para qualquer pessoa que não tivesse essa informação na época."
📌 Quantos centenários há nos Estados Unidos? A página do Departamento do Censo americano projetou que, em 2024, os Estados Unidos teriam 101 mil pessoas com cem anos ou mais. A população total do país é de, aproximadamente, 341 milhões de habitantes.
É #FAKE que Musk e Trump descobriram fraude que envolve pagamento previdenciário a milhões de pessoas com mais de 100 anos nos EUA
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